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PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE FISICA

ENSINO MÉDIO

  1. APRESENTAÇÃO

A Física é um campo de conhecimento específico, socialmente reconhecido que representa uma produção cultural construída pelas relações sociais, mostrando no universo sua evolução, transformações e interações.

A física deve mostrar a beleza da produção científica ao longo da história, a necessidade desta dimensão do conhecimento para o estudo e o entendimento do universo de fenômenos macroscópicos e microscópico, a não neutralidade de sua produção, bem como os aspectos sociais, políticos e culturais desta ciência.

Há a evidência da importância da contextualização espaço temporal, delimitando a Física como uma ciência ainda em construção, ou seja, sempre em transformação.

A Física além de buscar o conhecimento geral em relação ao estudo do Universo, deve também ocupar de todos os ramos da atividade humana. Isto se deve ao estagio atual em que se encontra a sociedade, com todos os recursos e avanços tecnológicos que nos surpreendem a cada dia.

Para fundamentar o estudo da Física no Ensino Médio, não podemos nos esquecer das contribuições dos grandes filósofos gregos, como Aristóteles, Arquimedes, e outros que na antiguidade questionaram, para uma melhor aceitação, a explicação para os fenômenos naturais que os cercavam, sobretudo a Astronomia. De nomes como Ptolomeu, Kepler, Galileu, Newton, Maxwell, Planck, Einstein, que como muitos outros não citados, que contribuíram imensamente para o avanço da Física e consequentemente dos avanços tecnológicos apresentados hoje.

Neste caso é importante dar ênfase ao estudo crítico da História da Física, para que possamos entender as necessidades que nos levaram as grandes descobertas científicas, entender como as relações sociais e capitalistas influenciaram nas linhas pesquisadas e nos avanços conquistados, para entendermos como as pesquisas são geradas atualmente.

A Física no Ensino Médio tem como objetivo desenvolver a capacidade de investigação física, tornando o aluno capaz de classificar, organizar e sistematizar o trabalho científico, para que possa compreender a Física presente no seu cotidiano, compreendendo o funcionamento de novos equipamentos e novas tecnologias, que abrangem a Física Moderna, e suas aplicações. Também deve possibilitar ao aluno identificar situações físicas, utilizar modelos físicos, articulando tais conhecimentos com outras áreas do saber científico.

Não é objetivo da Física apenas transmitir conhecimentos, mas também possibilitar a formação crítica, valorizando desde a abordagem de conteúdos específicos até suas implicações históricas.

O ensino da Física terá um significado real quando a aprendizagem partir de ideias e fenômenos que façam parte do contexto do aluno, possibilitando analisar o senso comum e fortalecer os conceitos científicos na sua experiência de vida, construindo um ensino centrado em conteúdos e metodologias capazes de levar os estudantes a refletir sobre o mundo das ciências sob as perspectivas de que esta ciência não é um fruto apenas da pura racionalidade científica. Busca-se contribuir para o desenvolvimento de um sujeito crítico, capaz de admirar a beleza da produção científica e compreender a necessidade desse conhecimento para entender o universo de fenômenos que o cerca, percebendo a não neutralidade de sua produção, bem como os aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais desta ciência, seu comprometimento e envolvimento com as estruturas que representam esses aspectos.

Assim, elencaram-se como conteúdos estruturantes: Movimento, Termodinâmica e Eletromagnetismo, escolhidos a partir da história da Física enquanto campo de conhecimento devidamente constituído ao longo do tempo.

Assim, o espaço demarcado pelo Movimento passa a ser associado aos objetivos que permitem, por exemplo, lidar com os movimentos de coisas que observamos, identificando seus motores ou as causas desses movimentos, sejam de carros, aviões, animais, objetos que caem, ou até mesmo as águas do rio ou o movimento do ar. Nessa abordagem, o Movimento permite desenvolver aspectos práticos, concretos, macroscópicos e mais facilmente perceptíveis, ao mesmo tempo em que propiciam a compreensão de leis e princípios de regularidade, expressos nos princípios de conservação. Fornece, também, elementos pra que os jovens tomem consciência de evolução tecnológica relacionada às formas de transporte ou do aumento da capacidade produtiva do ser humano.

O estudo da Termodinâmica será importante com a incorporação das maquinas aos sistemas produtivos, fatos que ocorreu a partir da revolução industrial, novas necessidades foram postas para os técnicos e cientistas que trabalharam para o aprimoramento das maquinas térmica. Fazia se necessário entender as mudanças relacionadas às trocas de calor, os processos e propriedades térmicas de diferentes materiais, compreender e lidar com as variações climáticas e ambientais, e ou da mesma forma, com os aparatos tecnológicos que envolvem o controle do calor em ambientes.

O Eletromagnetismo torna-se um importante campo de estudo para o estudante do ensino médio, visto que seu conhecimento e aplicação não estão ligados apenas à compreensão da natureza, mas também às inúmeras inovações tecnológicas surgidas nos últimos cem anos, a partir dos trabalhos de Maxwell, cujas equações levam às quatro leis do Eletromagnetismo Clássico. Alias, foram as dificuldades de transformação de referencial nestas equações que deram origem a Teorias da Relatividade Especial, proposta em 1905, por Einstein.

