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MEMORIAL DESCRITIVO
OBRA: Pavimentação de via rural

LOCAL: Estrada Rural, Bairro Bom Jardim - Camanducaia – MG.
Disposições gerais
Este memorial deverá ser analisado juntamente com projetos, planilhas e demais documentos pertinentes à obra. Todos os serviços serão executados em completa obediência aos princípios da boa técnica, devendo ainda satisfazer rigorosamente as Normas Brasileiras - ABNT.
Qualquer dúvida na especificação, caso algum material tenha saído de linha durante a obra ou ainda, caso faça opção pelo uso de algum material equivalente, consultar a PREFEITURA que, se necessário, prestará apoio para essa definição e para maiores esclarecimentos a fim de que a obra mantenha o mesmo padrão de qualidade, em todos os níveis da edificação.
Observações:

- A obra deverá ser feita rigorosamente de acordo com o projeto aprovado. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas especificações, visando melhorias, só será admitida com autorização da PREFEITURA;

- Poderá a fiscalização paralisar os serviços ou mesmo mandar refazê-los, quando os mesmos não se apresentarem de acordo com as especificações, detalhes ou normas de boa técnica;

- Nos projetos apresentados, entre as medidas tomadas em escala e medidas determinadas por cotas, prevalecerão sempre as últimas;

- Fica a encargo da PREFEITURA executar os itens 2.1 Regularização do subleito com proctor normal,2.2 Execução de base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura com proctor intermediário, incluindo escavação,carga, descarga, espalhamento e compactação do material, e 2.3 Transporte de material de jazida para conservação dmt de 30 a 50 km (base), 5.1 Fornecimento e implantação placa sinalização totalmente refletiva, 5.2 Pintura faixa c/termoplástico-3 anos (p/aspersão), conforme Planilha Orçamentária e Memorial de Cálculo;

- Serão fornecidos pela empresa contratada todos os equipamentos e ferramentas adequadas de modo a garantir o bom desempenho da obra;

- A empresa contratada será responsável por suprir de todos os materiais e equipamentos necessários para garantir a segurança e higiene dos operários durante e execução da obra.
Fonte dos Preços Utilizados
Para o orçamento do Projeto foi utilizada a Planilha Referencial de Preços Unitários para Obras de Edificação e Infraestrutura da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas – SETOP, do Estado de Minas Gerais, Região Sul, referência: Junho /2016.
Objetivo do Projeto:
Promover melhorias da infraestrutura urbana,em via rural localizada na Sede do Município de Camanducaia,Bairro Bom Jardim, através da execução de pavimentação asfáltica, drenagem de águas pluviais,meio-fio e sarjeta e sinalização vertical e horizontal.
Localização da Obra:
A referida obra será executada em Estrada rural localizadano Município de Camanducaia,Bairro Bom Jardim, conforme plantas e mapas urbanos de localização em anexo.
Dados do projeto:
Objeto: Execução de drenagem superficial (canaletas), caixas coletoras, tubo de concreto, canaletas de concreto, pavimentação da estrada com revestimento asfáltico (CBUQ), Sinalização vertical e horizontalconforme especificado em planilhas e memórias de cálculo que seguem em anexo aos projetos.
NOTA: 1 – Aestrada que receberáa pavimentação é existente, reconhecidas por Lei e são ocupadas por habitações.
RUAS CONTEMPLADAS:
Bairro Bom Jardim


Local

Extensão

Área




Estrada Municipal

1.120,00

4.480,00





Projeto Geométrico.
O projeto foi desenvolvido com base nas orientações da Fiscalização da Prefeitura Municipal de Camanducaia e partiu da premissa de manter o traçado existente, com pequenas correções de perfil longitudinal e transversal.

A Estrada contemplada por este projeto é existente e não sofrerá intervenções nas suas geometrias. A seção transversal de pista de rolamento terá dimensão de 4,00m.

Foram desenhadas as plantas de projeto na escala 1:25 / 1:250 e 1:1000, nas quais constam as linhas das bordas das plataformas de projeto e o estaqueamento de eixo locado.
ESPECIFICAÇÕES CONSIDERADAS EM PROJETO

1. SERVIÇOS PRELIMINARES

· Placa de obra: Confecção e instalação de placa padrão da obra com medidas de 1,50 x 3,00 m, à ser instalada em local de boa visibilidade.



2. SERVIÇOS DE PAVIMENTAÇÃO–(CBUQ):


  • SUBLEITO


OBJETIVO
Determinar as diretrizes básicas para a execução dos serviços de escavação e regularização do subleito.
METODOLOGIA DE EXECUÇÃO

Esta especificação aplica-se à regularização do subleito de vias a pavimentar, com a terraplenagem necessária, que será entre 0,50 a 1,00m, conforme estabelecido em projeto. Já a regularização é a operação destinada a conformar o leito da via, transversal e longitudinalmente, compreendendo cortes ou aterros. Será executada de acordo com os perfis transversais e longitudinais indicados no projeto, prévia e independentemente da construção de outra camada do pavimento.


ESPECIFICAÇÕES

MATERIAIS

Os materiais empregados na regularização do subleito serão os do próprio subleito. No caso de substituição ou adição de material, este deverá ser proveniente de ocorrências indicadas no projeto, devendo satisfazer as seguintes exigências:

��Ter um diâmetro máximo de partícula igual ou inferior a 76 mm;

��Ter um índice de Suporte Califórnia, determinado com a energia do método DNER-ME 47- 64 (Proctor Normal) igual ou superior ao do material empregado no dimensionamento do pavimento, como representativo do trecho em causa;

��Ter expansão inferior a 2%.

