Técnicas e métodos para atividades de treinamento



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TÉCNICAS de APRESENTAÇÃO


Prof. Roberto Cabral de Mello Borges
UFRGS

2003


1. introduÇÃo 1

1.1 Dois Extremos 1



1.1.1 Extremo da Teoria 1

1.1.2 Extremo de Oratória 1

1.2 Treinamento Convencional de Apresentador 2

1.3 Qual o papel do apresentador? 3

2. guia de críticas das apresentaÇÕes prÁticas 4

2.1 Objetivo 4

2.2 Método 4

2.3 Fatores 4



2.3.1 Exatidão Técnica 4

2.3.2 Formulação Adequada 4

2.3.3 Atributos Pessoais 4

2.4 Participação 4

2.5 Itens A Serem Observados nas Apresentações Práticas dos Participantes do curso 5

3 MÉTODOS E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO 6

3.1 MÉTODOS DE APRESENTAÇÃO 6



3.1.1 O Método da Palestra 6

3.1.2 O Método do Debate 6

3.1.3 O Método da Demonstração 6

3.1.4 O Método do Problema 6

3.2 FASES DE UMA APRESENTAÇÃO 7



3.2.1 Introdução 7

3.2.2 Preparação 7

3.2.3 Apresentação 9

3.2.4 Participação 10

3.2.5 Avaliação 11

3.2.6 Conclusão 12

4. RECURSOS AUDIO-VISUAIS 14

4.1 Quadro-Negro 14

4.2 Retroprojetor 15

4.3 Flipchart 16

4.4 Slides (35 mm) 17

4.5 Filme 18

4.6 Vídeo Cassete 19

4.6 Microcomputador 20

4.7 Quadro Magnético 21

4.8 Epidiascópio ou Episcópio 21



5. ANÁLISE DOS TIPOS DE COMUNICAÇÃO 23

5.1 Barreiras na Comunicação 23

5.2 TÉCNICAS DE REALIMENTAÇÃO DA COMUNICAÇÃO 23

5.2.1 Perguntas Diretas do Apresentador 24

5.2.2 Contato Visual 24

5.2.3 Exercícios 25

5.2.4 Perguntas dos Ouvintes 26

5.3 técnicas de perguntas e respostas 26



5.3.1 Técnicas de Perguntar 26

5.2.4 Avaliação de Alunos, Professores e Conteúdos de Apresentações 27

6 PROCESSOS DE ENSINO E AVALIAÇÃO 28

6.1 Fatores que Influenciam na Aprendizagem 28

6.2 objetivos do ensino 29

6.3 plano de aula 31



7 análise das habilidades individuais de cada apresentador / instrutor 32

7.1 tipos de instrutores 32



7.1.1 O Orador 32

7.1.2 O Comodista 32

7.1.3 O Simpático 32

7.1.4 O Pensador 32

7.1.5 O Exibicionista 32

7.1.6 O Falso. 33

7.1.7 O Professor de Verdade 33

7.2 CARACTERíSTICAS DE UM INSTRUTOR 33



7.2.1 Requisitos de um Bom Professor 33

7.2.2 Atuação de um Bom Instrutor 34

7.2.3 Ensino como Profissão. 35

8. Memória do Ser Humano 37



i) Funcionamento da memória 37

ii) Modelo Humano de Processamento de Informações 39

O modelo SRK (Skills, Rules and Knowledge), definido por Rasmussen [RAS 90], tem 3 níveis de hierarquia do comportamento do usuário. As camadas representam os diferentes níveis de abstração do sistema de processamento cognitivo humano. 42

