Se você tem medo da verdade; não leia este livro!



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Se você tem medo da verdade; não leia este livro!
As Verdades da Bíblia

J. B. Campos
Hipnose em massa
A lavagem cerebral é a grande vilã assoladora da humanidade.

Antes de adentrarmos aos assuntos do livro, “As Verdades da Bíblia” vamos fazer algumas análises da influência humana e suas técnicas aliciadoras, puxando a sardinha para o seu aquinhoado mundo mercantil, aquele que está embasado peremptoriamente no dinheiro da plebe de seus fiéis. Embora, sejam mostrados apenas os bem-sucedidos fiéis, velando os miseráveis que existem verdadeiramente em qualquer canto religioso.
A grande igreja romana & a hipnose do medo e da heresia
Santa inquisição” – Venda de indulgência – Mentiras deslavadas – Crimes hediondos - A verdadeira heresia – A mácula que domina a cabeça de tantos fiéis, os quais não têm a capacidade de raciocinar sobre tão ignominiosa negociação de perdão, comprado a peso de ouro como podemos ver nos anais da História da Humanidade, quando da passagem da “Santa Inquisição” católico-romana.

Vamos deixar bem claro que, o autor não está inventando nada, apenas transcrevendo o que a História Eclesial ensina, e ensina a todos aqueles que quiserem pesquisar, colocando-se com o interesse real de enxergar aquilo que a maioria não quer ver, pelo mais espúrio comodismo de pensar. Na realidade achamos que o medo impera pelo condicionamento imposto subliminarmente na mente de cada um que, achando que vai herdar o reino dos céus através da omissão de ver a verdadeira verdade, quiçá, mentira religiosa.

Isto realmente é de doer no fundo do peito daquele que, apenas tenha um pequeno esclarecimento.

A hipnose da mácula mefistofélica e maligna existente dentro da casa de Deus, já que se aventou que, quatro paredes de tijolos queimados, erigidos com o nome de igreja, seja a casa de Deus.

- Casa de Deus, ou repositório do Demônio?

Eis o sistema macabro da raça humana, desde tempos remotos, sabe que os padres foram os mais aculturados seres humanos, ou melhor; deuses humanos. Então como justificar tão degradante acontecimento de queimar pessoas vivas em nome de Deus com o pretexto de execrar os pecados da alma de tantos infelizes. Esse pessoal não era inocente, não... E um dia hão de prestar contas de tanta atrocidade. Semearam, e um dia colherão. É fato notoriamente bíblico: “Quanto mais conhecimento, mais pesado juízo”. É o caso de um juiz, posto que tenha de ser ilibado para não sofrer maior juízo. Estamos tratando de juizes da Inquisição que julgaram em nome de Deus.

Perdão do pecado pelo fogo ardente e o vexame de ateá-lo à praça pública.

Que diabo de conversa mole é essa?

Tertúlia flácida para adormecer vacum.

Na realidade o dinheiro e bens arrecadados com a venda de indulgências eram para a construção da grande igreja de São Pedro em Roma. Aliás, o que dá a entender, essa igreja foi construída com sangue de muitos inocentes, pode existir heresia e pecado maior do que esse de queimar a imagem e semelhança de Deus em fogueira de humilhação, e pode alguém querer dizer que essa é a verdadeira casa de Deus...

Há quem se refira a essa monumental igreja como a grande Babilônia. Os fiéis nada têm a ver com as atrocidades da igreja, a qual já reconheceu seu erro e até pediu perdão, e isso é lá com Deus, porém, jamais perdoou as criaturas queimadas, a não ser que aderissem aos seus interesses, todavia, não existe interesse algum que possa justificar o genocídio de tantos inocentes. Além, do sinal da besta, qual poderíamos aqui descrever, complementando com a desmesurada pedofilia praticada pelos padres da atualidade. É nojento demais.