Além disso, os conteúdos desenvolvidos no âmbito de estudo do Movimento, da Termodinâmica e do Eletromagnetismo permitem o aprofundamento, as contextualizações e relações interdisciplinares, os avanços da Física dos últimos anos e as perspectivas de futuro.

Construir um ensino de Física centrado em conteúdos e metodologias capazes de levar os estudantes a refletir sobre o mundo das ciências sob a perspectiva de que esta ciência não é fruto apenas da pura racionalidade científica. Assim, busca-se contribuir para o desenvolvimento de um sujeito erótico, capaz de admirar a beleza da produção científica. Assim, busca-se contribuir para o desenvolvimento de um sujeito crítico, capaz de admirar a beleza da produção científica e compreender a necessidade deste conhecimento para entender o universo de fenômeno que o cerca , percebendo a não neutralidade de sua produção, bem como os aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais desta ciência, seu comprometimento e envolvimento com as estruturas que representam esses aspectos.

A Física é um conhecimento que permite elaborar modelos de evolução cósmica, investigar mistérios do mundo microscópico, das partículas que compõem a matéria e, ao mesmo tempo, permite desenvolver novas fontes de energia e criar novos materiais, produtos e tecnologia.

Não é objetivo da Física apenas transmitir conhecimentos, mas também possibilitar a formação crítica, valorizando desde a abordagem de conteúdos específicos ate suas implicações históricas. Isso ocorre quando o aluno consegue desenvolver suas próprias potencialidades e habilidades para exercer seu papel na sociedade, compreender as etapas do método científico e estabelecer um diálogo com temas do cotidiano que se articula com outras áreas do conhecimento. O quadro conceitual de referência da física possui três campos de estudo: Movimento, Termodinâmica e Eletromagnético: Os conceitos fundamentais são: espaço, tempo e massa: calor e entropia; carga elétrica, pólos magnéticos e campos.


2. CONTEÚDOS


CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

ELEMENTOS MEDIADORES

M

O

V

I

M

E

N

T

O

ENTIDADES FUNDAMENTAIS



Espaço

Tempo

Massa

CONCEITOS

FUNDAMENTAIS


Inércia

Momentum de um corpo

Variação de um momentum

Consequências da variação

CONTEÚDOS ESPECÍFICOS




A

N

O


Quantidade de momentum, inércia e papel da massa;

A conservação do momentum;

Variação da quantidade de movimento o impulso: 2º lei de Newton;

Ideia de força; Conceito de equilíbrio e 3º lei de Newton; Potencia;

Movimentos retilíneos e curvilíneos;

Gravitação universal;

A energia e princípio da conservação de energia;

Sistemas oscilatórios: movimentos periódicos, oscilações num sistema massa mola, ondulatória, acústica.

Movimento dos fluidos: propriedades físicas da matéria, estados de agregação, viscosidade dos fluidos, comportamento de superfície e interfaces, estrutura dos materiais;

As interações mecânicas;

Introdução aos sistemas caóticos.





CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

ELEMENTOS MEDIADORES

T

E

R

M

O

D

I

N

Â

M

I

C

A

ENTIDADES

FUNDAMENTAIS


Calor


Entropia

CONCEITOS

FUNDAMENTAIS



Temperatura e Calor


Reversibilidade e irreversibilidade dos fenômenos físicos

A Conservação de Energia



CONTEÚDOS ESPECÍFICOS




A

N

O


Temperatura e calor;

Leis da termodinâmica:

Lei zero da termodinâmica; Equilíbrio térmico, propriedades termométricas, medidas de temperatura;

1º lei da termodinâmica: ideia de calor como energia; sistemas termodinâmicos que realizam trabalho; a conservação da energia;

2º lei da termodinâmica: máquinas térmicas; a ideia de entropia; processos irreversíveis e reversíveis;

3º lei da termodinâmica: as hipóteses da sua formulação; o comportamento da matéria nas proximidades do zero absoluto;

Ideias da termodinâmica desenvolvida no âmbito da Mecânica Quântica e da Mecânica Estatística.

A quantização da energia no contexto da termodinâmica.






CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

ELEMENTOS MEDIADORES

E

L

E

T

T

O

M

A

G

N

E

T

I

S

M

O

ENTIDADES FUNDAMENTAIS



Cargas

Polos Magnéticos

Campo

CONCEITOS

FUNDAMENTAIS



As quatro leis de Maxwell




A luz como uma onda eletromagnética




CONTEÚDOS ESPECÍFICOS




A

N

O


Conceitos de carga elétrica e pólos magnéticos;

As leis de Maxwell: Lei de Coulomb;

Lei de Gauss;

Lei de Faraday;

Lei de Ampere;

Lei de Lenz;

Campos elétricos e magnéticos, as linhas de campo;

Força elétrica e magnética, Força de Lorentz;

Circuitos elétricos e magnéticos: elementos do circuito, fontes de energia num circuito;

As ondas eletromagnéticas: a luz como uma onda eletromagnética;

Propriedade da luz como uma onda e como partícula: a dualidade onda-partícula;

Óptica Física e Geométrica;

A dualidade da matéria;

As interações eletromagnéticas, a estrutura da matéria.




3. METODOLOGIA
Para que todo o processo de conhecimento possa fazer sentido é imprescindível que ele seja instaurado por meio de um diálogo constante entre alunos e professores, mediado pelo conhecimento. E isso somente será possível se estiverem sendo considerados objetos, coisas e fenômenos que façam parte do universo vivenciado pelo aluno, seja próximo, como carros, lâmpadas ou televisores, seja parte de seu imaginário, como viagens espaciais, naves, estrelas ou o Universo.

