Universidade estadual de campinas



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MÉTODO DE RESILIÊNCIA NA PREPARAÇÃO DE CASAIS GRÁVIDOS PARA PARTOS SEM ANALGESIA


Priscila Trentin Zilli (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Hugo Sabatino (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A preparação aos casais grávido para alivio das dores do parto, tem evoluído a través do tempo, com resultados variáveis. A partir do ano de 1980 foi desenvolvido no Grupo de Parto Alternativo do Departamento de Tocoginecologia da Unicamp um método denominado de “Resilência”, com o objetivo de que as mulheres que o adotam tenham mais facilidade para um parto em posição de cócoras, sem necessidade da utilização de drogas analgésicas. Este método utiliza a virtude que os seres humanos tem de vencer as adversidades (dor do parto) e construir sobre ela. Para isto o grupo estimula os pilares da resiliência tais como: Empatia, Iniciativa, Sentido de Vida, Consciência Social, Confiança, Introspecção, Capacidade de Relacionamento, Humor, Criatividade e Autonomia. A avaliação será realizada através de um questionário pós parto, com variáveis que permitam conhecer o sentimento e as sensações do casal. Serão comparados os resultados com o grupo que teve parto em posição de cócoras com aquele que não o teve. As conclusões nos permitirão conhecer as bondades do método para sua implementação em outros centros.

Resiliência - Casais grávidos - Parto


B0131

REABILITAÇÃO CARDÍACA EM CHAGÁSICOS COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA CLASSE IV


Ana Carolina Rocha Fiori de Souza (Bolsista SAE/UNICAMP), Giovana Verginia de Souza e Prof. Dr. José Rocha (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Insuficiência Cardíaca (IC) é um problema de saúde pública no mundo inteiro, sendo que, no Brasil, a Doença de Chagas é considerada uma de suas principais etiologias. Nesse caso, há um incremento de até 10 vezes no risco de morte. O tratamento farmacológico evoluiu significativamente nos últimos anos, porém, ainda é considerado limitado. A Reabilitação Cardíaca, uma forma de tratamento não farmacológica baseada em exercícios físicos, tem mostrado inúmeros benefícios sobre a mortalidade, morbidade e qualidade de vida, mas em chagásicos com IC os dados são limitados, especialmente quando se trata da classe IV. Desta forma, apresentaremos dados de um projeto piloto realizado em 2 pacientes do sexo feminino, com idade média de 59 anos, portadoras de IC classe IV estável, que foram avaliadas clinicamente e submetidas a 20 semanas de treinamento aeróbio contínuo em bicicleta ergométrica, sob monitoração de ECG, com duração entre 5 e 30 minutos e intensidade entre 60 e 80% da FC de Reserva Cronotrópica. Como parâmetros de controle do treino, utilizamos a FC, a PA e Percepção Subjetiva de Esforço (Borg). Foram realizadas avaliações como a dosagem de coleterol total, triglicérides, HDL, LDL, Na, K, U e Cr, teste cardio-respiratório, teste da caminhada de 6 minutos, Arritmia (Holter de 24h) e teste da Qualidade de Vida (Minnesota Living With Heart Failure Questionaire45). O projeto encontra-se em fase de análise dos dados e, em decorrência disso, apresentaremos todos os resultados somente no Congresso.

Reabilitação cardíaca - Insuficiência cardíaca - Doença de chagas


B0132

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS ESTUDANTES DA MORADIA ESTUDANTIL DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP) - CAMPINAS - SÃO PAULO – BRASIL


Fabiana Losano da Silva Lima (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Katia Stancato (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Esta pesquisa tem como proposta avaliar a qualidade de vida dos moradores da Moradia Estudantil da Universidade Estadual de Campinas pela aplicação individual do questionário WHOQOL Bref da Organização Mundial da Saúde. Este projeto visa contribuir com a valorização do Programa de Moradia Estudantil, investindo esforços eticamente no apoio dos estudantes em suas necessidades. Consideramos para este estudo a qualidade de vida como sendo “uma percepção individual da posição do indivíduo na vida, no contexto de sua cultura e sistema de valores nos quais ele está inserido e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações.” (WHO, 1993). A maioria dos estudantes avaliaram positivamente sua qualidade de vida, considerando-a boa (40%) ou muito boa (20%).

Qualidade de vida - Estudantes - Saúde pública


B0133

OS POLIMORFISMOS PRO72ARGTP53, PRO47SERTP53 E D1853NATM E SUA RELAÇÃO COM O DESENVOLVIMENTO E O PROGNÓSTICO DE PACIENTES COM CÂNCER DE BEXIGA


Eder Silveira Brazão Júnior (Bolsista PIBIC/CNPq), Luís Eduardo M. de Castro Santos, Renato Alves de Andrade, Ana Carolina Trindade Guilhen, Natassia Elena Bufalo e Profa. Dra. Laura Sterian Ward (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O gene TP53 codifica uma proteína que atua no controle do ciclo celular e indução da apoptose, impedindo a propagação de danos à células-filhas. A substituição de prolina por arginina no códon 72, freqüente em vários cânceres humanos, e de serina por prolina no códon 47, recentemente descrita no mesmo exon 4, diminuem a capacidade da p53 de induzir a apoptose. O gene ATM codifica uma proteína, cujo papel é reconhecer danos no DNA e regular o ciclo celular através da fosforilação de proteínas, incluindo a p53. O polimorfismo D1853N foi relacionado com risco de desenvolvimento de câncer colorretal. Para investigar a influência dos polimorfismos dos genes TP53 e ATM em pacientes com câncer de bexiga, avaliamos esses SNPs em 94 pacientes e em 161 indivíduos saudáveis utilizando a técnica de RFLP-PCR. Comparamos os genótipos obtidos com os dados clínicos e anátomo-patológicos. Todos os pacientes e controles analisados tiveram genótipo selvagem no códon 47. As proporções dos genótipos do códon 72 foram similares entre pacientes (Arg/Arg=68%; Arg/Pro=25,5%; Pro/Pro=6,5%) e controles (Arg/Arg=56,5%; Arg/Pro=37,8%; Pro/Pro=5,7%). A análise do D1853N do gene ATM revelou todos os casos tinham alelos selvagens, e apenas um caso controle apresentou alelo heterozigoto. Portanto, sugerimos que não existe correlação dos polimorfismos Pro72ArgTP53, Pro47SerTP53 e D1853N ATM com o risco de desenvolvimento de câncer de bexiga e qualquer outro padrão clínico de agressividade ou prognóstico.

Câncer de bexiga - TP53 - ATM


B0134



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