Milhares e milhares de seres humanos hipnotizados pelo mal, sentem-se extremamente comovidos ao visitar tão requintado ambiente. “A grande morada de Deus na Terra”. Seu comércio é fabuloso para sustentar tamanha grandeza, que maravilha, porém, os cegos não vêem... E que privilégio é este de uma cidade ter status de estado, sendo o Vaticano um país.

Não menos cruel do que fazem os evangélicos ao tomar o dízimo e ofertas dos coitados assalariados com o salário mínimo para construção de mega-templos evangélicos. A sacanagem é quase a mesma.

A tal indulgência chegava às raias da mais vil hipnose, perdoando até os pecados futuros do indultado.

Ia além da imaginação comum, ela tinha o pseudo-poder de salvar até os mortos, era tão somente apresentar uma soma em dinheiro e o céu paradisíaco estava comprado. Quanta cegueira e hipocrisia, meu Deus! Ah... Os indultados recebiam diplomas, certificados para adentrarem o reino dos céus. Nada diferente dos dias atuais continuam vendendo a salvação deslavadamente. E o povo cegueta, comprando.

- Pode?

Rasguem-se os livros sagrados, posto que diante de tamanha indecência o pecado não exista! Diante de vil situação, liberou geral, pode-se praticar tudo. Não dá para conceber que esse execrável amontoado de ignaros possa ser chamado de religiosos, quem dera, de filhos de Deus.

Vemos muitas empresas falirem, mas igrejas jamais vimos, a não ser crescerem sem ter de pagar tributos e sem produzirem absolutamente nada, a não ser a venda virtual do grande sonho da vida eterna nos céus.
Juízo final
Apocalipse: 14:6 e 7

Um anjo exorta: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo e adorai aquele que fez o Céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas.
A hipnose final
O grande dia do Senhor, aquele que destruirá inexoravelmente o mundo é plenamente velado pelas profecias do livro Sagrado, a Bíblia, ponto. Somente o Pai sabe o dia e a hora, e mais ninguém, nem o Filho, nem os anjos sabem. Mateus 24:36. Porém, os enganadores hipnotizados e hipnotizadores apregoam esta mentira embasada nos acontecimentos vaticinados pelo livro que diz: “Quando ouvires falar de guerra e rumores de guerra, e muitos outros acontecimentos como, terremotos, fome, pestes, e pai se voltando contra filhos e filhos contra pais, etc.” Saibam: próximo está do fim. Bem, na realidade este é um fato corriqueiro em todos os tempos, a partir de uma data eclesial, quando houve o primeiro assassinato de Caim contra Abel, dali pra frente o fim se tornou próximo, seguido de tantas guerras semíticas, e orgias mil perpassando por Sodoma e Gomorra. Realmente a religião parece cegar ao invés de dar luz aos seus fieis, continuando os mesmos acontecimentos após todos os adventos crísticos. Haja vista as calamidades da Era Medieval, quanta pestilência, guerras e mil conflitos, porém, o mundo aqui está e a volta do Mestre ainda não se deu. Esta é a realidade, e realidade é fato, e, “Contra fato não há argumento” – ponto.

Existiu um evangelista: Dr. Wolff, judeu-alemão convertido do judaísmo ao cristianismo, foi um grande propagador dos evangelhos do Cristo. Andarilhou por lugares inóspitos em nome de Jesus no afã de levar o evangelho cristão a outros povos da Terra. Em Bucara deu-se com um anúncio da vinda do Cristo por volta de 1840 por um povo árabe do Iêmen. Já a Igreja Anglicana, lá na Grã Bretanha afirmou enfaticamente a vinda do Messias no ano de 1844, o mesmo ocorrendo pelos adventistas nos Estados Unidos, disseminada por veementes publicações. Lacuza, jesuíta espanhol, na América do Sul já havia anunciado a vinda do Cristo em 1825. Muitas datas foram fixadas para a volta do Cristo a julgar os habitantes da Terra, e a última que presenciamos foi a do ano 2000, a virada do milênio deu o que falar há dezenas de anos, fato que aterrorizou muitas almas incautas, pela maldade de mentes desequilibradas, parecendo-nos assédios espirituais para atormentar os habitantes do planeta.
Sua Personalidade
Queira ou não, não vai fazer diferença, você é produto do meio.

