Sensibilidade genotípica de feijão fundamentada no blup: uma proposta1



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Encontro05.07.2018
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SENSIBILIDADE GENOTÍPICA DE FEIJÃO FUNDAMENTADA NO BLUP: UMA PROPOSTA1
Jefferson Luís Meirelles Coimbra2, Diane Simon Rozzetto3, Altamir Frederico Guidolin4.
Palavras chave: Phaseolus vulgaris L. – Interação genótipo x ambiente – Melhoramento vegetal – Modelos lineares mistos.
O feijão é cultivado mundialmente, tendo o Brasil como o maior produtor e consumidor. Uma das dificuldades do melhorista, na seleção de plantas, é o efeito tanto do genótipo quanto do ambiente na constituição fenotípica. O conhecimento do comportamento de um genótipo frente aos ambientes é fundamental para que o melhorista possa selecionar aquelas constituições genotípicas menos sensíveis as oscilações de ambiente. Quando os efeitos dos genótipos, são considerados como aleatórios, o método mais adequado é o REML/BLUP. Os dados foram coletados do Ensaio Estadual de Linhagens e Cultivares de Feijão e do Ensaio de Valor de Cultivo e Uso, coordenados pela EPAGRI, conduzidos nas safras de 2004/05 e 2005/06 nos municípios de Chapecó, Canoinhas, Ituporanga, Lages e Ponte Serrada. O genótipo BRS Campeiro foi o que apresentou maior média de rendimento de grãos (3257 kg ha-1) e o maior valor predito podendo ser indicado para a maior parte (60%) dos ambientes avaliados. Os ambientes Canoinhas e Ponte Serrada propiciaram um valor de rendimento de grãos acima da média para todos os genótipos avaliados. Os genótipos CHP 9858, CHP 9859, CHP 9954 e CHP 9965 evidenciaram uma adaptabilidade específica ao ambiente de Ituporanga. A quantificação da variabilidade genética é importante em programas de melhoramento, pois revela a estrutura genética da população. Com base na variância genotípica, podem ser selecionados indivíduos superiores, recomendados não apenas pelo efeito do ambiente, mas fundamentalmente pelo efeito da constituição genotípica adequada conforme as condições agroclimáticas para a região alvo.

1 Projeto de Pesquisa CAV/UDESC.

2 Orientador do Departamento de Agronomia – Centro de Ciências Agroveterinárias – Av. Luiz de Camões, 2090 – CEP 88520-000 – Lages – SC.

3 Acadêmica do Curso de Agronomia – CAV/UDESC, bolsista de iniciação científica do PIBIC/CNPq.



4 Professor do CAV/UDESC.

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