Trabalho: 30: Aprendendo muito mais do que ensinando: possibilidades de um trabalho de extensão em educação e meio ambiente



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Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária

Belo Horizonte – 12 a 15 de setembro de 2004


Aprendendo Muito Mais do que Ensinando: Possibilidades de um Trabalho de Extensão em Educação e Meio Ambiente
Área Temática de Meio Ambiente
Resumo

O texto que apresentamos está pautado num trabalho de extensão, desenvolvido na Escola de Educação Básica Celso Ramos no centro de Florianópolis/SC junto a uma turma de alunos de 4a série do Ensino Fundamental. Os encontros são semanais e se dão através da produção e desenvolvimento de oficinas de educação e meio ambiente. Este projeto está conectado aos demais trabalhos do Núcleo de Estudos Ambientais do curso de Geografia da UDESC e procura refletir sobre o processo de formação acadêmica que prepara o profissional exclusivamente no espaço universitário, isto é, vinculado as grades curriculares dos cursos aos quais os alunos estão matriculados. Por outro lado, objetiva a constituição de outros espaços de formação que se dêem fora dos muros institucionais. É nesse sentido que acreditamos no papel da extensão universitária: como um lócus capaz de desencadear conexões estreitas entre os diversos tipos de saberes e, com isso, ampliar a leitura de mundo do geógrafo em formação, assim como do grupo envolvido com o projeto, neste caso alunos de uma escola pública.


Autoras

Ana Maria Hoepers Preve (Prof. Msc. de Prática de Ensino no Curso de Geografia e Coordenadora do Núcleo de Estudos Ambientais – NEA/FAED/UDESC

Karina Rousseng Dal Pont (acadêmica da 7° período do Curso de Geografia e bolsista de extensão de Núcleo de Estudos Ambientais- NEA/UDESC
Instituição

Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC


Palavras-chave: oficina; meio ambiente; extensão universitária
Introdução e objetivo

Através deste artigo iremos narrar a experiência de um projeto de extensão em educação e meio ambiente que se encontra em desenvolvimento desde 2003, vinculado ao Núcleo de Estudos Ambientais (NEA) do curso de Geografia da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Paralelo a esta narrativa faremos uma reflexão a cerca da importância da extensão universitária para o acadêmico em formação, e principalmente para o futuro educador em geografia.

Os cursos de licenciatura apresentam alguns problemas básicos para a formação do educador. O primeiro e, talvez, o maior desses problemas que convém destacar é a falta de uma cultura da licenciatura nos cursos de formação de professores, bem como a falta de envolvimento dos estudantes com trabalhos de extensão e, também, com a pesquisa em ensino. Essa quase inexistência de pesquisa e extensão num curso de Licenciatura faz com que a habilitação seja um efeito protocolar dissociado de um trabalho efetivo de formação docente.

Por outro lado, essa quase inexistência, forma um profissional que aprende ( durante seus quatro anos de universidade ( que é preciso muita teoria, muito estudo, muitas palavras diferentes e complexas para poder dizer alguma coisa para o outro. Esse modelo de formação, arraigado às nossas universidades, produz como efeito um profissional detentor de verdades que sairá por aí a ensinar o que aprendeu das teorias geográficas sem considerar as referências locais dos grupos com os quais estará atuando. O professor, formado neste esquema, reproduz passo a passo àquilo que lhe foi transmitido.

Muitas vezes o curso em licenciatura, por sua organização de currículo, coloca o futuro educador em contato com a escola e a sala de aula apenas no último ano do curso, negando possibilidades ao acadêmico de tecer as relações entre os bancos da academia e outras práticas sociais. Inserido neste contexto, de dicotomias entre práticas e teorias, é que este projeto de desenvolve.