Ao nascer com seus dons, creia. Eles foram criados em vidas pregres­sas, são res­quícios do passado.

E lá no seu passado, você sofreu todos os tipos de influências, tal qual aqui neste presente. Todos nós somos compelidos pelo sistema global, por mais alheio que sejamos, ainda assim caminhamos pela re­gência cós­mica, ou seja: não somos livres plenamente.

Em todos os sentimentos humanos instala-se a hipnose. Podemos classificar alguns sentimentos e tecer­mos comentários. Este senti­mento chamado pai­xão, amor à primeira vista, quantas vezes já ou­vimos muitas frases refe­rindo-se a ele: sentimento-paixão, algo mágico e inexpli­cável com dúbio sentido. Um verbete que nos dá sentimento carnal e espiritual. Apaixonar-se pelo sexo oposto, ou por qualquer outro sexo. Temos a película famosa: “A Paixão de Cristo, subliminar e hipnotizante prestando-se ao mercantilismo, para locupletar a vaidade da cinematografia americana”. Voltando à paixão à primeira vista, fica­mos atônitos com o poder en­cantador deste estado hipnó­tico, en­volvendo geralmente dois hipnotizadores e dois hipnotizados si­multa­neamente. E para entendermos o que isto significa temos de prestar profunda atenção e nos aprofundarmos em meditação intros­pectiva, cul­minando em projeções astrais. Então po­deremos resumir que tudo começou lá no passado. Duas almas com seus resgates cár­micos vão se juntar aqui na terra para concluírem suas mis­sões. Essa empatia hipnótica faz parte de uma atração irresistí­vel para a procria­ção, e outros resgates vão se conclu­indo.

Ratificando: já no caso da Paixão de Cristo, entra o sentimento religioso mesclado do mais puro mercanti­lismo, haja vista as igrejas, sem exceção, são todas ricas, ou biliardárias. Eis a hipnose, conhe­cida por lava­gem cere­bral, se assim o preferirmos. E como bom filme, que o é, arrecada muito dinheiro através de bilhete­rias.
Hipnose do Medo
Ao se divagar pelos desfiladeiros da esperança, com a intenção de se alcan­çar dias melhores, formam-se jogadores de altos quilates, aque­les invetera­dos, que apostam tudo no engodo de ganhar a sua pseudo liber­dade através do dinheiro.

Vamos destacar com ênfase esta hipnose destruidora, que afeta a huma­nidade, a hip­nose do medo, é de las­car, porém, habita no ser hu­mano, ape­nas uns poucos que se preparam para enxergar, e analisar o medo, enca­rando-o de frente; através do desapego integral pode se libertar parcial­mente deste nefasto sentimento. So­mente aquele que atingiu a maturidade espiritual e se desvencilhou do bem e do mal se livra do medo. É o espiritu­alista, que morre e ressuscita eternamente como se dormisse e acordasse em traslados espirituais, tendo consci­ência da sua missão nesta existência. Esta hipnose está no homem, caracterizando a fraqueza de sua natureza, quem não tem medo de perder? Veja os seus valiosos bens que criam seus medos: amor – di­nheiro – filho – esposa – pai – mãe – posição social (status) – residên­cia – estima – libido – salvação da alma – finalizando, medo de ir para o inferno, etc.

Muito estudamos sobre o assunto aqui pautado, em paralelo com ou­tras ciências, como a PNL Programa­ção Neurolíngüistica, onde só pudemos ver a hipnose instalada no seu contexto. O “rapport” raporte, técnica da mais pura hip­nose, que instiga à imitação, ou arremedo do interlocutor, aliciando-o ao desejo do hipnó­logo. Usando-se uma lei natural que diz: “o igual atrai o igual”.

