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Universidade de Brasília – UnB

Centro de desenvolvimento Sustentável – CDS





UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA – UnB

CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – CDS

Disciplina: Socioeconomia do Meio Ambiente – 4 Créditos

1 semestre 2006
1 Ementa
O objetivo geral da disciplina é fornecer uma base conceitual comum para o estudo avançado de questões de meio ambiente e desenvolvimento. Os objetivos específicos incluem: 1) conhecimento multidisciplinar de abordagens econômicas, políticas, sociais e culturais de questões ambientais; 2) compreensão crítica da inserção do Brasil no contexto global; 3) estabelecimento de bases científicas para pesquisas e ações a favor do desenvolvimento sustentável.

2 Conteúdo Programático
1 Introdução

2 Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente

3 Desenvolvimento Sustentável

4 Tendências Globais e Regionais

5 História e Meio Ambiente

6 Economia do Meio Ambiente

7 Ecologia Política

8 Acordos Internacionais

9 Política Ambiental

10 Socioambientalismo

11 Sociedade Civil e Meio Ambiente

12 População e Meio Ambiente

13 Sociobiodiversidade

14 Desenvolvimento Humano Sustentável



15 Conclusões

3 Bibliografia
3.1 Introdução
GERMANI, Gino. 1974. Sociologia da modernização: estudos teóricos, metodológicos e aplicados a América Latina. São Paulo: Mestre Jou. p.1-53.
HAYWARD, Tim. 1994. Ecological thought: an introduction. Cambridge, UK: Polity Press.
LEIS, Hector. 2004. A modernidade insustentável: as críticas do ambientalismo à sociedade contemporânea. Montevideo: Coscoroba. www.ambiental.net/coscoroba.
SAWYER, Donald. 1999. Ciencias de la salud y ciencias sociales en América Latina: el enfoque interdisciplinario y una acción orientada. In: BRICEÑO-LEÓN, Roberto (Coord.). Ciencias sociales y salud en América Latina: un balance. Caracas: Fundación Polar, International Forum for Social Sciences and Health, p.25-36.

3.2 Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
CAPRA, Fritjof. 1982. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix. Cap. 4.
DALY, Herman. 2004. Crescimento sustentável? Não, obrigado. Ambiente e Sociedade, v.7, n.2, p.197-201.
DIAMOND, Jared. 2005. Colapso: como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso. Rio de Janeiro: Record.
FURTADO, Celso. 2000. Introdução ao desenvolvimento: enfoque histórico-estrutural. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 128p. ISBN 8521903731.
HARVEY, David. 1996. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola.
LOVELOCK, James. 2006. The revenge of Gaia: why the Earth is fighting back - and how we can still save humanity. London: Allen Lane.
MYRDAL, Gunnar. 1971. Economic theory and under-developed regions. New York: Harper & Row.
NELISSEN, Nico et al. (Eds.). 1997. Classics in environmental studies: an overview of classic texts in environmental studies. Utrecht: International Books. 423p.
POLANYI, Karl. 2000. A grande transformação: as origens da nossa época. 5ed. Rio de Janeiro: Campus. 349p. Tradução de Fanny Wrobel.

3.3 Desenvolvimento Sustentável
ACSELRAD, Henry. 1999. Sustentabilidade e desenvolvimento: modelos, processos e relações. Rio de Janeiro: FASE. (Cadernos de Debate Brasil Sustentável e Democrático, 4). 67p.
BRUNDTLAND, Gro Harlem. 1987. Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas.
BURSZTYN, Marcel (Org.). 1993. Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense. 161p.
BURSZTYN, Marcel (Org.). 2000. Ciência, ética e sustentabilidade: desafios ao novo século. São Paulo: Cortez/UNESCO.
LEFF, Enrique. 2001. Globalização, ambiente e sustentabilidade do desenvolvimento. In: LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 3ed. Petrópolis: Vozes. p.15-31.
LÉLÉ, S.M. 1991. Sustainable development: a critical review. World Development, v.19, n.6, p.607-21.
REDCLIFT, Michael. 1987. Sustainable development: exploring the contradictions. London, New York: Routledge.
SACHS, Ignacy. 1981. Ecodesenvolvimento: crescer sem destruir. São Paulo: Vértice.
SACHS, Ignacy. 1993. Estratégias de transição para o século XXI. In: BURSZTYN, Marcel (Org.). Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense.
SACHS, Ignacy. 2000. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: CDS-UnB, Garamond. (Série Idéias Sustentáveis)
SACHS, Ignacy. 2004. Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond. 152p. Especialmente o último capítulo.
VEIGA, José Eli da. 2002. Meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo: SENAC.
VIEIRA, Paulo Freire et al. (Orgs.). 1998. Desenvolvimento e meio ambiente no Brasil: a contribuição de Ignacy Sachs. Porto Alegre: Pallotti; Florianópolis: APED. 448p.
VIOLA, Eduardo et al. 1998. Meio ambiente, desenvolvimento e cidadania: desafio para as ciências sociais. São Paulo: Cortez.

