Tubulação Industrial



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SUMÁRIO



SUMÁRIO 2

TUBULAÇÃO INDUSTRIAL 4



Principais materiais para tubos 4

Processos de Fabricação de Tubos 5

Especificação de Materiais 14

Tubulação industrial 16

Diâmetros comerciais dos “Tubos para Condução” de aço 20

Espessuras de paredes dos “Tubos para Condução” de aço 21

Tubos de ferro fundido e de ferro forjado 23

Tubos de materiais não-metálicos 26

Principais meios de ligação de tubos 31

Flanges 35



Ligações Flangeadas 36

Tipos de Flanges para tubos 36

O ressalto tem 1/16" de altura para as classes de pressão 150# e 300#, e 1/4" de altura para as classes de pressão mais elevadas. A superfície do ressalto pode ser ranhurada (com ranhuras concêntricas ou espiraladas, também chamadas de "fonográficas") ou lisa, sendo as ranhuras espiraladas o acabamento mais comum e mais barato. De acordo com a norma MSS-SP-6, da "Manufacturers Standardization Society" (que não é seguida por todos os fabricantes), as ranhuras devem ter uma profundidade de até 0,15 mm e passo de 0,5 a1,0 mm. O ressalto liso pode ter vários graus de acabamento, de acordo com a necessidade do serviço ou o tipo da juntas; para serviços com hidrogênio em pressão superior a 4 kg/cm2, é normalmente exigido uma rugosidade média máxima de 0,003 mm (125 milionésimos de polegada). 39



Materiais, Fabricação, Classes e Diâmetros comerciais dos flanges de aço 40

38°C (100°F) — 19 kg/ cm² (275 psi) 41

Juntas 44

Juntas para flanges 44

Assim, as juntas duras, se por um lado resistem a pressões mais altas, por outro lado exigem maior perfeição no acabamento das faces dos flanges e no alinhamento dos tubos, e vice-versa. O material das juntas deverá ainda resistir à ação corrosiva do fluido, bem como a toda faixa possível de variação de temperaturas. 44

Parafusos 46

Parafusos e estojos para flanges 46

Meios de ligações 48



Ligações de ponta e bolsa 48

Juntas de expansão 52



Movimentos das juntas de expansão 54

Juntas de telescópio 55

Juntas de fole ou de sanfona 56

Purgadores de vapor, separadores diversos e filtros 59



Definição e finalidades do purgadores de vapor 59

Detalhes de instalação dos purgadores de vapor 62

Principais tipos de purgadores de vapor 64

Cálculo da quantidade de condensado a eliminar 72

a = área lateral unitária do tubo (pé²/pé). 72

Separadores 73

Outros dispositivos separadores 73

Filtros 76



Filtros para tubulações 76

Emprego das Tubulações Industriais 78



Classificação das Tubulações Industriais quanto ao emprego 78

Tubulações de transmissão hidráulica 78



Tubulações para água salgada 82

As tubulações para serviço contínuo com água salgada (para fins de refrigeração, por exemplo), constituem sempre um dos graves problemas de manutenção, devido à intensa corrosão a que estão sujeitas. A corrosão é agravada com a temperatura e também para velocidades de circulação muito altas ou muito baixas (ou nulas). Além da corrosão há ainda o problema da proliferação de algas, mariscos e outros organismos marinhos, que causam obstrução das tubulações e ataque biológico ao metal. Esse último problema pode ser reduzido ou controlado pela cloração prévia da água. 82



Tubulações para gases 88

Nas indústrias de processamento de fluidos existem quase sempre redes especiais de esgotos para fluidos residuais e também para a drenagem de emergência da instalação. Nessas tubulações os fluidos circulantes são os próprios fluidos que estão sendo processados. Por essa razão os materiais empregados são os mesmos das tubulações de processo, ou sejam, tubos de aço-carbono soldados a topo, na maioria dos casos. Essas tubulações são geralmente acima do solo e trabalham com temperaturas e pressões baixas. A drenagem de emergência pode ser feita succionando-se com bombas os fluidos contidos no sistema (pumpout), ou deixando-se os fluidos serem expulsos pela própria pressão do sistema (blow down). 91

Detalhes de tubulação 96

Suportes de tubulação 106



Definição e classificação dos suportes de tubulação 106

Suportes imóveis 107

Nos suportes de tubulação procura-se geralmente evitar o contato direto entre os tubos e a superfície de apoio, com a finalidade de permitir a pintura da face inferior dos tubos e da própria superfície de apoio. Um dos recursos usados para evitar esse contato direto é a colocação de um vergalhão de aço (geralmente de 3/4" ), transversalmente aos tubos, soldado na superfície metálica do suporte, como mostram vários exemplos da Fig. 54. O vergalhão costuma ter as extremidades com as pontas viradas para cima, de modo a impedir que os tubos possam cair fora do suporte. 109

São usados principalmente quando se têm grandes cargas simultaneamente com grandes deslocamentos verticais. Os contrapesos devem ter dispositivos de segurança contra quedas e também limitadores de curso. Para maior segurança,os contrapesos devem, sempre que possível, ficar no nível do solo, e com guias laterais, como mostra a Fig. 63. 117

O contrapeso deve ser calculado de forma que tenha o peso um pouco menor do que o tubo a ser suportado, para evitar que por imprecisão de cálculo o tubo fique depois com tendência a ser puxado para cima. Quando possível, o contrapeso deve ser regulável, mediante a adição ou remoção de pequenos pesos, para garantir o ajuste certo do peso depois do conjunto instalado. 117

As guias para os tubos horizontais consistem, na maioria das vezes, em barras chatas ou em perfis, soldados também na viga ou na chapa de apoio, deixando uma pequena folga (1,5 mm a 3 mm) de cada lado do tubo. Quanto maior for o diâmetro do tubo maior terá de ser o comprimento da guia (medido paralelamente ao tubo), para evitar possíveis movimentos angulares da tubulação. As guias usadas para os tubos horizontais geralmente não impedem o movimento vertical do tubo, que é combatido simplesmente pelo peso da tubulação. As guias para os tubos verticais devem limitar os movimentos transversais da tubulação em duas direções ortogonais, como mostra o exemplo da Fig. 64. Para os tubos com isolamento térmico as ancoragens, guias e batentes devem ser modificados para conter o patim de proteção do isolamento. 119

Localização dos suportes de tubulação 123

Alinhamento do Tubo 127

JUNTA "T" AO TUBO: junte os chanfrados deixando lugar para a solda. Ponteie no topo. Centralize o esquadro no topo do tubo. Coloque o segundo esquadro no centro de saída lateral do "T". Mova a junta "T" até os esquadros estarem alinhados. 128

Desenhos e Plantas 131

Fluxogramas 131

Desenhos isométricos 137




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