Santos, Maria Inês Detsi de Andrade



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BIBLIOTECA TUDE DE SOUZA

Livros desaparecidos






SANTOS, Maria Inês Detsi de Andrade

Gênero e Comunicação - o masculino e o feminino em programas populares de rádio. São Paulo, Annablume, 2004

A010

Tese de doutorado da autora, este livro, de 176 páginas, analisa o universo de programas radiofônicos cearenses que dramatizam a violência e a sexualidade, bem como a participação do público desses programas, através do telefone, por cartas ou pela própria presença nos estúdios de gravação, dando opiniões ou relatando casos.




MORAIS, Rogério

Seis décadas de técnicas e criatividade do rádio brasileiro (antes e depois da TV).

A020

Um título grande para este pequeno livro de 113 páginas (conseguidas às custas do velho expediente de apor folhas em branco separando capítulos e uma vintena de fotos pouco expressivas). Fruto de uma monografia premiada em concurso da antiga FUNTEVÊ, o livro repisa informações gerais sobre o início do rádio, a fase de ouro, os humoristas, etc., com a curiosidade de mostrar a repercussão de certos programas e anúncios no Ceará (terra do autor), como o caso da propaganda dos "reguladores" femininos. De interesse real, no entanto, é a transcrição, na página 91, do Código de Ética da Radiodifusão (de setembro de 1980)




BAUM, Ana (organização)

Vargas, agosto de 54 - a história contada pelas ondas do rádio- Editora Garamond Ltda. - Rio de Janeiro 2004.

A053

O livro, em 13 artigos, procura dar conta do papel e importância da mídia rádio no trágico episódio do suicídio do Presidente Vargas, trazendo também artigos com foco na relação entre Vargas e o veículo e outros ainda com um caráter de contextualização histórica. Uma de suas qualidades é conter trabalhos de professores universitários de várias partes do Brasil — Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso. Um dos frutos dos Núcleos de Pesquisa da Intercom, o livro é também resultado do trabalho da professora Ana Baum como coordenadora do Grupo de Trabalho sobre História da Mídia Sonora da Rede Alfredo de Carvalho (Rede Alcar). Acompanham o livro dois Cds contendo documentários e áudios originais de discursos, boletins de rádio e depoimentos. Alguns artigos estão também disponíveis no sítio eletrônico da rede Alcar www.jornalismo.ufsc.br/redealcar ou www.metodista.br/unesco/redealcar.




COELHO NETO, Armando.

Rádio comunitária não é crime - Direito de antena: o espectro eletromagnético como bem difuso. São Paulo. Ícone editora ltda, 2002.

A055

Livro que esclarece e defende a questão das rádios comunitárias. Seu autor é o delegado Armando Coelho Neto, advogado e jornalista, presidente da Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. Ele perpassa o tema de maneira contundente e engajada, substanciado pelas leis e por princípios éticos bem definidos. É capaz de nos convidar à batalha em prol das rádios comunitárias.




MELO, Rui de

A Rádio e a Sociedade de Informação. Portugal, Porto: Universidade Fernando Pessoa, 2001.

A066

Publicado em 2001, em Portugal, o livro trata das novas tecnologias a serviço do rádio, como os satélites, a fibra ótica, o laser, o rádio digital, etc. Ao final de suas 154 páginas, há um interessante glossário de abreviaturas, uma bibliografia e um cadastro de endereços na internet.




COLLIN, Mathew

Rádio Guerrilha, rock e resistência em Belgrado. São Paulo. Barracuda. 2006

A084

Tendo como pano de fundo a história da Rádio B92, o livro narra os acontecimentos políticos da Sérvia sob a égide de Slobodan Milosevic. Trata-se de um excelente relato de um episódio recente e marcante da história política mundial, pontuado e temperado pelas narrativas de ouvintes, DJs e jornalistas da Rádio B92. A rádio é personagem dessa história, e o livro nos conta como ela surgiu, os debates sobre sua linha editorial, que tipo de música tocavam, sua dificuldade em se manter no ar, estratégias de sobrevivência e condutas.




