Serviço público federal mj/departamento de polícia federal dgp/academia nacional de policia comissão permanente de licitaçÃo edital da tomada de preços nº 01/2010



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REAL

R$













ITEM

Tipo Projeto

PU (R$/km)

Kz

Kext

km

Valor = PUxKzxKext

 

Observações:

7.0

TERRAPLENAGEM

949,52

1,00

1,30

1,00

1.234,38




Preço de projeto (PU) de julho/2007 reajustado pelo INCC.































Calculado utilizando critérios do DAER-RS

















































CONSOLIDADO

PU

Preço unitário



















ARQ

32.853,52

Kz

Kapa de zona



















FUND/EST

15.579,28

Kext

Kapa de extensão



















ELET/TEL

16.350,39

























COND. AR

2.930,84

Kapas de zona



















INST. HIDRO.

4.042,47

























TERRAP.

1.234,38

Zona Plana...................... KZ= 1,0000



















OUTROS

12.490,93

Zona Ondulada................ KZ= 1,0000



















 

85.481,82

Zona Montanhosa............ KZ= 1,2860

























Zona Escarpada............... KZ= 1,6700




























FATORES DE CONVERSÃO DOS CUSTOS UNITÁRIOS DE PROJETOS RODOVIÁRIOS EM FUNÇÃO DA EXTENSÃO DO TRECHO EM KM




























Ext. (km)

K Ext.






















1,00

1,30






















Variação INCC



jul/07

354,604

jun/08

382,694

mai/09

407,84




ago/07

355,645

jul/08

388,442

jun/09

414,6




set/07

356,777

ago/08

393,991

jul/09

416,58




out/07

358,52

set/08

397,713

ago/09

417,5




nov/07

360,374

out/08

401,693

set/09

417,02




dez/07

361,58

nov/08

404,657

out/09

417,86




jan/08

363,551

dez/08

405,993

nov/09

418,32




fev/08

365,133

jan/09

406,663

dez/09

419,38




mar/08

366,928

fev/09

408,428

jan/10

420,62




abr/08

369,623

mar/09

408,465

fev/10

422,94

1,192719202

mai/08

372,773

abr/09

407,366










ANEXO III DO PROJETO BASICO - ESTUDOS PRELIMINARES DE LAYOUT

Planta 1-12 Galpão GBE - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive
Planta 2-12 Galpão GBE corte AA - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive
Planta 3-12 Galpão GBE vigas do telhado- Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive
Planta 4-12 Galpão GBE cintas de fundação- Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.
Planta 5-12 Galpão GBE galpão pontos de luz - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.
Planta 6-12 Sitcrim - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.
Planta 7-12 sitcrim detalhes - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.
Planta 8-12 Galpão GBE - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.
Planta 9-12 Estande existente - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.
Planta 10-12 Estande 10 m - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.
Planta 11-12 Estande 25 m - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.
Planta 12-12 locação mod. - Aquisição na sala da CPL/ANP mediante apresentação de 01 CD virgem ou pen drive.

Anexo IV do Projeto Básico – Diretrizes para o Projeto Elétrico


1 Introdução
Projetar um sistema elétrico para qualquer prédio ou área consiste, basicamente, em dispor os condutores e equipamentos de modo a proporcionar a transferência de energia elétrica desde a fonte até as unidades consumidoras. Essa tarefa, ainda que pareça simples, requer o amplo conhecimento dos três elementos citados (fonte, meio e forma de condução e dos consumidores) para que o processo seja feito de forma efetiva e com segurança às pessoas que as utilizam. No presente caso pretende-se estabelecer diretrizes para a elaboração do projeto do sistema elétrico da reforma e ampliação do Serviço de Armamento e Tiro – SAT da ANP/DGP/DPF (estandes, galpão de bombas e explosivos, simulador e sítio controlado de criminalística), com os requisitos mínimos para que seja realizado um projeto elétrico de qualidade, integrando-se de forma harmônica com os demais projetos de arquitetura, estrutura e instalações, tanto da nova edificação como dos demais blocos da ANP.
2 Objetivos


    1. OBJETIVO GERAL

As instruções contidas no presente documento têm por objetivo estabelecer diretrizes para a elaboração dos projetos dos sistemas elétricos para as edificações do Departamento de Polícia Federal - DPF, devendo tais projetos atender ao preconizado nestas instruções. Como premissa, todos os serviços referentes aos projetos de edificações deverão ser realizados com rigorosa observância dos desenhos dos mesmos, respectivos detalhes e obediência às prescrições e exigências do Caderno de Encargos, bem como às Normas Técnicas da ABNT e condições da legislação local vigente, considerando em qualquer fase a segurança dos usuários e patrimonial, a funcionalidade, a economia de energia, ampliações futuras, a manutenibilidade e a redução de eventual impacto ambiental.