A hipnose em massa (social), tanto para se praticar o mal, quanto o bem. Adolf Hitler fez uso da hipnose em massa em larga escala, à prática desca­bida do mal. Assim como essa desastrosa criatura, muitas outras tam­bém agiram e, o mundo assistiu quase inerte, somente depois de muita dor e prejuízos, apre­sen­tou-se a hip­nose do bem para execrá-los da convivência mundial. Essa hipnose do absurdo serviu para ceifar vidas e mais vidas “ino­centes”, através do descalabro macabro do sofrimento ímpar do ser humano. Obser­vação: Quando colocamos entre aspas, é porque pensamos em resgates cármicos, apenas isto e nada mais, sem ja­mais fazermos qual­quer pré jul­gamento, posto que, não temos consciência do que a humani­dade fora em suas vidas pregressas.
A verdade
Para falarmos sobre a “verdade”, este verbete que nos tem incomodado desde o nosso primeiro dia de vida. Temos de ter um início e, este início se dá quando surge homem sobre a face da Terra, então va­mos ter de apelar a quem entenda do assunto, e quem deve entender é a ciência acadêmica. A História empírico-acadêmica nos ensina à maneira faraônica e incerta com seus números estapafúrdios, principi­ando assim: O homem habita sobre a face Terra há mais de 2.000.000 – dois milhões de anos. Nada significando perto da existência do próprio planeta que data de 4.700.000 – quatro bilhões e setecentos milhões anos.

Há cinco milênios o homem iniciou seus registros históricos, apesar de rudimentares. Pois, sabemos que os fósseis nos dão uma vaga idéia da antiguidade que nos precede, porém, precisar com números a exa­tidão dessa existência... São outros quinhentos.

Poderíamos continuar descrevendo sobre os sumérios lá na Mesopotâmia, onde despontou a nossa civili­zação entre os rios Eufrates e Tigre, ratificando que a literatura suméria é muito rica em seus relatos épicos como o de Gilgamesh, rei de Uruk, sendo este o próprio Nóe do dilúvio eclesial, e a História conti­nua a narrar sobre um enorme aguaceiro do suposto dilúvio, e sobre o povo semita (O povo escolhido por Deus).

Estamos à procura da verdade, mesmo que seja aquela que entendemos como tal, porém, nota­mos que estamos sempre prati­cando a verdade do sistema, e quando falamos sistema, referimo-nos a nossos pais, e ao seu sistema de vida. Tanto o moral, quanto o le­gal, onde se envolvem todas as filoso­fias religi­osas, quais afe­tam sobremaneira a nossa personalidade, ou maneira de ser e se conduzir nesta vida. São as nossas escolas com seus preços, conforme nossa evolução cármica.

Atinamo-nos somente aos relatos fiéis da Bíblia e de outros Livros Sagrados. No afã de en­con­trarmos res­postas sobre a ver­dade di­vina sem fugirmos do Livro Sagrado e seus relatos. Nesta obra também rivali­zamos os livros Sagrados tais como: Velho Testamento – Novo Testamento – Al­corão – Livro de Mórmon e alguns conceitos inerentes aos livros, en­sinados por grandes filósofos como: Sócrates, Platão, Aristóte­les, Confúcio, Maomé, etc.
Obs: Somos ecumênicos!



Queremos afirmar categoricamente que somos crentes em Deus Pai, o nosso Criador como o “Todo Uni­ver­sal”. “Deus é amor”, e como não se conhece o biótipo do amor, nada sabemos sobre a forma de Deus, apenas sentimos o amor, e cada um de nós o sente com particular intensidade.
(I João 4:8) - Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.

(I João 4:16) - E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.
Segundo os evangelhos, então avocamos o amor incondicional como nosso verdadeiro Deus. Cremos nos bons aconselha­mentos da Bí­blia, tanto isto é verdade que, estamos até o mo­mento procu­rando-nos en­quadrar nos seus ensinamentos, e à procura da ver­dade!



