Título do Instrumento especificaçÃo técnica



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Título do Instrumento
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA




Cod. Manual
MSE





ET-MN-SE-A.014/07





Sistema




Subsistema




Vigência

MANUTENÇÃO




SUBESTAÇÃO




01/07/2007




Inst./Equipamento


TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS





Assunto

TRATAMENTO ANTICORROSIVO DA CHAPARIA E PINTURA EXTERNA

EM TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS EM REPARO NO CORE




1. OBJETIVO
Esta Especificação Técnica estabelece os critérios básicos de procedimentos e a qualidade dos materiais necessários para contratação de serviços e execução de tratamento anti-corrosivo das superfícies da chaparia e pintura externa geral dos transformadores de instrumento em processo de reparo na Oficina Eletromecânica do CORE.
2. DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS

2.1 INSPEÇÃO VISUAL
A superfície a ser tratada deve ser inspecionada, visualmente, antes de ter inicio a qualquer procedimento de limpeza ou preparação da superfície. Durante a inspeção deverá ser marcado e mapeado os locais onde existam vestígios de óleo, graxa, cimentação, pontos de corrosão e outros materiais estranhos, onde também deverão ser anotados e mapeados os locais onde não há mais a demão da tinta de acabamento.
2.2 - PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE
A) Inicialmente remover toda corrosão identificada no item 2.1, por meio de ferramentas mecânicas. O grau de limpeza a ser obtido é o ST3 da Norma SIS 055900;
B) O tratamento deverá abranger não só as áreas com corrosão, mas também as áreas adjacentes, numa extensão de aproximadamente 10 cm, a partir de onde o substrato se apresente em boas condições (sem corrosão);
C) Após o tratamento das áreas com corrosão, fazer um lixamento manual, chanfrando as bordas da pintura adjacente numa extensão de aproximadamente 5 cm para melhorar as condições de aderência da tinta subseqüente. Em seguida remover o pó e outros resíduos da área tratada utilizando vassoura de pelo e ar comprimido seco;
D) Lavar todo equipamento com jato d’água quente aproximadamente 100C, com detergente inerte, com o objetivo de remover o teor de sais solúveis na superfície, óleo e graxa. Algum resíduo de óleo e graxa ou outros contaminantes mais aderentes à superfície, devem ser removidos por meio de solvente, com devido cuidado para não serem espalhados na superfície.

É recomendado adquirir os solventes que vão ser utilizados na limpeza (desengorduramento) do mesmo fabricante das tintas utilizadas no esquema de pintura dos equipamentos.


2.3 – ESQUEMAS DE PINTURA
A) TINTA DE FUNDO (EPOXI PIGMENTADA COM ALUMINIO)
Aplicar uma demão de tinta de fundo à base de resina EPOXI pigmentada com alumínio, com uma espessura de película seca de  80 micro metros, em conformidade com a Norma N-2288 da PETROBRAS, por meio de trincha ou rolo, em todas as áreas que foram tratadas, conforme item 2.2.
B) TINTA INTERMEDIARIA (EPOXI POLIAMIDA)
Aplicar uma demão de tinta intermediária a base de resina EPOXI curada com poliamida, com uma espessura de película seca de  120 micro metros, em conformidade com a Norma N-1211 da PETROBRAS, por meio de trincha ou rolo, em todas áreas que sofreram tratamentos e pintura de fundo, conforme itens 2.2 e 2.3.A, respectivamente.
C) TINTA DE ACABAMENTO (BASE DE RESINA ALQUIDICA)
Aplicar uma camada de tinta de acabamento a base de resina alquímica, na cor cinza Munsel 6.5 para o tanque e vermelho Ferrari para o cabeçote, ambas com uma espessura de película seca de no mínimo 30 micros metros, conforme Norma N-2492 PETROBRAS.
Obs.: Em todas as etapas de aplicação das tintas deve-se seguir rigorosamente o boletim técnico do fabricante da tinta observando :
1. Tempo de secagem ao toque

2. Tempo de secagem para repintura / demão

3. Tempo de cura

4. Tempo de vida útil da mistura

5. Tipo de aplicação (pistola / rolo / trincha)

6. Diluição / homogeneização

7. Para diluir a tinta usar o diluente recomendado pelo fabricante da tinta.
2.4 – ENSAIO, INSPEÇÃO E VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE DA PINTURA
Nesta seção estão indicados os ensaios que a CHESF exige como requisito mínimo e obrigatório, necessários para avaliação da qualidade da pintura, todas inspeções, ensaios e avaliação dos trabalhos, que serão efetuados por um inspetor de pintura da contratada, devidamente certificado pela ABRACO - Associação Brasileira de Corrosão, com supervisão de outro da CHESF.
2.4.1 - Verificação da qualidade da pintura
A espessura das camadas de película obedecerá aos seguintes critérios:

A - Para cada área de pintura, efetuar 01 (uma) medição sobre o filme seco em pontos separados do tanque e cabeçote, em cada demão de tinta e ao final dos trabalhos, após aplicação da última demão de tinta.


B - Para cada medição em um mesmo ponto deverá ser feita no mínimo 03 (três) leituras, e o valor a ser considerado será a média das leituras efetuadas.
C - As medições não deverão ser feitas em pontos a menos de 2,5 cm de descontinuidades tais como: furos, cantos, pontas etc.
D - A tolerância sobre as espessuras especificadas será de  10 micro metros ou 10% do valor especificado nas Normas Petrobrás N-2135 e MB-1333.

2.4.2 - O ensaio de aderência das películas de tintas aplicadas será efetuado após a aplicação de cada demão, obedecendo seu tempo de cura, segundo as Normas N-2241 Petrobrás e ASTM-D3359. O método será o de corte em “X” com aderência mínima aceitável padrão “3X”.


2.4.3 - Aspecto final da pintura quanto a descontinuidade, escorrimento e empolamento, deverá ser conforme Norma N-2137 e N-13d da Petrobrás.
3. FORNECIMENTO DE MATERIAL
O fornecimento de todo material de limpeza e tratamento da superfície ficará por conta da firma contratada, bem como as tintas de fundo à base de resina EPOXI pigmentada com alumínio, intermediária a base de resina EPOXI curada com poliamida e de acabamento a base de resina alquímica, mencionadas no item 2.3 – Esquema de Pintura.
4. LOCAL DA PINTURA E TRANSPORTE
A pintura deverá ser realizada nas dependências da contratada, em local abrigado, isento de poeira e substâncias contaminantes sujeitas a aderirem na superfície em tratamento a CHESF ficará encarregada pelo transporte dos equipamentos da oficina eletromecânica do CORE, no Bongi – Recife/PE, para pintura e seu retorno pós-pintura.
5. DOCUMENTAÇÕES DA CONTRATADA
5.1 - A Empresa contratada deverá apresentar documentação comprobatória de experiência anterior em trabalhos similares de tratamento anti-corrosivo e pintura industrial ou naval, emitimos por Pessoa Jurídica e Certidão comprovando a participação do(s) responsável(eis) técnico(s) em atividades de supervisão, coordenação, fiscalização, direção e execução de serviços similares.
5.2 - Apresentar cópia autenticada do Certificado de Inspetor de Pintura do seu responsável técnico, emitido pela Associação Brasileira de Corrosão - ABRACO.




Edição
1a.


Elaboração


Aprovação

Órgão Emitente
CORE


Data Emissão
01/07/2007

Fôlha
0/03





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