Universidade católica de goiáS



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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO

CURSOS DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO E

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

DIRETRIZES PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

GOIÂNIA, MARÇO de 2013.


DIRETRIZES PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE PROJETOS FINAIS DE CURSO
1. INTRODUÇÃO

Apesar de muito importante, a forma de apresentação de monografias, bem como de relatórios técnico-científicos, normalizada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é por vez conflitante devido à variada bibliografia existente. Foram consultadas também as Normas para Elaboração e Apresentação de Trabalhos Acadêmicos na PUC-GOIÁS de Marcos Antônio da Silva e Normalização e Apresentação de Trabalhos Científicos e Acadêmicos: Guia para Alunos, Professores e Pesquisadores da UFES de Maria Luiza Loures Rocha Perota.

No que tange à matéria, apesar de serem normas, e serem as principais fontes em que se baseiam as especificações aqui apresentadas, foram adotadas neste documento algumas adaptações já consagradas pelo uso. Há, no entanto, algumas simplificações, porque estas se aplicam a uma vasta gama de áreas do conhecimento, enquanto que as diretrizes aqui apresentadas se aplicam especificamente a um ramo das Ciências Exatas e Tecnologia.

Dois são os objetivos centrais deste texto: simplificar ao máximo o trabalho do graduando por ocasião da etapa de redação de sua monografia e proporcionar ao leitor da mesma uma maior facilidade para sua compreensão. Assim sendo, o graduando encontrará, nas seções subseqüentes, dados sobre a estrutura, forma da composição do trabalho, diagramação, número de cópias, referências, forma de apresentação da bibliografia e um apêndice exemplificando a aplicação destas normas.



2. COMPOSIÇÃO DO TRABALHO

2.1. Estrutura do trabalho

A estrutura do trabalho de Trabalho de Conclusão de Curso II , apresentada a seguir, é subdividida em três partes: pré-texto, texto e pós-texto. Cada uma dessas partes se subdivide formalmente em elementos cujas conceituações, significados e detalhes serão vistos nas subseções seguintes:

ESTRUTURA: Pré-texto -Capa

-Errata


-Folha de rosto

-Folha de Aprovação

-Agradecimentos

-Dedicatória

-Resumo e "Abstract"

-Sumário


-Lista de figuras

-Lista de tabelas

-Lista de abreviaturas e siglas

-Texto -Introdução

-Desenvolvimento

-Conclusões

-Proposta preliminar para o desenvolvimento do PFC II

-Pós-texto -Referências bibliográficas

-Glossário (opcional)

-Apêndice

-Anexos
2.2. Considerações sobre os elementos do pré-texto

No pré-texto se encontram os elementos acessórios iniciais, que embora não sejam essenciais, facilitam muito o trabalho do leitor. Devem ser apresentados na ordem em que aparecem na estrutura acima sendo obrigatórios com exceção da Dedicatória e dos Agradecimentos.



2.2.1. Capa

A capa da versão definitiva deve ser de cor preta, tendo desenho próprio de acordo com o apresentado no Apêndice C. Contém além do logotipo e nome da Universidade, o nome do Departamento de Computação e o nome do curso Ciência da Computação ou Engenharia de Computação, o título do trabalho (e do subtítulo, se houver), o nome do autor, a indicação do número do volume (se houver mais de um) e o mês/ano de término do trabalho. A lombada, de acordo com o modelo apresentado no Apêndice A, deve conter o nome do Graduando, o número de volume (se for o caso), o binômio constituído pela sigla da universidade e ano, e o nome Trabalho de Conclusão de Curso. As letras e logotipo impressos na capa e na lombada devem ser de cor dourada.