Comecemos a nossa procura como há de ser bastante ób­vio pelo pri­meiro livro do Velho Testamento, o livro de:
Gênesis
 
Amigo leitor-irmão se você for realmente religi­oso, então você deverá ler e criticar este livro!


Ou, abdicar da sua leitura omitindo-se em ler as ver­da­des nuas e cruas do Livro: a Bíblia!

De qualquer maneira, somos extremamente gratos a sua partici­pação.
Obrigado,
J. B. Campos.


"O autor".
A cumplicidade de tamanha complexidade envolve a humanidade, posto que o autor seja membro desta sociedade. Então nada mais justo, que divida enorme responsabilidade, escrevendo e pergun­tando sem­pre no plural. Até porque a filosofia do autor é a de per­tencer ao todo universal pelo amor incondicional. Deus é Amor. Deus é a energia universal. Ele está em tudo.

O livro de Gênesis é um dos quais fará parte de uma coletânea, se a nós nos for permi­tida a honra e o enorme prazer prosseguiremos com os demais livros, a saber: Êxodo, Levítico até che­gar­mos ao Apoca­lipse.

Neste instante em que começamos escrever estas pala­vras, dentro do mais puro ecumenismo, portanto, em­basados no mais absoluto respeito aos nossos que­ridos ir­mãos religiosos, e também procu­rando entre os verbetes sagrados do "Livro", a Bíblia, a verdadeira razão de se viver neste planeta caótico e proble­má­tico.

Seremos imparciais, até mesmo nas nossas mais pro­fundas e pró­prias emoções!

Em busca da verdadeira "verdade", pela qual, nos exor­tam os mensageiros evangelistas deste mundo. Tomamos uma Bíblia Evangélica já amarfanhada pelo uso e pelo tempo. Mas, como cremos, qualquer Bíblia que se nos apre­sente, deva ser a verdade de Deus, posto que, o seu Espí­rito está re­gendo a Terra e seus habitantes, não fizemos acepção nenhuma quanto ao Livro e suas ver­sões.

Baseados nos evangelhos cristãos vamo-nos apro­fun­dar, engol­fando-nos de versículo a versículo, princi­pal­mente naqueles que mais vierem ao encontro do nosso an­seio. Exis­tem como exemplo: capítulos in­tei­ros sobre a ge­nealogia de alguns personagens, por­tanto, não é muito inte­ressante te­cermos comen­tários sobre eles do nosso ponto de vista, e de acordo com o nosso frágil entendi­mento. Porém, no mais sincero desejo de descobrir o cami­nho, pelo qual, uma facção da humanidade tenta se encon­trar. Dentro da nossa mais singela interpretação, gostaría­mos, e muito, que você leitor venha a concor­dar, ou discor­dar de nossas analogias, ou estudos.

Destrincharemos todos os detalhes que nos fo­rem per­mitidos, independentemente de nomenclatu­ras, ou rótu­los. Não seremos polêmicos, já que somos enfati­camente ecumênicos, porém, desnudaremos todas as palavras, e to­das as frases que a nós nos parecerem camufla­das, volta­mos a ratificar: de acordo com a nossa im­perfeita e frágil analogia.

Contando plenamente com a sua compreensão e parti­cipação, no elã de nos encontrarmos na sinceri­dade do amor universal, espe­ramos a sua valiosa opi­nião!

