Universidade da Beira Interior



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: “Confraria ou Irmandade das Almas: Os confrades vestem opas vermelhas. Os mordomos que a gerem são escolhidos anualmente de entre os confrades inscritos, começando pelos mais antigos em regime rotativo. Quando um dos mordomos falece é substituído pelo confrade mais antigo que nunca tenha servido; Confraria ou Irmandade do Santíssimo Sacramento ou do Senhor: Os confrades vestem opas brancas. Os mordomos são escolhidos de 6 em 6 anos de entre os confrades inscritos. É a irmandade mais antiga pois foi organizada em 1500. Quando um dos mordomos falece é substituído por um dos mais velhos inscrito; Confraria ou Irmandade da Misericórdia: Os confrades vestem opas pretas. Os mordomos são vitalícios. Quando algum falece é substituído por um dos mais velhos inscrito. NOTA: Qualquer cidadão pode inscrever-se nestas confrarias, pagando anualmente uma cota. Os rendimentos provenientes dessa cotização e dos peditórios feitos aos Domingos de porta em porta destinam-se à celebração de missas por alma dos irmãos falecidos e acompanhamento nos funerais.”

549 Existem em Prados, Rapa, Vale de Azares, entre outras.

550 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op. cit., p.166.

551Vd. Convenção da Unesco [Consult. 03 Jun. 2011] Disponível em:

.

552 Vd. Apresentação dos membros da Confraria do Borrego: [Consult. 18 Maio 2011] Disponível em:

.

553 Vd. Dados da Associação – Confraria dos Produtores de Azeite e Queijo Tradicional da Beira Serra Concelho de Celorico da Beira [Consult. 01 Jun. 2011] Disponível em:

.

554 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op.cit., pp.55-56.

555 Cf. POMPÍLIO, Numa, op. cit., pp.82 e 85.

556 Vd. BNP, J.3421G.

557 Vd. [Consult. 23 Fev. 2011] Disponível em: .

558 Cf. Províncias de Portugal 1755 [Consult. 14 Mar. 2011] Disponível em: .

559 Vd. ANTT, PT/TT/TSO-IL/028/11560.

560 Vd. ANTT, PT/TT/TSO-IL/028/02975.

561 Vd. ANTT, PT/TT/TSO-IL/028/09943.

562 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op.cit, p.211: Copia de hum Senatus Consulto que a Vereação de Sorolico dos Bebados, mandou ao Concelho de Portugal em Madrid, quando o Reuyno estava na sogeição de Castella, sobre os negócios da Guarda do anno de 1624, e dizem que fora seu Auctor o Doutror Thomé Pinheiro da Veiga. Encontra-se uma versão mais actualizada, do século XIX, mais precisamente de 182, na BGUC com a cota UCBG 9-(5)-1-3-39.

563 Vd. RODRIGUES, Adriano Vasco, op. cit., p.98.

564 Cf. [Consult. 10 Jan. 2011] Disponível em:

cartografia%20militarcorogr%C3%A1fica/lista%20cartas%20militares%2025k%20existentes%20na%20MAPoteca.pdf>.



565 Vd. ANTT, PT/TT/MPRQ/10/242.

566 Vd. ANTT, PT/TT/MPRQ/11/394.

567 Vd. [Consult. 11 Abr. 2011] Disponível em: Le Procès Inquisitorial contre Rodrigo Méndez Silva, Historiogrphe du Roi Philippe IV, (1888), Madrid:

http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/hispa_00074640_1965_num_67_3_3843>, p.235.



568 Vd. Roteiro Turístico, Município de Celorico da Beira, Celorico da Beira: Câmara Municipal, 2005.

569 Cf. “Enquadramento Histórico-Arqueológico”, [Consult. 12 Jan. 2011] Disponível em: ; Lá são relatadas e devidamente documentadas as informações existentes sobre as origens do concelho de Celorico da Beira.

