Título em português não excedendo 20 palavras exceto preposições



Baixar 61.18 Kb.
Encontro03.02.2018
Tamanho61.18 Kb.




FACULDADE CIDADE VERDE

FACULDADE DE TECNOLOGIA IBRATE


EFICÁCIA DA TERAPIA FÍSICA COMPLEXA COMO TRATAMENTO CONSERVADOR DE LINFEDEMA PÓS CÂNCER DE MAMA – ESTUDO DE CASO
VIVIANI GRANGEIRO DE CARVALHO CURY


CURITIBA

2014

FACULDADE CIDADE VERDE

FACULDADE DE TECNOLOGIA IBRATE

EFICÁCIA DA TERAPIA FÍSICA COMPLEXA COMO TRATAMENTO CONSERVADOR DE LINFEDEMA PÓS CÂNCER DE MAMA – ESTUDO DE CASO

Trabalho final apresentado como requisito

parcial à conclusão do curso de pós

graduação Latu Sensu em Fisioterapia

Dermato Funcional sob a orientação da

Professora Flávia Juliane Busarello Dutra.


CURITIBA


2014

EFICÁCIA DA TERAPIA FÍSICA COMPLEXA COMO TRATAMENTO CONSERVADOR DE LINFEDEMA PÓS CÂNCER DE MAMA – ESTUDO DE CASO
VIVIANI GRANGEIRO DE CARVALHO CURY
RESUMO

O câncer de mama provoca grande impacto na vida física, social, sexual e profissional da mulher não somente pela doença propriamente dita, mas também em decorrência do tratamento que muitas vezes pode determinar alta morbidade. O tratamento de escolha para o câncer de mama é a cirurgia com linfadenectomia axilar seguida de radioterapia, dependendo, é claro, entre outros fatores, do estadiamento. A linfadenectomia axilar e a radioterapia são as principais causas do surgimento e desenvolvimento do linfedema, que é uma patologia grave, de caráter progressivo, desfigurante, causadora de incapacidade funcional se não for tratada (7). Este trabalho objetivou demonstrar a redução do linfedema com o uso da primeira fase da terapia física complexa. A terapia física complexa é definida como um complexo fisioterápico para o tratamento do linfedema, composta de drenagem linfática manual, enfaixamento compressivo funcional, cinesioterapia e cuidados com a pele (7, 12)


ABSTRACT

The breast câncer causes a huge impact in the physical, social, sexual and Professional life to women, not only because of the disease, itself but also because of the treatment that usually causes morbidity. The choosen treatment of breast cancer is surgery with axilary node dissection that may be followed by radiotherapy are the mainly causes of the appereance and development of lymphoedema which is a serious, progressive and disfiguring pathology that causes fuctional impairment if not treated. This work had the purpose of demonstrating the reduction of the lymphoedema using the first phase of the complex physical terapy. The complex physical terapy is defined as a physiotherapic complex to treatment of lymphoedema, composed by manual lymph drainage, skin care, kinesiotherapy and functional bandaging(7,12).



Palavras-chave – Linfedema, Terapia Física Complexa.

SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO

2 MATERIAIS E MÉTODOS

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

4 CONCLUSÕES

5 REFERÊNCIAS
ANEXO 1 FOTOS

ANEXO 2 FICHA DE AVALIAÇÃO

ANEXO 3 TCLE - TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

ANEXO 4 CARTA DE AUTORIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO COLABORADORA

1 INTRODUÇÃO

O câncer de mama é tão antigo quanto a espécie humana, havendo documentação a respeito com data de 3.000 a.C. (1)

A mama é o órgão que mais frequentemente abriga o sitio primário de um câncer feminino. O diagnóstico precoce permite maior sobrevida e a possibilidade de tratamentos mais conservadores, resultando em uma menor morbidade e melhor qualidade de vida.

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos a cada ano. Ocupa o segundo de maior acometimento no mundo.(2 e 3)

O tratamento do câncer de mama é basicamente feito através da cirurgia com linfadenectomia axilar homolateral à mama acometida pelo câncer e radioterapia. A quimioterapia pode ser utilizada nos casos de evidencia ou mesmo suspeita de doença disseminada, bem como a hormonioterapia nos casos de tumores hormoniodependentes. (4)

O tratamento cirúrgico pode ser discutido a partir de Halsted.