MATTOS, David José Lessa (org)

Pioneiros do rádio e da TV no Brasil. São Paulo. Códex, 2004

A086

Primeiro volume da série, contendo 7 entrevistas: Álvaro de Moya, Cesar Monteclaro, Dias Gomes, José Bonifácio Sobrinho (Boni), Lima Duarte, Marcos Rey e Walter Avancini. Quase todos são conhecidos como homens de televisão, mas começaram no rádio, havendo várias referências ao rádio em suas entrevistas. 176 páginas, com ilustrações dos entrevistados no início de cada capítulo.




CARVALHO FILHO, Paulo Machado de / CORAÚCCI, Carlos (Organizador)

Histórias ...que a história não contou. Fatos curiosos em 60 anos de rádio e TV. São Paulo. Companhia Editora Nacional. 2006.

A087

Memórias de Paulo Machado de Carvalho Filho, o Paulinho, que viveu a época de ouro do rádio brasileiro como herdeiro e diretor das rádios Record e Panamericana e foi um dos pioneiros da televisão. Com 200 páginas e com muitas ilustrações de boa qualidade.




MARANINI, Nicolau

A história da rádio FM no Rio de Janeiro - Volume I: a Rádio Cidade. Rio de Janeiro. UniverCidade. 2005.

A093

Trabalho de mestrado do autor, transformado em livro, que aborda com ligeireza o surgimento da FM, a publicidade e a evolução da mídia FM, tendo como referência a Rádio Cidade.




CÉSAR, Cyro

Rádio, a mídia da emoção.São Paulo. Summus. 2005.

A094

Terceiro título do autor em nosso acervo, este livro relata fatos importantes da história do rádio, experiências pessoais do autor, a evolução tecnológica do veículo, as mudanças ocorridas na vida do radialista e aborda temas como técnica de locução,exercícios para falar ao microfone, formas de eliminar tensões e analisa erros comuns no desenvolvimento da voz. 230 páginas e ilustrado com pequenas fotos de baixa resolução.




PEREIRA, João Batista Borges

Cor, profissão e mobilidade - o negro e o rádio de São Paulo. São Paulo. Editora da Universidade de São Paulo. 2001.

A097

Segunda edição do livro lançado inicialmente em 1967, e que teve origem na tese de doutoramento do autor, baseada em pesquisas efetuadas entre 1958 e 1961,constatando que, apesar de alguns ganhos econômicos e de uma mobilidade relativa obtida pelos raros negros que ingressaram na estrutura radiofônica de São Paulo, como cantores ou radialistas, o racismo à brasileira continuou a atuar, independentemente do diploma e da formação escolar que esses negros pudessem apresentar. No final do trabalho há uma série de nove tabelas com dados estatísticos e comparativos. 280 páginas.




AGUIAR, Ronaldo Conde

Almanaque da Rádio Nacional. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2007.

A105

Capas da Revista do Rádio, anúncios, curiosidades sobre os artistas que passaram pela Nacional e muito mais há nesse Almanaque, que, segundo o próprio autor, não se pretende um ensaio sobre a famosa emissora, mas sim uma reminiscência compartilhada. Com 184 páginas fartamente ilustradas. Acompanha dois CDs com trechos de programas da Nacional ( N? N?)




HAUSSEN, Doris Fagundes

Rádio e Política - tempo de Vargas e Perón. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001, 2a. Edição.

A106

Tese de doutorado da autora, que faz um ensaio comparativo do uso do poder do rádio por dois líderes políticos. Interessante reflexão sobre o uso que o aparelho estatal fez do veículo. Vale destacar o capítulo 3, Perón e o rádio, onde encontramos raras informações sobre as emissoras argentinas. 152 páginas.




SOUZA, Marquilandes Borges de

Rádio e Propaganda Política: Brasil e México Sob a Mira Norte-Americana Durante a Segunda Guerra - São Paulo. Annablume/FAPESP, 2004.