3.4 Tendências Globais e Regionais
FERREIRA, Leila da Costa; VIOLA, Eduardo (Orgs.). 1996. Incertezas de sustentabilidade na globalização. Campinas: Editora da UNICAMP. 329p.
LEIS, Hector. 1996. O labirinto: ensaios sobre ambientalismo e globalização. São Paulo, Blumenau: Editora da FURB, Gaia. P.173.
SANTOS, Milton. 1985. Espaço e método. 4ed. São Paulo: Nobel. (Coleção Espaços).
SANTOS, Milton. 2001. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record.
SAWYER, Donald. 1984. Frontier expansion and retraction in Brazil. In: SCHMINK, Marianne; WOOD, Charles (Eds.). Frontier expansion in Amazônia. Gainesville: University of Florida Press, p.180-203.
SAWYER, Donald. 1985. Industrialization of Brazilian agriculture and debilitation of the Amazon frontier. In: MISRA, R.P. et al. (Orgs.). Regional development in Brazil: the frontier and its people. Nagoya, Japão: United Nations Centre for Regional Development, p.35-67.
SAWYER, Donald (Coord.). 1990. Fronteiras na Amazônia: significado e perspectivas. Belo Horizonte: CEDEPLAR-UFMG.
SAWYER, Donald. 2000. Novas hipóteses e interpretações sobre as tendências espaciais recentes no Brasil. Brasília: ISPN.
SINGER, Paul. 1972. Migraciones internas: consideraciones teóricas sobre su estudio. In: MUÑOZ, Humberto et al. (Eds.). Migración y desarrollo: consideraciones teóricas. Buenos Aires: CLACSO, p.45-67.
SINGER, Paul. 1976. Economia política da urbanização. São Paulo: Brasiliense.
VIOLA, Eduardo. 2004. A evolução do papel do Brasil no regime internacional de mudança climática e na governabilidade global. Rev. Cena, v.6, n.1, p.2-25, jun.


3.5 História e Meio Ambiente
CASTRO, Josué de. 1992. Geografia da fome: o dilema brasileiro, pão o aço. 11ed. Rio de Janeiro: Gryphus. 360p.
FREYRE, Gilberto. 2000. Casa grande e senzala. 39 ed. Rio de Janeiro: Record. 668p.
FURTADO, Celso. 2003. Formação econômica do Brasil. 32ed. Rio de Janeiro: Nacional. 256p. ISBN 8504006107.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. 1995. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. 220p.
OLIVEIRA, Francisco de. 1972. Economia brasileira: crítica à razão dualista. Estudos CEBRAP, n.2, p.3-82. Também em Seleções CEBRAP, n.1, 1975.
PRADO Jr., Caio. 1972. História econômica do Brasil. 15ed. São Paulo: Brasiliense. 354p.
RIBEIRO, Darcy. 1995. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 2ed. São Paulo: Companhia das Letras. 476p.
VIANNA MOOG, Clodomir. 2001. Bandeirantes e pioneiros: paralelo entre duas culturas. 19ed. Rio de Janeiro: Graphia. 352p. ISBN 85-85277-31-9. (Série Memória Brasileira, 4).