O NEA é um grupo formado por professores, alunos e interessados que estuda e discute as questões ambientais desde 1992 “configurando um tipo de prática formativa que une, convenientemente, ensino, pesquisa e extensão na formação de novos pesquisadores” (PREVE, 2003 p.506). A partir do ano de 2003 este núcleo centrou seu plano de trabalho na criação, no desenvolvimento e execução de oficinas pedagógicas em educação e meio ambiente em universidades e escolas públicas. Durante o ano de 2003 realizamos na Escola de Educação Básica Celso Ramos a oficina “A cidade não pára a cidade só cresce” com crianças e jovens, moradores de comunidades que se localizam nas encostas de morros do centro da Ilha de Santa Catarina (DAL PONT, 2003). No primeiro semestre de 2004 as possibilidades de continuidade destas experiências na instituição foram mantidas e, lá estamos com o projeto: “Educação Ambiental e Ensino de Geografia: limites e possibilidades na formação do educador em geografia”.

Ainda neste mesmo semestre o NEA participou do 1° Encontro dos Cursos de Pedagogia promovido pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e UDESC, oferecido a acadêmicos dos cursos de graduação e educadores em geral, com as oficinas “Meio Ambiente e Práticas em Educação” e “Meio Ambiente: olhares na cidade”. Há mais dois projetos em desenvolvimento no NEA: “Bicho Geográfico: a extensão como dinamizadora da pesquisa e do ensino”, este projeto visa articular possibilidades de extensão dentro da própria universidade, oportunizando aos estudantes de graduação um espaço complementar à sua formação universitária. E “É lixo que não acaba mais! Produção, destinos, consumo e modo de vida na sociedade contemporânea`` desenvolvido, também, em escolas públicas da grande Florianópolis/SC em turmas de 3a. e 4. séries do Ensino Fundamental”.

Através destes espaços abertos é que as possibilidades de desenvolvimento e execução das atividades em extensão se tornaram realidade no nosso grupo na universidade.

Nosso trabalho objetiva a constituição de espaços de formação que se dêem fora dos muros institucionais. É nesse sentido que acreditamos no papel da extensão universitária: como um lócus capaz de desencadear conexões entre os diversos tipos de saberes e, com isso, ampliar a leitura de mundo do geógrafo em formação, assim como do grupo envolvido com o projeto, neste caso alunos de uma escola pública.

CORRÊA, ao apresentar sua experiência com oficinas, reflete sobre os significados das mesmas , principalmente para aquele que a propõe: a oficina começa a se transforma em uma oportunidade para as pessoas dizerem, cada uma, a sua palavra em relação ao que estavam fazendo, ou seja, abriam-se possibilidades para diálogo que não tínhamos, até então, tido oportunidade de viver em sala de aula. O fazer juntos da oficina trazia à tona vivências da cada participante e era a circulação, a troca desses saberes, que enlaçava a todos (...) O conhecimento na oficina era produzido a partir destas singularidades, portanto possível de ser trabalhado por todas as pessoas, sem necessidades de pré-requisitos. (...).Desse modo, a oficina põe-se como um trabalho de formação de educadores, de pessoas capazes de criar situações de diálogo com as pessoas interessadas pelo que está sendo proposto. O emprego dessas estratégias visa antes à quebra de hierarquias tanto entre os saberes quanto entre as pessoas, o que levaria a situações de educação não autoritárias (2000, p.118).

As oficinas são as ferramentas que escolhemos para conversar com as pessoas a cerca das problemáticas ambientais que formam seus espaços; como sentem e como vêem suas casas e seu bairro (Morro do Mocotó) inseridos no movimento de metamorfose urbana da cidade de Florianópolis. Partindo dos saberes e das percepções dos participantes a cerca de seus lugares, busca-se identificar e problematizar questões ambientais que os alunos, moradores de um morro da capital julgam relevantes e, também, na medida em que as conveniências vão se dando pretende-se criar no grupo novos olhares na cidade em que vivemos. O projeto objetiva, também, a partir desse envolvimento com a comunidade escolar, refletir sobre o processo de formação de educadores em geografia considerando as experiências de extensão.
Metodologia