Como exemplo, podem ser utilizados os meios de informação contemporâneos que estiverem disponíveis na realidade do aluno, como noticiam de jornais, livros de física, programas de televisão, vídeos, promovendo diferentes leituras e ou análises críticas. Ou ainda pode ser sugeridos o saber de profissionais, especialistas, ou tecnólogos, tais como, eletricista, mecânicos de automóveis, como fonte de aquisição do conhecimento incorporando a suas respectivas práticas, utilizando entrevista ou palestra. Ainda podemos fazer visitas a exposições, usinas hidrelétricas, frigoríficos, instituições sociais relevantes, de forma a permitir ao aluno construir uma percepção significativa da realidade em que vive.

É indispensável que a experimentação esteja sempre presente ao longo de todo o processo de desenvolvimento privilegiando-se o fazer, manusear, operar, agir, em diferentes formas ou níveis. É dessa forma, que se pode garantir a construção do conhecimento pelo próprio aluno, desenvolvendo sua curiosidade e o hábito de sempre indagar, evitando a aquisição do conhecimento científico como verdade estabelecida e inquestionável. Experimentar pode significar observar situações e fenômenos a seu alcance, em casa, na rua ou na escola, desmontar objetos simples, como chuveiros ou outros objetos de acesso. Pode também envolver desafios, estimando ou buscando a resolução de situações problemas.

O ensino de Física tem enfatizado a expressão do conhecimento aprendido através de diferentes formas de expressão do saber, desde a escrita, com a elaboração de textos, também deve ser estimulado o uso adequado dos meios tecnológicos, como maquina de calcular, ou das diversas ferramentas propiciadas pelos microcomputadores. Todas essas estratégias permitem explicitar e reforçar as relações do conhecimento científico com outras formas de expressão do saber.

A resolução de problemas é um tipo de questão que exige, sobretudo, memorização, perde sentido se o desafio central para o aluno consiste em identificar formulas. Não se quer dizer com isso que seja preciso abrir mão das formulas, ao contrario, a formalização matemática pode ser desenvolvida como síntese dos conceitos e relações, compreendidos anteriormente de forma fenomenológica e qualitativa. Quando estiver colocando uma situação problema, nesse contexto, são necessários a identificação da situação problema, o levantamento de hipótese, a escolha de caminhos para a solução, ale da analise dos resultados, principalmente no que diz respeito à sua coerência com que o aluno conhece da realidade.

Finalmente, para a história da Física, cada lugar tem sua história, que inclui contribuições para o desenvolvimento do saber inserido na realidade dos alunos. Investigar e resgatar o desenvolvimento do saber técnico e científico pode ser uma estratégia significativa na direção do estabelecimento de uma visão da ciência enquanto atividade humana e social.

Será importante estimular a efetiva participação dos jovens, conscientizando-os de sua responsabilidade na sociedade em que vivem, em relação às forma de consumo, propondo ações para minimizar o consumo de água e energia ou monitorando fluxos de tráfego, poluição ambiental ou poluição sonora, acompanhando o impacto ambiental, identificando problemas e tentando buscar intervenções significativas.

Ações dessa natureza podem fazer com que os alunos se sintam de fato detentores de um saber significativo, a serviço de uma comunidade, expressão de sua cidadania. A elaboração e a sistematização dos conteúdos de Física devem atingir de maneira congruente, as várias dimensões da inteligência humana em virtude das aptidões individuais e das capacidades diferenciadas de aquisição dos conhecimentos. Para atingir as finalidades citadas anteriormente, as abordagens que serão consideradas no processo têm papel fundamental, pois possibilitam estender aos alunos a construção do conhecimento. Tais abordagens serão realizadas da seguinte forma:

a) relacionando-se os conteúdos com fatos concretos e palpáveis do dia-a-dia;

b) mostrando-se historicamente o processo, o desenvolvimento e a aplicação do conhecimento físico;

c) enfatizando o raciocínio lógico e reflexivo;

d) desenvolvendo a capacidade de cálculo, a partir de resolução de problemas e, ainda dando ênfase ao processo de construção do conhecimento e menor importância à memorização de fórmulas e técnicas de algoritmos;

e) priorizando-se o entendimento do fenômeno físico com redução das considerações matemáticas;

f) utilizando-se o formalístico mais como instrumento de comprovação de que dedução; e

g) identificando-se, interpretando e construindo gráficos e tabelas com grandezas físicas.

Dessa maneira a compreensão do todo possibilitara ao aluno a certeza do papel da Física, como uma das ciências que mais se destacam na modificação da realidade, por sua vasta aplicação tecnológica e social.

É importante que o processo pedagógico, na disciplina de Física parta do conhecimento prévio dos estudantes, no qual se incluem as concepções alternativas ou concepções espontâneas. O estudante desenvolveu suas concepções espontâneas sobre os fenômenos físicos no dia-a-dia, na interação com os diversos objetos no seu espaço de convivência e as traz par a escola quando inicia seu processo de aprendizagem.