Halsted em 1864 desenvolveu a técnica de mastectomia radical (compreende a remoção da mama, músculos peitorais e cadeia axilar). No final do século 19 o tratamento cirúrgico tornou-se menos invasivo pela possibilidade de preservação do músculo peitoral com o advento da mastectomia radical modificada. A partir daí e no século 20, com o desenvolvimento da radioterapia, esse procedimento foi adotado como o de escolha para o tratamento do câncer de mama. (5, 12)

Sabe-se que a radioterapia causa danos ao sistema vascular, podendo ocorrer alterações na camada íntima dos vasos sanguíneos, com conseqüente redução do fluxo sanguíneo e trombose progressiva. (6)

Sendo o sistema linfático uma via secundária de acesso por onde líquidos provenientes do interstício são devolvidos ao sangue, é compreensível que a alteração vascular causada pelo tratamento radioterápico interfira de forma significativa na drenagem da linfa, podendo causar linfedema. Um aumento da reação fibrótica e uma esclerose subcutânea podem se instalar, produzindo uma estase linfática, agravando o linfedema. (7)

O linfedema é definido por FÖLDI como resultado ou conseqüência de uma insuficiência na capacidade de transporte, no fluxo linfático e na absorção da linfa. (8)

O linfedema é a complicação mais comum após a mastectomia, considerada uma doença crônica, progressiva e incurável.(9)

No linfedema ocorre uma falha ou insuficiência do sistema vascular linfático. O desequilíbrio entre a carga normal das proteínas linfáticas (resultante de uma passagem contínua de proteínas do plasma através da parede dos capilares sanguíneos) e uma diminuição da capacidade de transporte vascular da linfa, combinado com uma inadequada proteólise de tecido resulta na estagnação de proteínas do plasma no interstício. Como conseqüência, tem-se um edema de alta concentração protéica. (10)

A linfadenectomia axilar é a causa primária da estase linfática, mesmo com a preservação dos músculos peitorais maior e menor. (08 e 11) ZUCALI relata que a ausência anatômica de algumas vias linfáticas toráxicas posteriores, as infecções, os seromas, as linfangites, as limitações funcionais, as distrofias simpaticoreflexas, a obesidade, o diabetes e as variações hormonais, ponderais e pressóricas são fatores importantes no surgimento e desenvolvimento do linfedema.

O diagnóstico do linfedema é obtido através de uma cuidadosa história clínica e do exame físico. No Brasil, há poucos estudos que demonstrem a prevalência de linfedema. Segundo o INCA a prevalência de linfedema em mulheres submetidas a tratamento de câncer de mama oscila entre 16,2% e 30,7%. Essa diferença de valores é dependente do método de investigação utilizado para definir o linfedema. (2) Apesar de o exame clínico, usualmente, ser suficiente para o diagnóstico do linfedema, o estudo da linfocintilografia revela a fisiopatologia do sistema linfático e pode permitir o diagnóstico em determinados casos.(12)

O tratamento conservador é dividido em: medicamentoso e fisioterapêutico. Com essa abordagem, tem-se obtido sucesso em aproximadamente 60% a 80% das pacientes. (13)

A terapia física complexa (TFC) para o tratamento do linfedema foi descrita por FÖLDI e CASLEY-SMITH em 1983. (08 e 14) O consenso da sociedade internacional de linfologia (2003) considera o tratamento de primeira escolha, que se trata de uma terapia não invasiva, eficaz e de baixo custo.

O tratamento do linfedema através da TFC tem como fundamento a teoria de Starling e Winiwarter, onde forças contrárias atuam na membrana capilar, movimentando líquido dos capilares arteriais para o interstício e deste para os capilares venosos e linfáticos. Tanto a absorção quanto o fluxo linfático são influenciados por fatores extrínsecos, dentre eles a TFC.

Segundo a literatura recente a TFC é um dos métodos de tratamento mais indicados para redução e controle do linfedema, seu conjunto de ações oferece bons resultados, trazendo melhora para a qualidade de vida de seus portadores.(12, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21 e 22)

A TFC é dividida em duas fases: a primeira, intensiva, composta por drenagem linfática manual, enfaixamento compressivo, exercícios e cuidados com a pele; objetiva a máxima redução do linfedema com conseqüente melhora da função do membro acometido; a segunda é a fase de manutenção onde se faz uso de contenções elásticas associada a exercícios e auto-massagem.

Classificação:primário e secundário. O linfedema primário é de origem congênita e o secundário decorrente de lesões teciduais, recidivas de erisipela e celulite, metástases de tumores malignos, ressecção cirúrgica de nódulos linfáticos, fibrose pós radioterapia, estase venosa, obesidade.(7,9).

