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Tabela 10 – Efectivos em 31 de Dezembro de 2007.


Grupos profissionais

Sexo

Contrato a termo

%

Contrato a termo

%

Total

%




Jornalistas

Homens

6

2,17%

105

38,04%

111

40,22%

Mulheres

4

1,45%

94

34,06%

98

35,51%

Total

10

3,62%

199

72,10%

209

75,72%






















Administrativos

Homens

2

0,72%

17

6,16%

19

6,88%

Mulheres

0

0,00%

28

10,14%

28

10,14%




Total

2

0.72%

45

16,30%

47

17,03%

























Técnicos

Homens

0

0,00%

9

3,26%

9

3,26%

Mulheres

0

0,00%

1

0,36%

1

0,36%




Total

0

0,00%

10

3,26%

10

3,62%

























Pessoal de Apoio

Homens

0

0,00%

6

2,17%

6

2,17%

Mulheres

0

0,00%

4

1,45%

4

1,45%




Total

0

0,00%

10

3,62%

10

3,62%

























Total global

Homens

8

2,90%

137

49,64%

145

52,54%

Mulheres

4

1,45%

127

46,01%

131

47,46%




Total

12

4,35%

264

95,65%

276

100,00%

8- Notas e referências bibliográficas
[1] "Une agence de information est une entreprise qui a principalement pour object, quelque soit sa forme juridique, de rechercher des nouvelles et d’une façon générale des documents d’actualité ayant exclusivement pour object l’expression ou la représentation des faits et de les distribuer à un ensemble d’entreprises d’information et exceptionnellement à des particuliers en vue de leur assurer, contre paiement d’une redevance et dans les conditions conformes aux lois et usages du commerce, un service d’information aussi complet et impartial que possible”.Paris: UNESCO. 1953. Apud. MATHIEN, Michel; CONSO, Catherine – Les agences de presse internationales. 1.a ed. Paris: Presses Universitaires de France. 1997 pp. 6.

[2] WOLF; Mauro, Teorie delle Comunicazione di Massa, Tradução editorial Presença, LDA; 1ª edição Lisboa, 1987, pp. 232.

[3] Idem.

[4] Em 1992, após a dissolução do Estado Soviético foi abrangida pelo grande conglomerado noticioso da Agência Telegráfica de Informação da Rússia, transformando-se em ITAR-TASS.

[5] WOLF; Mauro, Teorie delle Comunicazione di Massa, Tradução editorial Presença, LDA; 1ª edição Lisboa, 1987, pp. 232.

[6] SANTOS, José António (Director de Projecto), Agências de Notícias de Portugal – Portuguese News Agencies, edição Lusa – Agência de Notícias de Portugal, S.A, Tradução Jonh Bradford, Dezembro de 2007, pp. 22.

[7] MESQUITA, Mário, O Quarto Equivoco, 2ª Edição Minerva Coimbra, Coimbra; pp. 143.

[8] Estatutos da ANOP, centro de Documentação da Agência Lusa.

[9] 1 de Janeiro de 1987, Centro de documentação da Lusa – Agência de Notícias de Portugal.

[10] Dados recolhidos no inicio de 1988 e divulgados num estudo realizado pelo instituto progresso social e democracia. Apud «Lusa é a principal fonte de notícias», europeu, 1 de Maio de 1989.

[11] Estatutos da Lusa – Agência de Notícias de Portugal, S.A., DR, III série, 238, «suplemento», 14 de Outubro de 1997, p.20. [12] Livro de Estilo e Prontuário da Lusa, Lusa Agência de Informação, Lisboa, Junho de 1992, “Apresentação”, Centro de Documentação da Agência Lusa.

[13] “Agência Lusa: reorganizada a estrutura para modernização da empresa”, Agência Lusa, 1 de Maio de 1993, Centro de Documentação da Lusa.

[14] TRAQUINA, Nelson, O que é – Jornalismo, Quimera Editores, LDA, 1ª edição 2002 pp. 24.

[15] SOUSA, Jorge Pedro, Elementos de Jornalismo Impresso; Letras Contemporâneas – Oficina Editorial LTDA; 2005; pág. 25.

[16] SANTOS, Rogério, A negociação entre Jornalistas e Fontes, Colecção Comunicação, Livraria Minerva, 1997, pp. 17.

[17] CASCAIS, Fernando; Dicionário de Jornalismo – As palavras dos Media, Editorial Verbo; Lisboa /São Paulo, Outubro 2001, pp. 93

[18] SANTOS, Rogério, A negociação entre Jornalistas e Fontes, Colecção Comunicação, Livraria Minerva, 1997, pp.102.