Ratificamos com enfática: A nós, nos é muito impor­tante que, aqui se diga: Re­co­nhecemos peremptoria­mente a nossa parti­cular fra­gili­dade humana, por­tanto, desejamos arden­temente o seu per­dão, pela nossa escassez de santi­mônia, e pela sua com­paixão, e compre­ensão caro irmão (a) leitor (a)! Desculpe o nosso insis­tente pleonasmo.
Que tal você crer em Deus e nos seus ensinamentos bíblicos, e na sua própria seita religiosa, porém cônscio de inúmeras aberrações no livro grafadas pelo homem, e pelo interesse do sistema, que deixa acontecer a mais cruel cegueira ao povo, até para sentir aonde pode chegar com suas hipócritas atitudes, embasadas na desmesurada quantidade de templos e denominações espalhados pela face da terra. Todos os caminhos levam a Roma. Onde existir o amor, existirá Deus. Graças à sabedoria divina, o povo nem sempre é espoliado pelas religiões, recebendo muitos milagres pela sua fé. Imaginemos se todos que lotam as igrejas lotassem os cabarés da vida, com certeza isso seria desastroso sobremaneira. Seriam as igrejas um mal necessário?
O Pentateuco
O Pentateuco é o conjunto dos cinco primeiros livros escritos por Moisés e que se dá início ao Velho Tes­tamento e das leis mosaicas.
Na paz e amor de Deus!
ANTIGO TESTAMENTO
Gênesis:
 
O primeiro livro de Moisés.

A criação do céu, e da terra, e de tudo o que neles se contém.
1 – No princípio criou Deus os céus e a terra.
Começando pelo princípio, podemos entender que Deus acabou de criar a terra, nosso sistema solar, ga­láxias e mais galáxias, e que a tudo chamou de fir­mamento, enfim criou o universo.


2 – E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus movia sobre a face das águas.

E agora, a terra sem forma dá-nos uma vaga idéia de algo acha­tado, amassado, enfim irregular até che­gar a ser o que nós conhe­cemos nos dias atuais, mais ou menos arredondada com suas nu­anças. E o abismo seria o próprio firmamento.
3 – E disse Deus: Haja luz, e fez separação en­tre a luz e as trevas.
Dia e noite foram criados, como num passe de mágica, tudo se formou.
5 – E Deus chamou à luz Dia, e às trevas cha­mou Noite e foi a tarde e a manhã o dia primeiro.
Sol e lua mais estrelas foram criados, e os mo­vimen­tos de rotação e translação para que houvesse dia e noite.
6 – E disse Deus: Haja expansão no meio das águas, e haja sepa­ração entre águas e águas.

7 - E fez Deus a expansão, e fez separação en­tre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que es­ta­vam sobre a expansão e Assim foi.

8 – E chamou Deus à expansão Céus, e foi tarde e a ma­nhã o dia segundo.

9 – E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca e assim foi.
Deus criou o planeta com a separação das águas e ter­ras, já no início, assim com o trabalho de fen­der, juntar e separar porções enor­mes de terra e água. Os cata­clismos que assolam o planeta atra­vés de sé­culos e milênios, vêm concluindo essa obra, sem respeitar sábados, ou feriados.
10 – E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajunta­mento das águas chamou Mares e viu Deus que era bom.
Este é o preâmbulo do primeiro livro do Velho Testa­mento, por onde se iniciaram as mais vastas re­ligiões as quais conhecemos no ocidente, apesar das Sagra­das Escri­turas sur­girem no Oriente.

Sabemos que Moisés fora agraciado com o pri­vilégio de falar com Deus, então segundo o que co­nhece­mos Deus lhe ditava as diretri­zes para a condu­ção do povo hebraico à Terra Prometida donde manava leite e mel. A fabulosa Canaã.

A História nos ensina que, somos todos descen­den­tes do povo semita (judeu) - até o povo árabe o é, se­gundo o ensino empírico.

Bem, vamo-nos ater às palavras, procurando o enten­di­mento destes dez versetos do livro de Moisés: Comecemos pela eternidade, algo que não co­nhece­mos e, que aqui nos perguntamos:

- Eternidade, algo sem princípio nem fim?

- Teria Deus criado a eternidade, quando fez esta po­eira cósmica a Terra, perdida no deserto universal dos univer­sos?