EQUIPAMENTOS

Para a execução da regularização, poderão ser utilizados os seguintes equipamentos:

��Motoniveladora pesada, com escarificador;

��Trator Agrícola;

��Carro-pipa distribuidor de água;

��Rolos compactadores dos tipos pé de carneiro, liso vibratório e pneumático, rebocados ou auto-propulsores;

��Grade de discos;

��Pulvi-misturador.

Os equipamentos de compactação e mistura serão escolhidos de conformidade com o tipo de material na regularização.
EXECUÇÃO

Toda a vegetação e material orgânico, porventura existentes no leito da via, serão removidos previamente.

Após a execução de cortes ou aterros, operações necessárias para atingir o greide de projeto, proceder-se-á a uma escarificação geral, seguida de pulverização, umedecimento ou aeração, compactação e acabamento.

Os aterros previstos, serão executados de acordo com as especificações de terraplenagem.

No caso de cortes em rocha, ou de material inservível para subleito, deverá ser

executado o rebaixamento na profundidade estabelecida em projeto e substituição desse material inservível por material indicado também no projeto. Neste caso, proceder-se-á a regularização pela maneira já descrita.

O grau de compactação deverá ser, no mínimo, 100%, em relação à massa específica aparente seca, máxima, obtida no ensaio DNER-ME 47-64 (Proctor Normal) e o teor de umidade deverá ser a umidade ótima do ensaio citado ± 2%.


  • SUB-BASE ESTABILIZADA GRANULOMETRICAMENTE SEM MISTURA

METODOLOGIA DE EXECUÇÃO

Esta especificação aplica-se à execução de sub-bases granulares constituídas de camadas de canga ferruginosa, minério de ferro, laterita, escória siderúrgica, brita de bica corrida, cascalho natural ,ou ainda, fundo de pedreira, executadas sem mistura de materiais.

Eventualmente, poderão ser utilizados outros materiais, desde que sejam atendidos os parâmetros da presente especificação e as disposições do projeto. A procedência do material será indicada pelo projeto ou pela FISCALIZAÇÃO.
ESPECIFICAÇÕES

MATERIAIS

Os materiais a serem empregados em sub-bases estabilizadas granulometricamente, relacionados acima, devem apresentar Índice de Suporte Califórnia igual ou superior a 30% e expansão máxima de 1%, determinados segundo o método DNER-ME 49-64 e com a energia de compactação correspondente ao método do DNER-ME 48-64 (Proctor Intermediário) ou correspondente ao ensaio T-180-57 da AASHTO (Proctor Modificado), conforme indicação de projeto.

O índice de grupo deverá ser igual a zero.

O agregado retido na peneira n°10 deve ser constituído de partículas duras e duráveis, isentas de fragmentos moles, alongados ou achatados, isento de matéria vegetal ou outras substâncias prejudiciais.

O diâmetro máximo dos elementos da sub-base deverá ser, no máximo, igual a 5 cm (2”), devendo-se reduzir este diâmetro, sempre que possível.

No caso de utilização de escórias, as mesmas deverão ser provenientes de alto-fornos, estas isentas de refratário e devendo estar garantida a sua estabilidade em contato com água. Tal estabilidade se dá normalmente pela ação de intemperismos durante longos períodos de estocagem e pela exposição cíclica à saturação em água e secagem.

Desta forma, exige-se que a escória de alto-forno a ser empregada se sujeite a

depósito a céu aberto, pelo período mínimo de 2 anos, após sua formação.

Entende-se por brita de bica corrida, o produto total de britagem do primário ou secundário, o qual não é objeto de peneiramento. Para os fins da presente especificação, não se exige que o material esteja isento de contaminação porsolos residuais, sendo até mesmo desejável que haja frações argilosas presentes, de modo a proporcionar-lhe certa plasticidade (IP da ordem de 4%).

Em se tratando de canga ferruginosa, minério de ferro ou outros solos lateríticos, o índice de grupo poderá ser diferente de zero. Entende-se como solos lateríticos, aqueles cuja relação molecular S/R (sílica sesquióxidos)* for menor que 2, e que apresentem expansão inferior a 0,2%, medida no ensaio de ISC, DNER-ME 49-74, com 26 golpes por camada.

Admitir-se-á o valor de expansão até 0,5% no ensaio do ISC, desde que o ensaio de expansibilidade (DNER-ME 29-74) apresente um valor inferior a 10%.

A canga de minério de ferro a ser empregada deverá ser preferencialmente de naturezalimonítica, caracterizada pela cor avermelhada, sendo desejável que tenha índice de plasticidade mínimo de 5% (IP ≥5%).

O cascalho natural ou cascalho de cava oriundo de rochas graniliticas ou basalto fraturado.
EQUIPAMENTOS

São indicados os seguintes tipos de equipamentos para execução de sub-bases:

��Motoniveladora pesada com escarificador;

��Trator Agrícola;

��Carro tanque distribuidor de água;

��Rolos compactadores tipo pé de carneiro, liso vibratório e pneumático, rebocados ou autopropulsores;

��Grade de disco;

��Pulvi-misturador.