A110

O autor trata do relacionamento entre os EUA e a América Latina durante a Segunda Guerra Mundial. O processo lento e gradual de adequação dos países latinos ao "American Way of Life" (Estilo de Vida Americano) através não somente da política da boa vizinhança, mas também através das ondas do rádio. Com esse poderoso veículo de comunicação, puderam cristalizar dentro dos países latinos seus costumes através da propagação de programas de natureza politicamente nacionalista. Com isso, tiveram fortíssima influência na produção e na veiculação de programas como "A Voz do Brasil", implantada por Getúlio Vargas na década de 1930 e transmitida até os dias de hoje. O autor também cita as relações políticas entre EUA e México e o papel da radiodifusão no equilíbrio destas relações.

EQUIPO de Comunicación Educativa

La Sangre Por El Pueblo (Cristianos de America Latina Que Dieron Su Vida Por La Paz y La Justicia - 136 Programas Radiofonicos). Madrid, 1984.

A132




 

Les Concerts de Radio France 2005/2006. Paris, Data Não Creditada.

A133




CAMPOS, Gilda Helena Bernardino de / ROQUE, Gianna Oliveira Bogossian / AMARAL, Sérgio Botelho do

Dialética da Educação à Distância. Rio de Janeiro. Editora PUC-Rio, 2007.

A151

As autoras falam da adoção de políticas, estratégias e metodologias pedagógicas e educacionais no ensino público brasileiro. Total de 151 páginas.

CHANTLER, Paul & HARRIS, Sim

Rádiojornalismo. São Paulo, Summus, 1998.

B033

Com 192 páginas, uma vintena de ilustrações de aparelhagens e situações de estúdio, e um glossário de termos afins no final. O livro refere-se ao rádio na Inglaterra e trata mais especificamente das rádios locais, que são controladas pela BBC ( 38 delas), ou são comerciais (180 ao todo) e regulamentadas pela Radio Authority. É bastante didático (aborda os vários gêneros radiojornalísticos) e incentiva o surgimento de novos profissionais, sendo bastante otimista com relação ao futuro do radiojornalismo.

MARTINS, Eduardo

Manual de Redação e Estilo. São Paulo. Editora Moderna, 2005.

B080

Guia completo com verbos, palavras e expressões que visam à redação concisa de textos que serão registrados tanto em veículos de comunicação manuscritos, como jornais e revistas, quanto audiovisuais, como o rádio e a televisão. Total de 400 páginas.

HAWES, Robert.

Radio Art. Londres, The Green Wood Publishing Company LTD, 1992. 2a edição

C15

O título refere-se à arte industrial de fazer receptores de rádio, o aparelho doméstico que, segundo o autor, foi o que com mais forma diferentes foi produzido. Com 128 páginas e cerca de 200 reproduções coloridas desde os primórdios até os anos 70. O livro contém, também, uma breve história do rádio.

MOLES, Abraham

Rumos de uma cultura tecnológica. São Paulo, Perspectiva, 1973.

D11

Série de 10 ensaios, publicados em 1973, onde o autor chama atenção para a necessidade de uma nova atitude frente à inovação tecnológica e suas consequências sobre a mudança dos valores. Entre os temas abordados, figuram: a Teoria da Informação, ou seja, a aplicação da teoria estruturalista à Estética; os sistemas complexos das sociedades humanas e das regras de seu funcionamento; e a Teoria do Objeto, que estuda nossas relações com eles, e se pergunta se os objetos não constituem um universo independente dos seres que lhes deram origem. 250 páginas.




MANHEIM, Karl.

Sociologia da Cultura. São Paulo, Perspectiva, 1974

D13

Com 208 páginas, o livro contém três ensaios do sociólogo alemão, pai da Sociologia do Conhecimento (que se aplica a compreender os intrincados mecanismos entre pensamento e situação social, e da qual a Sociologia da Cultura vem a ser uma extensão). O primeiro ensaio discute enfoques alternativos para o estudo do processo cultural; o segundo examina detalhadamente a emergência da intelligentsia como estrato social; e o terceiro analisa o efeito da democratização e do igualitarismo na criatividade cultural contemporânea.




