Universidade estadual de campinas



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COMPARAÇÃO DO TRATAMENTO DA HEMORRAGIA UTERINA DISFUNCIONAL COM SISTEMA INTRAUTERINO LIBERADOR DE LEVONORGESTREL E ÁCIDO TRANEXÂMICO


Kelly Cristine Hirose Marques Pereira (Bolsista PIBIC/CNPq), Miriam Belisiário e Profa. Dra. Ilza Maria Urbano Monteiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A menorragia é uma queixa clínica que tem se tornado mais freqüente nas últimas décadas e um diagnóstico importante é a hemorragia uterina disfuncional.O estudo visa avaliar e comparar a eficácia e os efeitos colaterais do ácido tranexâmico e o sistema intrauterino liberador de levonorgestrel (Mirena®).Cerca de 30 pacientes foram atendidas no ambulatório de menorragia.5 pacientes foram excluídas.Motivos de exclusão:mioma submucoso(2),mioma maior que 3 cm(1),pólipo endometrial(1) e sangramento pós menopausa(1).10 pacientes estão em fase de exames protocolares.9 pacientes preencheram os critérios do protocolo e foram randomizadas.Resultados até o momento:4 mulheres seguem em uso do Mirenaâ.Até o momento,3 pacientes referiram melhora do sangramento.Efeitos colaterais relatados:mastalgia, aumento de peso,acne e dor em fossa ilíaca direita.(as pacientes estão no terceiro mês de acompanhamento).5 mulheres seguem em uso de Transamim.3 relataram diminuição do sangramento no primeiro mês,sendo que uma referiu aumento no terceiro mês e outra no sexto mês.Efeitos colaterais relatados:aumento do calor,mastalgia e dor em baixo ventre.Ainda não foi feita análise estatística dos dados devido ao número de pacientes ser insuficiente.Análise de resultados e conclusões serão feitos tão logo se conseguir o número necessário de pacientes.

Mirena - Hemorragia uterina - Ácido tranexâmico


B0123

ANÁLISE DE EXPRESSÃO DO GENE TRKB NO MODELO ANIMAL DE EPILEPSIA DO LOBO TEMPORAL INDUZIDO PELA PILOCARPINA


Camila Miranda Lopes (Bolsista SAE/UNICAMP), Vinicius D´Avila Bitencourt Pascoal, Rafael Breglio Marchesini e Profa. Dra. Iscia Teresinha Lopes Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A epilepsia do lobo temporal (ELT) apresenta grande importância clínica devido a sua alta incidência na população e resistência ao tratamento medicamentoso. Um modelo amplamente utilizado que reproduz a ELT humana em roedores é o induzido pela pilocarpina. Neste, uma única injeção sistêmica da pilocarpina induz o status epilepticus e danos celulares similares aos danos observados em cérebro humano epiléptico. Estudos moleculares prévios deste modelo têm demonstrado aumento da expressão de vários genes durante as fases aguda e silenciosa, porém permanecem ainda obscuro quais genes e/ou vias de sinalização são críticos para a determinação das lesões que levam à epileptogênese na fase crônica do modelo. O objetivo desse trabalho consistiu em determinar a expressão do gene TrkB no modelo animal de ELT induzido pela pilocarpina, o qual está possivelmente relacionado com danos neuronais e epileptogênese. Durante a fase silenciosa (5 dias após a indução do modelo) animais experimentais apresentaram uma expressão do gene TrkB no mínimo 50% maior do que os animais controles. A super-expressão do gene TrkB na fase silenciosa sugere a importância desse gene durante a epileptogênese, sendo um alvo crucial para o melhor entendimento das vias que norteiam as síndromes epilépticas.

Epilepsia de lobo temporal - PCR em tempo real - TrkB


B0124

ESTUDO FARMACOGENÔMICO NA EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL REVELA UMA ASSOCIAÇÃO SIGNIFICATIVA ENTRE RESISTÊNCIA AO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO E POLIMORFISMO NO GENE ABCC2


Kellen Manoela Siqueira (Bolsista PIBIC/CNPq), Mariana Saragiotto Silva, Rodrigo Secolin, Elisabeth Bilevicius, Prof. Dr. Fernando Cendes (Co-orientador) e Profa. Dra. Iscia Teresinha Lopes Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Epilepsia de Lobo Temporal Mesial (ELTM) apresenta alta relevância clínica devido à sua prevalência elevada na população e à alta proporção de pacientes que são refratários ao tratamento com drogas anti-epilépticas (DAEs). Uma hipótese para explicar essa refratariedade sugere que polimorfismos de um único nucleotídeo (SNPs) presentes em genes candidatos possam estar envolvidos. O objetivo do projeto foi a genotipagem de 22 dbSNPs presentes em genes de transportadores de drogas (ABCB1, ABCC2, ABCC4 e RLIP76-ralA-binding-protein1) e de canais iônicos (SCN11A subunidade α e CACNA1B subunidade α1B). A metodologia usada foi PCR em Tempo Real, sistema TaqManTM(Applied Biosystems). Os pacientes foram divididos em dois grupos: refratários (100 pacientes) e respondedores ao tratamento com DAEs (70 pacientes). As freqüências genotípicas encontram-se em equilíbrio de Hardy-Weinberg em ambos os grupos. A análise por regressão logística demonstrou uma associação significativa entre o SNP intrônico rs3740067(C/G) do gene ABCC2 e a farmacoresistência às DAEs: p<0.0001/ OR = 4.09 (95% CI:2.5–6.6 (p<0.0001). Esses resultados indicam claramente uma predisposição genética a farmacoresistência na ELTM. No entanto, são necessários maiores estudos para que os resultados possam ter uma aplicação clínica mais direta.

Epilepsia - Farmacogenética - Drogas anti-epilépticas


B0125

ANÁLISE PROTEÔMICA NA EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL MESIAL


Tatiany Cristina Marques (Bolsista IC CNPq), Lígia C. Almeida, André H. Zamboni, Marcelo J. Murai, Ricardo S. O. Horiuchi, Daniel Martins, Claudia V. Maurer-Morelli, José.C. Novello, Fernando Cendes e Profa. Dra. Iscia Teresinha Lopes Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A relação entre Epilepsia de Lobo Temporal Mesial (ELTM) e Esclerose Hipocampal (EH) já é estabelecida de longa data. No entanto, a causa específica da EH e a sua exata ligação com a ELTM ainda não foram totalmente determinadas. A eletroforese bidimensional (E2D) é um método utilizado para fracionar misturas protéicas complexas e o difference gel electrophoresis (DIGE) é um avanço técnico da E2D, sendo uma das bases da análise proteômica quantitativa. Neste trabalho nós analisamos o proteoma de hipocampos removidos cirurgicamente de três pacientes com ELTM refratária ao tratamento medicamentoso, que se submeteram ao tratamento cirúrgico para o controle de suas crises. Esse material foi comparado a hipocampos controle obtidos de autópsia de indivíduos sem alteração no sistema nervoso central. A avaliação dos resultados do DIGE identificou 2 spots que se apresentaram em maior quantidade e 10 spots em menor quantidade nas amostras dos pacientes em relação aos controles (teste T, p≤0.01). O peso molecular dos identificados estava entre 28 e 93KDa. Estudos de espectrometria de massa serão necessários para determinar a exata composição desses spots. Acreditamos que a identificação de proteínas diferencialmente expressas nos hipocampos escleróticos dos pacientes com ELTM deverá contribuir para a elucidação dos mecanismos moleculares envolvidos na epileptogênese.

Epilepsia - Proteoma - Biologia molecular


B0126



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