Além destes, poderão ser usados outros equipamentos, desde que aceitos pela FISCALIZAÇÃO.
EXECUÇÃO

Compreende as operações de espalhamento, pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e acabamento dos materiais importados, realizadas na pista devidamente preparada na largura desejada, nas quantidades que permitam após a compactação, atingir a espessura constante do projeto.

Quando houver necessidade de se executar camadas de sub-base com espessura final diferentes do especificado no projeto, deverão ser atendidos os requisitos:

O grau de compactação deverá ser, conforme determinação do projeto:

��No mínimo, 100%, em relação à massa específica aparente seca, máxima,

obtida no ensaio DNER-ME 48-64 (Proctor intermediário); ou

��No mínimo, 100%, em relação à massa específica aparente seca, máxima,

obtida no ensaio T-180-57 da AASHTO (Proctor Modificado).

A determinação do desvio máximo de umidade admissível será estabelecido pelo projeto ou pela FISCALIZAÇÃO, em função das características do material a ser empregado.


  • BASE ESTABILIZADA GRANULOMETRICAMENTE SEM MISTURA

METODOLOGIA DE EXECUÇÃO

Esta especificação aplica-se à execução de bases granulares constituídas de camadas de canga ferruginosa, minério de ferro, laterita, escória siderúrgica, brita de bica corrida, cascalho natural, executadas sem mistura de materiais. A procedência do material será indicada pela FISCALIZAÇÃO. Eventualmente, poderão ser utilizados outros materiais, desde que sejam atendidos os parâmetros da presente especificação e as disposições do projeto.


ESPECIFICAÇÕES

MATERIAIS GRANULARES NÃO LATERÍTICOS

Os materiais a serem empregados em base estabilizada granulometricamente, relacionados no item acima, com exceção de canga de minério de ferro e outros solos lateríticos, deverão preencher os seguintes requisitos:

��A fração que passa na peneira nº 40 deverá apresentar limite de liquidez inferior ou igual a 25% e índice de plasticidade inferior ou igual a 6%; quando estes limites forem ultrapassados; o equivalente de areia deverá ser maior do que 30%;

��A porcentagem do material que passa na peneira nº 200 não deve ultrapassar 2/3 da porcentagem que passa na peneira nº 40;

��O Índice de Suporte Califórnia não deverá ser inferior a 60% e a expansão máxima será de 0,5%, determinados segundo o método DNER-ME 49-64 e com a energia de compactação correspondente ao método DNER-ME 48-64 (Proctor Intermediário) ou correspondente ao ensaio T-180-57 da AASHTO (Proctor Modificado), conforme indicação de projeto. Para as vias em que o tráfego previsto para o período de projeto ultrapassar o valor N = 5 x 106, o Índice de Suporte Califórnia do material da camada de base não deverá ser inferior a 80%.

O agregado retido na peneira n°10 deve ser constituído de partículas duras e duráveis, isentas: de fragmentos moles, alongados ou achatados, de matéria vegetal ou outras substâncias prejudiciais. Quando o agregado for submetido ao ensaio de abrasão “Los Angeles” não deverá apresentar desgaste superior a 55%.

As escórias a serem utilizadas deverão ser provenientes de altos-fornos, estar isentas de refratários, devendo estar assegurada sua estabilidade em contato com água. Tal estabilidade se dá normalmente, pela ação de intemperismos durante longos períodos de estocagem e pela exposição cíclica à saturação em água e secagem.

Dessa forma, exige-se que a escória de alto-forno a ser empregada se sujeite ao depósito a céu aberto, pelo período mínimo de 2 anos, após sua formação.

Entende-se por brita de bica corrida, o produto final de britagem de rochas oriundasda separação do material primário ou secundário, o qual não é objeto de peneiramento. Para os fins da presente especificação, não se exige que o material esteja isento de contaminação por solos residuais, sendo até mesmo desejável que haja frações argilosas presentes, de modo a proporcionar-lhe certa plasticidade (IP da ordem de 4%).
EQUIPAMENTOS

São indicados os seguintes tipos de equipamentos para execução da base:

��Motoniveladora pesada, com escarificador;

��Carro tanque distribuidor de água;

��Rolos compactadores tipos pé de carneiro, liso, liso vibratório e pneumático,

rebocados ou auto-propulsores;

��Grade de discos;

��Pulvi-misturador.

Além destes, poderão ser usados outros equipamentos, desde que aceitos pela FISCALIZAÇÃO.
EXECUÇÃO

Compreende as operações de espalhamento, pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e acabamento dos materiais importados, realizadas na pista devidamente preparada na largura desejada, nas quantidades que permitam, após a compactação, atingir a espessura constante do projeto.

Quando houver necessidade de se executar camadas de base com espessura final superior a 20 cm, elas deverão ser subdivididas em camadas parciais, sempre com espessura máxima de 20 cm e mínima de 10 cm, após a compactação.

O grau de compactação deverá ser, conforme determinação do projeto:

��No mínimo, 100%, em relação à massa específica aparente seca, máxima, obtida no ensaio DNER-ME 48-64 (Proctor Intermediário);

��No mínimo, 100%, em relação à massa específica aparente seca, máxima, obtida no ensaio T-180-57 da AASHTO (Proctor Modificado).

A determinação do desvio máximo de umidade admissível será estabelecido pelo projeto ou pela FISCALIZAÇÃO.