Muitos trabalhos em educação surgem a partir da eleição de temas de estudo que só interessam ao pesquisador, ou seja, este já sai da universidade com um pacote pronto que deverá ser aplicado junto às comunidades, como solução para alguma problemática ambiental eleita por ele, sem considerar os conhecimentos que as pessoas envolvidas possuem. O acadêmico em muitos casos preocupa-se apenas com o papel conscientizador de suas práticas como, por exemplo, quando propõe as crianças que separem seu lixo, ou que reciclem materiais como forma de poupar a natureza e sanar dessa forma o problema da produção do lixo em seus bairros. Nesse sentido é que “um trabalho de educação e meio ambiente precisa apontar temas/problemas do dia-a-dia que tenha algum significado para aquele que está envolvido no processo da oficina” (DAL PONT, 2003, p.553). Num processo de troca e construção de saberes, quem detêm o poder de ser um agente conscientizador?

A oficina pode ser encarada como meio de junção entre ensino, pesquisa e extensão, sendo necessário um estudo aprofundado a respeito do tema proposto e das ferramentas possíveis para serem utilizadas nestes espaços de educação. Esta experiência permite que o oficineiro escolha assuntos que mexam com suas vontades, que agucem seus sentidos, abrindo possibilidades de descobertas de outros universos. A procura por estratégias e ferramentas surge a partir da necessidade de criação de meios que levem ao entendimento do que se busca atingir com um trabalho de extensão em educação e meio ambiente.

Para Corrêa (2000 p.152): O trabalho do oficineiro na elaboração de estratégias que lhe permitirão dizer o que sabe, não visa facilitar o acesso das pessoas ao conhecimento que domina, muito menos criar um instrumento que sirva para elevar essas pessoas de uma cultura primeira a uma cultura elaborada, nem mesmo conscientizá-las (em um diálogo quem conscientiza quem?).Essas estratégias visam enfrentar aquilo que o oficineiro conhece com o que os outros conhecem.

As ferramentas manuseadas para o desenvolvimento deste trabalho foram: dinâmicas em grupo, construção de painéis através de colagens e pinturas, discussão de documentários, pesquisa em textos de jornais e revistas, letras de músicas, saídas de campo, análise de fotografias aéreas, produção das fotografias sem filme entre outras. Lembrando que estas atividades não são aplicadas como soluções prontas para as deficiências ambientais e sociais do Morro do Mocotó, mas surgem como um caminho possível a ser trilhado e construído juntamente com os saberes daqueles que participam dos encontros.
Resultados e discussão

Apresentamos aqui experimentos que aconteceram em espaços distintos, com grupos distintos, que explicitam os movimentos deste trabalho em extensão. Em primeiro lugar falaremos de uma experiência na UFSC, com professores e acadêmicas do curso de Pedagogia, e posteriormente o que acontece na Escola de Educação Básica Celso Ramos, com uma turma da 4 ª série de Ensino Fundamental.

Inspiradas em trabalhos realizados pelo Grupo Tecendo (coordenado pelo professor Leandro Belinaso Guimarães do curso de Biologia da UFSC), foi construída uma dinâmica de campo denominada “Fotografias sem filmes” para ser utilizada no 1º Encontro de Pedagogia na UFSC. Esta atividade é um exercício de observação, que visa aguçar as percepções visuais das participantes a cerca dos “detalhes” urbanos que formam o entorno da universidade. A dinâmica aconteceu após um espaço de diálogos que foi subsidiado por leituras de textos, matérias de revistas e músicas introduzidas na oficina como formas de construção de uma análise a respeito das transformações ocorridas em nossa cidade. As participantes formariam duplas e cada dupla faria duas fotografias, sendo que cada indivíduo faria uma, no decorrer de uma caminhada sem destino prévio pelos arredores da cidade universitária. As fotografias não seriam produzidas por máquinas, mas sim, apenas visualizadas através de uma moldura de papel cartão, vazada em seu centro, e reveladas através de desenhos em cartolinas que seriam socializadas posteriormente para o grande grupo. Um indivíduo da dupla, de olhos vendados, seria conduzido pelo colega que caminharia de olhos abertos. Este último escolheria momentos para mostrar suas imagens produzidas no interior da moldura. Depois, as duplas trocariam de posições, ou seja, quem estava de olhos vendados agora passaria a caminhar de olhos abertos.