ENZENSBERGER, Hans Magnus.

Elementos para uma teoria dos meios de comunicação. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1978

D18

Neste livro de 148 páginas, seu autor, o famoso poeta, romancista, radialista e teórico alemão, examina as possibilidades dos meios de comunicação e busca assumir uma posição frente ao. Sempre polêmico, Enzensberger comete erros e acertos ao girar sua metralhadora giratória contra o que ele chama de "indústria da consciência". No capítulo 15, por exemplo, critica as teorias de McLuhan com evidente exagero, enxergando fascismo em tudo.




CAPARELLI, Sérgio

Comunicação de massa sem massa. São Paulo, Cortez, 1980. 3a Edição

D21

Editado em 1986, este livro discute a relação dos fenômenos culturais, ideológicos e econômicos, de uma lado; e os meios de comunicação, do outro; evidenciando a dicotomia que existe entre os conteúdos dos meios de comunicação e a realidade, e demonstrando que o bloqueio da palavra indica um bloqueio muito mais amplo: o bloqueio dos setores oprimidos da sociedade. 126 páginas




MORIN, Edgar.

Cultura de massas no século vinte (o espírito do tempo) Volumes I: Neurose – Volume II: Necrose. Rio de Janeiro, Forense, 1967.

D26 e D27

Primeiro e segundo volumes da obra do pensador, intitulados, respectivamente, "Neurose" e "Necrose", cada um com 206 páginas. O 1º, reformulado pelo autor, abrange os anos 1960 a 65, analisa as consequências sociais, psicológicas e espirituais do fenômeno da cultura de massa, focallizando os mitos que, produzidos industrialmente, condicionam os valores existenciais do público consumidor. O 2] volume desenvolve os temas apresentados no 1º, através do exame das perturbações e crises que estouraram nos anos 1965 a 75.




DEBORD, Guy.

A sociedade do espetáculo & Comentários sobre a sociedade do espetáculo.

D38

Dois opúsculos em um só, ambos escritos na forma de mozaicos de pensamentos, o primeiro, que teve várias edições mundiais, contém 221 considerações em 141 páginas; e o segundo, contém 33 comentários distribuídos ao longo de 92 páginas, ou seja, uma colagem de pensamentos bem no estilo dos filósofos franceses da segunda metade do século passado. Como ele é inteligente, como a posição política dele é consistente, e como o livro é chato.




PELLEGRINI, Tânia / JOHNSON, Randal / XAVIER, Ismail / GUIMARÃES, Hélio / AGUIAR, Flávio

Literatura, Cinema e Televisão. São Paulo. Editora SENAC São Paulo/Instituto Itaú Cultural, 2003.

D40

Coletânea de 05 artigos escritos pelos autores, abordando desde a linguagem e suas respectivas narrativas verbais e visuais, passando pela literatura até chegar aos adventos da televisão e do cinema. Os autores fazem um estudo profundo acerca das mensagens transmitidas pelas obras audiovisuais, tendo como base as suas obras literárias originárias e se há similitude entre as mensagens transmitidas por ambas as obras. Total de 147 páginas.




BRAGANÇA, Aníbal / MOREIRA, Sônia Virgínia (Organizadores)

Comunicação, Acontecimento e Memória. São Paulo. Intercom, 2005.

D42

Coletânea de 14 artigos sobre a memória social, os seus processos de comunicação, a influência política na decisão de preservar ou descartar sua história através da documentação gerada, a questão da influência da mídia nacional e internacional no cotidiano da sociedade, a censura, a ditadura militar e a sua política de apagamento da história, entre outros. Total de 166 páginas.




SOUZA, Márcio Vieira de

As Vozes do Silêncio. O Movimento Pela Democratização da Comunicação no Brasil. Florianópolis. Diálogo, 1996.

D51

O autor trata da questão da democratização da comunicação no Brasil, abordando os movimentos feitos nas décadas de 1980 e 1990 em prol de uma mídia mais organizada e democrática. Cita casos como da greve da extinta Rede Manchete de Televisão, que mobilizou toda a imprensa nacional e a inauguração da Rede Vida de Televisão como uma emissora democrática e com uma fortíssima filosofia católica. Além disso também registra nesta obra questões como a Internet, a TV a Cabo, a Lei de Imprensa, entre outros. Total de 210 páginas.