  • IMPRIMAÇÃO

METODOLOGIA DE EXECUÇÃO
Consiste a imprimação, na aplicação de uma camada de material asfáltico com ligante de baixa viscosidade sobre a superfície de uma base concluída, antes da execução de um revestimento betuminoso qualquer, objetivando:

��Aumentar a coesão da superfície da base, pela penetração do material betuminoso empregado;

��Promover condições de aderência entre a base e revestimento;

��Impermeabilizar a base.


ESPECIFICAÇÕES

MATERIAIS

Todos os materiais devem satisfazer às especificações em vigor e aprovadas pelo DNER.

Podem ser empregados asfaltos diluídos, tipo CM-30 e CM-70.

A escolha do material betuminoso adequado deverá ser feita em função da textura do material de base.

A taxa de aplicação é aquela que pode ser absorvida pela base em 48 horas, devendo ser determinadas experimentalmente, no canteiro da obra. A taxa de aplicação varia de 0,8 a 1,6 l/m2, conforme o tipo e textura da base e do material betuminoso escolhido.
EQUIPAMENTOS

Todo equipamento, antes do início da execução da obra, deverá ser examinado pela FISCALIZAÇÃO, devendo estar de acordo com esta especificação, sem o que não será dada a ordem para o início do serviço.

Para a varredura da superfície da base usam-se, de preferência, vassouras mecânicas rotativas, podendo, entretanto, ser manual esta operação, e jato de ar comprimido poderá também ser usado.

A distribuição do ligante deve ser feita por carros equipados com bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação do material betuminoso em quantidade uniforme.

As barras de distribuição devem ser de tipo de circulação plena, com dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento do ligante.

Os carros distribuidores devem dispor de tacômetro, calibradores e termômetros, em locais de fácil observação e, ainda, de um espargidor manual, para tratamento de pequenas superfícies e correções localizadas.

O depósito de material betuminoso, quando necessário, deve ser equipado com dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do recipiente.

O depósito deve ter uma capacidade tal, que possa armazenar a quantidade de material betuminoso a ser aplicado em, pelo menos, um dia de trabalho.


EXECUÇÃO

Após a perfeita conformação geométrica da base, proceder-se-á varredura da sua superfície, de modo a eliminar o pó e o material solto existentes.

Aplica-se, a seguir, o material betuminoso adequado, na temperatura compatível com o seu tipo, na quantidade certa e de maneira mais uniforme. O material betuminoso não deve ser distribuído quando a temperatura ambiente estiver abaixo de 10°C, ou em dias de chuva, ou quando esta estiver iminente. A temperatura de aplicação do material betuminoso deve ser fixada para cada tipo de ligante, em função da relação temperatura-viscosidade. Deve ser escolhida a temperatura que proporcione a melhor viscosidade para espalhamento. As faixas de viscosidades recomendadas para espalhamento são de 20 a 60 segundos, Saybolt-Furol, para asfaltos diluídos.

Deve-se imprimar a pista inteira em um mesmo turno de trabalho e deixá-la, sempre que possível, fechada ao trânsito. Quando isto não for possível, trabalhar-se-á em meia pista fazendo-se a imprimação da adjacente, assim que à primeira for permitida a abertura ao trânsito. O tempo de exposição da base imprimada ao trânsito será condicionado pelo comportamento da primeira, não devendo ultrapassar a 30 dias.

A fim de evitar a superposição, ou excesso, no ponto inicial e final das aplicações, devem se colocar faixas de papel transversalmente na pista, de modo que o início e o término da aplicação do material betuminoso situem-se sobre essas faixas, as quais serão, a seguir, retiradas. Qualquer falha na aplicação do material betuminoso deve ser, imediatamente, corrigida. Na ocasião da aplicação do material betuminoso, a base deve se encontrar levemente úmida para o uso do CM-30; para o CM-70 a superfície deve se encontrar seca.

PINTURA DE LIGAÇÃO:
ESPECIFICAÇÕES

MATERIAIS
Todos os materiais devem satisfazer às especificações em vigor aprovadas pelo DNER.

Podem ser empregados os materiais betuminosos seguintes:



  • Emulsões asfálticas, tipo RR-1C, RR-2C; RM-1C, RM-2C e RL-1C;

  • Asfalto diluído CR-70, exceto para revestimentos betuminosos.

A taxa de aplicação será função do tipo de material betuminoso empregado, devendo situar-se em torno de 0,5 l / m2.

As emulsões asfálticas devem ser diluídas com água na razão de 1:1.


EQUIPAMENTOS

Todo equipamento, antes do início da execução da obra, deverá ser examinado pela FISCALIZAÇÃO, devendo estar de acordo com esta especificação, sem o que não será dada a ordem para o início do serviço.

Para a varredura da superfície a receber a pintura de ligação, usam-se, de preferência, vassouras mecânicas rotativas, podendo, entretanto, ser manual esta operação, e jato de ar comprimido poderá, também, ser usado.

A distribuição do ligante deve ser feita por carros equipados com bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação do material betuminoso em quantidade uniforme.

As barras de distribuição devem ser de tipo de circulação plena, com dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento do ligante.

Os carros distribuidores devem dispor de tacômetro, calibradores e termômetros, em locais de fácil observação e, ainda, de um espargidor manual, para tratamento de pequenas superfícies e correções localizadas.