A escolha do título deve merecer do autor o maior cuidado possível. Deve permitir ao leitor fixar com exatidão o assunto nele tratado, deve ser claro e preciso.
2.2.2. Errata

Depois do trabalho editado, é comum encontrar-se erros de várias origens. O graduando deve registrá-los e fazer constar de uma ou mais folhas que farão parte das cópias provisórias a serem distribuídas aos examinadores por ocasião da defesa pública da Monografia. Nas cópias definitivas as mesmas deixarão de existir. O texto da errata deve ter a seguinte disposição:

Página ...................... Linha ....................Onde se lê ....................Leia-se...............
2.2.3. Folha de rosto

A folha de rosto (existente somente na versão definitiva), de acordo com o modelo apresentado no Apêndice D, deve conter alguns elementos já apresentados na capa, tais como: logotipo e nome da Universidade, nome do Departamento, nome do Curso e o título da Monografia. Adicionam-se a estes elementos os seguintes dizeres: “Trabalho de Conclusão de Curso apresentado por (Nome do aluno) à Universidade Católica de Goiás, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação ou (em Engenharia de Computação), aprovado em .../.../20..., pela banca examinadora:”

Exemplo:

Professor Antônio de Jesus, Dr. PUC-GOIÁS – Orientador

Professor Carlos do Espírito Santo, MsC. PUC-GOIÁS

Professora Maria Auxiliadora do Bonfim, MBA. PUC-GOIÁS

No pé da página deverão constar obrigatoriamente o local e data.
2.2.4. Folha de aprovação

A segunda folha de rosto (somente na versão definitiva), de acordo com o modelo apresentado no Apêndice E, deve conter o título da Monografia, o nome do aluno e os seguintes dizeres:

“Trabalho de Conclusão de Curso apresentado por José de Melo Rego à Universidade Católica de Goiás - Departamento de Computação, como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação ou (Engenharia de Computação).”
2.2.5. Epígrafe e Dedicatória

A epígrafe é uma frase (facultativa), uma citação colocada no frontispício da monografia ou dos capítulos, acompanhada da respectiva autoria e relacionada com o contexto. Outro elemento opcional, onde o autor indica a pessoa ou as pessoas a quem dedica a sua obra é a dedicatória. Ambas devem figurar à direita, na parte inferior da página, conforme modelos apresentados nos Apêndices F e G.


2.2.6. Agradecimentos

É usual o autor agradecer ao orientador e às pessoas e entidades que de alguma forma deram contribuições relevantes ao trabalho.

Observa-se que uma lista numerosa de agradecimentos rotineiros, entremeados com contribuições relevantes, desmerece o realce destas últimas. São colocados centrados em uma só página de acordo com o modelo apresentado no Apêndice G.
2.2.7. Resumo e Abstract

Antes do sumário é muito importante para o leitor uma folha contendo o Resumo da obra. Nele o leitor espera ter uma visão nítida do escopo do trabalho. Exige-se ainda a redação, numa folha subseqüente à do Resumo, do Abstract (resumo em inglês). Estas duas folhas são ilustradas nos modelos apresentados nos Apêndices I e J.

O resumo deve ser escrito num só parágrafo na terceira pessoa do singular, na voz ativa e não passar de 500 palavras. Deve permitir uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho, constituindo-se em uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos. Devem ser evitadas locuções como: "O autor descreve...", "neste artigo o autor expõe...", etc. o resumo deve respeitar a estrutura da exposição e o equilíbrio das partes do trabalho. Deve ser livre de todo comentário pessoal e não deve formular críticas ou julgamentos de valor. A extensão do assunto e a maneira como foi tratado podem ser, entretanto caracterizadas por termos como "sucinto", "pormenorizado", "prático", "teórico", "original", "especializado", "profundo", "superficial", etc.

O Resumo e o Abstract terminam com a citação de no mínimo três palavras-chave da monografia em itálico.


2.2.8. Sumário

A palavra Sumário é, às vezes, confundida de forma errônea com Índice e mesmo com Resumo.

Em documentação, o Sumário é a enumeração das principais divisões, seções e outras partes de um documento, inclusive dos acessórios iniciais e finais, feita na mesma ordem em que se sucedem no texto com a indicação do número da página respectiva. Havendo mais de um volume, em cada um deve constar o sumário completo do trabalho. Dos acessórios iniciais só constam do sumário os elementos 2.2.9 (Lista de Figuras), 2.2.10 (Lista de tabelas) e 2.2.11 (Lista de abreviaturas e siglas).

Acima da palavra Sumário, de acordo com o modelo apresentado no Apêndice K, deverá ser escrito o título do trabalho.