Vários momentos diferentes foram percebidos e fotografados pelas participantes, como por exemplo: em uma das revelações foi ilustrada a ocupação dos morros do entorno da universidade por construções paupérrimas, a presença da cor verde surgindo como um indicativo da presença de árvores e vegetação nestas áreas junto com esta ocupação, outra figura revelou o olhar de uma das participantes em momentos de socialização dos universitários no campus da UFSC, a preocupação com o lixo foi ilustrada através do desenho de lixeiras e de várias “bitucas” de cigarro, papéis de bala, garrafas plásticas jogadas nas ruas.

Após a dinâmica conversamos a respeito das diferentes percepções ambientais que são geradas dentro de um grupo, e “que perceber o ambiente apenas pela visão é um problema, pois não deixamos aflorar outros sentidos” (Guimarães, 2002). Constatamos ao final do exercício que muitas vezes, devido ao modo de vida atual, passamos pelos lugares sem perceber os elementos que os constituem, não vivenciamos esses instantes devido a preocupações futuras que nos impedem de incorporar os cheiros, os barulhos e as cores dos ambientes presentes. Este é um dos fatores limitantes que nos tornam, a cada dia, mais insensível e desconectados com as mudanças e transformações das geografias da nossa cidade.

No decorrer do primeiro semestre de 2004, continuamos as “visitas” semanais a Escola de Educação Básica Celso Ramos, mais especificamente com uma turma de 4ª série. As oficinas acontecem neste espaço por existir uma abertura por parte de direção escolar, e a vontade desta instituição de manter a troca de experiências com a universidade devido ao reconhecimento dos trabalhos propostos e realizados pelo NEA. É importante salientar que neste momento o trabalho acontece apenas com uma turma em particular, e não com todos os alunos da escola ou moradores da comunidade, que gostariam de estar ali participando das oficinas.

Com muitos lápis coloridos, giz de cera, tintas, papéis, revistas, textos, assim fomos parar naquela sala de aula. Deixando claro que este trabalho de extensão não possui como objetivo o “repasse” de conteúdos específico de geografia ou meio ambiente, e que as pessoas que participam destas atividades não necessitam possuir pré-requisitos a respeito do tema que é abordado. Através das atividades propostas se deseja descobrir onde as crianças moram e como elas se colocam em seus lugares, o que reconhecem e o que desconhecem a respeito do seu bairro e da cidade de Florianópolis. E na medida em que as atividades vão se desenvolvendo os cenários urbanos vão sendo pintados, escritos e falados como, por exemplo, neste trecho de uma redação de um aluno extraído após uma dinâmica realizada com a música de Chico Science e Nação Zumbi, A cidade.

“Eu moro no Morro da Queimada, e como todo morro tem: marginalidade, tiroteio, a droga é liberada, o esgota é a céu aberto, o povo acoberta os traficantes, não tem lazer, nem coleta de lixo, estão queimando e derrubando as árvores e acabando com nosso verde. Quando chove destrói as escadas que são de barro ou até de madeira, e a polícia está todos os dias no morro. Tenho 15 anos, nasci em Florianópolis e acho esta cidade maravilhosa”.

Esta música foi utilizada para promover uma reflexão acerca das mudanças urbanas que ocorrem na cidade de Florianópolis. Em outra atividade chamada de “Como é o meu bairro?”, os participantes puderam descrever como eles vêem seus espaços. Um aluno de 10 anos escreveu o seguinte:

“O meu Morro e violento e quase todos os dias dá tiroteio mais em troca é cheio de arvores vários tipos de arvores, tem mais e arvore de manga e eu pego manga quando volto da escola (...) No meu Morro a policia sobe todos os dias e as pessoas que tão na rua vai pra parede e as crianças que estão na rua tem que entra então a policia revista todo mundo o meu bairro e a Mariquinha``