    1. OBJETIVO ESPECÍFICO

Estabelecer as premissas e diretrizes para a elaboração do projeto do sistema elétrico da reforma e ampliação do Serviço de Armamento e Tiro – SAT, da ANP/DGP/DPF, com os requisitos mínimos para que seja realizado um projeto elétrico de qualidade, integrando-se de forma harmônica com os demais projetos de arquitetura, estrutura e instalações, tanto da nova edificação como dos demais blocos da ANP, focando sempre a segurança dos usuários e patrimonial, a funcionalidade, a economia de energia, ampliações futuras, a manutenibilidade e a redução de eventual impacto ambiental. Contém, portanto, instruções gerais e específicas, bem como exemplos de referências para melhor compreensão dessas instruções, apresentadas na seqüência a seguir:

Parte I - Instruções Gerais;

Parte II - Instruções Específicas (Projeto do sistema elétrico), e

Parte III – Exemplos de referência
3 PARTE I - Instruções Gerais
Os projetos deverão ser apresentados à Divisão de Administração da ANP – DAD/ANP/DGP/DPF para análise e aprovação, não sendo aprovados sem o cumprimento dos itens constantes nestas instruções. Os projetos deverão ser detalhados, de forma a facilitar a leitura, a execução da obra, e manutenções futuras, tendo tantas pranchas de desenho quantas forem necessárias, que após análises poderá ser requerida complementação dos mesmos. Os projetos somente serão liberados pela Divisão de Administração - DAD se estiverem assinados, acompanhados das respectivas ARTs e memoriais descritivos, com as respectivas aprovações nos órgãos distritais e federais que se fizerem necessárias.

A elaboração de todos os projetos obedecerá rigorosamente às normas da ABNT, do Distrito Federal, do Corpo de Bombeiros, da Vigilância Sanitária, da concessionária de energia elétrica local e dos demais órgãos competentes.

O mesmo edital estabelecerá, quando necessário, exigências e obrigações complementares para a elaboração e apresentação dos projetos executivos. Considerando que a instalação elétrica a ser projetada será interligada à instalação existente na ANP, esta deverá obedecer a todas as condições anteriormente citadas. Os projetos complementares deverão estar harmonizados com o projeto de arquitetura, observando a não interferência entre elementos dos diversos sistemas e considerando as facilidades de acesso para inspeção e manutenção das instalações de um modo geral. Todos os detalhes de um projeto que possam interferir em um outro da mesma obra, deverão ser elaborados em conjunto, de forma a estarem perfeitamente harmonizados entre si.

A memória ou roteiro de cálculo deverá ser obrigatoriamente entregue anexa ao memorial descritivo citando os processos e critérios adotados, referindo-se às normas técnicas e ao estabelecido nestas instruções; conterá todos os cálculos explicitamente, quando solicitado pela DAD.

Todos os materiais e serviços deverão ser devidamente especificados no memorial descritivo, estipulando-se as condições mínimas aceitáveis de qualidade, indicando-se tipos, modelos, sem definição de marcas (conforme determina a Lei de Licitações e Contratos 8.666/93), e demais características técnicas, sendo escolhidos, de preferência, dentre os que não forem de fabricação exclusiva. Materiais similares ao especificado poderão ser utilizados somente quando previamente aprovado pela DAD, ficando ao construtor responsável a comprovação da similaridade. A relação de materiais e equipamentos (devidamente especificados), deverá ser apresentada anexa ao memorial descritivo e junto à prancha de projeto, quando seu volume assim o permitir.

Os materiais e equipamentos deverão ser agrupados por classe de maneira clara e precisa, com os correspondentes quantitativos e unidades de medição. O memorial descritivo fará uma exposição geral do projeto, das partes que o compõem e dos princípios em que se baseou, apresentando, ainda, justificativa que evidencie o atendimento às exigências estabelecidas pelas respectivas normas técnicas e por estas instruções; explicará a solução apresentada evidenciando a sua compatibilidade com o projeto arquitetônico e com os demais projetos especializados e sua exeqüibilidade.