2.2.9. Lista de figuras

É a folha (ou folhas) que contém a relação das figuras constantes do trabalho com indicação de seus números de ordem, legendas e números das respectivas páginas. Incluem-se entre as figuras, todos os tipos de ilustrações como desenhos, fotografias, mapas, lâminas e gráficos.


2.2.10. Lista de tabelas

Da mesma forma que a lista de figuras, seguindo-a deve ser apresentada a lista de tabelas com indicação do número de ordem, título e número da página.


2.2.11. Lista de abreviaturas e siglas

É a lista de abreviaturas e siglas usadas no trabalho, dispostas em ordem alfabética, acompanhadas de seus respectivos significados. Caso signifique alguma grandeza física, deve-se fazer acompanhar também de sua unidade ou unidades no Sistema Internacional (SI) utilizadas no trabalho. A ordenação alfabética se aplica primeiro às maiúsculas romanas depois às minúsculas romanas depois às maiúsculas gregas e por fim às minúsculas gregas.


2.3. Considerações sobre os elementos do texto

Os três elementos do texto são considerados seções essenciais do trabalho. Cada um deles tem função específica e bem definida. Nas subdivisões seguintes, relatam-se as mais importantes técnicas para a redação desses três elementos do texto.


2.3.1. Introdução

A regra mais rígida existente é que a Introdução, parte integrante do texto, não deverá conter agradecimentos a pessoas ou instituições, nem comentários pessoais do autor atinentes à escolha ou à relevância do tema.

A Introdução obedece a critérios do método cientifico e a exigências didáticas. Deve iniciar a página trazendo no alto o título do trabalho. Na Introdução o leitor deve ser colocado dentro do espírito do trabalho. Uma monografia não é novela policial em que o desenlace vem no último momento, quando informações essenciais são finalmente reveladas. Não há lugar para surpresas. Desde o início o leitor deve ter uma visão clara dos caminhos a serem trilhados, de certa forma prevendo os resultados. Não cabe à introdução listar as conclusões da pesquisa. Mas é necessário que se entenda a natureza da indagação, isto é, o que está sendo perguntado e como se propõe chegar à resposta. A preocupação, ademais não deve ser apenas a de satisfazer certas exigências metodológicas, incluindo esta ou aquela informação, mas sim, de efetivamente construir, na mente do leitor, um arcabouço geral a partir do qual ele tenha perspectiva para entender o que está sendo feito.

Cabe mencionar que a introdução de um trabalho pode ser escrita com grande vantagem após ele ter sido concluído (ou o Desenvolvimento e as Conclusões terem sido redigidos). Não só a pesquisa costuma modificar-se durante a execução, mas também, ao fim do trabalho, o autor tem melhor perspectiva ou visão de conjunto.

Por seu caráter didático, a introdução deve, no primeiro parágrafo, seguir o mais claramente possível o que pretende o autor. Em seguida deve procurar situar o problema a ser examinado em relação ao desenvolvimento científico e técnico do momento. Assim sendo, sempre que pertinente, os seguintes pontos devem ser examinados:


  • Importância do assunto - Os técnicos e cientistas são muito pragmáticos na escolha de seu programa de leituras e estabelecem prioridades no que vão ler e examinar.

  • O estado da arte - Trata-se de elaborar uma revisão bibliográfica ou o que se sabe sobre o assunto. Algumas das melhores Monografias fazem a maior parte de suas referências bibliográficas na introdução.

  • O que é desconhecido no assunto - Trata-se da demarcação da área em que persiste o desconhecimento. O técnico e principalmente o cientista, sente-se particularmente interessado pelo que não se sabe.

  • As áreas envolvidas em controvérsia ou em penumbra - É nessa terra de ninguém que se encontra o "habitat" dos cientistas e é aqui que o leitor mais precisa da orientação do autor que, presumivelmente, está capacitado para perceber sutilezas e julgar as controvérsias.

  • A natureza e a extensão da “contribuição pretendida” - O autor deve especificar de maneira nítida as suas pretensões, mostrando de que forma e em que ponto o trabalho aumentará o estoque de conhecimentos. Por excesso de modéstia, pode desinteressar o leitor ao passo que ambições fantasiosas podem ser traídas pela leitura, desacreditando o autor.