A concepção científica envolve um saber socialmente construído e sistematizado que requer metodologias específicas no ambiente escolar. A escola é, por excelência, o lugar onde se lida com esse conhecimento científico, historicamente produzido. Porém, uma sala é composta de pessoas com diferentes costumes, tradições, pré-conceitos e ideias que dependem de sua origem cultural e social e esse ponto de partida deve ser considerado contemplando assim a lei referente a História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Indígena (leis nº.10639/03 e nº.11645/08).


4. AVALIAÇÃO
Para que a proposta de Física atinja seus objetivos, a avaliação deve considerar a apropriação desses objetivos pelos estudantes. Considerar os progressos quanto aos aspectos históricos, conceituais e culturais, a evolução das ideias em Física e a não neutralidade da ciência. Deve-se buscar sempre uma avaliação do processo de aprendizagem como um todo, não só para verificar a apropriação do conteúdo, destarte, a partir dela, o professor necessite encontrar subsídios para intervir.

Coerentemente com a concepção de conteúdos e com os objetivos propostos, a avaliação deve considerar o desenvolvimento das capacidades dos estudantes com relação à aprendizagem não só de conceitos, mas também de procedimentos e de atitudes. As atividades práticas, observações dos fenômenos físicos, nas atividades, produção de relatórios de leituras, de experimentos, pesquisas, seminários, registros de debates, de entrevistas, folder, atividades no laboratório de informática, resolução de atividades com problematização em situações do cotidiano.

A avaliação para o aluno é o instrumento de tomada de consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades para reorganizar na tarefa de aprender mais, dando especial atenção à matéria com dificuldade, procurando empenhar-se, revendo esquema de participação em sala de aula, revendo método de estudo. Portanto, a proposta de avaliação é diagnóstica, contínua e cumulativa, observando e analisando o desenvolvimento dos alunos. Não pode ser vista ou analisada fora do contexto do trabalho de ensino e aprendizagem, fora da organização curricular. Ela é ação constituinte desse trabalho e dessa organização. Por isso é que não há sentido num processo avaliativo que não seja contínuo e formativo.

A avaliação oferece subsídios para que tanto o aluno quanto o professor acompanhem o processo de ensino e aprendizagem. Para o professor, a avaliação deve ser vista como um ato educativo essencial para a condução de um trabalho pedagógico inclusivo, no qual a aprendizagem seja um direito de todos e a escola pública o espaço onde a educação democrática deve acontecer.

A Escola deve oportunizar a construção do conhecimento pelos estudantes e desempenhar seu papel na democratização deste conhecimento. Como ato educativo, a avaliação potencializa o papel da escola quando cria condições reais para a condução do trabalho pedagógico.

No processo de avaliação do estudante deve estar incluso a percepção da ação do professor, que por vezes precisa buscar novos formas de compreender este processo. Implica intervir no processo ensino aprendizagem do estudante, para que ele compreenda o real significado dos conteúdos científicos escolares e do objeto de estudo de Física, visando uma aprendizagem realmente significativa para sua vida.

A avaliação deve verificar se os objetivos foram atingidos. Isto será realizado através de testes, relatórios, apresentação de trabalhos e participação durante o desenvolvimento do conteúdo em sala de aula.
5. REFERÊNCIAS
Secretaria de Estado da Educação – SEED. Diretrizes curriculares de Física para o Ensino Médio. Curitiba: SEED, 2008.
FERRARO, G. N.; PENTEADO, P. C. ; SOARES, P. T.; TORRES, C. M. O campo elétrico. In: Física: ciência e tecnologia. São Paulo: Moderna, [s.d.].
GASPAR, A. A eletricidade e suas aplicações. São Paulo: Ática, 1996.

MÁXIMO, A.; ALVARENGA, B. Física. São Paulo: Scipione, 2003. (Coleção de olho no mundo do trabalho).


MENEZES. L. C. A matéria. São Paulo: SBF, 2005.
PARANÁ, Djalma Nunes da Silva. 1. ed. Física. São Paulo: Ática, 2003.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. LIVRO DIDÁTICO PÚBLICO. Física: Ensino

Médio. Curitiba: SEED-PR, 2006.


RAMOS, Márcio Clinton. Física completa. São Paulo: FTD, 1993.
ROCHA. J. F. (Org.) Origens e evolução das idéias da Física. Salvador: EDUFRA, 2002.
TORRES, C. M. A. et. al. Física: ciência e tecnologia. São Paulo: Moderna, 2001.

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE GEOGRAFIA

ENSINO MÉDIO

APRESENTAÇÃO E JUSTIFICATIVA
Podemos afirmar que a Geografia sempre fez parte da vida dos seres humanos como um recurso que possibilita a sobrevivência e que concebe a organização do espaço. Desde os primórdios os seres humanos mantêm uma relação vital com a natureza. Assim, os povos caçadores e coletores, preocupavam em observar as variações das estações climáticas, que regular os ciclos reprodutivos da natureza e assim sucessivamente, buscando sempre, facilitar sua própria existência. Deste modo, os conhecimentos geográficos foram se desenvolvendo, lançando as bases para a ciência geográfica. Assim, a Geografia é o estudo que leva o educando a ter noção de espaço, de cultura, de técnicas e as relações sociais, culturais, políticas e econômicas, tendo com foco que mais importante do que localizar é relacionar os lugares e as sociedades que ali habitam sempre tendo em mente a globalização da sociedade mundial que cada vez mais integra, e que , cada sociedade humana estrutura e organiza o espaço físico-territorial em face das imposições do meio natural de um lado, e da capacidade técnica do poder econômico e dos valores sócio-culturais do outro.

