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Materiais e Análise do Ciclo de Vida (ACV): O Ciclo de Vida dos materiais; o Ciclo de Vida dos produtos; a reciclagem e a produção de objetos; processos e produtos inovadores; Design Emocional e aplicação dos materiais.



Bibliografia sugerida

ASCHBY M. F, Engineering Materials - 1: An Introduction to Properties, Applications and Design, Oxford: Pergamon Press, 2005.

ASCHBY M. F. & JONES D. R. H. Engineering Materials - 2. Oxford: Pergamon Press, 1988.

ASHBY M. and JOHNSON K. Materials and Design, The art and science of material selection in product design. U.S.A.:Butterworth and Heinemann, 2002.

ASHBY M. and JOHNSON K. Materials and Design, the art and science of material selection in product design. U.S.A. :Butterworth and Heinemann: 2002.

BUDDY D., HOFFMAN A. S., LEMONS J. E., and SCHOEN F. J. Biomaterials Science: An Introduction to Materials in Medicine. New York: Academic Press, 1996.

CALLISTER Jr., W. D. Materials Science and Engineering - An Introduction. 3th edition U.S.A: John Wiley & Sons Inc., 1994.

CARTER, C.B. Ceramic Materials: Science and Engineering. U.S.A.:Springer Verlag, 2007

CHEHEBE, José Ribamar. Análise do ciclo de vida de produtos. Rio de Jeniro: Qualitymark, 1998.

CLEMINSHAW, D. Design in Plastics. Massachussets: Rockport Publichers, 1989.

FERNANDES, Dulce. Manual Didático sobre Cerâmica. Curitiba: UFPR, 2000.

FORING, M. Engineering Materials Science. Academic Press, U.S.A., 1995.

HARPER, Charles A., ed. Handbook of Materials for Product Design. New York: McGraw-Hill, 2001.

LESKO, J. Materials and Manufacturing Guide to Industrial Design. New York:John Wiley & Sons, 1999.

MANZINI, E. A matéria da invenção. Porto: centro português de design, 1993.

MAZUMDAR S. K. Composites manufacturing: materials, product, and process Engineering, U.S.A.: CRC Press LLC, 2002.

S. M. ALLEN and THOMAS, E. L., The Structure of Materials. New York: Wiley, 1999.

SHACKELFOR J. F. Introduction to Materials Science for Engineers, 4ª th edition, New York: Prentice-Hall Inc., 1996.

SMITH C. O., The Science of Engineering Materials. New York:Prentice-Hall, 1977.

TEIXEIRA, Joselena de Almeida. Design & Materiais. Curitiba: CEFET-PR, 1999.

VAN VlLACK L. H., Princípios das Ciências dos Materiais. São Paulo: Edgard Blücher, 1970.
CÓDIGO DO CONCURSO: DSP08


Área/Disciplina:

Design para a Sustentabilidade

PROGRAMA:

Conteúdo programático:

Estudo dos aspectos que permeiam a relação design e sustentabilidade ambiental. Compreende o nivelamento de conceitos e as interconexões entre sustentabilidade social, ambiental e econômica; dimensão sócio-ética da sustentabilidade e utilização responsável de recursos; indicadores de sustentabilidade no ciclo de vida do sistema produto; articulação da matéria com a realidade e necessidades locais; estudos de caso.

Unidades:

Evolução dos conceitos relacionados ao design para a sustentabilidade.

Estudos dos principais autores e abordagens relacionadas a design e sustentabilidade.

O sistema produto e o sistema produto/serviço (product service system – pss).

Análise do Ciclo de Vida.

Indicadores de sustentabilidade ambiental e social.

Estudos de caso do Brasil e do mundo.


Bibliografia sugerida

ALMEIDA, Fernando. O bom negócio da sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.

CHARTER, Martin; TISCHNER,Ursula Tischner. Sustainable Solutions: developing products and services for the future. Sheffield: Greenleaf, 2001.