2.3.2. Desenvolvimento

O Desenvolvimento (Miolo ou Corpo do Trabalho) é subdividido em seções de acordo com o planejamento do autor. As seções primárias são aquelas que resultam da primeira divisão do texto do documento (geralmente correspondentes à divisão "capítulos"). Seções secundárias resultam da segunda divisão do texto do documento, e assim por diante. Considera-se indicativo de uma seção o grupo numérico que permite a localização imediata da seção a que se refere.

As seções primárias são numeradas consecutivamente, seguindo a série natural de números inteiros, a partir de I, pela ordem de sua sucessão no documento. O indicativo de cada seção primária deverá ser centrado no início da página e deve constar da palavra CAPÍTULO seguindo-se o número que lhe foi atribuído, escrito em algarismos romanos. As outras seções são numeradas utilizando-se algarismos arábicos.

As seções secundárias, terciárias e quaternárias são também numeradas consecutivamente, seguindo a série, natural de números inteiros, a partir de 1, pela ordem de sua colocação na seção a que pertencem. O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence, seguido do número que lhe é atribuído na seqüência do assunto; com um ponto de separação, repete-se o mesmo processo em relação às seções terciárias, quaternárias e etc. Exemplo: Se a seção primária for 4 e a seção secundária 5 for dividida em 14 seções terciárias, teremos os indicativos: 4.5.1, ..., 4.5.9, 4.5.10, 4.5.11, ..., 4.5.14.

Não se deve cair no exagero de subdividir demasiadamente as seções, sacrificando a principal qualidade do sistema, que é a concisão.

Recomenda-se, para isso, não ultrapassar o máximo de seis algarismos, nem usar subdivisão além da quinária. As seções primárias sempre têm título, que é escrito em letras maiúsculas. Lembrando-se que o desenvolvimento é o corpo do trabalho, ele deve ser estruturado de acordo com a conveniência de desenvolvimento lógico e claro do assunto. O tema é explicado, discutido; os problemas são classificados, defendidos e/ou demonstrados.




2.3.3. Conclusões

As Conclusões, como a Introdução, devem ser escritas em uma só seção primária sem subseção.



O que se relata a seguir foi extraído do livro Estrutura e Apresentação de Publicações Científicas de Cláudio de Moura Castro, págs. 11 e 12.

Na conclusão retoma-se a visão apresentada na introdução e tenta-se avaliar o impacto da pesquisa sobre aquela perspectiva. O autor deve procurar se distanciar do seu trabalho e fazer uma apreciação desprendida. Poderíamos até pensar com certo exagero que as conclusões poderiam ser escritas por outra pessoa. Não é descabido aconselhar um intervalo de tempo entre o término da pesquisa e a redação das conclusões. Estamos, na realidade, buscando destilar as contribuições mais importantes da pesquisa bem como avaliar-lhe os pontos fracos e controvertidos.

Em termos formais, a conclusão apresenta um resumo comentado dos principais resultados, realçando a sua contribuição à disciplina. Este arrolamento de resultados, pode ser seletivo, crítico e menos preso à técnica e ao jargão, distingue-se do que é feito no Desenvolvimento. A Conclusão deve fazer sentido para quem não leu o resto do trabalho ou para quem leu, no máximo, a introdução. Deve-se, entretanto, evitar a repetição. A Conclusão não é um resumo ou um abstract do trabalho. Usualmente, voltamos às definições intuitivamente ricas, mas não operacionais com que nos aproximamos inicialmente do tema.

Os meandros da verificação empírica e da coerência lógica dos argumentos levam o leitor a perder-se um pouco no texto; a conclusão aviva a memória para os marcos mais importantes no curso da pesquisa.

A organização do material para uma apresentação correta impede que certas idéias desenvolvidas separadamente sejam relacionadas, a não ser que a investigação dessa associação possa justificar um capítulo à parte. Neste caso, isto pode ser feito na Conclusão.

Especialmente na apresentação de pesquisas empíricas, o capítulo final, quando intitulado CONCLUSÕES, não deve conter dados que não tenham sido apresentados anteriormente. Inferências ou implicações do que já foi examinado estão de acordo com a índole do capítulo final. Não obstante, os fatos e dados devem estar contidos no texto principal, já que ele contém o núcleo analítico do trabalho.