Portanto, o objeto de estudo da Geografia é o espaço geográfico, entendido como espaço produzido e apropriado pela sociedade. Quanto aos educandos deve oportunizar conhecimentos específicos da Geografia e, através destes, possibilitá-los a leitura e a interpretação do espaço com criatividade, considerando a diversidade das temáticas geográficas, bem como de suas diferentes formas de abordagem

Diante do exposto sobre a disciplina de Geografia os objetivos que propomos são:

- Interpretar os fatos que acontecem no mundo, estabelecendo relações não só com esses fatos, mas deles com a realidade local onde vive, permitindo a comparação dos fenômenos geográficos e reconhecendo as semelhanças e diferenças existentes entre eles, explicando por que eles existem.

- Ajudar o aluno a entender as diversidades e as mudanças que acontecem no espaço geográfico, tornando o capaz de “pensar” esse espaço e perceber-se como parte integrante dele.

- Identificar as particularidades de uma paisagem, lugar ou território no espaço geográfico, reconhecendo os fenômenos ai encontrados, determinando o processo de formação e o papel da tecnologia dos grupos humanos que habitam ou já habitaram esse determinado lugar, paisagem e território, promovendo uma visão interdisciplinar dos fatos e fenômenos do espaço geográfico.


CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:


  • GEOPOLITICA

A idéia de Geopolítica envolve as relações de poder, econômicas e sociais. Por isto o conceito de território é o mais importante, é o conceito chave deste conteúdo estruturaste.


  • A QUESTÃO SOCIO-AMBIENTAL

2.1-A Relação Sociedade-Natureza (como e por que os fenômenos naturais afetam a sociedade)

2.2- Os problemas sócio-ambiental (como e porque o modo capitalista de produção criou desequilíbrios naturais e desigualdades sociais)

A questão sócio-ambiental não pode excluir a sociedade, mas deve, sim, compreender que a sociedade, economia, política e cultura fazem parte de processos relativos à problemática ambiental contemporânea: sociedade como componente e como sujeito.
3- DINÂMICA DO ESPAÇO SOCIO-CULTURAL

O objetivo deste tema é à busca de um amadurecimento metodológico para o tratamento daquilo que habitualmente chamamos de Geografia física. A abordagem deste tema deve considerar sua própria dinâmica, mas também, e cada vez mais, as modificações sofridas por essa dinâmicas original, em função das ações datadas e localizadas, movidas por interesses sociais, políticos e econômicos, de determinados grupos para fins produtivos, de lucro, consumo e desperdício.


4- O PROCESSO DE PRODUÇÃO NA ORGANIZAÇÃO ESPACIAL

Deste enfoque percebe-se que há um modelo hegemônico que quer organizar o espaço das cidades e impor uma forma de vida para todas as pessoas. Da mesma maneira os avanços tecnológicos modificam algumas paisagens rurais, padronizando-as segundo os interesses capitalismo. Essa imposição de uma cultura de massa quer ocupar um espaço-tempo cada vez maior, mas não se estabelece sem alguma resistência. Esta tensão, real e característica deste momento histórico garantem a importância deste campo de estudo da Geografia.


CONTEÚDOS:
1º. ANO

- O que é Geografia?

- Importância do estudo da Geografia .

Conceitos de Região, paisagem, território, espaço geográfico, natureza e lugar.

- Importância da Cartografia:

-Orientação e localização

-Coordenadas geográfica

- O espaço e suas representações o globo terrestre e os mapas

-Símbolos ou convenções cartográficas

- Escala e projeções

- Novas tecnologias cartográficas

- Planeta Terra , origem, evolução e caracterização .

-Movimentos da Terra e suas consequências

-Fusos Horários

-Estações do ano

-Eras Geológicas

-Deriva dos Continentes

-Estrutura da Terra

-Aspectos Naturais da Terra: (relevo, solos, minerais, rochas, clima e hidrografia) e os impactos da atividade humana nas paisagens.

- Clima:


- Tempo e Clima

- Fatores climáticos

- Atributos e elementos do clima

- Tipos de clima

- Climas do Brasil

- Fenômenos Climáticos e Interferência humana

- Hidrografia

- Biomas e Formações vegetais: classificação e situação atual

- Conferências em defesa do meio ambiente.

- Cultura Afro brasileira e indígena

- Educação do Campo
2º. ANO

- Os continentes,

- planeta água;

- Capitalismo x socialismo: causas e conseqüências;

- Subdesenvolvimento = contraste;

- A superpotência e a multipolarização;

- Globalização da produção;

- Desigualdades regionais;

- Guerra Fria e as mudanças na geopolítica;

- As multinacionais e as conseqüências para os países periféricos;

- População Brasileira – características e contrastes;

- Movimentos populacionais – causas e conseqüências;

- Urbanização;

- Meio ambiente, uma concepção mundial.

- Cultura Afrobrasileira e indígena

- Educação do campo


3º. ANO

- Formação, mobilidade das fronteiras e a reconfiguração dos territórios

- A formação do território brasileiro.

- O território brasileiro, posição geográfica.

- Regionalização do IBGE.

- Os Complexos Regionais brasileiros

- O espaço rural e a modernização da agricultura.

-Da Revolução Agrícola a Revolução Verde;

- A biotecnologia e a nova Revolução Agrícola;

- A agricultura orgânica;

- A dupla face da modernização agrícola.

- Questão agrícola e agrária no Brasil.

- Produção agropecuária brasileira.

-A formação, localização, exploração e utilização dos recursos naturais.

A infra-estrutura energética no mundo: um mundo carente de energia;

- Energia, desenvolvimento econômico e condições sociais;

- O petróleo;

- A geopolítica do petróleo;

- Gás natural;

- O carvão mineral;

- Energia nuclear;

- Energia hidrelétrica;

- As fontes alternativas e a energia no Brasil;

- A estrutura energética no Brasil;

- Alteração na matriz energética;

- Racionamento, privatizações e falta de investimento;

- A energia hidrelétrica, petróleo, Proálcool, gás natural, carvão mineral, carvão vegetal e energia nuclear no Brasil.

- Industrialização:

- O que é indústria;

- A Primeira, a Segunda e a Terceira Revolução Industrial;

- A indústria no mundo atual;

- As regiões industriais atuais e os principais tecnopolos.

- Industrialização Brasileira:

- Origens da Industrialização;

- Crise do café e industrialização;

- Substituição das importações;

- A globalização e a industrialização no Brasil atual;

- As privatizações;

- Guerra Fiscal e desconcentração industrial;

- Os principais centros industriais no Brasil;

- A economia mundial e a globalização e os seus blocos econômicos atuais e as novas alianças;

- Espaço, produção e tecnologia;

- Dependência tecnológica;

- O Século XX - Geopolítica e economia mundial;

- Os tigres asiáticos, e os países emergentes (Brasil, China, Índia e México);

- Circulação e redes de transportes e comércio e os GPS.

- Desenvolvimento Sustentável

- Conferências sobre Meio ambiente

- Uso da água e preservação do meio ambiente

- Terrorismo, narcotráfico, prostituição, contrabando, biopirataria, entre

outros, e suas influências na reorganização do espaço geográfico;

- Cultura Afro brasileira e indígena

- Educação do campo.

- Aspectos geográficos do Paraná


METODOLOGIA
A metodologia que caracteriza a disciplina de geografia deve ser interdisciplinar e seus objetivos voltados para a “construção da identidade pessoal e social do educando” na formação de uma personalidade democrática.

É preciso incentivar a redescoberta e romper com todas as barreiras que possam impedir o desenvolvimento de todas as riquezas de experiências que o aluno carrega para sala de aula e provocar a estimulação e iniciativa dos alunos para uma formação humanística e cidadã. Por tanto, buscamos tornar o educando capaz de compreender fatos, fenômenos e processos inerentes à realidade em que este está inserido, estimulando o exercício da cidadania.

O ensino ativo deve ter em mente orientar a experiência, a fim de levá-lo a desenvolver todas as suas potencialidades promovendo a relação plena de sua personalidade, evidenciando-lhe todas as virtudes para que alcance um estágio de “excelência” e estar apto a enfrentar um mundo competitivo.

Será realizado um ensino de geografia crítica que desvele a realidade, uma geografia como sendo um espaço social, produzido pela sociedade humana com capacidade competitiva e ao mesmo tempo humanizada.

Trabalhamos o espaço geográfico com um espaço relacional, mostrando o vínculo entre os objetos e as ações, buscando sempre incentivar a reflexão e a análise.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
A avaliação dos alunos constitui-se num dos elementos de interação entre professor/ aluno/ conhecimento. Deste modo, o Professor deverá ter uma visão de conjunto de sua disciplina e ter clareza onde quer chegar com seu trabalho. Isto envolve avaliar o desenvolvimento individual, em grupos, a capacidade de ouvir, falar, ler, escrever, interpretar e analisar compreendidos como atividades integrantes do aluno para um desenvolvimento globalizado.

A avaliação será diagnóstica, somativa, cumulativa, direcionada na observação do aluno nas aulas, envolvendo seu interesse na autonomia de suas relações de comprometimento na relação ensino e aprendizagem.

A meta geral visa mostrar ao educando como as relações capitalistas definem modos de organizar o espaço-tempo, estabelecem relações entre os diferentes espaços-tempo de modo que algumas áreas concentrem riquezas em detrimento de outra, num mundo globalizado.

É imprescindível que o ser humano tenha a capacidade de perceber, conhecer, agir e interagir para ultrapassar seus próprios limites. Cabe ao Professor como intermediador do conhecimento/aluno, avaliar seus educandos de maneira em que em enquanto educador consiga refletir sobre sua prática docente, afim integrar este educando nesta sociedade competitiva de maneira crítica e analítica.

Para tanto, o educando será avaliado através de: provas, confecção de mapas, maquetes, relatórios, atividades em sala de aula, seminários, e atividades extraclasse. leitura, construção e interpretação de tabelas e gráficos, pesquisas.
REFERÊNCIAS;
GARCIA, Helio C; GARAVELLO, Tito Marcio – Geografia: de olho no mundo do

trabalho – São Paulo, Scipicione, 2005.


LUCCI, Elian Alabi; BRANCO, Anselmo Lazaro; MENDONÇA, Cláudio -

Geografia Geral e do Brasil, ensino médio – São Paulo: Saraiva, 2003.


ALMEIDA, Lúcia Marina Alves de; RIGOLIN, Tércio Barbosa – Geografia: Série

ensino médio – São Paulo: Ática, 2005.


VESENTINI, José Willian – Geografia: Série Brasil – São Paulo: Ática, 2003.
Diretrizes Curriculares do Paraná para o Ensino Médio.
SENE, Eustáquio; Geografia Geral e do Brasil, volume 1, 2 e 3 – ensino médio/

Eustáquio de Sene, João Carlos Moreira – São Paulo: Scipione, 2010.



PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE HISTÓRIA

ENSINO MÉDIO

APRESENTAÇÃO

O Ensino da disciplina com a produção do conhecimento histórico perpassa por um caminho na formação do currículo de História que pode melhor ser entendido através de um recorte histórico entre os anos 1970 aos dias atuais:



  • Década de 70: ensino tradicional com aulas expositivas.

  • 1837: ensino obrigatório.

  • 1901: espaço restrito do currículo.

  • 1930-1954: Estado Novo – caráter moral e cívico.

  • Escola Nova: experiências norte-americanas.

  • 1950: implantação e formação no ensino de Estudos Sociais.

  • 1964: Ditadura Militar – o Estado como principal sujeito histórico.

  • 1971: formação tecnicista – História perde espaço – retirar o instrumental intelectual politizador do professor de História.

  • 1980: defesa pelo retorno da História em sua dimensão de investigação historia – Reformas democráticas.

  • 1990: Currículo Básico – História pautada no materialismo histórica dialética – Bloco: História do Brasil e História Geral.

  • Não é superada a História linear e cronológica.

  • Falta de processo de formação continuada dos professores.

  • 1997-1999 – PCN: implantação autoritária.

  • 1998: elaboração de propostas curriculares.

  • Ensino Médio: PCNs – formar cidadãos preparados para as exigências cientifica – tecnológicas.

  • Correção de Fluxo.

  • 2003: elaboração das Diretrizes Curriculares. Formação continuada. Reflexão dos saberes produzido.

A estrutura acima verificada permeia o ensino de História, num levantamento de erros e acertos, onde a disciplina se fundamenta na busca da formação de sujeitos históricos conscientes de sua real participação na construção de uma sociedade mais justa.
OBJETIVOS

  • Aprender a ser pra um melhor desenvolvimento do sujeito histórico, critico e responsável.

  • Perceber-se integrante, dependente e agente transformador.

  • Obter informações das diversas fontes documentais e interpreta-las.

  • Estabelecer relações, entre permanência e transformação no processo histórico.

  • Compreender os interesses dos povos nos momentos de transformações.

  • Identificar os conflitos do mundo globalizado.


C – CONTEÚDOS POR SÉRIE/ANO
1º Ensino Médio:

  • Conceito de História.

  • Tempo histórico.

  • Os primeiros seres humanos (Paleolíticos e Neolíticos).

  • Os humanos na América.

  • O Egito.

  • Mesopotâmia.

  • Sociedade Fenícia.

  • Império Persa.

  • Civilização Greco-romana.

  • Período clássico e helenístico.

  • Império Romano.

  • Feudalismo.

  • Império Bizantino.

  • Os indígenas do Brasil.

  • O Africano na Cultura do Campo.

  • A família no contexto histórico.

2º Ensino Médio:



  • Industrialização; a relação capital/trabalho.

  • A construção do mundo globalizado.

  • Afirmação do liberalismo.

  • Imperialismo.

  • A produção do conhecimento na busca da cidadania.

  • Produção histórica.

  • Caminhos da cidadania.

  • Conflitos e emergência do mundo burguês.

  • Transição do feudalismo para o capitalismo.

  • Expansão mercantil.

  • Imaginários sociais.

  • Cultura e ciência.

  • Religião.

  • Burguesia e a nova ordem econômica mundial.

  • Relações de trabalho.

  • O sistema colonial.

  • Contradições e resistências.

3º Ensino Médio:



  • Primeira Guerra Mundial.

  • Crise do capitalismo e regimes totalitários e crise de 1929.

  • Nazismo, Fascismo e Estalinismo.

  • A Segunda Guerra Mundial e a Polarização.

  • ONU, OTAN, Pacto de Varsóvia.

  • Revolução Russa e a derrota Del Czar e a criação do primeiro Estado Socialista.

  • Brasil – Republica Velha.

  • Era de Vargas.

  • Brasil democrático.

  • Descolonização da África e da Ásia.

  • A busca da autonomia nacional.

  • Terceiro mundo.

  • Ricos e pobres.

  • O indígena brasileiro.

  • A cultura afro brasileiro.

  • O campo e a segurança humana.

  • Divida externa, e dependência econômica.

  • Crise do socialismo autoritário.

  • Construção e fim do Império Soviético.

  • Primeiro Mundo e globalização econômica.

  • Principais potências econômicas: EUA e Japão.

  • A globalização da Economia.

  • Brasil – Ditadura Militar.

  • Inicio da abertura política.

  • Brasil – Contemporâneo.

  • Fim da ditadura militar.

  • Governos que sucedem a Nova República.


METODOLOGIA
No ensino de História é necessário levar o aluno a entender a dimensão do conhecimento do passado, para a compreensão do presente e a atuação efetiva na sociedade vigente. Sendo o professor neste processo, um mediador para construir com os alunos este conhecimento. Marcada será a importância do professor na retomada e nas idas e vindas do conteúdo, para o trabalho eficaz em sala de aula.

Numa sociedade capitalista, imedialista e sem memória, imprescindível será a atuação de sujeitos históricos situados em sua realidade, por isso a importância do ensino de História é uma metodologia eficaz.

O encaminhamento metodológico perpassará pelo estudo de textos, documentos, fontes, iconografias, utilizando-se de diversos meios (vídeo, livros, CDs...) que deverão proporcionar um entendimento alem das linhas, numa tentativa de alavancar um individuo que se tornará critico e atuante, que buscara mudanças que efetivamente possam aprimorá-lo como cidadão.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ESPECÍFICAS DA DISCIPLINA
A avaliação é um ato de busca para saber como o aluno está entendendo os conteúdos. A aprendizagem é um processo continuo que será acumulado de acordo com o momento a ser aplicado. Toda avaliação faz parte do processo educativo da disciplina no ensino de História, permitindo a apropriação de conhecimento pelo aluno.

O professor dever ter em mãos elementos para ajudá-los na apropriação do conteúdo ensinado. A avaliação deve ser aplicada em diferentes formas e situações. Para tanto, o professor dever se utilizar de diferentes atividades como: leitura, interpretação e analise de textos historiográficos, mapas, datas históricas, produção de narrativas históricas, pesquisas bibliográficas, sistematização de conceitos históricos, apresentação de seminários, entre outros.

A avaliação será contínua, observando o desenvolvimento a partir de suas atitudes e responsabilidades:


  • Participação do aluno.

  • Atividade elaborada.

  • Responsabilidade nas expressões orais e escritas.

  • Assuntos atuais.

  • Provas objetivas e subjetivas.

  • Exercícios em sala.


REFERÊNCIAS
- História – DIVALTE – Editora Ática.

- História – Memória Viva – Cláudio Vicentino – Editoria Scipione.

- História – Brasil e Geral – Gilberto Cotrim – Editora Saraiva.

- História Geral – Marilene Ordonêz e Antonio L.C. Silva – Editora IBEP.



PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA - INGLES

1. APRESENTAÇÃO
As transformações sociais ocorrem de maneira muito rápida no panorama mundial, portanto as dimensões e barreiras tendem a desaparecer, o que intensifica cada vez mais a necessidade de nos comunicarmos com outros povos, termos contato com uma nova cultura. Nesse sentido a Língua Estrangeira pode auxiliar o aluno para novas situações de comunicação. Além disso, as línguas estrangeiras são possibilidades de conhecer, expressar e transformar modos de entender o mundo e de construir significados, proporcionando um estudo que considere a funcionalidade da língua alvo, propiciando que o educando vivencie situações concretas de uso dessa língua.

Daí a importância de um trabalho norteado por uma abordagem que, além de comunicativa, focalize a importância das relações discursivas em que o aluno é sujeito do processo de aprendizagem, mas que está o tempo todo em interação com um interlocutor. Sendo assim a língua estrangeira possibilita que o aluno tenha contato direto com os mais variados contextos de uso, uma vez que aprecia-se a aproximação com diversos gêneros textuais. O conhecimento dessa Língua Estrangeira auxilia para formação do aluno enquanto cidadão crítico e participante na sociedade, uma vez que contribui para interação e formação do mesmo com o mundo.

É necessário que se desenvolva as quatro habilidades no ensino e aprendizagem de Língua Estrangeira: ler, escrever, ouvir e falar, além de estudos gramaticais e de vocabulário. Portanto, é preciso que as aulas de Língua Estrangeira estejam focadas nos conteúdos pertinentes a cada turma, procurando salientar através de atividades, diversas situações de comunicação.

A formação de um estudante com habilidade crítica envolve o conhecimento das relações sociais em diferentes situações de interação. A pluralidade de discursos é a chave para que o estudante atue criticamente nos diversos espaços sociais. Os gêneros discursivos são textos que circulam pelo espaço social em diferentes realizações da língua falada ou escrita com função e características específicas, portanto a importância do trabalho com gêneros textuais em Língua Estrangeira Moderna.


Objetivos Gerais

De acordo com a Nova Proposta Pedagógica, o aluno deverá ser capaz de fazer uso das três práticas discursivas:

Oralidade


  • Compreender a importância do uso de uma língua estrangeira como meio de integração num mundo globalizado.

  • Demonstrar compreensão geral de talentos, fazendo uso de elementos visuais, selecionando informações dos mesmos.

Leitura


  • Entender que escritores têm em mente leitores inseridos em certo contexto dentro da sociedade.

  • Identificar que o ensino de um idioma deve ser tão valioso quanto o da língua materna.

  • Utilizar as habilidades comunicativas de modo a poder atuar em situações diversas.

  • Ler e valorizar a leitura como fonte de informação e prazer.

  • Captar informações específicas em diferentes situações do dia-a-dia.

  • Identificar o papel da Língua Inglesa na nossa sociedade.

  • Praticar funções comunicativas básicas com base em temas de interesse de sua faixa etária;

Escrita


  • Expressar –se através da escrita, num vocabulário básico utilizando o que aprendeu, descrevendo fatos e cenas do dia- a- dia.





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