Os exercícios miolinfocinéticos são indicados para a atividade muscular e recuperar a amplitude de movimentos das articulações comprometidas. Medidas higiênicas e dietéticas melhoram o trofismo cutâneo prevenindo infecções bacterianas e micóticas. As lesões que rompem a integridade da pele, como retirada de cutícula, depilação com lâminas, queimaduras, devem ser evitadas. A compressão se faz de forma inelástica ou elástica. Inelástica: realizada através de várias camadas de material inelástico no sentido mão-ombro, protegendo áreas de proeminência óssea e articular, configurando o membro com uma forma cilíndrica e evitando estrangulamento dos tecidos. Na compressão elástica, utilizam-se luvas de média/alta compressão para manter a redução da circunferência do membro após a retirada das bandagens inelásticas. (12)
Este estudo tem por objetivo demonstrar a redução do linfedema de membro superior pós mastectomia na fase intensiva da TFC.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

A motivação deste trabalho é a possibilidade de minimizar as disfunções físicas e estéticas decorrentes do linfedema proporcionando a mulher um retorno mais rápido às suas atividades familiares, sociais e profissionais; os excelentes resultados descritos na literatura acerca da TFC, como sendo um tratamento capaz de tornar esse objetivo possível.


Tipo de Pesquisa: Trata-se de um estudo descritivo de 01 (um) caso de linfedema pós câncer de mama tratado por meio da terapia física complexa.
População e Amostra

Este estudo foi realizado com uma paciente de 60 anos, branca, submetida à mastectomia de Halsted em 1990, portadora de linfedema de membro superior.

No tratamento adjuvante aplicado, através de radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia, ficou constatado que, 6 (seis) meses após o término da radioterapia, ocorreu a formação de linfedema.

Paciente submetida a cirurgia plástica reconstrutora em 2007, através da técnica TRAM, e permanece até hoje com acompanhamento médico.

A paciente concorda com o estudo, motivo pelo qual assina o termo de consentimento livre e esclarecido, comprometendo-se a comparecer às sessões, conforme determinadas para o tratamento.

Como critério de exclusão: não apresentar processo inflamatório ou infeccioso durante o tratamento.

A pesquisa foi realizada durante 5 (cinco) semanas, total de 10 (dez) sessões, com duração de 50 (cinqüenta) minutos cada sessão, sendo 2 (duas) sessões semanais, nas dependências da Clínica Corpus – Centro de Pilates e Estética.

A paciente foi avaliada através da ficha de avaliação (ANEXO 2), contemplando exame físico e funcional, realizado por inspeção, palpação e perimetria, documentados com fotos.

A terapia física complexa é composta por 4 aspectos, quais sejam: higiene da pele, linfodrenagem manual, enfaixamento compressivo e exercícios miolinfocinéticos. Após inspeção da pele iniciaram-se as primeiras técnicas de linfodrenagem manual, ou seja, manobras de evacuação: ganglionares, realizadas nos grupamentos ganglionares axilar contralateral e inguinal homolateral ao membro linfedematoso; as manobras em ondas, realizadas em direção à esses dois grupamentos ganglionares já massageados e as manobras combinadas, realizadas em direção aos grupamentos ganglionares axilar contralateral e inguinal homolateral simultaneamente. Num segundo processo foram aplicadas as manobras de captação realizadas na região afetada pelo linfedema com a finalidade de aumentar a absorção pelos capilares linfáticos. As manobras são em ondas, realizadas no sentido da drenagem linfática fisiológica, no sentido proximal distal, divididas em terços e as manobras em bracelete. Após as manobras de linfodrenagem foi realizado o enfaixamento compressivo, seguido de cinesioterapia: exercícios ativos de elevação, depressão, abdução e adução da cintura escapular; flexão, extensão, rotação interna e externa, abdução, adução e circundação do ombro; prono-supinação do antebraço; flexo-extensão do punho e dedos e exercícios isométricos.

Nas primeiras sessões foram realizadas as manobras de evacuação, seguidas de enfaixamento e exercícios.

A partir da quarta sessão, além de manobras de evacuação, foram iniciadas as de captação e bracelete, seguidas de enfaixamento e exercícios até a décima sessão.

Em todas as sessões a pele foi observada, assim como a palpação e atenção às queixas da paciente com relação ao enfaixamento.

A paciente foi orientada quanto aos cuidados de higiene, com relação às unhas e dedos, descartando possibilidade de micoses e doenças dermatológicas.

A paciente permaneceu enfaixada de uma sessão à outra, retirando o enfaixamento uma hora antes do atendimento.