Um trabalho de pesquisa científica é um passo em uma seqüência de investigação e jamais faz sentido como uma tentativa isolada. Tentamos mostrar que a Introdução faz as conexões entre o estoque de conhecimentos prévios e a contribuição pretendida pelo autor. Na conclusão cabe o outro elo da conexão do trabalho com a evolução da disciplina, vista como um todo: o nexo entre o que foi feito e o que deve ser feito no futuro. Uma pesquisa abre novas perspectivas, sugere áreas em que nosso conhecimento é precário e abala convicções antigas; tais implicações devem ser exploradas no capítulo de conclusões. Contudo, estas sugestões para pesquisas futuras tem que fluir naturalmente da discussão; não pode ser uma enumeração desconexa de tópicos, mais parecendo uma lista de compras no supermercado.
2.3.4. Proposta preliminar para o desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso II

Item presente apenas em Trabalho de Conclusão de Curso I, onde o graduando apresentará um cronograma das etapas/atividades a serem desenvolvidas em PFCII.



2.4. Considerações sobre os elementos do Pós-texto

Tal como no pré-texto, são vários os elementos comumente utilizados no pós-texto. Além das referências bibliográficas, dos apêndices e dos anexos, podem aparecer também a Bibliografia, o Índice, o Glossário como exemplos. No caso, porém, destas “normas, voltadas para a Ciência e Tecnologia”, sugere-se dispensar quaisquer elementos acessórios finais que não sejam as referências bibliográficas, os apêndices e os anexos, salvo casos excepcionais entendidos assim pelo orientador. A numeração desses elementos é tal e qual a do texto e em prosseguimento a este.


2.4.1. Referências Bibliográficas

Há uma diferença básica entre Referências Bibliográficas e Bibliografia. Aquelas se referem às obras básicas usadas pelo autor e referenciadas ao longo do texto. A Bibliografia é uma lista das obras recomendadas ao leitor. Como é praxe do método científico fundamentar ao máximo a pesquisa com referências bibliográficas, o autor deve considerar como sua, a obrigação de sugerir ou recomendar leituras importantes sobre o assunto. Exigem-se, para efeito destas normas, as referências bibliográficas e a bibliografia.

Referências bibliográficas é o conjunto de indicações precisas e minuciosas que permitem ao leitor a identificação de publicações no todo ou em parte. Não devem constar das mesmas fontes não citadas no texto. Elas consistem na relação, em ordem alfabética e/ou numérica, das obras efetivamente mencionadas na elaboração do trabalho.

Exemplos:



- Livros, Folhetos:

  1. LANGLEY, A.B., CHERSRKIN, E. As bases fisiológicas da prática odontológica. Tradução por Sylvio Bevilacqua. Rio de Janeiro: Atheneu, 1958.

- Teses:

  1. MENEZES, AMAURY CAETANO. Contribuição à seleção da série radiográfica para fins periodontais. Bauru: Universidade de São Paulo, Faculdade de Odontologia de Bauru, 1974. 88p.

- Congressos, Seminários, Reuniões, etc.

  1. SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 2., 1981, Brasília. Anais ... Brasília: CAPES, 1981. 378p.

- Congressos, Seminários, etc. em parte

  1. NOVIS, JORGE AUGUSTO. Extensão das ações de saúde em área rural. In: CONFERENCIA NACIONAL DE SAUDE, 7., 1980, Brasília. Anais ... Brasília: Ministério da Saúde, Centro de Documentação, 1981.

- Citação de Internet

  1. ....

- Artigos de Periódicos

  1. WALTER L. R. de F. et al. Dilaceração dental: tratamento cirúrgico. Revista Brasileira Odontologia, Rio de Janeiro, v. 39, n. 4, p. 38-41,jul/ago, 1982.


2.4.2. Glossário (opcional)

É um elemento opcional que consiste na relação de palavras, em ordem alfabética, de uso restrito, empregadas no texto e acompanhadas das respectivas definições.


2.4.3. Apêndices e anexos

Material suplementar julgado de possível interesse para consulta durante a leitura do texto, não sendo, porém, parte integrante do trabalho.