O depósito de material betuminoso, quando necessário, deve ser equipado com dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do recipiente.

O depósito deve ter uma capacidade tal, que possa armazenar a quantidade de material betuminoso a ser aplicado em, pelo menos, um dia de trabalho.



EXECUÇÃO

Após a perfeita conformação geométrica da camada que irá receber a pintura de ligação, proceder-se-á varredura da sua superfície, de modo a eliminar o pó e o material solto existentes.

Aplica-se, a seguir, o material betuminoso adequado, na temperatura compatível com o seu tipo, na quantidade certa e de maneira mais uniforme. O material betuminoso não deve ser distribuído quando a temperatura ambiente estiver abaixo de 10°C, ou em dias de chuva, ou quando esta estiver iminente. A temperatura de aplicação do material betuminoso deve ser fixada para cada tipo de ligante, em função da relação temperatura-viscosidade. Deve ser escolhida a temperatura que proporcione a melhor viscosidade para espalhamento. As faixas de viscosidades recomendadas para espalhamento, são os seguintes:


  • Para asfaltos diluídos: de 20 a 60 segundos, Saybolt-Furol;

  • Para emulsões asfálticas: 25 a 100 segundos, Saybolt-Furol.

Deve-se executar a pintura de ligação na pista inteira, em um mesmo turno de trabalho e deixá-la fechada ao trânsito, sempre que possível. Quando isto não for possível, deve-se trabalhar em meia pista, fazendo-se a pintura de ligação da adjacente, logo que a primeira permita tráfego.

A fim de evitar a superposição, ou excesso, no ponto inicial e final das aplicações, deve-se colocar faixas de papel transversalmente, na pista, de modo que o início e o término da aplicação do material betuminoso comece e pare de sair da barra de distribuição sobre essas faixas, as quais, a seguir, são retiradas. Qualquer falha na aplicação do material betuminoso deve ser logo corrigida.

Antes da aplicação do material betuminoso, no caso de bases de solo-cimento ou concreto magro, a superfície da base deve ser irrigada, a fim de saturar os vazios existentes, não se admitindo excesso de água sobre a superfície.

Quando o ligante betuminoso utilizado for emulsão asfáltica diluída, recomenda-se que a mistura água + emulsão seja preparada no mesmo turno de trabalho; deve-se evitar o estoque da mesma por prazo superior a 12 horas.



2. CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE

ESPECIFICAÇÕES

MATERIAIS
Todos os materiais devem satisfazer às especificações em vigor e aprovadas pelo DNER.


MATERIAL BETUMINOSO
Podem ser empregados os seguintes materiais betuminosos, conforme indicação do projeto:

  • Cimentos asfálticos, de penetração 30/45, 50/60 e 85/100.



AGREGADO GRAÚDO
O agregado graúdo pode ser pedra britada, escória britada, seixo rolado, britado ou não, ou outro material indicado nas especificações complementares e previamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO. O agregado graúdo deve se constituir de fragmentos sãos, duráveis, livres de torrões de argila e substâncias nocivas. O valor máximo tolerado, no ensaio de desgaste “Los Angeles”, é de 50%. Deve apresentar boa adesividade. Submetido ao ensaio de durabilidade, com sulfato de sódio, não deve apresentar perda superior a 12%, em 5 ciclos.

O índice de lamelaridade deve ser menor ou no máximo igual a 35%.

No caso de emprego de escória, esta deve ter uma massa específica aparente igual ou superior a 1100 kg/m3.
AGREGADO MIÚDO
O agregado miúdo pode ser areia, pó de pedra ou mistura de ambos. Suas partículas individuais deverão ser resistentes, apresentar moderada angulosidade, livres de torrões de argila e de substâncias nocivas. Deverá apresentar um equivalente de areia igual ou superior a 55%.
MATERIAL DE ENCHIMENTO (FILLER)
Deve ser constituído por materiais minerais finamente divididos, inertes em relação aos demais componentes da mistura, não plásticos, tais como cimento Portland, cal extinta, póscalcários, etc., e que atendam à granulometria do quadro abaixo apresentado.


  1. GRANULOMETRIA

Peneira \ Porcentagem mínima, passando:



  • Nº 40: 100

  • Nº 80: 95

  • Nº 200: 65

Quando da aplicação, deverá estar seco e isento de grumos.


COMPOSIÇÃO DA MISTURA
A composição do concreto betuminoso deve satisfazer os requisitos do quadro seguinte. A faixa a ser usada deve ser aquela cujo diâmetro máximo seja igual ou inferior a 2/3 da espessura da camada de revestimento, ou conforme indicação do projeto.

Deverá ser adotado o Método Marshall para a verificação das condições de vazios, estabilidade e fluência da mistura betuminosa.