]

3.6 Economia do Meio Ambiente


BROWN, Lester. 2003. Eco-economia. Salvador: Earth Policy Institute, Universidade Livre da Mata Atlântica. 437p. www.ethos.org.br.
COMMON, Michael; STAGL, Sigrid. 2000. Ecological economics: an introduction. Cambridge: Cambridge University Press.

http://www.ebookmall.com/ebook/179433-ebook.htm
COSTANZA, Robert Costanza, CUMBERLAND, John H. Cumberland, DALY, Herman E.; GOODLAND, Robert; NORGAARD, Richard B. 1997. An introduction to ecological economics. Boca Raton: CRC Press, St. Lucie Press. ISBN: 1884015727
GEORGESCU-ROEGEN, Nicholas. 1971. The entropy law and the economic process. Cambridge: Harvard University Press.
GEORGESCU-ROEGEN, Nicholas. 1975. Energy and economic myths. Southern Economic Journal, v.41, n.3, Jan. www.dieoff.com/page148.htm
GEORGESCU-ROEGEN, Nicholas. 2004. La décroissance: entropie, écologie, économie.
HAWKEN, Paul; LOVINS, Amory; LOVINS, L. Hunter. 2006. Capitalismo natural: criando a próxima revolução industrial. São Paulo: Cultrix, Amana-Key.
MAY, Peter H. (Org.). 1995. Economia ecológica: aplicações no Brasil. Rio de Janeiro: Campus. 179p.
MAY, Peter H.; LUSTOSA, Maria Cecília; VINHA, Valéria da (Orgs.). 2003. Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier. 318p.
MOTTA, Ronaldo Seroa da. 2006. Economia ambiental. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas.
MUELLER, Charles. 1994. O pensamento econômico e o meio ambiente: bases para uma avaliação das principais correntes da economia ambiental. Brasília: ISPN. (Documentos de Trabalho, 35).
ROMEIRO, Ademar Ribeiro; REYDON, Bastiaan Philip; LEONARDI, Maria Lúcia Azevedo (Orgs.). 1996. Economia do meio ambiente: teoria, políticas e a gestão de espaços regionais. Campinas: UNICAMP, IE. 384p.
SAWYER, Donald. 2001. Consumption patterns and environmental impacts in a global socioecosystemic perspective. In: HOGAN, Daniel; TOLMASQUIM, Maurício (Eds.). Human dimensions of global environmental change: Brazilian perspectives. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. p.279-94.
SAWYER, Donald. 2002. Population and sustainable consumption in Brazil. In: HOGAN, Daniel; BERQUÓ, Elza; COSTA, Heloisa (Eds.). Population and environment in Brazil: Rio + 10. Campinas: CNPD, ABEP, NEPO. p.224-54.
STAVINS, Robert N. (Ed.) 2005. Economics of the environment: selected readings. New York: Norton.

3.7 Ecologia Política
BRYANT, Raymond L. 1997. Third world political ecology. London: Routledge.
CAVALCANTI, Clóvis (Org.). 2001. Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. 3ed. São Paulo: Cortez; Recife: Fundação Joaquim Nabuco. 429p.
FOSTER, John Bellamy. 2005. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 418p.
HECHT, Susanna B. 1985. Environment, development and politics: capital accumulation and the livestock sector in Eastern Amazônia. World Development, v.13, n.6, p.663-84.
HECHT, Susanna B.; ANDERSON, Anthony B.; MAY, Peter H. 1988. The subsidy from nature: shifting cultivation, successional palm forests, and rural development. Human Organization, v.47, n.1, p.25-35.
LEFF, Enrique. 1991. A second contradiction of capitalism? Notes for the environmental transformation of historical materialism. Symposium: the second contradiction of capitalism.
LEFF, Enrique. 2001. Saber ambiental. Petrópolis: Vozes.
LEFF, Enrique. 2006. Racionalidade ambiental: a reapropriação social da natureza. Rio de Janeiro: civilização Brasileira. 555p.
NORGAARD, Richard B. 1994. Development betrayed: the end of progress and a coevolutionary revisioning of the future. London, New York: Routledge. 280p.
PELUSO, Nancy Lee. 2005. Political ecology: ESPM 168. Berkeley: University of California.
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. 1989. Os (des)caminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto.
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. 2004. O desafio ambiental. Rio de Janeiro, São Paulo: Record. 179p.
SCHMINK, Marianne; WOOD, Charles. 1987. The “political ecology” of Amazonia. HOROWITZ; LITTLE (Eds.). Lands at risk in the Third World. Boulder: Westview, p.38-57.
WATTS, Michael. 1983. Silent violence. Los Angeles: University of California Press.