DATSCHEFSKI, Edwin. The Total Beauty of Sustainable Products.. Crans-Près-Céligny, Switzerland: Rotovision, 2001.

HARVARD BUSINESS REVIEW. Gestão Estratégica. São Paulo: Campus, 2005.

KATE, K. T.; LAIRD, S. A. The commercial use of biodiversity: access to genetic resources and benefit-sharing. London: Earthscan, 2000.

KAZAZIAN, T. (org.) Haverá a idade das coisas leves: Design e desenvolvimento sustentável. São Paulo: Ed. Senac São Paulo, 2005.

KRUCKEN, L. Valorização de produtos da biodiversidade: integrando competências para um percurso sustentável. In: Barros et al. Proteção aos conhecimentos tradicionais. Belém do Pará: Museu Paraense Emílio Goeldi, 2007.

MANZINI, E., VEZZOLI, C. Product-service systems and sustainability. Opportunities for sustainable solutions. Paris: UNEP Publisher, 2002.

MANZINI, E.; VEZZOLI, C. O desenvolvimento de produtos sustentáveis. São Paulo, EDUSP, 2002.

MCDONOUGH, William; BRAUNGART, Michael. Cradle to Cradle: remaking the way we make things. New York: North Point Press, 2002.

MONTAÑA, J.; MOLL, I. Diseño: rentabilidad social y rentabilidade económica. Barcelona: BARCELONA CENTRO DE DISEÑO – BCD, 2001.

NORMANN R.; RAMIREZ, R. Design interactive strategy: from value chain to value constellation. West Sussex: John Wiley & Sons, 1994.

OTTO, Kevin N.; WOOD, Kristen L.. Product design: techniques in reverse engineering and new product development. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall, 2001.

SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.

SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. São Paulo : Record, 2000.

THACKARA, J. In the bubble: designing in a complex world. Cambridge: MIT, 2005.

VIANA, G. (org) O desafio da Sustentabilidade; um debate socioambiental no Brasil. São Paulo:Fundação Perseu Abramo. 2001.

VON STAMM, B. Managing innovation, design e creativity. New Jersey: John Wiley &Sons Ltd, 2003.
CÓDIGO DO CONCURSO: DSP09


Área/Disciplina:

Cadeia de Valor e Valorização dos Recursos Locais

PROGRAMA

Conteúdo programático:

Análise da cadeia de valor de produtos e serviços, aplicada a setores industriais de interesse. Abrange a identificação de recursos locais e estratégias para sua valorização; novas formas de trabalho, produção, distribuição e consumo; análise de setores e identificação de oportunidades competitivas.

Unidades:

Análise da cadeia de valor.

Formas inovadoras de produção, distribuição e consumo.

Possíveis intervenções do design para agregar valor a recursos locais.

Identificação de elementos de identidade local.

Integração competitiva do território por meio de produtos e serviços inovadores.
Bibliografia sugerida

BERTOLA, P., MANZINI, E. (org), Design multiverso: Appunti di fenomenologia del design. Milano: Edizioni Poli.Design, 2004.

BROWER, C.; MALLORY, R.; OHLMAN, Z. Experimental Eco-Design: architecture, fashion, product. Crans-Près-Céligny ; Hove : RotoVision, 2005.

DATSCHEFSKI, Edwin. The Total Beauty of Sustainable Products.. Crans-Près-Céligny, Switzerland: Rotovision, 2001.

DE MORAES, D. Análise do design brasileiro: entre mimese e mestiçagem. São Paulo: Edgar Blucher, 2006.

HARVARD BUSINESS REVIEW. Gestão Estratégica. São Paulo: Campus, 2005.

IVÁÑEZ GIMENO, J. M. La géstion del diseño en la empresa. Madrid : McGraw Hill; Interamericana de España, 2000.

KRUCKEN, L. Valorização de produtos da biodiversidade: integrando competências para um percurso sustentável. In: Barros et al. Proteção aos conhecimentos tradicionais. Belém do Pará: Museu Paraense Emílio Goeldi - MPEG, 2007.