iii) Restrições de tempo em relação à memorização 42

iv) Outras aplicações que exploram o funcionamento da memória 43

v - Processos de comunicação 44

9 - Uso de cores 49

a) Percepção das Cores 49



i - As Células Sensíveis a Luz do Olho Humano 50

ii - O Campo Visual 50

iii - Formação de Imagens Coloridas na Retina 51

iv - Diferenças de Percepção das Cores entre Indivíduos 52

b) Influências psico-fisiológicas 53



i) Vermelho 53

ii) Amarelo 53

iii) Azul 53

iv) Verde 53

v) Laranja 54

vi) Roxo 54

vii) Branco 54

viii) Preto 54

c) Definição de termos e conceitos sobre cores 54



i) Matiz 54

ii) Saturação 55

iii) Luminosidade 55

iv) Brilho 55

d) Harmonia das Cores 55



i - Harmonia das cores opostas ou de contraste: 55

ii - Harmonia das cores análogas ou vizinhas: 56

iii - Harmonia Monocromática ou de cor dominante: 56

e) Visibilidade e sensibilidade das cores 57

f) Princípios de projeto de cores 58

i - Organização da cor 58

ii - Economia da cor 59

iii - Ênfase de cores 59

iv - Comunicação das cores 60

v - Simbolismo de cores 61

anexo I - tempo 62

ANEXO II – DESENVOLVIMENTO DE TESTES 64

anexo III – roteiro para revisão de questões objetivas 65

1 Tópicos escolhidos 65

2 a raiz (ou enunciado da questão) 65

3 a chave (ou resposta certa) 65

4 as outras alternativas 65

bibliografia de apoio 66


TÉCNICAS e MÉTODOS para ApresentaÇÕes Eficazes

1. introduÇÃo

1.1 Dois Extremos


Parece que são dois extremos, cada um igualmente maléfico:

Uma porção de coisas têm sido ditas a respeito da formação de bons apresentadores, provavelmente muito será dito nos anos vindouros. Mas exatamente quanto de bom tem sido feito pelos esforços de treinamento de apresentadores no comércio e na indústria hoje?


1.1.1 Extremo da Teoria


Primeiro há a abordagem completamente teórica semelhante à aula do tipo de colégio, onde as teorias de aprendizado são discutidas, debatidas e, geralmente, abandonadas. Palestra são feitas sobre muitas matérias (inclusive a importância da não palestra) por pessoas muito acadêmicas. Elas podem ouvir falar sobre o cão de Pavlov e mesmo, apresar de não aprenderem a soletrar o nome, podem aprender que gestalt não era um homem, mas uma palavra alemã.

A abordagem teórica se transporta para a área do ensino. O apresentador em perspectiva pode ter que ler livros sobre o ensino, incluindo a dinâmica da personalidade; o impacto do contato visual e numerosas outras matérias, as quais, na melhor das hipóteses, pode confundi-lo. Se não confusas, elas serão certamente não muito úteis quando ele se defrontar com uma turma. O futuro apresentador está procurando ajuda, não teoria; respostas para questões reais, não suposições ou irrealidades hipotéticas.


1.1.2 Extremo de Oratória


O reverso da moeda do teórico é a abordagem ultra “prática”. A oratória é ensinada por alguém, assim como um dramaturgo, e inclui todos os gestos, expressões faciais e movimentos de corpo adequados, etc.

O aluno aprenderá a não distrair o auditório sacudindo suas moedas no bolso ou jogando giz para o alto. Ele aprenderá a organizar sua palestra numa Introdução , Corpo e Conclusão. Em suma, ele será treinado para oratória. Será criticado pelo resto dos futuros apresentadores até estar convencido de sua fraqueza e saber onde estão seus pontos fortes.

Ele praticará perante os outros apresentadores e poderá se transformar num orador muito melhor.

Ele terá aulas sobre planejamento avançado (não nos objetivos, necessariamente, mas na preparação do guia do líder). A importância da auto-preparação será enfatizada porque “nenhum orador pode estar tranqüilo se não estiver seguro de si”.

Mas onde leva tudo isso? Pode tornar o futuro apresentador numa espécie de super-orador, com toda a confiança de um senador romano, mas sem nenhum sentimento em relação às necessidades do aluno. A verdade é esta, pode não haver ninguém assimilando sua apresentação. Com toda a confiança que ele construiu dentro de si, ele pode esquecer a verdadeira razão da aula. Pode esquecer que há vários alunos que não podem fazer alguma coisa, que necessitam saber algo, ou que estão fazendo alguma coisa errada. Sua tarefa não é inundá-los com oratória. Ele deve fazer com que eles vão a frente com suas necessidades de treinamento atingidas.

Se houvesse algum meio para se remover todos os estudantes toda vez que o apresentador esquecesse seu propósito de estar na sala de aula ele teria uma melhor perspectiva de sua posição na sala de aula. O apresentador a que foi dada uma porção de teoria sobre ensino ficaria chocado se os alunos desaparecessem toda vez que as teorias não funcionassem. O apresentador que se tornou tão auto-confiante com sua capacidade de oratória que se esqueceu da incapacidade dos alunos para lembrar palavras muito pouco usadas ficaria igualmente espantado se os mesmos se evaporassem toda vez que não pudessem seguir cada palavra sua.

Obviamente, não poderíamos fazer os alunos desaparecerem toda vez que surgisse uma má situação, mas o nosso treinamento para apresentador pode incluir uma garantia interior que o apresentador experimente (e saiba a diferença entre) bons e maus exemplos.



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