EQUIPAMENTOS
Todo equipamento, antes do início da execução da obra, deverá ser examinado pela FISCALIZAÇÃO, devendo estar de acordo com esta especificação, sem o que não será dada a ordem de serviço. A FISCALIZAÇÃO emitirá um laudo de liberação de equipamento, autorizando sua operação.
DEPÓSITO PARA MATERIAL BETUMINOSO
Os depósitos para ligante betuminoso deverão ser capazes de aquecer o material, às temperaturas fixadas nesta especificação. O aquecimento deverá ser feito por meio de serpentinas a vapor, eletricidade ou outros meios, de modo a não haver contato de chamas com o interior do depósito. Deverá ser instalado um sistema de circulação para o ligante betuminoso, de modo a garantir a circulação, desembaraçada e contínua, do depósito ao misturador, durante todo o período de operação. Todas as tubulações e acessórios deverão ser dotados de isolamento, a fim de evitar perdas de calor. A capacidade dos depósitos deverá ser suficiente para, no mínimo, três dias de serviço.
DEPÓSITO PARA AGREGADOS
Os silos deverão ter capacidade total de, no mínimo, três vezes a capacidade do misturador e serão divididos em compartimentos, dispostos de modo a separar e estocar, adequadamente, as frações apropriadas do agregado. Cada compartimento deverá possuir dispositivos adequados de descarga. Haverá um silo adequado para o “filler”, conjugado para a sua dosagem.
USINAS PARA MISTURAS BETUMINOSAS
As usinas poderão ser do tipo volumétrica ou gravimétrica; todavia deverão estar constituídas dos componentes a seguir relacionados:

  • Silos frios com correia transportadora deverão ser de tamanho suficiente e completamente separados, a fim de se evitar a mistura de agregados durante a operação de abastecimento dos mesmos;

  • Elevador de agregado frio;

  • Cilindro secador;

  • Elevador de agregado quente;

  • Ciclone;

  • Peneiras separadoras;

  • Silos quentes;

  • Silo balança;

  • Misturador;

  • Transportador de filler, etc.


ACABADORA
O equipamento para espalhamento e acabamento deverá ser constituído de pavimentadoras automotrizes, capazes de espalhar e conformar a mistura no alinhamento, cotas e abaulamento requeridos. As acabadoras deverão ser equipadas com parafusos sem fim, para colocar a mistura exatamente nas faixas, e possuir dispositivos rápidos e eficientes de direção, além de marchas para a frente e para trás.

As acabadoras deverão ser equipadas com alisadores e dispositivos para aquecimento dos mesmos, à temperatura requerida, para colocação da mistura sem irregularidades.


EQUIPAMENTO PARA A COMPRESSÃO
O equipamento para compressão será constituído por rolo pneumático e rolo metálico liso, tipo tanden, ou outro equipamento aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Os rolos compressores, tipo tanden, devem ter uma carga de 8 a 12 t. Os rolos pneumáticos, autopropulsores, devem ser dotados de pneus que permitam a calibragem de 35 a 120 libras por polegada quadrada.

O equipamento em operação deve ser suficiente para comprimir a mistura à densidade requerida, enquanto esta se encontrar em condições de trabalhabilidade. O equipamento para compressão só entrará em operação após a emissão do laudo de liberação da FISCALIZAÇÃO.



CAMINHÕES PARA TRANSPORTE DA MISTURA
Os caminhões, tipo basculante, para o transporte do concreto betuminoso, deverão ter caçambas metálicas robustas, limpas e lisas, ligeiramente lubrificadas com água e sabão, óleo cru fino, óleo parafínico, ou solução de cal, de modo a evitar a aderência de mistura às chapas.
EXECUÇÃO
É de competência da FISCALIZAÇÃO autorizar ou não a execução da pintura de ligação nos casos onde tenha havido trânsito sobre a superfície imprimada, ou, ainda, tenha sido a imprimação recoberta com areia, pó de pedra, etc., autorização esta por escrito, e sujeita, pois, a indenização.

A temperatura de aplicação do cimento asfáltico deve ser determinada para cada tipo de ligante, em função da relação temperatura-viscosidade. A temperatura conveniente é aquela na qual o asfalto apresenta uma viscosidade, situada dentro da faixa de 75 a 150 segundos, Saybolt-Furol, indicando-se preferencialmente, viscosidade de 85 + 10 segundos, Saybolt-Furol. Entretanto não devem ser feitas misturas a temperaturas inferiores a 107°C e nem superiores a 177°C. Os agregados devem ser aquecidos a temperatura de 10°C a 15°C, acima da temperatura do ligante betuminoso.


PRODUÇÃO DO CONCRETO BETUMINOSO
A produção do concreto betuminoso é efetuada em usinas apropriadas, conforme anteriormente especificado.
TRANSPORTE DO CONCRETO BETUMINOSO
O concreto betuminoso produzido deverá ser transportado, da usina ao ponto de aplicação, nos veículos basculantes antes especificados.

Quando necessário, para que a mistura seja colocada na pista à temperatura especificada, cada carregamento deverá ser coberto com lona ou material equivalente, com tamanho suficiente para proteger a mistura em total segurança.


DISTRIBUIÇÃO E COMPRESSÃO DA MISTURA
As misturas de concreto betuminoso devem ser distribuídas somente quando a temperatura ambiente se encontrar acima de 10°C e com tempo não chuvoso. A distribuição do concreto betuminoso deve ser feita por máquinas acabadoras, conforme já especificado.

Caso ocorram irregularidades na superfície da camada, as mesmas deverão ser sanadas pela adição manual de concreto betuminoso, sendo esse espalhamento efetuado por meio de ancinhos e rodos metálicos.

Imediatamente após a distribuição do concreto betuminoso, tem início a rolagem. Como norma geral, a temperatura de rolagem é a mais elevada que a mistura betuminosa possa suportar, temperatura essa fixada, experimentalmente, para cada caso.