Período de atendimento: setembro a outubro de 2013.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

A paciente estudada foi submetida a linfadenectomia axilar no ano de 1990 e apresentou condições normais de pele durante o tratamento. Tem 60 anos, submetida a histerectomia em 1992, queixa principal na avaliação: linfedema de membro superior e dor. Doenças associadas: artrose e hipotireoidismo. Menopausa precoce aos 38 anos de idade, medicamentos em uso: puran T4, raloxifeno, cálcio e vitamina D. Nega atividades físicas. Dor localizada em ombro, VAS:5. Tipo de cirurgia realizada: mastectomia radical de Halsted com esvaziamento de vinte linfonodos axilares. Tempo de linfedema até a entrevista foi de 18 anos. A reconstrução mamária tipo TRAM foi realizada em 2007.







Data: 23.09.2013

Data: 28.10.2013




Padrão

Controle

# cm

Padrão

Controle

# cm

15 cm Acima Olecrano

31

41

10

31

36

5

15 cm Abaixo Olecrano

22

38

16

22

30

8

Punho

18

22

4

18

18

0




 

 

 

 

 

 




 

 

 

 

 

 

TABELA 1: Distribuição da perimetria antes e depois do tratamento com TFC.

As fotos referentes ao tratamento e sua evolução estão no anexo 1.

Entende-se como padrão o membro livre de linfedema e controle como o membro com linfedema. Na perimetria, a circunferência foi obtida estando a paciente com o braço em abdução, antebraço fletido e mão apoiada em tórax.

Observou-se redução do linfedema após 10 sessões da aplicação da TFC nas três medidas estabelecidas para comparação.

Conforme Rezende et al (2010), o linfedema é a complicação mais comum após a mastectomia, definindo-se como o acúmulo anormal de linfa no espaço intersticial, considerada uma doença crônica progressiva e, geralmente, incurável.

De acordo com Panobianco et al (2009); Ojeda et al (2009); Godoy et al (2003), a TFC é, um dos métodos atuais mais utilizados para tratamento do linfedema com resultados satisfatórios para a condição crônica do quadro.

Luz e Lima (2011) em sua pesquisa, apresentaram eficácia da técnica que agiu de forma isolada.

Os autores relatam que a fase intensiva desse tratamento tem duração de 2 a 4 semanas e somente é finalizada quando alcança a máxima redução do linfedema, sendo essa a constatação diante do tratamento realizado neste estudo.

Santos et al (2010) também destacou a eficiência dos efeitos da TFC no alívio dos sintomas decorrentes do linfedema, como peso do membro, tumefação, diminuição de qualidade de vida e auto estima, também observados neste caso.



4 CONCLUSÕES

Através deste estudo foi possível confirmar a eficácia da TFC na redução do linfedema da paciente com câncer de mama submetida à linfadenectomia axilar e radioterapia.

A TFC foi aplicada durante 5 semanas consecutivas e a paciente apresentou redução do linfedema ao final desse prazo.

A forma de tratamento que se mostra mais eficaz para pacientes com linfedema atualmente é a TFC.

Diante deste estudo, sugere-se que novas pesquisas sejam realizadas a fim de evidenciar conhecimentos sobre a TFC, proporcionando bons resultados às portadoras de linfedema submetidas a tratamento do câncer de mama.

A atuação do fisioterapeuta na equipe multiprofissional que presta atendimento às pacientes com câncer de mama é imprescindível, haja vista que, os resultados obtidos neste estudo com a TFC foram satisfatórios, contribuindo para o restabelecimento, não somente físico, mas também pessoal e estético. A redução do linfedema possibilita à mulher uma melhor movimentação do membro com conseqüente retorno às atividades de vida diárias, bem como o uso de roupas e artefatos que anteriormente não usava.

Contribuir com o processo de reabilitação da mulher com o câncer de mama foi a grande motivação deste estudo e nos leva a refletir que, sendo o câncer uma doença que gera alterações importantes em todos os âmbitos da vida da mulher, são necessárias ações multidisciplinares e sistematizadas para o atendimento desse grupo de pacientes.

5 REFERÊNCIAS

1 – ELZIRICK, C.L.: FERREIRA, P.E. Aspectos psicológicos no tratamento do câncer. IN: SCHWARTSMANN, G. Oncologia clínica princípios e prática. Artes Médicas, Porto Alegre, p. 481 – 487, 1991.