Adaptado (com acrescento do n.º 10) de The Elements of Journalism – What Newspeople Should Know and the Public Should Expect, de Bill Kovach e Tom Rosenstiel, Crown Publishers, New York, 2001. São os seguintes os princípios enunciados por Kovach e Rosenstiel:



1. A primeira obrigação do jornalismo é para com a verdade. 2. A primeira lealdade do jornalismo é para com os cidadãos. 3. A essência do jornalismo é a disciplina da verificação. 4. Os jornalistas devem manter independência relativamente àqueles sobre quem noticiam. 5. O jornalismo deve servir de observador independente do poder. 6. O jornalismo deve proporcionar um fórum para a crítica pública e para o entendimento. 7. O jornalismo deve esforçar-se para tornar a mensagem inte­ressante e relevante 8. O jornalismo deve oferecer informação abrangente e propor­cionada.· 9. Os jornalistas devem ter a possibilidade de interpelar a sua própria consciência. 10. O jornalismo deve proporcionar aos cidadãos a informação necessária e suficiente para que estes possam tomar decisões pondera­das.

[19] Entrevista a Alcides Vieira, Director da informação da SIC Jornal de Notícias – Agências condicionam acesso à informação, 3 de 3 18-11-2007 12:01 [20] MESQUITA, Mário, O Quarto Equívoco, 2 ª edição Minerva Coimbra; Coimbra



9- Bibliografia


  • ADGHIRNI, Zélia Leal, Jornalismo On-line: Em busca do Tempo Real; Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília; Setembro de 2002




  • CARDOSO, Gustavo e ESPANHA, Rita; Comunicação e Jornalismo na Era da Informação; Colecção Campo das Letras dos Media; Instituto da Comunicação Social; 2006

  • CASCAIS, Fernando; Dicionário de Jornalismo – As palavras dos Media, Editorial Verbo; Lisboa /São Paulo, Outubro 2001

  • Centro de Documentação da Agência Lusa

  • COCA, César e PEÑALVA, José Luís; Modelos de los Medios de Comunicación Social – Periodismo Escrito; Servicio Editorial de la Universidad del País Vasco

  • FONTCUBERTA, Mar de, A Notícia – Pistas para Compreender o Mundo; Colecção Media & Sociedade; tradução de Fernando Cascais; 1ª edição Março de 1999

  • GRADIM, Anabela; Manual de Jornalismo: o livro de estilo do Urbi@Orbi, Colecção Estudos em Comunicação, Universidade da Beira Interior, Maio de 2000

  • http://www.lusa.pt/lusaweb/

  • “Livro de Estilo e Prontuário da Lusa”, edição Lusa – Agência de Informação, Lisboa, Junho de 1992

  • MATTELART, Michéle e Armand; História das Teorias da Comunicação; Edição Campo das Letras; Editores S.A. – Porto; 1997

  • MESQUITA, Mário, O Quarto Equívoco, 2 ª edição Minerva Coimbra; Coimbra

  • Relatório e Contas 2007, Lusa – Agência de Notícias de Portugal, S.A.

  • SANTOS, José António (Director de Projecto), Agências de Notícias de Portugal – Portuguese News Agencies, edição Lusa – Agência de notícias de Portugal, S.A, tradução Jonh Bradford, Dezembro de 2007

  • SANTOS, Rogério, A negociação entre Jornalistas e Fontes, Colecção Comunicação, Livraria Minerva, 1997

  • SOUSA, Jorge Pedro, As Notícias e seus Efeitos, Universidade Fernando Pessoa, Bocc.ubi.pt

  • SOUSA, Jorge Pedro, Elementos de Jornalismo Impresso, Letras Contemporâneas; Oficina Editorial LTDA. 2005

  • SOUSA, Jorge Pedro, Fotojornalismo Performativo – O Serviço de Fotonotícia da Agência Lusa de Informação; Fundação Fernando Pessoa, Edições Universidade Fernando Pessoa, Porto, 1998

  • SOUSA, Jorge Pedro, Introdução à análise do Discurso Jornalístico Impresso; Letras Contemporâneas – Oficina Editorial LTDA; 2004

  • TRAQUINA, Nelson, O poder do Jornalismo, Coimbra, Minerva Editora, 2000

  • TRAQUINA, Nelson; O que é o Jornalismo, Coimbra, Quimera Editores, 2002

  • WARREN, Agee K. e TRAQUINA, Nelson, O quarto poder frustrado – Os Meios de Comunicação Social no Portugal Pós-Revolucionário; Colecção Comunicação & Linguagens; tradução de Luís Pinto e Panchita.

  • WOLF; Mauro, Teorie delle Comunicazione di Massa, Tradução editorial Presença, LDA; 1ª edição Lisboa, 1987







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