Universidade estadual de campinas



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PARTICIPAÇÃO DO ENFERMEIRO NO TRANSPORTE NEONATAL


Natalia de Godoy Ferro (Bolsista SAE/UNICAMP), Elenice Valentim Carmona e Profa. Dra. Ianê Nogueira do Vale (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Trata-se de um projeto cujo objetivo é descrever a participação dos enfermeiros no transporte de recém-nascidos internados em unidade de internação neonatal em hospitais credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de Campinas. Os objetivos específicos são: a) identificar as características e tipo de transporte realizado nos hospitais; b) relatar a composição e característica da equipe de transporte e a função de cada membro; c) identificar critérios usados para escala de profissionais para cada transporte neonatal; d) especificar os equipamentos disponíveis para realização do transporte e e) descrever atividades de educação em serviço relativas ao transporte. Trata-se de um estudo descritivo transversal. A coleta de dados será realizada com todos os enfermeiros dos serviços envolvidos o que perfaz cerca de 40 profissionais. Os sujeitos serão abordados através de uma entrevista estruturada com questões fechadas e abertas. Os dados coletados serão inseridos em um banco de dados (Microsoft Excel), submetendo-os a análise descritiva. Para verificar possíveis associações entre as variáveis, serão usados os testes Qui-quadrado e Exato de Fisher. O nível de significância adotado será de 5%, ou seja, p<0.05. O assunto é pouco explorado a despeito da afirmação de que um transporte adequado salva vidas.

Transferência de paciente - Neonatal - Enfermagem


B0119

PERFIL DOS DOADORES DE FÍGADO DESCARTADOS NA UNIDADE DE TRANSPLANTE HEPÁTICO DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS ENTRE 1997 E 2006


Helbert de Oliveira Manduca Palmiero (Bolsista SAE/UNICAMP), Patrícia Kajikawa, Helder Zambelli e Profa. Dra. Ilka de Fátima Santana Ferreira Boin (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O transplante hepático é o tratamento padrão para os pacientes com doença hepática em estágio terminal e milhares de pacientes aguardam este procedimento, devido, primordialmente, à falta de doadores. O objetivo deste trabalho foi apresentar o perfil do doador de fígado rejeitado para transplante em uma unidade de referência visando compreender o descarte. Foi realizada análise retrospectiva referente a 1432 doadores rejeitados, para 406 doadores, na unidade de captação de órgãos da unidade de referência e padronizados segundo o critério Donor Risk Index (DRI). Como resultados, identificamos 67,71% de indivíduos do sexo masculino, média de idade de 35,20 anos, sendo 20,95% com mais de 50 anos. A principal causa para o descarte é a recusa familiar (46,64%), seguida por parada cardio respiratória (PCR, 28,27%) e descarte médico pela equipe, 16,89%, (principalmente por septicemia, 24,55%). Foi utilizada droga vasoativa em 96%, sendo a principal substância a dopamina, 32,33%. Entre os antecedentes, 44,58% era alcoolista. Foi identificada infecção em 23,90%, principalmente respiratória (75,00%). Conclui-se que, aproximadamente, metade das causas para a não doação corresponde à recusa familiar. Assim, nos deparamos com o questionamento do papel da informação a respeito do transplante de órgãos perante a população. Visando estabelecer critérios a respeito do doador ideal, encontramos muitos descartes por parte da equipe; quase metade dos descartes com antecedente de alcoolismo; histórico de infecção significativo, e, em mais de um quarto do total, houve PCR. Assim, além do descarte familiar, diversos fatores são responsáveis por descartar a doação.

Transplante Hepático - Doador descartado - Perfil


B0120

PERFIL DE DOADORES CADAVÉRICOS DE FÍGADO DA OPO-UNICAMP NO PERÍODO DE 1994 A 2007


Patrícia Kajikawa (Bolsista PIBIC/CNPq), Helbert O.M. Palmiero, Helder Zambelli e Profa. Dra. Ilka de Fátima Santana Ferreira Boin (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O transplante de fígado é a única solução terapêutica definitiva para mais de 7000 pacientes que aguardam atualmente na fila de espera no Brasil. A atual baixa taxa crônica de doação de órgãos leva a comunidade científica criar diferentes estratégias na tentativa de aumentar o número de doadores. Neste trabalho foi realizada análise retrospectiva referente a 406 doadores cadavéricos cadastrados no período de 1994 a 2007 na OPO-HC-Unicamp, para assim avaliar as características dos doadores desse serviço, bem como criar estratégias para aumentar o número de doadores. Foram identificados 65,51% de doadores homens e 34,49% de doadoras mulheres. A idade média foi de 32,06 anos, sendo que 14,04% do total de doadores tinham mais que 50 anos. Analisando as causas da morte encefálica, predomina o traumatismo crânio encefálico (TCE) com 46,38%, seguido pelo acidente vascular cerebral (AVC) com 34,91%. Ao todo, 36,07% dos registros apontam histórico de infecção e 9,39%, antecedente de parada cardiorespiratória. O percentual de uso de algum tipo de droga vasoativa foi de 88,43%. De acordo com os Critérios Expandidos de Doação, 62,81% dos doadores preenchem um critério; 18,23% preenchem 2; 1,97%, 3 e não há doador que preenche 4 ou 5. Assim, o perfil do doador da unidade é homem com média de idade de 32 anos, vítima de TCE como causa principal de morte e que preenche ao menos 1 critério expandido de doação. O uso de drogas vasoativas, antecedentes de parada cardiorespiratória e de infecção não são motivos para o descarte do órgão em nosso Serviço.

Doadores de fígado - Transplante de fígado - OPO-Unicamp


B0121

PERFIL SOROLÓGICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS A TRANSPLANTE DE FÍGADO


Yuri Longatto Boteon (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Raquel S.B. Stucchi (Co-orientador) e Profa. Dra. Ilka de Fátima Santana Ferreira Boin (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Infecções no pós-operatório de pacientes submetidos a transplante de fígado representam uma importante causa de morbidade e mortalidade desses sujeitos. O presente estudo avaliou, através de uma análise retrospectiva de prontuários de 370 pacientes submetidos ao procedimento no período de janeiro de 1997 a abril de 2008, o perfil sorológico para as seguintes doenças: toxoplasmose, sífilis, infecção pelo HTLV I e II, doença de Chagas, hepatite A, hepatite B, hepatite C, paracoccidioidomicose, tuberculose, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, citomegalovirus e mononucleose. A análise estatística foi realizada através do programa STATISTICA 7.0 (2005) e por análise de freqüência de tabelas. Encontrou-se que 67% dos doentes com hep C positivo, 10% dos doentes com Hep B, < 1% com chagas, 2 pc com HTLV I e II, 90% com CMV positivo, 2 casos com paracoccidioidomicose e 7 casos com tuberculose. Concluímos através desses dados a importância da pesquisa de sorologias e exames diagnósticos antes a realização do transplante, visando minimizar possíveis reagudizações das doenças frente ao uso da imunossupressão utilizada principalmente nos seis primeiros meses após o transplante.

Transplante de fígado - Perfil sorológico - Infecção


B0122



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