Num primeiro encontro deste ano quando foi realizada uma dinâmica para se saber onde cada aluno residia, surgiram vários comentários após as apresentações, como este: “Nossa, tu moras na Lagoa?... Mas onde fica a Lagoa?” A resposta, a princípio, nos deixou surpresas pois logo pensamos: como a maioria das crianças não sabe dizer onde fica a Lagoa da Conceição (um dos pontos turísticos mais visitados da Ilha de Santa Catarina)? Poderíamos, a partir desta constatação, apontar diversos fatores que explicam este desconhecimento: por serem bastante novos, já que, a maioria das crianças, possui entre sete e quatorze anos; ou, ainda, por não terem condições financeiras para fazerem o deslocamento até estes lugares dentre outros. Mas, antes de qualquer comentário acerca do que conhecem e não conhecem na cidade vale considerar a reflexão que fizemos após nossa surpresa: conhecemos o Morro do Mocotó, local onde vivem desde que nasceram? Achamos estranho o fato deles não conhecerem uma parte da cidade, no entanto, levamos algum tempo para pensarmos o inverso. Na verdade, não conhecemos seus lugares e isso não gera nenhum estranhamento.
Conclusões

O pensamento universitário, na maioria das vezes, se coloca como o que está à frente de uma sociedade e, portanto, se considera capaz de apresentar as soluções para todas as problemáticas que se apresentam numa sociedade. Por sua vez, os projetos de extensão querem resolver os problemas da escola, comunidade, mais ainda, ele pretende, numa linguagem freiriana, conscientizar seu grupo de ação para juntos transformarem aquela realidade. Os trabalhos de educação ambiental e, por conseguinte, os de extensão estão bastante ligados aos ideais de conscientização. O universitário, considerando-se detentor do saber verdadeiro, preocupa-se em levar a consciência ao mundo que está fora da universidade. Raramente nos perguntamos e/ou abrimos espaços em nossos trabalhos de extensão para questionarmos o papel cristalizado do pesquisador: transmitir o que cada um deve fazer para agir de forma “ecologicamente correta” na cidade em que vive.

A experiência do aprender muito mais que ensinar se reflete naquilo que descontruímos ao mesmo tempo em que construímos outros modos de encarar a pesquisa acadêmica; na forma como passamos a compreender o processo de formação universitária que separa o acadêmico das práticas sociais; e, também, quando o saber que obtivemos, estando fora da universidade, nos faz repensar o saber disciplinar.

É possível afirmar neste momento que a prática de extensão universitária, por provocar reflexões acerca da formação do graduando, deveria estar inserida nas grades curriculares dos cursos de graduação. Assim, poderíamos ter, como efeito desta junção ensino-pesquisa e extensão nos currículos de graduação, pessoas muito mais comprometidas com sua área de formação, com a sociedade como um todo e, principalmente, com suas práticas profissionais.


Referências bibliográficas

ALENCAR, Roberta e DESIDÉRIO, Raphaela de Toledo. Caixa de Leite, papel de bala e pacote de miojo: consumimos para produzir lixo?! Uma experiência com oficinas de educação e meio ambiente, 2004. (Texto Mimeo)

CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

CORREA, Guilherme C. Oficina: novos territórios em educação in PEY, Maria Oly (org.) Pedagogia libertária – experiências hoje. São Paulo: Imaginário, 2000.

DAL PONT, Karina Rousseng. “A cidade não pára a cidade só cresce”: relato de uma oficina de educação e meio ambiente in Anais do VI Congresso de Ecologia do Brasil. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1992.

FREIRE,P. A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 1985.

GUIMARÃES, Leandro Belinaso e outros. As problemáticas sócio-ambientais locais e a escola: narrativas de um curso de educação ambiental para professores in Anais do VIII Encontro “Perspectivas do Ensino de Biologia”. São Paulo: USP, 2002.



PREVE, Ana Maria Hoepers. Sexualidade, quem precisa disso? A trajetória de uma oficina. Florianópolis, UFSC, 1998. (Dissertação de Mestrado em Educação)

PREVE, Ana Maria Hoepers. Educação e Meio Ambiente: ensaios do Núcleo de Estudos Ambientais (NEA/UDESC) in Anais do VI Congresso de Ecologia do Brasil. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2003

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