570 Vd. Oliveira, Manuel Ramos de, op.cit., p.52.

571 Vd. Ibid., p.19.

572 Vd. VEIGA, José Pires, Ruas e Moinices das Minhas Memórias, Câmara Municipal, Celorico da Beira, 2005.

573 Colóquio Memórias: Minha Terra… Minha Infância…., Prados, Câmara Municipal, Celorico da Beira, 1996.

574 Vd. VEIGA, José Pires, op. cit., p.3.

575 Cf. Ibid., p.12: “O tempo de jogo, a que os adultos chamam a moina, é um tempo de interacção que permite a experimentação de situações e a sua repetição que capacita.”

576 Vd. BNP, J.5566.

577 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op. cit., p.430.

578 Vd. Ibid., pp.407-418.

579 Vd. Ibid., pp.429-430.

580 Vd. Ibid., p.429.

581 Vd. Ibid., p.428.

582 Vd. Ibid., 430.

583 Vd. BNP, J.1376A.

584 Vd. Cartaz alusivo à 1ª Corrida de Touros em Celorico da Beira, que se realizou no dia 09.08.09. [Consult. 10 Maio 2011] Disponível em: <http://3.bp.blogspot.com/_XxlmsZttq8U/SnaiTuP0pmI/AAAAAAAADEg/bixKWSchmyk/s320/celorico.jpg>; Cartaz alusivo à 2ª Corrida de Touros em Celorico da Beira, que se realizou no dia 08.08.10, [Consult. 10 Maio 2011] Disponível em: http://3.bp.blogspot.com/_XxlmsZttq8U/TFXEqIEvvOI/AAAAAAAAL78/akcK5b-4le8/s320/TRDR_3409_IMG.jpg

585 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op. cit., p.441.

586 Vd. Artigo do jornal Nova Guarda sobre os Encontros Etnográficos do Fornotelheiro [Consult. 03 Jun. 2011] Disponível em:

http://www.novaguarda.pt/noticia.asp?idEdicao=197&id=13366&idSeccao=2760&Action=noticia.



587 Cf. Vídeo Concertinas do Fornotelheiro [Consult. 04 Jun. 2010] Disponível em:

588 Cf. Publicações que mencionam os castelos de Celorico da Beira e Linhares: ALMEIDA, João, Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses, 1945; PERES, Damião, A Gloriosa História dos Mais Belos Castelos de Portugal, Portucalense Editora; GIL, Júlio, Os mais belos Castelos e Monumentos de Portugal, Editorial Verbo; Boletins da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.

589 Vd. RODRIGUES, Adriano Vasco, op. cit., p.142.

590 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op. cit., p.560.

591 Cf. RODRIGUES, Adriano Vasco, op. cit., p.230: “No concelho de Celorico da Beira é na Vila e em Linhares, onde existem as janelas de maior beleza. Nesta segunda povoações distinguem-se a do Tribunal, outra ornamentada com motivos lobulados e uma manuelina de rara elegância numa casa com passadiço. Em Celorico da Beira, na zona do castelo encontram-se as melhores decoradas. Algumas têm ramagens, outras lóbulos ou motivações geométricas.”

592 Cf. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, “Monumentos do Concelho de Celorico” in Altitude, Ano III, Vol. II, 1ª Série, p.87: “No concelho de Celorico houve seis: Celorico, Baraçal, Mesquitela, Açores, Linhares, e Forno Telheiro; destes só existem os três últimos, porque aos outros demoliu-os a paixão implacável dos homens e a supina ignorância dos edis, que desejando mostrar o seu liberalismo arremeteram quixotescamente contra os singelos monumentos que nada de comum tinham com o absolutismo.”

593 Vd. RODRIGUES, Adriano Vasco, op. cit., p.132.

594 Vd. Ibid., p.150.

595 Vd. Ibid., p.130.

596 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, “Monumentos do Concelho de Celorico” in Altitude, Ano III, Vol. II, 1ª Série, p.87.

597 Vd. RODRIGUES, Adriano Vasco, op. cit., p.130.

598 Vd. Ibid., p.132.

599 Vd. Ibid., p.222.

600 Vd. Ibid., p.222.

601 BNP, J. 3421 G.

602 Vd. RODRIGUES, Adriano Vasco, op. cit., p.223.

603 Vd. Ibid., p.223.

604 Vd. Ibid., p.91: “Esta vila foi das primeiras povoações de Portugal a ter relógio mecânico.”

605 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, “Monumentos do Concelho de Celorico” in Altitude, Ano III, Vol. II, 1ª Série, pp.86-87.

606 Vd. Ibid., p.86.

607 Vd. Ibid., p.86.

608 Cf. Página online Instituto dos Museus e da Conservação [Consult. 04 Jun. 2011] Disponível em:

609 Vd. Jornal online O Herminio [Consult. 04 Jun. 2011] Disponível em:

http://ojornaloherminio.blogspot.com/2010/04/celorico-da-beira-comemora-dia.html.



610 Vd. Página online Instituto dos Museus e da Conservação [Consult. 06 Jun. 2011] Disponível em:

.

611 Vd. Página online jornal A Guarda [Consult. 06 Jun. 2011] Disponível em:

.

612 Vd. Página online jornal Terras da Beira [Consult. 06 Jun. 2011] Disponível em:

.

613 Vd. Monumentos em Celorico da Beira [Consult. 06 Jun. 2011] Disponível em:

.

614 Vd. PEREIRA, António dos Santos, “Património rural, ambiente e educação”in Ubiletras, Revista online do Departamento de Letras da Universidade da Beira Interior, 2010.

615 Vd. Ibid.

616 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, “Monumentos do Concelho de Celorico” in Altitude, Ano III, Vol. II, 1ª Série, pp.86.

617 Vd. Directrizes para a Prevenção e Controlo de Desastres em Arquivo/cia. Comissão para a prevenção de desastres; coord. Editorial Maria Luísa Cabral; trad. Rodrigo Lucas de Sousa, Marta Costa; ver. Maria Teresa Costa Guerra. Lisboa: Biblioteca Nacional, 2000.

618 Vd. Directrizes da IFLA para a Conservação e o Manuseamento de Documentos de Biblioteca/ compil. e ed. Edward P. Adcock; colab. Marie-Thérèse Varlamoff, Virginie Kremp; coord. Ed. Maria Luísa Cabral; trad. Maria Luísa Cabral… [e tal.]. – Lisboa: Biblioteca Nacional, 2004.

619 Vd. Livros e Documentos de Arquivo / Preservação e Conservação, autores: Françoise Flieder e Michel Duchein, trad. Maria Manuela Cabrita Matos Correia e Maria Teresa do Vale e Matos; coord. Ed. Maria Luísa Cabral, - Lisboa: Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, 1993.

620 Vd. Lisboa: DR, DL n.º 16/93, de 23 de Janeiro, n.º 19, Série I A, [1993], [Consult. 11 Dez. 2010] Disponível em: .

621 Segundo PEREIRA, António dos Santos, Portugal Adentro: do Douro ao Tejo, O Milénio Beirão, Serviços Gráficos da Universidade da Beira Interior, Covilhã, 2009, p.504, apoiando-se no que refere Recenseamento dos Arquivos Locais, Vol. 13, pp. 32-35,os 29 livros das Actas da Câmara de Celorico da Beira (1819-1854), os 2 livros das Actas da Câmara de Linhares (1830-1840), os 6 livros Expostos (1818-1879), o Livro de Actas da Câmara de Linhares (1704-1708), bem como o exemplar do Registo de Leis e Ordens da Câmara de Linhares (1789-1830), estão arquivados lá Recenseamento dos Arquivos Locais, Vol. 13, pp. 32-35.

622Integrante da RNBP, tipo BM2; a actual Biblioteca Municipal funciona nas instalações do Centro Cultural.

623 Cf. Página online iantt [Consult. 05 Jun. 2011] Disponível em: .

624 Vd. [Consult. 15 Jan. 2011] Disponível em: .

625 Um desses livros é Lisbon Hebrew Bible, um livro sobre a cultura judaica do século XV.

626 Vd. Disponível em: .

627 Vd. Disponível em: .

628 Vd. Disponível em: .

629 Vd. Disponível em: .

630 Vd. Digitalização de Processos da Inquisição [Consult. 23.10.10] Disponível em:

<http://antt.dgarq.gov.pt/exposicoes-virtuais/inquisicao-de-lisboa-online/>.