Porém, aqui podemos perfeitamente rivalizar as for­ças atômicas, e não nos considerarmos tão insula­dos as­sim.

Partindo do ponto de vista molecular-atômico, vere­mos que o invi­sível, ou seja: As imperceptíveis partí­culas atômicas quais podem destruir planetas, a exemplo de bombas nu­cleares. Tudo se torna rela­tivo, ou semelhante, quando saímos fora do nosso plano material, e passamos para o plano dos sonhos, e em projeções astrais onde não existem tempo nem es­paço. Isto é muito real, assunto do qual tratare­mos mais adiante com experiências relata­das por milhares de depoimentos de pessoas que estiveram longas ho­ras em coma profundo na “Experiência de Quase Morte” conhe­cida pela sigla: EQM. E também através da “Terapia de Vidas Pas­sadas” TVP, pela RM “Regres­são de Memória”.

- Por que nos diz o livro de Moisés que: No prin­cípio criou Deus os céus e a terra?

Ora, se pensarmos bem, vemos Deus o Criador, preo­cu­pado com seres quase imperceptíveis dos uni­versos e, a eles dando toda a atenção e comparando-Se a eles, cha­mando-os de seus filhos e semelhan­tes, mas ratificando: Somos partículas atômicas univer­sais, então concluímos que, "tamanho não é do­cumento". Também por outro ponto de vista, jamais al­guém cri­a­ria a eternidade, já que, paradoxalmente ela não tem princípio nem fim. Concordamos que são os mistérios da nossa essência.

E, se porventura houver alguma dicotomia com a ver­dade natural das coisas, então queremos atribuir à falha hu­mana dos seres que manipularam escre­vendo, traduzindo, ou versando o Livro.

Lá na frente, no Novo Testamento, o filho de Deus, Jesus, dirá”: “Eu sou o alfa e o ômega, o princípio e o fim”. “Simbolicamente usando as duas letras eqüidistantes do alfabeto grego, a primeira e a última”.



Não esmiuçaremos os detalhes da criação, posto que, o nosso interesse é mais teológico na verdade de existir­mos e para quê, e à feitura de Deus?

E o Senhor continuou com a sua criação, por­tanto, se fôssemos repetir todos os versículos do Li­vro terí­amos então de copiar a Bíblia e conseqüentemente escreve­ríamos uma re­dundância eclesi­ástica e, este não é o nosso propó­sito.

Resumindo: Deus criou as ervas e os animais.

Relata-nos o Gênesis ainda, que Deus criou dois gran­des lumina­res, a lua e o sol e na expansão dos céus afixou as estrelas, etc.

E, deu uma bênção em feitio de ordem contun­dente: "Que tudo se multiplique!"
26 – E disse Deus: Façamos o homem à nossa ima­gem, conforme à nossa semelhança; e domine so­bre os pei­xes do mar, e sobre as aves dos céus e so­bre o gado, e so­bre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.

27 – E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
Deus criou o homem à sua imagem e seme­lhança, mais a alimária, macho e fêmea Ele criou, e a costela de onde derivou Eva ficou fora deste con­texto, ao me­nos por enquanto.
28 – E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutifi­cai e multipli­cai-vos, e enchei a terra; e sujeitai-a; e domi­nai so­bre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e so­bre todo o animal que se move sobre a terra.
Bem, o capítulo continua enfático e pleonástico e Deus termina a sua obra, e o seu exército está agora pronto.

E, tudo isto ele achou muito bom!

Então, segundo o Livro Santo, Deus não estava só, pois, falava no plural sempre dizendo: Façamos isto e faça­mos aquilo, e em se tratando do homem, disse: à nossa ima­gem e semelhança!

E, o Deus sabático, agora descansa e santifica o dia do Sábado e dentro de certo cabalismo, ateve-se ao nú­mero sete.
2 - Assim os céus e a terra e todo o seu exército fo­ram acabados.

2 – E havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.
Entre estes versetos o Deus

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