2 – Instituto Nacional do Câncer (INCA), 2012. Disponível em http://www.inca.gov.br, acesso em 20.09.2013.
3 – LAHOZ, Manoela de Assis et al. Capacidade Funcional e Qualidade de Vida em Mulheres Pós Mastectomizadas. Revista Brasileira de Cancerologia, v.4, n.54, p.423-430, 2010.
4 – RIBALTA, J.C.L. Quimioterapia antiblástica em ginecologia. IN: PRADO, F.C.; ALMEIDA RAMOS, J. de, VALLE, J.R. do (org.) Atualização terapêutica. 15 ed., Artes Médicas, São Paulo, 1991.
5 – MENKE, C.H.; BIAZUS, J.V. Tratamento cirúrgico do câncer de mama. IN: SCHWARTSMANN, G. Oncologia clínica: princípios e prática. Artes Médicas, Porto Alegre, cap.28, p.289, 1991.
6 – HANHAM, I.W.F. Radioterapia. IN: HOSSFELD, D.F.; SHERMAN, C.D. (ed) Manual de oncologia clínica. 5 ed., São Paulo, Fundação Oncocentro, p.117 – 124, 1991.
7 – CAMARGO, M.C.; MARX, A.G. Reabilitação física no câncer de mama. São Paulo: Roca; 2000.
8 – FÖLDI, M; CASLEY-SMITH, J.R. LYMPHANGIOLOGY 1. ed. Ed. Schattauer, New York, cap. 23, 1983.
9 – REZENDE, Laura Ferreira et al. Avaliação dos fatores de riscos de linfedema pós tratamento do câncer de mama. J Vasc Bras, v.4, n.9. p. 233 – 238, 2010.
10 – FÖLDI, E.; FÖLDI, M.; WEISSLEDER, H. Conservative treatment of lymphoedema of the limbs. J. Vasc. Diseases. v.36, n.3, p. 171 – 180, 1985.
11 – ZUCALI, R. A radioterapia após cirurgia conservadora. IN: VERONESI, U.; LUINI, A.: ANDREOLI, C. A conservação da mama. Indicações e técnicas de quadrantectomia, dissecção axilar e radioterapia no câncer de mama. 1 ed., Ed. Ícone. São Paulo, cap.11. p. 145 – 159, 1992.
12 – SQUARCINO, Isabelle M et al. Fisioterapia no linfedema secundário à mastectomia. Arq. Med ABC, v.2, n.32, p. 64 – 67, 2007.
13 – PAPPAS, C.J.; & O´DONNELL, T.F. Long term results of compression treatment for lymphedema. J. Vasc. Surgery, 16:555 – 564, 1992.
14 – CAMARGO, M.C.; MARX, A.G.; SASAKI, T. Linfoterapia no tratamento do linfedema no pós operatório de câncer de mama./ Trabalho apresentado no 11. Congresso Brasileiro de Mastologia. Foz do Iguaçú, 1998.
15 – BATISTA, Rafaela de Oliveira et al. Linfoterapia: benefícios pós-reconstrução mamária. Medicina acadêmica, v.1, n.1, p. 1 – 23, jan/jul 2012.
16 – SANTOS, Daniela Avona dos et al. Atuação da fisioterapia no tratamento do linfedema após câncer de mama. Ensaios e Ciencia: C. Biológicas, Agrárias e da Saúde, v.14, n.1, p. 177 – 186, 2010.
17 – KIM S. J. et al. Efect of Complex Descongestive Terapy and the Quality of Life in breast Cancer Patients with Unilateral Lymphedema. Lymphology, v.40, p. 143 – 151, 2007.
18 – SALVATO, Izabelle Aloi Timeus; LONGORIA, Rafael Padilha. Impacto de la terapia física em el linfedema secundario a mastectomia con disseccion axilar en pacientes con câncer de mama. An Med (mex), v.2, n.54, p. 76 – 79, abr/jun 2009.
19 – PANOBIANCO, Marislei Sanches et al. Estudo de adesão às estratégias de prevenção e controle do linfedema em mastectomizadas. Esc Anna Nery Rev Enferm, v.1, n.13, p. 161 – 168, jan/mar 2009.
20 – OJEDA, Anya et al. Fisioterapia en el linfedema tras cancer de mama y reconstrucción mamária. Fisioterapia, v.2, n.31, p. 65 – 71, 2009.
21 – LUZ, Daiane Durvalin; LIMA, Andrea Conceição Gomes. Recursos fisioterapêuticos em linfedema pós-mastectomia: uma revisão de literatura. Fisioter. Mov, Curitiba, v.24, n.1, p. 191 – 200, jan/mar 2011.
22 – MEIRELLES, M. C. C. C. et al.; Avaliação de técnicas fisioterapêuticas no tratamento do linfedema pós cirurgia de mama em mulheres. Rev. bras. fisioter. São Carlos, v.10, n.4, p. 393 – 399, out/dez 2006.




Compartilhe com seus amigos:


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal