Universidade estadual de campinas



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CRESCIMENTO E ALEITAMENTO MATERNO I: COMPARAÇÃO DE LACTENTES DE BAIXO NÍVEL SÓCIO-ECONÔMICO COM A NOVA CURVA DA OMS, DO CDC E DO NCHS


Maria Paula Sorgi (Bolsista PIBIC/CNPq), Luciana Becker Mau e Prof. Dr. Antonio de Azevedo Barros Filho (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Devido aos benefícios do aleitamento materno, a OMS o recomenda exclusivamente até os 6 meses de vida. Os hábitos alimentares são aspectos importantes, que influenciam o crescimento infantil. As curvas que verificam isso são importantes para avaliar a saúde e o estado nutricional das crianças. Em 2007, o Brasil passou a adotar a curva da OMS que foi elaborada levando em conta a duração do aleitamento materno. O objetivo deste estudo é comparar o crescimento das crianças, em peso e comprimento, de um serviço de atenção primária, na cidade de Campinas, com as curvas da OMS, do NCHS e do CDC. É um estudo longitudinal com dados obtidos dos prontuários das crianças freqüentadoras do serviço, avaliados periodicamente, do nascimento até os três anos de idade. Os dados obtidos foram condições de nascimento, nível sócio econômico da família e informações sobre a gravidez e parto, peso, altura, tipo de aleitamento, alimentação complementar e morbidades presentes na consulta. Serão elaboradas curvas de peso e comprimento com os percentis 5, 10, 25, 50, 75, 90 e 95. Será determinada a mediana do aleitamento materno exclusivo e predominante. Foram avaliados 220 prontuários, a distribuição do sexo foi 45,45% de meninas e 54,55 % de meninos. O processo de análise ainda está em andamento.

Aleitamento materno - Curvas referências - Crescimento infantil


B0071

CORRELAÇÃO ENTRE O EXAME RADIOLÓGICO DE TÓRAX E O ECOCARDIOGRAMA NA INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS CÁRDIO-VASCULARES, EM RECÉM-NASCIDOS ATENDIDOS NO CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER/CAISM/UNICAMP


Ana Claudia Vaz Tostes Lima (Bolsista PIBIC/CNPq), Ana Paula Damiano (Colaboradora) e Profa. Dra. Beatriz Regina Álvares (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O período neonatal para o paciente portador de cardiopatia congênita pode ser crítico, fundamentalmente, devido a dois fatores: a gravidade de alguns defeitos comumente presentes e as modificações fisiológicas da circulação que normalmente ocorrem nessa fase. As decisões tomadas inicialmente irão repercutir não apenas na evolução clínica imediata, mas também em longo prazo, o que demanda uma avaliação inicial cuidadosa, objetivando reconhecer a cardiopatia precocemente. O exame radiológico (RX) de tórax representa um dos métodos de imagem mais usados em UTI(s) Neonatais, devido ao seu baixo custo e facilidade operacional, por representar um procedimento não invasivo e por identificar e caracterizar patologias cardíacas e vasculares. Apesar disto, existem poucos trabalhos abordando os aspectos mais relevantes deste exame nas doenças cardiovasculares no período neonatal. O presente estudo tem por objetivo avaliar o desempenho do RX, no diagnóstico de doenças cardiovasculares em recém nascidos (RN), internados nas Unidades de Terapia Intensiva e Semi-intensiva Neonatal do CAISM, correlacionando-o com o ecocardiograma e avaliando as alterações no coração, nos grandes vasos e na vascularização pulmonar, além de descrever os principais achados radiológicos destes pacientes, os valores de sensibilidade, especificidade, valores preditivos positivos e negativos para o RX de tórax. Serão apresentados os resultados preliminares deste estudo incluindo os casos avaliados até o momento.

Recém-nascido - Radiografia de tórax - Ecocardiografia


B0072

RESULTADOS GESTACIONAIS DE MULHERES PORTADORAS DE DIABETES TIPO 1 E TIPO 2


Elisa Nunes Secamilli (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Marcelo Luís Nomura (Co-orientador) e Prof. Dr. Belmiro Gonçalves Pereira (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O diabetes melito, tipo 1 e tipo 2, é uma doença prevalente em 7 a 10% da população brasileira. Há associação crescente entre diabetes e gravidez. De acordo com a literatura, gestantes diabéticas têm pior resultado gestacional, com aumento de intercorrências como doença hipertensiva gestacional, aumento no número de cesáreas e maior incidência de macrossomia e malformações fetais. O objetivo deste estudo é avaliar os resultados gestacionais de mulheres com diabetes pré-gestacional tipo 1 e tipo 2, permitindo a validação do protocolo assistencial. É um estudo retrospectivo de corte transversal, que pretende avaliar os resultados gestacionais de pacientes diabéticas tipo 1 ou tipo 2, atendidas no ambulatório de pré-natal de alto risco no CAISM/UNICAMP entre os anos de 1996 a 2006. A análise dos dados será feita através do software EPIINFO 2000, através do teste de qui-quadrado ou teste exato de Fisher. As variáveis dependentes serão analisadas através de regressão logística uni e multivariada. Até a presente data foram analisados 50 prontuários, dos quais 58% das pacientes tinham DM tipo 2 e 38% tinham DM tipo 1. As patologias mais prevalentes foram HAS crônica (30%), ITU (22%) e hipertensão gestacional (20%). Quanto à via de parto, 76,2% foram cesáreas, 16,7% foram vaginais e 7,1% foram por fórceps. Entre os nascidos vivos, 28,5% eram prematuros e 19% eram macrossômicos. Foram encontradas 4 malformações, das quais 2 cardiopatias e 2 macrocranias. Com estes dados provisórios, podemos concluir que as gestantes diabéticas apresentam maior número de intercorrências na gravidez, maior número de partos por cesárea e maior morbi-mortalidade perinatal.

Complicações da gravidez - Diabetes tipo 1 - Diabetes tipo 2


B0073

RESULTADOS PERINATAIS DE MULHERES COM DIABETES GESTACIONAL


Roberta Avila do Nascimento Tavares (Bolsista PIBIC/CNPq), Marcelo Luís Nomura e Prof. Dr. Belmiro Gonçalves Pereira (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A associação entre diabetes e gravidez vem aumentando ao longo dos anos, e o diabetes tende a se tornar a principal intercorrência clínica da gestação, sendo responsável por significativa morbi-mortalidade perinatal. O objetivo deste estudo é quantificar os resultados perinatais de mulheres com diabetes gestacional, permitindo a avaliação do protocolo assistencial. Este é um estudo retrospectivo de corte transversal, para avaliar os resultados perinatais de pacientes diabéticas gestacionais atendidas nos ambulatórios de pré-natal de alto risco e especializado no CAISM/UNICAMP entre os anos de 1996 a 2006. Os dados serão analisados através do software EPIINFO 2000, através do teste de qui-quadrado ou teste exato de Fisher. As variáveis dependentes serão analisadas através de regressão logística uni e multivariada. Até o momento foram analisados 53 prontuários, nos quais identificou-se como eventos mais prevalentes: obesidade materna (47,2%), HAS materna (11,32%), hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia (18,8%), ITU (15,1%), macrossomia fetal (28,3%), prematuridade (24,5%), e evolução para parto cesárea (50,9%). Concluindo, na amostra avaliada, foi detectada maior prevalência de macrossomia fetal, prematuridade e evolução para parto cesárea, além de associação freqüente com obesidade e hipertensão maternas.

Complicações da gravidez - Diabetes gestacional - Diabetes


B0074



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