A temperatura recomendável, para a compressão da mistura, é aquela na qual o ligante apresenta uma viscosidade Saybolt-Furol, de 140 ±15 segundos, para o cimento asfáltico.

Caso sejam empregados rolos de pneus, de pressão variável, inicia-se a rolagem com baixa pressão (60 lb/pol2), aumenta-se em progressão aritmética, à medida que a mistura betuminosa suporte pressões mais elevadas. A pressão dos pneus deve variar a intervalos periódicos (60, 80, 100, 120 lb/pol2), adequando um conveniente número de passadas, de forma a obter o grau de compactação especificado.

A compressão será iniciada pelos bordos, longitudinalmente, continuando em direção ao eixo da pista. Nas curvas, de acordo com a superelevação, a compressão deve começar sempre do ponto mais baixo para o mais alto. Cada passada do rolo deve ser recoberta, na seguinte, de, pelo menos, a metade da largura rolada. Em qualquer caso, a operação de rolagem perdurará até o momento em que seja atingida a compactação especificada.

Durante a rolagem não serão permitidas mudanças bruscas de marcha para direção e inversões, nem estacionamento do equipamento sobre o revestimento recém rolado.

As rodas do rolo deverão ser umedecidas adequadamente, de modo a evitar a aderência da mistura.


ABERTURA AO TRÂNSITO
Os revestimentos recém acabados deverão ser mantidos sem trânsito, até o seu completo resfriamento. Quaisquer danos decorrentes da abertura ao trânsito sem a devida autorização prévia, serão de inteira responsabilidade da Contratada.

TRANSPORTE DOS MATERIAIS AGREGADOS
METODOLOGIA DE EXECUÇÃO
Esta especificação refere-se, exclusivamente, ao transporte e descarga de material dequalquer categoria, inclusive, o proveniente de demolição de edificações e estruturas, cujo carregamento é feito por pás carregadeiras ou escavadeiras trabalhando em cortes, empréstimos ou ocorrências de materiais destinados às diversas camadas do pavimento.

Quando se tratar de material extraído de cortes da própria via, o transporte dar-se-á, de preferência, ao longo de sua plataforma; quando for o caso de empréstimos ou ocorrências de material para a pavimentação, a trajetória a ser seguida pelo equipamento transportador será objeto de aprovação prévia pela FISCALIZAÇÃO.

Em se tratando de entulho, o local de descarga será definido também pela FISCALIZAÇÃO que indicará ainda, o trajeto a ser seguido pelo equipamento transportador.

Será permitido o transporte de carga com coroamento, desde que o complemento colocado na báscula não permita o derramamento da carga durante o transporte.

A área da descarga será definida pela FISCALIZAÇÃO e deve oferecer segurança para o tráfego e manobras do equipamento transportador.

ESPECIFICAÇÕES
MATERIAIS
Os materiais transportados e descarregados abrangidos por esta especificação podem ser:


  • De qualquer das três categorias estabelecidas para os serviços de terraplenagem;

  • Qualquer dos materiais utilizados na execução das diversas camadas do pavimento;

  • Proveniente da demolição de edificações ou quaisquer outras estruturas de alvenaria de tijolo ou concreto.


EQUIPAMENTOS
Para o transporte e descarga dos materiais relacionados no item anterior, serão usados, preferencialmente, caminhões basculantes, em número e capacidade adequados, que possibilitem a execução do serviço com a produtividade requerida.
EXECUÇÃO
O caminho de percurso, tanto no caso de cortes, como de empréstimos e jazidas, deverá ser mantido em condições de permitir velocidade adequada ao equipamento transportador, boa visibilidade e possibilidade de cruzamento.

Especialmente para o caso de empréstimos ou jazidas, os caminhos de percurso deverão ser, quando necessário, umedecidos e drenados com a finalidade de evitar excesso de poeira ou formação de atoleiros.

O material deverá estar distribuído na báscula, de modo a não haver derramamento pelas bordas laterais ou traseira, durante o transporte.

Quando se tratar de material proveniente de demolições, este deverá ser distribuído na báscula, de maneira que permita o cálculo do volume transportado em cada viagem.

A descarga do material será feita nas áreas e locais indicados pela FISCALIZAÇÃO, seja na constituição dos aterros, seja nos locais de bota-fora ou depósito para futurautilização, seja na pista para confecção das diversas camadas do pavimento.
Sinalização Horizontal – Pintura com termoplático

Os materiais a serem utilizados na execução da sinalização horizontal pelo processo de aspersão deverão atender às normas NBR 13159, NBR 15402 e NBR 16184 da ABNT.

O termoplástico deve apresentar boas condições de trabalho e suportar temperaturas de até 80º C, sem sofrer alterações; Deve ser inerte a intempéries, combustíveis e lubrificantes; Deve produzir marcas que se agreguem firmemente ao pavimento, não se destacando do mesmo em conseqüência de esforços provenientes do tráfego; Deve ser passível de remoção intencional, não ocasionando danos sensíveis ao pavimento; Não deve possuir capacidade destrutiva ou desagregadora do pavimento.

O material termoplástico se constituirá de uma mistura em proporções convenientes de: ligantes, partículas granulares como elementos inertes, pigmentos e seus agentes dispersores, microesferas de vidro e outros componentes que propiciem aos materiais qualidades que venham atender a finalidade a que se destina;

O material termoplástico deverá ser aplicado pelo processo de aspersão, através de equipamentos adequados, conforme o tipo de pintura a ser executada.
Sinalização Vertical

A chapa de aço zincado, na espessura de 1,25mm, com o mínimo de 270g/m2 de zinco.