A apresentação gráfica dos projetos deverá ser desenvolvida em softwares, aplicativos das áreas de engenharia e arquitetura, entregues uma cópia em CD e uma cópia impressa. As folhas serão numeradas, tituladas, datadas, com controle de revisões e identificação do autor do projeto de acordo com o modelo do selo desta Instrução.

O tamanho das folhas, devem seguir as normas (NBR10068/87 – folhas de desenho “lay out” e dimensões / NBR 10582 – conteúdo da folha para desenho técnico / NBR 13142 – dobramento de cópia) e convenções usuais referentes às folhas para representação de desenhos técnicos. As normas em vigor, editadas pela ABNT adotam a seqüência “A” de folhas: A0 (841mm x 1189mm), A1 (594mm x 841mm), A2 (420mm x 594mm), A3 (297mm x 420 mm), A4 (210mm x 297mm) – largura (mm) x altura (mm).

Os memoriais, relação e quantitativos de materiais e memórias de cálculo deverão ser apresentados impressos em papel A-4 (relação e quantitativos – também junto à prancha de projeto, quando o volume assim o permitir) com suas folhas numeradas, tituladas, rubricadas, datadas e assinadas pelo responsável técnico. Estes serão entregues também em arquivo com extensão do tipo “doc”, compatível com “word”.

A definição do prazo de entrega dos projetos será feita pelo DPF, que deverá fornecer um cronograma, definindo o início, que será a partir da assinatura da ordem de serviço, prazos intermediários, onde ocorrerão tantas análises / revisões quantas forem necessárias e solicitadas pelos técnicos da DAD e o prazo final de entrega, que será contado a partir da data da aprovação (órgãos competentes) e liberação final do projeto.

O formulário da ART será preenchido pelo Responsável Técnico, sem rasuras, datilograficamente ou manuscrito em letra de forma, ou ainda por intermédio de sistema informatizado, com cópias rigorosamente de acordo com as instruções que determinam o manual técnico de preenchimento de ART, estabelecido pelo CREA. A ART do projeto elétrico será elaborada com área igual à do projeto arquitetônico

4 PARTE II - Instruções Específicas
4.1 Objetivo
Estabelecer as diretrizes para elaboração de projetos do sistema elétrico predial (instalação elétrica de luz e força, instalações de sistema de proteção contra descargas atmosféricas, de iluminação de emergência e de sinalização de abandono de local).

Nota: O Controle de utilidades – AUTOMAÇÃO, Sonorização e Climatização serão tratados em anexos específicos e deverão ser consideradas suas alimentações elétricas e interfaces de sinais quando for o caso.
4.2 Terminologia
Para efeitos destas diretrizes serão adotadas as definições constantes nas normas Técnicas da ABNT.
4.3 Normas Técnicas
Os projetos deverão atender todas as normas técnicas vigentes, ressaltando-se as seguintes:
NBR 14039 (2005) – Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV;

NBR 5410 (2004) – Instalações elétricas de baixa tensão;

NBR 13570 (1995) – Instalações elétricas em locais de influência de público – Requisitos específicos;

NBR 13534 (1995) – Instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde – Requisitos para segurança;

NBR 5419 (2005) – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;

NBR 5413 (1992) – Iluminação de interiores;

NR 10 (Portaria nº 598 de 08/12/2004 – Ministério do Trabalho)

Resolução RDC nº 50 de 21/02/2002 – ANVISA;

Manual de Obras Públicas – Edificação – Práticas SEAP (Secretaria de Estado da Administração e Patrimônio).
Nota: A substituição na adoção de norma da ABNT por norma internacional somente poderá ser procedida mediante justificativa e após o expresso consentimento da Contratante. Será adotada a norma ou legislação mais restritiva quando ambas descreverem sobre o mesmo tema. Deverão atender também às disposições legais da União, do Distrito Federal, suas leis e decretos, aos regulamentos, portarias e normas das concessionárias, públicas ou privadas, federais e distritais direta e indiretamente aplicáveis ao objeto do contrato.

Os casos não abordados serão definidos pela DAD, de maneira a manter o padrão de qualidade previsto para os serviços.



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