LAGES, V., BRAGA, C., MORELLI, G. (orgs). Territórios em movimento: cultura e identidade como estratégia de inserção competitiva. Brasília: Sebrae, 2004.

MARANO, A. Design e ambiente. La valorizzazione del territorio tra storia umana e natura. Milano: Polidesign, 2004.

MUNARI, B. Arte come mestiere. Milano: Latterza, 6a ed., 2006.

SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. São Paulo : Record, 2000.

THACKARA, J. In the bubble: designing in a complex world. Cambridge: MIT, 2005.

VON STAMM, B. Managing innovation, design e creativity. New Jersey: John Wiley &Sons Ltd, 2003.


ANEXO 7

PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA OS CONCURSOS PARA O CAMPUS BH- ESCOLA DE MÚSICA


DEPARTAMENTO: PRÁTICA MUSICAL

CÓDIGO DO CONCURSO: DPM 01

Área/disciplina: Performance Musical / Contrabaixo e Análise Musical

Programa:

1. Análise melódica, harmônica e estrutural.

- Elementos da estruturação melorrítmica: análise melódica de peças para instrumento solo.

- Tipos de textura: monofonia, polifonia, homofonia (textura coral/melodia acompanhada), heterofonia.

- Princípio de estruturação formal: repetição, contraste e variação.

- Célula e motivo; processos de transformação do motivo; frase, período e sentença; unidades formais de nível micro, macro e intermediário.

- Funções formais (exposição, reexposição, transformação, conclusão, introdução, interpoloção, interjeição).

- Modos de articulação formal (separação, justaposição, superposição, inclusão, interpolação).

- Formas e gêneros tradicionais: formas abertas e cíclicas; formas binárias, ternárias e mistas.

- Análise harmônica e formal de pequenas peças (danças de suíte barroca, sonata monotemática, etc).

- Rondó e formas de variação.

- Polifonia em estilo imitativo; Invenções e sinfonias de J. S. Bach; Fugas.

- Sonatas; duos, trios, sinfonias e concertos.

- Algumas obras do século XX como introdução a processos composicionais contemporâneos.

- Música moderna e contemporânea de um modo geral.

- Reutilização de formas tradicionais no século XX; neoclassicismo.

- Atonalismo livre; música atemática; melodia de timbres; dodecafonismo; serialismo integral.

- Expansão do espaço sonoro: inclusão do ruído e emprego extensivo da percussão; outras formas de linguagem e material sonoro empregados no séc. XX e na atualidade.

- Música brasileira moderna e contemporânea.


2. Aspectos da performance musical: interpretação, técnica e estilos musicais.

- Técnica do Contrabaixo:

- Estudo de escalas e arpejos em diversas tonalidades, em até três oitavas, com três andamentos distintos.

- Uso de variantes rítmicas baseadas em golpes de arco com stacato e legato.

- Técnicas de digitação da mão esquerda.

- Estudo do capotasto.

- Aplicação do vibrato no capotasto.

- Interpretação musical:

- Processos metafóricos em interpretação musical.

- Adequação da técnica aos estilos dos períodos históricos.

- A relevância da música como discurso simbólico.

- E Estilos musicais:

- Principais autores dos períodos históricos, do Barroco ao Contemporâneo e suas obras significativas.

- Reflexão sobre os mecanismos histórico-filosóficos inerentes à criação musical, tendo em vista a contribuição dos mesmos para o conhecimento, a análise e a compreensão da linguagem da música.


3. Relações entre performance e análise musical.

- Reflexão e prática sobre os elementos melódicos, harmônicos e estruturais e sua relação com a performance, desenvolvendo o conhecimento, a análise e a compreensão da linguagem da música na interpretação musical.


4. Interpretação musical:

- Recital comentado com duração de 50 minutos, com repertório erudito para contrabaixo acústico de três períodos históricos diferentes, envolvendo análise musical interpretativa das obras executadas.


Bibliografia sugerida:

ARZOLLA, Antônio Roberto Roccia dal Pozzo. Uma abordagem analítico-interpretativa do concerto 1990 para contrabaixo e orquestra de Ernst Mahle. 1996. 220f. Dissertação (Mestrado em Música Brasileira) - Centro de Letras e Artes. Universidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1996.

FRANCESCO, Petracchi. Simplified higher technique. London: Yorke Edition, 1982.

GUERRA-PEIXE C. Melos e harmonias acústica: princípios da composição musical. São Paulo - Rio de Janeiro: Irmãos Vitale, 1988.

HARNONCOURT, Nikolaus. O discurso dos sons: caminhos para uma nova compreensão musical. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.

________. O diálogo musical: Monteverdi, Bach e Mozart. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.

ISAIA, Billé. Corso pratico. v.3. Milano: Ed. Ricordi, 1974.

JEAN-MARC, Rollez. Méthode de contrebasse. v.3. Paris: Gérard Billaudot Editeur, 1979.

KOELLREUTTER, H. J. Harmonia funcional: introdução à teoria das funções harmônicas. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1987.

LIMA, Sônia Albano. Uma metodologia de interpretação musical. São Paulo: Musa, 2005.

LIMA, Sonia Albano (org). Performance e interpretação musical: uma prática interdisciplinar. São Paulo: Musa, 2006.

MAGNANI, Sérgio. Expressão e comunicação na linguagem da música. Belo Horizonte: UFMG, 1998.

SCHOENBERG, Arnold. Tratado de harmonia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

________. Fundamentos da composição musical. 3.ed. Tradução Eduardo Sencman. São Paulo: Edusp, 1996.

SIMANDL, F. New method for the double bass, book II. New York: Carl Fischer, 1978.

STRAVINSKY, Igor. Poética musical em 6 lições. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996.

SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. Trad. Alda de Oliveira e Cristina Tourinho. São Paulo: Moderna, 2003.
DEPARTAMENTO:COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO ARTÍSTICA

CÓDIGO DO CONCURSO: DCEA 02

Área/ disciplina: Metodologia da Pesquisa em Música e Educação Musical

Programa:

1. Procedimentos metodológicos de pesquisa em Música nas áreas de performance, educação e musicologia

- Fundamentos da pesquisa.

- Introdução às tendências metodológicas dos séculos XIX e XX.

- Os quatro tipos de conhecimento: popular, científico, filosófico e religioso e as diferenças entre eles. Senso comum e conhecimento científico.

- A pesquisa como interpretação e aprendizado.

- Métodos de consulta; fontes de informação.

- O método comparativo, histórico, tipológico e monográfico.

- Diferenças entre texto dissertativo, narrativo e propaganda.

- O projeto de pesquisa: Introdução, Justificativa, Objetivos, Metodologia, Cronograma, Referências.

- Fases da pesquisa bibliográfica: escolha do tema; elaboração do plano de trabalho; identificação; localização; compilação; fichamento; análise e interpretação; redação.

- Elementos textuais: utilização de citações diretas e indiretas e sua normalização.

- Regras de uniformização de referências da ABNT.

- Temáticas de Pesquisa em Educação Musical e Performance e Musicologia.
2. Didática e Metodologia da Educação Musical

- Propostas pedagógicas dos principais educadores musicais do século XX (estrangeiros e brasileiros) e suas implicações no ensino de música na atualidade.

- Modalidades da experiência musical (Modelo C(L)A(S)P e Modelo Espiral de Desenvolvimento Musical, de Swanwick).

- Análise crítica e possibilidades de aplicação das propostas dos Parâmetros Curriculares Nacionais para a área de Arte/Música.

- Propostas e materiais didáticos em Educação Musical, com ênfase na produção brasileira.

- Avaliação em Música.


3. Educação Musical na atualidade

- Panorama da Educação Musical desde a Antigüidade Clássica até os dias atuais.

- Histórico da Educação Musical no Brasil.

- Discussão sobre a realidade e os procedimentos didáticos a serem utilizados no ensino de Música nas escolas regulares, especializadas e outros contextos sociais (projetos sociais, ONG’s e outros).

- Análise e contextualização das principais propostas em Educação Musical na prática pedagógica atual.
Bibliografia Sugerida

ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Norma 6023.

ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 2001.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. Anais dos Encontros. Porto Alegre: ABEM, 1998 a 2007.

________. Revistas da ABEM. N. 5, 6, 7, 8, 9 e 10. Porto Alegre: Associação Brasileira de Educação Musical.

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM MÚSICA. Anais dos Encontros (1998 a 2007).

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: arte. Brasília, 1997.

CEGALA, Domingos. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Cia das Letras, 1991.

FIORIN, J. L. Considerações sobre a noção de texto. In Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1997.

FONTERRADA, Marisa Trench de. De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. São Paulo: Unesp, 2005.

FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normatização de publicações técnico-científicas. Belo Horizonte: UFMG, 2003.

LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia em ciências humanas. Belo Horizonte: UFMG, 2000.

PAZ, Ermelinda. Pedagogia musical brasileira no século XX: metodologias e tendências. Brasília: Musimed, 2000.

SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. São Paulo Martins Fontes, 2001.

SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Unesp, 1986.

SOUZA, Jusamara. Música, cotidiano e educação. Porto Alegre: UFRGS, 2000.

SWANWICK, Keith. Musical knowledge: intuition, analysis and music education. London: Routledge, 1994.

________. A basis for music education. London: Rotledge, 1996.

________. Ensinando música musicalmente. Trad. Alda de Oliveira e Cristina Tourinho. São Paulo: Editora Moderna, 2003.
DEPARTAMENTO: TEORIA MUSICAL

CÓDIGO DO CONCURSO: DTM 03

Área/disciplina: Educação Musical e Performance Musical

Programa:

1. Didática e Metodologia da Educação Musical.

- Propostas pedagógicas dos principais educadores musicais do século XX (estrangeiros e brasileiros) e suas implicações no ensino de música na atualidade.

- Modalidades da experiência musical (Modelo C(L)A(S)P e Modelo Espiral de Desenvolvimento Musical, de Swanwick).

- Análise crítica e possibilidades de aplicação das propostas dos Parâmetros Curriculares Nacionais para a área de Arte/Música.

- Propostas e materiais didáticos para Educação Musical, com ênfase na produção brasileira.

- Avaliação em Música.


2. Educação Musical na atualidade.

- Panorama da Educação Musical desde a Antigüidade Clássica até os dias atuais.

- Histórico da Educação Musical no Brasil.

- Discussão sobre a realidade e os procedimentos didáticos a serem utilizados no ensino de Música nas escolas regulares, especializadas e outros contextos (projetos sociais, ONG’s e outros).

- Análise e contextualização das principais propostas em Educação Musical na prática pedagógica atual.
3. Relações entre performance e Educação Musical.

- Modelos C(L)A(S)P e Espiral de Desenvolvimento Musical, de Swanwick.

- Utilização de repertório musical como ferramenta pedagógica para a percepção musical, processos de criação, estruturação melorrítmica e outros.
4. Interpretação de repertório em instrumento / canto.

- Recital comentado com duração de 30 a 50 minutos, no instrumento/canto à escolha do candidato, explorando o potencial pedagógico das obras executadas como ferramenta para a Educação Musical.


Bibliografia Sugerida

DART, Thurston. Interpretação da música. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

FONTERRADA, Marisa Trench de. De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. São Paulo: Unesp, 2005.

FRANÇA, Cecília C. O som e a forma – do gesto ao valor. In: HENTSCHKE, L. e DEL BEN, L. Ensino de música: propostas para pensar e agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, 2003.

GAINZA, Violeta H. de. Estudos da psicopedagogia musical. São Paulo: Summus, 1988.

LIMA, Sônia Albano. Uma metodologia de interpretação musical. São Paulo: Musa, 2005.