631 Vd. Plano de Preservação Digital, Direcção Geral de Arquivos, Lisboa, 2010, p.8. [Consult. 25 Mar. 2011] Disponível em: .

632 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op.cit, p.15.

633 Vd. SILVA, Armando B. Malheiro da, op. cit., p.74. [Consult. 28 Março 2011] Disponível em: .

634 Vd. ANTT, PT/TT/MI-DGAPC/2/693/595; Esta personagem foi retratada pelo escritor Alexandre Herculano na sua obra Monge Cister, um romance histórico publicado em 1848. Trata-se de um cidadão celoricense que estudou na Universidade de Lisboa e que depois de regressar à terra-mãe foi eleito Vereador e foi Procurador do Município nas Cortes de Coimbra, Porto, Braga e Lisboa. Foi uma figura caricata, contemporânea do Conde de Seia, D. Henrique Manuel de Vilhena, que o manipulava a seu gosto e propósito. [Consult. 15 Abr. 2011] Disponível em:

<www.ufpa.br/multiletras/.../Alexandre%20Herculano/MongedeCister.doc>

635 Viveu no reinado de D. Sancho I (1185-1211). É uma das figuras, juntamente com o seu irmão, Gonçalo Mendes, alcaide do castelo de Celorico, interveniente no acontecimento que deu origem à Lenda da Lua Nova, retratada no Brasão da Vila (quarto crescente com cinco estrelas), aquando do cerco ao castelo de Celorico (1187) por Afonso IX de Leão.

636 Viveu no reinado de D. Sancho II (1223-1248). É a figura protagonista da afamada Lenda da Truta, aquando do cerco ao castelo de Celorico (1246) pelo Conde de Bolonha (futuro D. Afonso III de Portugal), retratada no Brasão da Vila (uma águia com uma truta nas garras).

637 Duarte, Luiz e Manuel Sá Osório eram irmãos e pertenciam a uma família, a dos Sá Osório, de nobreza antiga, “pois segundo diz Francisco Brandão na 5ª parte da Monarquia Lusitana, procede de João Afonso de Sá, que foi vassalo de El-Rei D. Afonso I” (Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op.cit., p.455); tiveram casa com pedra de armas em Celorico, já demolida e que deu lugar ao Palácio da Justiça (Cf. Ibid., p.456).

638 Vd. Ibid., p.458: “uma das que mais ilustraram o Concelho, ramificando-se ainda por toda a Beira.”

639 Existe a seguinte inscrição na sua sepultura: “Sepultura do eminente Diogo Gonçalves Cabral” (cf. Ibid., p.459).

640 A data de nascimento nem sempre é a mesma: o Professor Manuel Ramos de Oliveira e Adriano Vasco Rodrigues referem o 23 de Maio de 1881, como a data de nascimento de Sacadura Cabral. A página online do Instituto Camões [Consult. 18 Abr. 2011] Disponível em: também. Mas, na página online do Mundo Português, [Consult. 18 Abr. 11] Disponível em: e na página online da Infopedia [Consult. 18 Abril 2011] Disponível em: aparece 23 de Abril de 1881. O 23 de Maio faz mais sentido, uma vez que é a data do Feriado Municipal de Celorico da Beira, que é comemorado todos os anos (Vd. Cartaz das celebrações do Feriado Municipal, 23 de Maio 2010. [Consult. 26 Maio 2011] Disponível em:

) em memória de Sacadura Cabral, talvez o filho mais ilustre da Vila de Celorico da Beira.