3.8 Acordos Internacionais
CONCA, Ken; DABELKO, Geoffrey (Eds.). 1998. Green planet blues: environmental politics from Stockholm to Kyoto. 2ed. Boulder: Westview. 379p.
IISD. 2006. Summary of the Eighth Conference of the Parties to the Convention on Biological Diversity: 20-31 March 2006. Earth Negotiations Bulletin, v.9, n.363, p.1-24. www.iisd.ca/biodiv/cop8/
MMA. 2003. Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável: Declaração de Joanesburgo e Plano de Implementação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente. 117p.
RIBEIRO, Wagner Costa. 2001. A ordem ambiental internacional. São Paulo: Contexto. 176p.
SAWYER, Donald (Org.). 2006. Documentos da COP8 E MOP3. Brasília: Centro de Desenvolvimento Sustentável, Universidade de Brasília.
SENADO FEDERAL. 1997. Agenda 21: Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. 2ed. Brasília. 598p. Especialmente capítulos 8 (Integração entre meio ambiente e desenvolvimento), 23 (Fortalecimento do papel dos grupos principais) e Declaração do Rio.

3.9 Política Ambiental
BARBIERI, José Carlos. 1997. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da Agenda 21. Petrópolis: Vozes.
COMISSÃO INTERMINISTERIAL PARA PREPARAÇÃO DA CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. 1991. O desafio do desenvolvimento sustentável. Brasília: Presidência da República. 204p.
LITTLE, Paul (Org.). 2004. Políticas ambientais no Brasil: análises, instrumentos e experiências. Brasília: Peirópolis, IEB.
MMA. 2002. Agenda 21 brasileira: resultado da consulta nacional. Brasília: Ministério do Meio Ambiente. http://www.mma.gov.br/estruturas/agenda21/_arquivos/

consulta2edicao.pdf


MMA. 2002. Agenda 21 brasileira: ações prioritárias. Brasília: Ministério do Meio Ambiente. http://www.mma.gov.br/estruturas/agenda21/_arquivos/
PÁDUA, José Augusto (Org.). 1987. Ecologia e política no Brasil. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo, IUPPERJ. 211p.
REDCLIFT, Michael; GOODMAN, David. 1991. Introduction. In: GOODMAN, David; REDCLIFT, Michael (Eds.). Environment and development in Latin America: the politics of sustainability. p.1-23.
RIBEIRO, Wagner Costa. 2003. Patrimônio ambiental brasileiro. São Paulo: EDUSP. 624p. (Coleção Uspiana).
RIOS, Aurélio Virgílio Rego; IRIGARAY, Carlos Teodoro Hugueney. 2005. O direito e o desenvolvimento sustentável: curso de direito ambiental. São Paulo: Peirópolis; Brasília: IEG. 407p.
TRIGUEIRO, André (Coord.). 2003. Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. 367p.
ZHOURI, Andréa et al. (Orgs.). 2005. A insustentável leveza da política ambiental: desenvolvimento e conflitos socioambientais. Belo Horizonte: Autentica.

3.10 Socioambientalismo
FBOMS. 1992. A sustentabilidade que queremos. Brasília: Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento.
ISA. 2004. Instituto Socioambiental 10 anos. São Paulo: ISA. 32p. www.socioambiental.org.br
LEROY, Jean Pierre et al. 1997. Brasil Século XXI: os caminhos da sustentabilidade cinco anos depois da Rio-92. Rio de Janeiro: FASE. 504p.
SVIRSKY, Enrique; CAPOBIANCO, João Paulo (Orgs.). 1997. Ambientalismo no Brasil: passado, presente e futuro. São Paulo: Instituto Socioambiental.
VIANA, Gilney; SILVA, Marina; DINIZ, Nilo (Orgs.). 2001. O desafio da sustentabilidade: um debate socioambiental no Brasil. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo. (Coleção Pensamento Petista). 364p.
VIEIRA, Paulo Freire; RIBEIRO, Maurício Andrés; FRANCO, Roberto Messias; CORDEIRO, Renato Caporali (Orgs.). 1998. Desenvolvimento e meio ambiente no Brasil: a contribuição de Ignacy Sachs. Florianópolis: APED.