MARANHÃO, Jorge

Mídia e Cidadania - Faça Você Mesmo. Rio de Janeiro. Topbooks, 1993.

D72

O autor trata do poder que a mídia tem de tornar o homem um cidadão. O autor não deixa de enfocar a educação como principal elemento de desenvolvimento social, além da questão da justiça em relação à mídia e o que ela oferece à sociedade. Faz um paradoxo entre as crises institucionais e culturais. O papel determinante das mulheres nos processos de absorção ou descarte da mídia, bem como do modo no qual elas procuram difundir seus conhecimentos através da informação obtida pela mídia (primeiro caso) para um lento e gradual processo de desenvolvimento social. O autor enriquece o corpo do livro com matérias extraídas de jornais diversos como o JB, o Jornal de Brasília e a Gazeta Mercantil (tendo como base a educação, a política, entre outros assuntos). Total de 344 páginas.




LEITE E SANTOS, Adriana Bacellar

Os Meios de Comunicação Como Extensões do Mal-Estar. Rio de Janeiro. MAUAD, 2002.

D73

A autora trata da problemática envolvendo a mídia e a sua relação com o homem. O poder que esta exerce por sobre o ser humano e a capacidade deste de absorvê-la, tornando-se assim quase que um escravo. A capacidade que a mídia tem de incluí-lo ou excluí-lo da sociedade, através das possibilidades econômicas e financeiras de adquirir seus principais veículos de difusão, como a internet, os aparelhos de rádio, celulares e televisão, entre outros. Total de 103 páginas.




BARROS FILHO, Clóvis de / BARTOLOZZI, Pedro Lozano (Colaborador)

Ética na Comunicação (Da Informação ao Receptor). São Paulo. Editora Moderna, 1995.

D75

A arte de se comunicar com objetividade, imparcialidade e veracidade. Os processos gradativos de preparação, redação e elaboração de textos com conteúdo preciso. As relações entre as fontes informacionais, os agentes transformadores e veiculadores destas informações e o público em geral. Um estudo sobre a mensagem, seus elementos e suas codificações relativas ao seu público alvo. Estes são alguns dos pressupostos estudados e discutidos pelos autores ao longo deste livro, entre outros. Total de 239 páginas.




ARISTARCO, Guido / ARISTARCO, Teresa

O Novo Mundo das Imagens Electrónicas. Lisboa. Edições 70, 1985.

D76

Coletânea de artigos diversos sobre as obras audiovisuais, os seus sistemas lingüísticos e o advento da tecnologia em prol de um estudo mais aprofundado sobre as mensagens nestas obras registradas. Total de 249 páginas.




DE FLEUR, Melvin L. / BALL-ROKEACH, Sandra

Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Editora, 1993.

D77

Os autores tratam do advento da comunicação. Suas origens, sua evolução, a imprensa como grande difusora informacional, o surgimento de outras mídias como o cinema e o rádio. Trata também do papel da mídia na rápida disseminação da comunicação e como a sociedade vai cada vez mais rápido assimilando o grande fluxo informacional que vai sendo difundido pela grande mídia. A seleção informacional e a construção do significado das informações que deveriam ser melhor trabalhadas pela mídia, porém são despejadas aos galões por esta para a sociedade no intento de assimilar e em seguida esquecer o que foi difundido antes, entre outros pressupostos são questionados pelos autores nesta obra. Total de 397 páginas.




DIZARD Jr. , Wilson

A Nova Mídia. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Editora, 2000.

D79

Trata da relação existente entre o avanço tecnológico e o processo de disseminação da comunicação na sociedade. A rapidez com que os fatos acontecem e vão sendo difundidos nos meios de comunicação através da Internet, dos satélites, dos DVD's, dos MP3, MP4, dos celulares, dos computadores de memória cada vez maiores, etc. A problemática que envolve política e justiça nos processos de divulgação informacional, já que os meios de comunicação precisam do aval dos representantes da lei para que possam executá-la de maneira precisa e concisa. Total de 324 páginas.