641 Actualmente, Centro Pastoral D. João de Oliveira Matos.

642 Fernando Cardoso (1603/04-1683), de origem judaica, nasceu, muito provavelmente, em 1603 ou 1604, em Celorico da Beira na primeira metade do século XVII. No entanto, ainda existem algumas dúvidas acerca da sua terra natal. (Vd. ROSA, José M. Silva, Isaac Cardoso, Pensamento, Vida e Obra, Universidade da Beira Interior, Covilhã, 2010 [Consult. 05 Jan. 2011] Disponível em: . Emigrou para Espanha, onde exerceu medicina. Mais tarde, em Verona (Itália), assume-se como judeu e adopta o nome de Isaac. O seu nome aparece em dois documentos na BNF online: “Cardoso (Fernando), Médecin portugais, né vers le commencement du XVIIº siècle, mort dans la secoude moitié. Celorico est la véritable patrie de cet étrange personnonage, qui s’était acquis une grande renommée dans sa profession et s’y distingua dès l’année 1630. Il alla en Espagne et obtint à Madrid le titre de Phisico major (médecin en chef). Ce qu’il abandonna la religion chrétienne, dans laquelle il avait été élevé, pour entrer dans le sein du judaïsme, dont, il devint un fervent apôtre, etc.” In Animisme et Spiritisme, essai d'un examen critique des phénomènes médiumniques, spécialement en rapport avec les hypothèses de la "force nerveuse", de l'"hallucination" et de l'"inconscient", comme réponse à l'ouvrage du Dr Ed. von Hartmann intitulé: Le Spiritisme, par Alexandre Aksakof, traduit de l'édition russe par Berthold Sandow. 3e édition –1906 [Consult. 12 Jan. 2011] Disponível em:

; “Né à Celorico, dans la province de Beira, théologiste, poëte, litérateur, philosophe, médecin, pratician habile à Valladolid, à Madrid (1640); À Venise, à Verone, enfin, où il se fit juif et prit le nom d’Isaac; on lui comple au moins huit ouvrages(…)” In Dictionnaire Encyclopédique des Sciences Médicales. Première série, A-E. T. douzième, CAM-CAS / publ. sous la dir. de Raige-Delorme et A. Dechambre [puis de] A. Dechambre [puis de] L. Lereboullet ; L. Hahn secrétaire de la dir. [puis] directeur-adjoint -Masson (Paris)-1864-1888 [Consult.12 Jan. 2011] Disponível em: .

643 Trata-se de uma palavra de origem hebraica, que está relacionado com um saber que investiga a natureza divina.

644


645 O semanário Jornal de Celorico, nº 1, Ano 1, de 18.09.1919 apresenta na capa um poema de Miguel da Silveira, “poeta do século XVII, natural de Celorico, no seu poema «El Macabeu”, vd. BNP, J.1376A.

646 Segundo o Professor Manuel Ramos de Oliveira não é senão um resumo já que se refere ao mesmo como uma obra “onde vêm narrados alguns sucessos muito superficialmente” [Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op.cit., p.470]

647 De acordo com o professor Manuel Ramos de Oliveira, o registo do seu baptizado encontra-se no Livro de Baptizados da freguesia de S. Pedro. [Vd. Ibid., p.478]

648 Vd. OLIVEIRA, Manuel Ramos de, op. cit., p.162: “Cremos que no seu lugar (Tablado) está a moderna Capela do Coração de Jesus, mandada construir por D. Margarida Augusta Sarmento, como declara em testamento de 11 de Fevereiro de 1910.”

649 Cf. Ibid., p.162: “Pertencia à fábrica da catedral, sendo taxada em 30 libras.”; p. 163: “A capela de S. João serviu de paroquial a Santa Maria, enquanto este templo foi ocupado pelos enfermos ingleses, tendo-se realizado nela dois casamentos de súbditos britânicos.”

650 Cf. Ibid., p.164: “também serviu durante algum tempo de paroquial por ficar arruinada a igreja de S. Martinho na passagem de Massena”.

651 Cf. Ibid., p.164: era administrada pela Misericórdia e tinha a Irmandade de Santo António, “edificada à beira do Mondego num local verdadeiramente pitoresco.” O Professor acrescenta que os franceses deitaram a imagem do Santo ao rio e destruíram a Capela. Mais tarde, Maximiano António da Costa mandou-a reconstruir.

652 Cf. Ibid., p.164: para Manuel Ramos de Oliveira devia ser a mais rica de todas devido à grande afluência de crentes.

653 Cf. Ibid., p.165: Manuel Ramos de Oliveira acredita que esta era a do Calvário “por não haver referência antiga a esta em quaisquer documentos.”

654 N.B. A lista está longe de estar completa.



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