3.11 Sociedade Civil e Meio Ambiente
ARNS, Carlos Eduardo; ZUNIGA, Gláucia M.F.; ROVER, Oscar José. 2004. Organizações populares e desenvolvimento no sul do Brasil. Curitiba: Gráfica Popular. 86p. Resenha: O desenvolvimento sustentável e as organizações da sociedade civil, Informes ABONG, n.345, 4 a 10 de abril de 2006, p.3. www.abong.org.
BOFF, Leonardo. 2003. Espiritualidade. In: TRIGUEIRO, André (Coord.). 2003. Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. p.35-43.
BRESSER-PEREIRA, Luis Carlos. 1998. Sociedade civil: sua democratização para a reforma do Estado. Brasília: Escola Nacional de Adminstração Pública. 58p. (Texto para Discussão, 32). www.enap.gov.br
BRESSER-PEREIRA, Luis Carlos; WILHEIM, Jorge; SOLA, Lourdes (Orgs.). Sociedade e Estado em transformação. São Paulo/Brasília: UNESP/ENAP.
BURSZTYN, Marcel (Org.). 2001. A difícil sustentabilidade: política energética e conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Garamond. 259p. Especialmente capítulos de
Mota, Bursztyn e Bernardo.
CHAPIN, Mac. 2004. A challenge to conservationists. World Watch, Nov.-Dec. 16 p.

Veja também respostas de leitores no site www.worldwatch.org.


CRESPO, Samyra. 2003. Opinião pública. In: TRIGUEIRO, André (Coord.). Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. p.59-73.
MATER NATURA. 2006. Ecolista. Curitiba: Mater Natura.

www.maternatura.org.br/ecolista
McCORMICK, John. 1989. Reclaiming paradise: the global environmental movement. Indianapolis: Indiana University Press.
McCORMICK, John. 1992. Rumo ao paraíso: a história do movimento ambientalista. Rio de Janeiro: Relume-Dumará.
PETRAS, James. ONGs y movimientos sóciopolíticos, el postmarxismo rampante: una crítica a los intelectuales y a las ONG; centralidad del estado em el mundo actual. http:/www.rebelion.org.
THEODORO, Suzi Huff (Org.). 2005. Mediação de conflitos socioambientais. Rio de Janeiro: Garamond. 220p.

3.12 População e Meio Ambiente
EHRLICH, Paul; ERLICH, A. 1997. The population bomb. In: NELISSEN, Nico et al. (Eds.). Classics in environmental studies: an overview of classic texts in environmental studies. Utrecht: International Books. p.115-24.
MALTHUS, Thomas. 1997. An essay on the principle of population. In: NELISSEN, Nico et al. (Eds.). Classics in environmental studies: an overview of classic texts in environmental studies. Utrecht: International Books. p.29-38.
MARTINE, George. 2005. Population/development/environment trends in a globalized context: challenges for the 21st century. Genus, v.61, n.3-4, Jul.-Dec., p.247-77.
PITANGUY, Jacqueline et. al. (Coords.). 2005. O progresso das mulheres no Brasil. Brasília: UNIFEM.
SAWYER, Donald. 1994. População, meio ambiente e desenvolvimento no Brasil. Brasília: ISPN. (Documento de Trabalho, 32).
SAWYER, Donald. 1997. Migração e meio ambiente: para onde vamos? Travessia, v.10, n.28, maio, p.5-9.
SAWYER, Donald. 1999. População, ambiente e saúde. In: PIGNATTI, Marta Gislene; MARTINS, Domingos T.O. (Orgs.). Saúde e ambiente na região amazônica. Cuiabá: EdUFMT.

3.13 Sociobiodiversidade
ISA. 2004. Almanaque Brasil socioambiental. São Paulo: Instituto Socioambiental. [ISPN-NAT-ISA-2004]
SANTILLI, Juliana. 2005. Socioambientalismo e novos direitos: proteção jurídica à diversidade biológica e cultural. São Paulo: Peirópolis. 303p.
SAWYER, Donald. 1992. Campesinato e ecologia na Amazônia. In: HOGAN, Daniel; VIEIRA, Paulo Freire (Eds). Dilemas sócioambientais e desenvolvimento sustentável. Campinas: Editora da UNICAMP, p.211-34.

3.14 Desenvolvimento Humano Sustentável
BESSERMAN, Sérgio. 2003. Indicadores. In: TRIGUEIRO, André (Coord.). 2003. Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. p.91-105.
IBGE. 2000. Perfil dos municípios brasileiros: meio ambiente, 2000. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
IBGE. 2005. Indicadores. www.ibge.gov.br
SAWYER, Donald. 1996. O Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil. Apresentado na Sessão Plenária “Meio Ambiente: Indicadores de Qualidade de Vida e Indicadores Ambientais”, X Encontro Nacional de Estudos Populacionais, Caxambu, Minas Gerais, 7 a 11 de outubro. 10p.

3.15 Conclusões

WWI. 2006. State of the world. Washington: Worldwatch Institute. (ementasma)






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