As placas deverão ser preparadas posterior com tinta fosca preta.

Os suportes metálicos deverão ser de aço galvanizado.

A película refletiva deve ser constituída de microesferas de vidro aderidas a uma resina sintética. Deve ser resistente às intempéries, possuir grande angularidade de maneira a proporcionar ao sinal as características de forma, cor e legenda ou símbolos e visibilidade sem alterações, tanto a luz diurna, como a noite sob luz refletida.
Execução

O pavimento a ser sinalizado deve estar perfeitamente limpo e seco. A limpeza pode ser executada com escovas, vassouras ou compressores e ventiladores, de modo a garantir a perfeita remoção de poeira e outros detritos. Quando o pavimento apresentar manchas de óleo, graxas, etc, deverá ser limpo de maneira adequada e compatível com o tipo de material a ser removido. Nos pavimentos novos deve ser previsto um período para sua cura antes da execução da sinalização definitiva.

O material termoplástico em pó ou em pedra deve ser fundido para sua aplicação, Nesta etapa, cuidados devem ser tomados com: a) A temperatura do fusor deve ser controlada e mantida a 200°C para o termoplástico branco e 180°C para o amarelo. b) O termoplástico deve ser agitado até se obter uma consistência uniforme. Durante a aplicação a agitação deve ser constante para que não haja separação do material.

O material deve ser aplicado obedecendo-se às seguintes instruções: a) Aplicar material suficiente de forma a produzir marcas com bordas claras e nítidas e uma cor e largura uniformes. b) Aplicar o material de tal forma a não ser necessário nova aplicação para atingir a espessura especificada. c) Corrigir qualquer desvio das bordas excedentes a 0,01m e 10m na execução de marcas retas. d) Obedecer ao que foi determinado no projeto no que diz respeito às dimensões das marcas, admitindo-se uma tolerância de ± 5%.

A espessura de aplicação deve ser medida em amostra coletada em folha-de-flandres durante a aplicação da sinalização, após sua secagem, com relógio comparador ou outro equipamento adequado. Em casos de aplicação de tintas, a espessura pode ser obtida durante a execução da sinalização com um medidor de espessura. No termoplástico aplicado por extrusão, a espessura também pode ser controlada através da aferição da sapata. Usualmente adota-se as seguintes espessuras secas para a sinalização horizontal:

a) Tintas..........................................0,4 a 0,5mm

b) Termoplástico:

Aplicado por extrusão................3,0 mm

Aplicado por dispersão ..............1,5 mm

A refletividade da sinalização horizontal é obtida através da adição de microesferas de vidro em duas etapas. Etapa 1: Para obtenção da retrorefletorização após desgaste a) Termoplásticos – microesferas do tipo IA (INERMIX), incorporadas durante a fabricação do material na razão de 20% a 40% em massa no termoplástico. b) Tintas – microesferas do tipo IB (PREMIX) incorporadas antes da aplicação do material na razão de 200g/l de tinta. Etapa 2: Para obtenção da retrorefletorização inicial Tintas ou Termoplásticos – devem receber microesferas do tipo II (DROP-ON) aplicadas por aspersão ou gravidade, concomitantemente com a tinta ou termoplástico, a razão de no mínimo: a)Tintas.......................350 g/m² b)Termoplástico .........400 g/m² As microesferas devem ser distribuídas uniformemente sobre a superfície da faixa e devem estar suficientemente ancoradas, ou seja, com 60% do seu diâmetro imerso no material.




  • DRENAGEM


ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Tubo de concreto

Os tubos de concreto deverão atender a norma de fabricação ABNT NBR 8890:2008, classe PS2 e seção conforme projeto.



Caixas de captação

As caixas de captação devem ser executadas conforme projeto, com revestimento de argamassa traço cimento e areia 1:3, e tampa de concreto armado.


Execução

Tubo de concreto

Os tubos são assentados com o auxílio de uma retroescavadeiraou com o auxílio de uma escavadeira hidráulica.

As valas devem ser executadas para que tenham uma inclinação de 1%, para melhor escoamento das águas pluviais.

Nos encontros das juntas dos tubos,as mesmas devem ser rejuntados com argamassa, sendo o traço 1:3.

Após assentada a tubulação deverá ser feito o reaterro com argila (material de 1 categoria) compactado com o “sapo” (compactador manual a percussão) em camadas de 30cm e umidade ótima.

As valas devem ser executadas para que tenham uma inclinação de 1%, para melhor escoamento das águas pluviais.


Canaletas

A escavação poderá ser feita pelo processo manual ou mecânico que assegure além da regularidade do fundo da vala, a manutenção da espessura prevista para o lastro.

Deve-se retirar todo material excedente, de forma a comportar a canaleta prevista.

Compactar a superfície resultante no fundo da escavação.

A concretagem deverá garantir a regularização da superfície de acabamento, seguindo as especificações previstas em projeto.

Camanducaia, 17 de Maio de 2018.







Antonio Carlos da Silva

CREA nº 210.773/D




Secretaria Municipal de Obras

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Rua Professor Francisco Manoel do Nascimento, 15 - Camanducaia – MG

CEP 37650 000 - Telefone 35 3433 1868 - Fax 35 3433 2100

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