Denomina Apêndice o material elaborado pelo próprio autor do trabalho e Anexo ao material que não foi elaborado pelo autor do trabalho. No entanto, os principais dicionários da língua portuguesa consideram essas expressões como sinônimas.

Caso haja mais de um, cada anexo ou apêndice é indicado, em letras maiúsculas, pelo termo ANEXO ou APÊNDICE, seguido da letra de ordem e travessão.

Exemplo: APÊNDICE A – Modelo de Folha de Rosto de Trabalho Acadêmico

ou

ANEXO A – Mapas


3. DIAGRAMAÇÃO E NÚMERO DE CÓPIAS

3.1. Formato e material

A folha do papel deve ser do tipo sulfite branco no formato A4 (210mm x 297mm). O trabalho deve ser digitado em espaço 1,5 (um e meio), utilizando-se verso e anverso da folha para os elementos do texto e pós-texto, sendo que cada capítulo novo tem que iniciar no anverso de uma nova folha, e apenas anverso para os elementos do pré-texto. Devem ser utilizados editores de texto que proporcionem o tipo de letra Times New Roman, tamanho 12 pontos. As citações mais longas e notas de rodapé devem ser escritas em espaço simples, com tipo de letra Times New Roman, tamanho 10 pontos.



3.2. Numeração e diagramação

A numeração das páginas começa a partir da primeira folha do trabalho que é considerada a folha de rosto. A numeração deve ser em algarismos arábicos nas folhas do texto e pós-texto e em algarismos romanos nas folhas do pré-texto. Os algarismos das páginas do texto e pós-texto devem ser alinhados à direita no alto das páginas e os algarismos das folhas do pré-texto devem ser alinhados à direita no fim da página.

A colocação dos algarismos é a seguinte: no texto e pós-texto a 20mm da borda superior e a 15mm da primeira linha do texto. No pré-texto a 25mm da borda inferior e a 15mm da última linha, se a página estiver totalmente preenchida.

As larguras das margens são: 30mm para a margem esquerda, 20mm para margem direita, 30 mm para a margem superior e 25mm para a margem inferior.

As tabelas e figuras, inseridas mais próximas do texto a que se referem, devem estar contidas, juntamente com suas legendas, dentro da área reservada para a redação e não deverão alterar a posição do número da página. Estas (tabelas e figuras) devem ser numeradas por seção primária, precedendo-se esses números da palavra Tabela ou Figura conforme for o caso. Após a numeração, segue-se a legenda da tabela ou figura que deve ser breve a clara, dispensando a consulta ao texto. No caso das tabelas, a legenda é praticamente seu título, devendo se situar, portanto, na sua parte superior. No caso das figuras, a legenda deve se situar na parte inferior das mesmas.

No caso de mais de um volume (cada volume não deve ultrapassar 300 folhas), a numeração das páginas é contínua, cada um deles apresentando a mesma folha de rosto com a especificação do número do volume.


3.3. Equações e fórmulas

Quanto às equações e fórmulas, as mesmas devem ser centralizadas e sua identificação deve ser feita por seções primárias colocadas entre parênteses na extrema direita da linha.

Exemplo:

Ax2 + + Ct = D (1)

Onde: A: .......................

B: ......................

C: ......................

D: .....................

Para as chamadas de tabelas, figuras, equações e fórmulas, podem ser usadas tab., fig., eq., e fórm., como respectivos símbolos.
3.4. Siglas

Na primeira vez em for usada, deve-se colocar seu significado por extenso e, a seguir, entre parênteses, a sigla.

Exemplo: Universidade Católica de Goiás (PUC-GOIÁS)
3.5. Sistema de chamada

A fonte da qual se retirou a citação pode ser indicada no texto usando o sistema numérico.

Exemplo: ... É neste nível de atuação da Universidade que o corpo docente tem se empenhado [4]. ...

Retirou-se a citação da fonte de número 4, contida nas referências bibliográficas.