LIMA, Sonia Albano (org). Performance e interpretação musical: uma prática interdisciplinar. São Paulo: Musa, 2006.

NACHMANOVITCH, Stephen. Ser criativo: o poder da improvisação na arte e na vida. São Paulo: Summus Editorial, 1990.

PAZ, Ermelinda. Pedagogia musical brasileira no século XX: metodologias e tendências. Brasília: Musimed, 2000.

SCHAFER, Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Edições Loyola, 1991.

SOUZA, Jusamara. Música, cotidiano e educação. Porto Alegre: UFRGS, 2000.

SWANWICK, Keith. Musical knowledge: intuition, analysis and music education. London: Routledge, 1994.

________. A basis for music education. London: Routledge, 1996.

________. Ensinando música musicalmente. Trad. Alda de Oliveira e Cristina Tourinho. São Paulo: Moderna, 2003.


ANEXO 8

PROGRAMA E BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA O CONCURSO PARA O CAMPUS BH- ESCOLA GUIGNARD


CÓDIGO DO CONCURSO: DAP01

Área/Disciplina: Artes Plásticas


Programa:

1.Conhecimento dos princípios básicos das artes plásticas bem como das técnicas de representação em desenho e pintura:

Materiais e técnicas de desenho;

Suportes para desenho;

Materiais e técnicas de pintura;

Suportes para pintura;

Elementos da composição: Ritmo, equilíbrio, movimento e unidade; Linha, sombra, ponto e valores do claro e escuro.
2. Educação do olhar na observação:

A relação do espaço com o suporte utilizado;

Os espaços internos e externos da obra de arte;

A perspectiva linear;

A perspectiva aérea;

A percepção da cor.


3. A expressão nas diversas linguagens das artes plásticas:

Meios expressivos através dos materiais de desenho;

Estudo da composição em desenho;

Croquis com materiais diversos: grafite, sangüínea, carvão, esferográfica e outros:

Os meios expressivos através dos materiais de pintura;

Estudo da composição em pintura;

Aspectos psicológicos e simbólicos da cor.
4. Aspectos das artes plásticas no contexto contemporâneo:

Aspectos do desenho;

Investigação de materiais e técnicas em desenho;

Aspectos da pintura; A cor na pintura.

Investigação de materiais e técnicas em pintura.

A Pesquisa sobre arte


5. Desenvolvimento de projetos individuais:

Projeto em desenho: criação e reflexão;

Pesquisa Investigação de materiais e técnicas em desenho;

Projeto de criação e reflexão em pintura;

Investigação de materiais e técnicas em pintura;

A pesquisa em arte.


Bibliografia Sugerida

ALEXANDRIAN, Sarane. O surrealismo. São Paulo: Verbo, 1976.

ALLOWAY, Lawrence. Topics in American art since 1945. NY: W.W. N, 1975.

AMARAL, A. As Artes Plásticas na semana de 22. São Paulo: Perspectiva, 1976.

AMARAL, Aracy, Coord. Projeto brasileiro construtivo na arte: 1950-1962. SP Pinacoteca do Estado, 1977.

AMARAL, Aracy. Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x­-burguer. (1961-981). São Paulo: Nobel, 1983.

AMARAL, Aracy. Arte para quê? A preocupação social na arte brasileira: 1930-1970. São Paulo: Nobel, 1984.

AMARAL, Aracy. Artes plásticas na semana de 22. São Paulo: Perspectiva, 1972.

ARAÚJO, Olívio Tavares de. Dois estudos sobre Volpi. Rio de Janeiro: F, 1986.

ARGAN, Giulio. Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Cia. Das Letras, 1992.

ARNHEIM, Rudolf. Arte & Percepção Visual. São Paulo: Pioneira, 1980.

BAYER, Raimond. História da Estética. Lisboa: Estampa. 1995.

BERGER, John. Modos de Ver. São Paulo: Martins Fontes, 1972.