PACHECO, Jacy

O Cantor da Vila. Rio de Janeiro, Minerva, 1958

E002

Editado em 1958, é um dos primeiros livros a respeito do compositor. 164 páginas e algumas reproduções sem qualidade gráfica.




CABRAL, Sérgio

As Escolas de Samba do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Lumiar, 1996

E30

A história das escolas de samba, desde o tempo em que os sambistas eram perseguidos pela polícia até 1996, quando o desfile das escolas já estava consagrado. Na segunda parte, os principais sambistas são entrevistados pelo autor, e, no final, há uma relação dos resultados de todos os desfiles (de 1932 a 96).




SEVERIANO, Jairo

A Canção no Tempo - 85 Anos de Músicas Brasileiras, Vol. 1 : 1901/ 1957. São Paulo, Editora 34, 1997/ 1998.

E33

Este primeiro volume (de uma obra prevista para ter três) relaciona, classifica e analisa as canções que o povo consagrou através dos anos, de 1901 até 1957, oferecendo uma visão de toda essa época. 368 páginas, várias ilustrações e índice remissivo.




ADG - Associação de Designers Gráficos

Mostra de capas de discos no Brasil, os Primeiros Anos: 1951 à 1958. São Paulo, Takano

E55

Opúsculo de 36 páginas, com reproduções de 50 capas de discos LP de 10 polegadas.




COSTA, Flávio Moreira da.

Aquarelas do Brasil - contos da nossa música popular. Rio de Janeiro. Agir, 2006.

E69

Com 312 páginas e sem ilustrações, o livro reune 26 contos escritos por Machado de Assis, Lima Barreto, João do Rio, Marques Rebelo e Aníbal Machado, entre outros, focalizando a música popular brasileira.




DINIZ, André.

Almanaque do Samba. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 2006.

E75

Segunda edição revista e ampliada, com 310 folhas, mais de uma centenas de imagens e cerca de 80 tabelas com informações complementares, o livro traça um abrangente panorama da história do ritmo, focaliza seus personagens principais e mostra como os rumos da cultura e da política influem e se relacionam com o desenvolvimento do samba.




TINHORÃO, José Ramos.

Cultura popular, temas e questões. São Paulo: Ed. 34, 2001.

E92

Dezoito ensaios escritos pelo pesquisador e historiador, abordando o circo, as origens do cordel, o pastoril, os ritmos negros, o impacto da tecnologia sobre a música popular, a influência do fado, música sertaneja e outros temas. 262 páginas.




MOURA, Fernando / VICENTE, Antônio

Jackson do Pandeiro: o Rei do Ritmo. São Paulo. Editora 34, 2001.

E121

Biografia do cantor e Compositor, com 412 páginas, fotos e discografia do artista.




CORRÊA, Tupã Gomes

Rock, nos Passos da Moda: Mídia, Consumo x Mercado Cultural. Campinas, Papirus, 1989.

E126

O autor trata da indústria cultural do rock desde o seu surgimento na década de 1950 com Elvis Presley, a explosão musical do gênero com os Beatles na década seguinte, passando pelas músicas de protesto, os movimentos hippie e punk, o new wave, até a atualidade (data em que o livro em questão foi publicado). Ele enfoca a sucessão de novos conjuntos que surgem, a filosofia na qual o rock procura pregar, os contextos históricos nos quais o rock esteve inserido (constituindo desta forma uma trilha sonora social e temporal), explicitando a cultura do "efêmero" não somente na música, como também na cultura. Ilustra o texto com a evolução dos ritmos anteriores ao rock, como o jazz, o blues, o country e o folk até a chegada do rock'n'roll e a sua evolução em ritmos posteriores como o funk, o soul, o reggae, entre outros. Traz em seu apêndice a discografia fundamental do rock entre as décadas de 1950 e 1970. Total de 149 páginas.





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