3.6. Número de cópias

Os custos de edição das monografias de Trabalho de Conclusão de Curso correm por conta do graduando. Por ocasião da defesa, as cópias provisórias, em número igual ao número de examinadores mais uma, que deverão ser assim distribuídas:

- Uma para o candidato

- Uma para cada examinador

Depois da aprovação o candidato deverá providenciar a edição definitiva de sua monografia, corrigindo o trabalho a partir da errata e das possíveis falhas detectadas pelos examinadores. Feito isto, o candidato deverá encaminhar à Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso do Departamento de Computação uma cópia.

Nas cópias para a defesa, as folhas deverão ser encadernadas em espirais, dispostas em seqüência numérica. Na cópia definitiva a encadernação é comum com cola, grampos ou costura (encadernação em capa dura, na cor preta).



APÊNDICES – EXEMPLO DE COMPOSIÇÃO DO TRABALHO

APÊNDICE A – MODELO DE LOMBADA



APÊNDICE B – ELEMENTOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO




opcional

APÊNDICE C - MODELO DE CAPA



PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO

GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO




INFLUÊNCIA DA VARIAÇÃO DA RELAÇÃO FERRITA/PERLITA NA USINABILIDADE DOS AÇOS ABNT 1020 E ABNT 8620

=== NOME DO ALUNO===

FEVEREIRO

2004


APÊNDICE D - MODELO DE FOLHA DE ROSTO



PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO

GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO



INFLUÊNCIA DA VARIAÇÃO DA RELAÇÃO FERRITA/PERLITA NA USINABILIDADE DOS AÇOS ABNT 1020 E ABNT 8620

Trabalho de Trabalho de Conclusão de Curso apresentado por José de Melo Rego à PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Engenharia de Computação aprovado em 12/02/2004 pela Banca Examinadora:

Professor Antônio de Jesus, Dr. PUC-GOIÁS – Orientador

Professor Carlos do Espírito Santo, MsC. PUC-GOIÁS

Professora Maria Auxiliadora do Bonfim, MBA. PUC-GOIÁS

APÊNDICE E - MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO


INFLUÊNCIA DA VARIAÇÃO DA RELAÇÃO FERRITA/PERLITA NA USINABILIDADE DOS AÇOS ABNT 1020 E ABNT 8620




===NOME DO ALUNO===


Trabalho de Trabalho de Conclusão de Curso apresentado por José de Melo Rego à PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS, como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Engenharia de Computação.

_________________________ _________________________________

Professor NOME DO PROF., Dr Professor NOME DO PROF., MsC.

Orientador Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso


APÊNDICE F - MODELO DE DEDICATÓRIA

A Deus pela minha vida e oportunidades.

Aos meus familiares

À minha esposa .......... e meu filho ........., pelo afago, diversão e apoio.




APÊNDICE G - MODELO DE EPÍGRAFE


“O senhor ... Mire e veja que o mais importante e bonito do mundo é isto, que as pessoas não estão sempre iguais, não foram terminadas, mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam – verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isto me alegra, montão.”

Guimarães Rosa

APÊNDICE H - MODELO DE AGRADECIMENTOS



AGRADECIMENTOS
Ao Professor Antônio de Jesus, orientador acadêmico, pelo apoio e confiança depositada.

Aos professores Carlos do Espírito Santo e Maria Auxiliadora do Bonfim, pela inestimável colaboração.

À Coordenação do Departamento de Computação da PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS por ter ajudado de forma inestimável à execução deste trabalho.

Aos meus colegas Francisco Prego e João Bigorna pelas discussões técnicas e inestimáveis sugestões.

Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pela ajuda financeira no decurso de meu trabalho.

APÊNDICE I - MODELO DE RESUMO

RESUMO
Apresenta-se um estudo sobre a influência da relação Ferrita/Perlita nas características de usinabilidade dos aços ABNT 1020 e ABNT 8620. As diferentes relações Ferrita/Perlita, foram obtidas através de diferentes velocidades de resfriamento nos tratamentos térmicos a que os dois tipos de aço foram submetidos. Os resultados foram analisados com auxílio da Equação de Taylor simples usando três condições de corte distintas, garantindo-se dentro de um tempo razoável, um desgaste VB de Ferramenta de 0,3 mm. No aço ABNT 1020, a menor relação Ferrita/Perlita proporcionou maior usinabilidade. No aço ABNT 8620 ela ocorreu quando se tinha maior relação Ferrita/Perlita.