BONTCÉ, J. A Arte de Pintar: materiais, teoria, obras-primas, técnicas, exercícios. São Paulo: Nova Cultura, 1986.

BONTCÉ, J. Técnicas y Secretos de la Pintura. Barcelona: L Ed. de Arte, s/d.

BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo: vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro. Rio de Janeiro: Funarte, 1985.

BUENO, Maria Lúcia. As Artes Plásticas no século XX. Campinas: Unicamp, 1999

BULHÕES, Maria Amélia & KERN, Maria Lúcia Bastos, coord. Artes plásticas na América Latina contemporânea. Porto Alegre: Universidade Federal do RGS, 1994.

CHIPP, H. B. Teorias da Arte Moderna. São Paulo: Martins Fontes. 1999.

CHIPP, Herchel Browning, ed. Teorias da arte moderna. SP; Martins Fontes, 1988.

CLARK, Kenneth. A paisagem na Arte. Lisboa: Ulisseia, 1961.

COCCHIARALE, Femando & GEIGER, Anna Bella. Abstracionismo geométrico e informal. Rio de Janeiro: Funarte, 1987.

DE FUSCO, Renato. História da arte contemporânea. Lisboa: Presença, 1983.

DIAMONSTEIN, Barbaralee. Inside New York's art world. NY: Rizzoli, 1979.

DORFLES, Girllo. Últimas tendências del arte de hoy.. Barcelona: Labor, 1966.

DROSTE, Magdalena. Bauhaus. 1919-1933. Colônia: Benedikt Taschen, 1994.

EDWARDS, Bethy. Desenhando com o lado direito do cérebro. R.J. Edouro, 2000.

FELDMAN, Edmund Burke. Varieties of visual experience. NY: Harry N. Ab, 1981.

FERRAZ, MHCT. & FUSARI, MFR. Metodologia de Ensino da Arte. SP Ctz, 1993.

FERRIER, Jean-Louis, ed. Art of our century: the chronicle of western art, 1900 to the present. New York: Prentice Hall, 1989.

FISCHER, Ernest. A Necessidade da Arte. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.

FREIRE, Laudelino. Um século de pintura: apontamentos para a história da pintura no Brasil de 1816-1916. Rio de janeiro: Fontana, 1983.

GOMBRICH, E. H. Arte e Ilusão. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

GULLAR Ferreira. Arte brasileira hoje. RJ; Paz e Terra, 1975.

________. Argumentação contra a morte da arte. Rio de Janeiro: Revan, 1993. ________. Etapas da arte contemporânea. São Paulo: Nobel, 1985.

HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Cultura. S.l. Veja - Estante s/d.

HAYES, Colin. Guia Completa de Pintura y Dibujo, Técnicas y Materiales. Madrid: H. Blume Ediciones, 1980.

HOFSTATTER, Hans H. Arte Moderna, Pintura, Gravura e Desenho. Ed. Verbo

HUGHES, Robert. The shock of the new. Art and the century of change. London: Thames and Hudson, 1991.

HUYGUE, René. A Arte e Alma. S.L. Bertrand, 1960.

________ O Poder da Imagem. São Paulo: Martins Fontes, s/d.

LASCH, Christopher. A estética minimalista: arte e literatura em época terminal. in: O mínimo eu: sobrevivência psíquica em tempos difíceis. SP: Brasiliense, 1987.

LEIRNER Sheila. Arte como medida. Críticas selecionadas. SP: Perspectiva, 1982.

LEITE, José Roberto Teixeira. 500 anos de pintura brasileira. (sl).Lg On Inf. 1999.

LEVY, Carlos Roberto Maciel. Iconografia e paisagem. Cultura Inglesa Collection. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1994.

LIPPARD, Lucy. A arte pop. São Paulo: Verbo, 1976.

LUCIE-SMITH, Edward. Movements in art since 1945. London: Thames and Hudson, 1975.

LYNTON, Norbert. The story of modem art. New York: Come University, 1980.

MALET, Rosa Maria (Los) Carteles de Tapies. Barcelona: Poligraga, 1981.

_______Maneirismo: A crise da Renascença e o surgimento da Arte Moderna. São Paulo: Perspectiva, 1993.

MARCHAN, Simon. Dei arte objetual ai arte de concepto. Las arts plásticas desde 1960. Madrid: Alberto Corazon, 1974.

MARTINS, Mirian F. Temas e Técnicas em Artes Plásticas. S P: ECE, 1979.

MAYER, Ralph. Manual do artista. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

MOTTA, Edson& SALGADO, M.L.G. Iniciação à Pintura. R.J.M. Fontes, 1976.

NÉRET, Gilles. Arte Erótica. Colônia: Benedikt Taschen, 1994.

NICOLAIDES, Kimon. The natural way to draw. Boston, H. Mifflin Company, 1969.

NOVAIS. Adauto (Org.) O Olhar. São Paulo, 1998.

OSBORNE, Harold. Estética e teoria na arte, São Paulo, Ed. Cultrix, 1993.

OSTERWOLD, Tilman. Pop Art. Colônia: Benedikt Taschen, 1994.

OSTROWER, Fayga. A sensibilidade do intelecto. RJ: Campus, 1998.

________.Universos da Arte. Rio de janeiro: Campus, 1998.

PEDROSA, Mário. Mundo, homem, arte em crise. São Paulo: Perspectiva, 1979.

PINCUS-WITTEN, Robert. Post minimalism. New York: Out of London, 1977.

PONTUAL, Roberto. Arte brasileira contemporânea. RJ: Civ. Brasileira, 1976.

READ, Herbert. As origens da forma na arte, Rio de janeiro, Ed. Zahar, 1967.

READ, Robert. A concise history of modern sculpture. NY: Oxf.University, 1964.

ROSE, Barbara. American art since 1900. NY: Holt, R. and Winston, 1975.

RUBIN, William, ed. Primitivism in 20th. Century art. Aflinity of the tribal and the modern 2 vol. New York: The Museum of Modem Art, 1988.

RUGENDAS, Johann Moritz. Viagem pitoresca Através do Brasil. B.H.Itatiaia, 1989.

SANTOS, Jair Ferreira dos. O que é pós-moderno. São Paulo: Brasiliense, 1986.

SOUZA, ALCÍDIO M. DE. Artes Plásticas na Escola. Rio de janeiro: Bloch. 1974.

STANGOS, Nikos. Conceitos da arte moderna. RJ: George Zahar, 1988.

STANGOS, Nikos. Conceitos da Arte Moderna. RJ. Jorge Zahar Editorial, 1991.

SUBIRA TS, Eduardo. Da vanguarda ao pós-moderno. São Paulo: Nobel, 1986.

TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1977.

WOLFE, Tom. A palavra pintada. Porto Alegre: L & M, 1987.

WOLHEIN, Richard. A Pintura como Arte. São Paulo, Cosac & Naify: 2002.
Anexo 9:

PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIA PARA OS CONCURSOS PARA O CAMPUS BH- FACULDADE DE EDUCAÇÃO


DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR:
CÓDIGO DO CONCURSO:DAE 01

Área/disciplina: Políticas públicas na educação brasileira

Programa

1.Relações entre Estado, sociedade e educação em diferentes perspectivas.

2.O processo de globalização, a crise do Estado de bem estar social e as políticas públicas em educação .

3.A reforma do Estado brasileiro e as possibilidades do terceiro setor e as políticas públicas em educação

4.As políticas educacionais no contexto das políticas públicas

5.Perspectivas e tendências das políticas públicas de educação básica

6.Eixos das políticas de educação: o público e o privado, a democratização e a qualidade da educação

7.Indicadores sociais e educacionais na formulação e avaliação de políticas.

8.Relações entre políticas públicas sociais e educacionais no Brasil contemporâneo

9.Políticas de financiamento da educação básica

10. Políticas Públicas na Educação Básica Brasileira



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