Palavras-Chave: Usinabilidade, Estrutura de Aços, Aço ABNT 1020, Aço ABNT 8620.

APÊNDICE J - MODELO DE ABSTRACT



ABSTRACT
A study is presented on the influence of the ferrite/perlite ratio variation over the machinability of ABNT 1020 and ABNT 8620 steels. Different ferrite/perlite ratios were obtained through different cold rates on the thermal treatment to which the two steels were submitted. Results were analyzed via the simple Taylor equation, using three different machining situations, with the tool's VB wear being 0.3mm within a reasonable machining time. For ABNT 1020 steel a smaller ferrite/perlite ratio produced higher machinability. For the ABNT 8620 steel, a higher machinability was obtained when a higher ferrite/perlite ratio has been occurred.
Key Words: Machinability, Steel Structures, Steel ABNT 1020, Steel ABNT 8620.

APÊNDICE K - MODELO DE SUMÁRIO


INFLUÊNCIA DA VARIAÇÃO DA RELAÇÃO FERRITA/PERLITA NA USINABILIDADE DOS AÇOS ABNT 1020 E ABNT 8620

SUMÁRIO
LISTA DE FIGURAS xiv

LISTAS DE TABELAS xvi

LISTA DE ABREVIATURAS xvii

1. INTRODUÇÃO 1

2. REVISÃO BILIOGRÁFICA 3

2.1. Teoria da usinagem 3


    1. Influência da microestutura e outros fatores na usinabilidade dos aços 18

    2. Ensaio de usinabilidade 27

3. EQUIPAMENTOS USADOS NOS ENSAIOS EXPERIMENTAIS DE USINABILIDADE E SUAS AFERIÇÕES 30

3.1. Equipamentos 30

3.2. Aferições 36

4. MATERIAIS USADOS NOS ENSAIOS DE USINABILIDADE E SUAS CARACTERÍSTICAS 44

4.1. Corpos de prova 45

4.2. Propriedades mecânicas e físicas 46

4.3. Composição química, tratamento térmico, análise metalográfica 54

5. ENSAIOS DE USINABILIDADE 64

6. CONCLUSÕES 96

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 98

8. GLOSSÁRIO 104

9. APÊNDICE 108

10. ANEXOS 115

10.1. Anexo A - Ensaios Pilotos 116

10.2. Anexo B - Resultados dos ensaios de usinabilidade 126

APÊNDICE L – MODELO DE LISTA DE FIGURAS


LISTA DE FIGURAS
Figura 1 - Estrutura organizacional 31

Figura 2 - Início da informatização 33

Figura 3 – 52

Figura 4 - 75

APÊNDICE M – MODELO DE LISTA DE TABELAS
MODELO DE LISTA DE TABELAS
Tabela 1 - Motivos que justIficam a escolha do curso 17

Tabela 2 - Motivos apresentados como justificativa para abandono do curso 83

Tabela 3 -

Tabela 4 -


APÊNDICE N – MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS


LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas

APBES Associação Profissional dos Bibliotecários do Espírito Santo

FIO Federação Internacional de Documentação e Informação

IBICT Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia

ISO International Organization for Standardization

NBR Norma Brasileira Registrada

UFES Universidade Federal do Espírito Santo

UnB Universidade de Brasília

APÊNDICE O – MODELO DE APRESENTAÇÃO DE TABELAS
Tabela 1 – Motivos que justificam a escolha do curso


Motivos

Freqüência Absoluta

Freqüência Relativa

Livre escolha

20

25%

Facilidade de Ingresso

16

24%

:

.


:

.


:

.


Total

206

100%

Fonte: IBGE, 1999

APÊNDICE P – MODELO DE APRESENTAÇÃO DE FIGURAS






Figura 4 - Capacidade de correção de erros(t) X comprimento da mensagem (k) de um código linear de tamanho n.

APÊNDICE Q – MODELO DE PRIMEIRA PÁGINA DE TEXTO



INFLUÊNCIA DA VARIAÇÃO DA RELAÇÃO FERRITA/PERLITA NA USINABILIDADE DOS AÇOS ABNT 1020 E ABNT 8620



CAPÍTULO I

INTRODUÇÃO
....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................






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