Universidade estadual de campinas



Baixar 4.88 Mb.
Página21/101
Encontro29.11.2017
Tamanho4.88 Mb.
1   ...   17   18   19   20   21   22   23   24   ...   101

ANÁLISE DE IMAGEM DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE CÉLULAS MARCADAS COM NANOPARTÍCULAS SUPER-PARAMAGNÉTICAS DE ÓXIDO DE FERRO (SPIO)


Aline Cristina Antoniazi Ordine (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Li Li Min (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O projeto busca desenvolver um método não-invasivo que permita acompanhar o caminho dentro do organismo vivo que determinadas células descrevem através de uma marcação feita nelas próprias. Portanto, há a necessidade de se utilizar uma abordagem que forneça alto grau de resolução de detecção e quantificação das células marcadas. Assim, é feita a avaliação do sinal obtido para diferentes partículas a fim de que se encontre aquela mais adequada para a aplicação pretendida. Além disso, deve ser observada a questão da biocompatibilidade dos materiais envolvidos, uma vez que a finalidade está numa aplicação futura em organismos vivos. A avaliação do sinal é feita a partir de um software específico para o formato de imagem obtido e também se utiliza uma substância padrão a título de comparação dos sinais detectados (entre as partículas e o padrão).

Nanopartículas - Análise de imagem - Ressonância magnética


B0139

SÍNTESE E TRANSFECÇÃO DE NANOPARTÍCULAS SUPERPARAMAGNÉTICAS PARA FINS DE MARCAÇÃO CELULAR E DETECÇÃO EM APARELHOS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA


Camila Hitomi Murata (Bolsista FAPESP), Camila Hitomi Murata, Paula Haddad, Lília de Souza-Li e Prof. Dr. Li Li Min (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
As células-tronco tem potencialidade para reparar tecidos humanos, entretanto o mecanismo envolvidos na migração dessas até o local da lesão ainda é controverso. Por isso, há a necessidade de métodos não invasivos para acompanhar seu destino uma vez introduzidas no paciente. Uma metodologia segura seria marcá-las com nanopartículas de óxido de ferro biocompatíveis (NOFB), alojando-se nas células e possibilitando sua detecção por ressonância magnética (RM). Este trabalho tem como objetivos sintetizar NOFB e realizar a transfecção destas em células HeLa. A síntese da NOFB foi por decomposição térmica, misturando-se um complexo de ferro (Fe(acac)3) com um solvente orgânico e adicionando surfactantes (ácido oléico e oleiamina) para a formação das nanopartículas. Utilizamos agente transfectante lipofectamina, para incoorporação das NOFB’s nas células HeLa. Microscopia óptica da células submetidas a transfecção mostrou na coloração azul da Prússia presença de agregados de nanopartículas intracelulares. Imagens de RM das amostras contendo nanopartículas mostraram contraste adequado para sua detecção. Concluímos que as NOFB obtidas apresentam um bom sinal de contraste na RM bem como fácil incorporação nas células e biocompátivel, podendo ser utilizado na marcação de células tronco

Nanopartícula de ferro - Marcação celular - Ressonância magnética


B0140

PESQUISA DE MUTAÇÃO NO RECEPTOR SENSOR DE CÁLCIO EM PACIENTES COM HIPERCALCEMIA HIPOCALCIÚRICA FAMILIAR


Marcus Vinícius Costa Pedroni e Profa. Dra. Lília Freire Rodrigues de Souza Li (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O receptor sensor do cálcio (CASR) é essencial na regulação do cálcio extracelular no organismo, e está presente em todos os tecidos relacionados à homeostase do Ca2+, como por exemplo, paratireóides, tireóides e rins. Mutações com perda de função do CASR levam a desregulação das concentrações de Ca2+extracelular, causando a doença Hipercalcemia Hipocalciúrica Familiar (FHH), manifestada em indivíduos heterozigotos, isto é, com apenas um alelo mutado. O objetivo do projeto é procurar mutação no CASR em dois pacientes com FHH. Amostras de DNA de dois pacientes foram analisadas para encontrar a mutação no gene CASR. Os exons da região codificadora foram amplificados usando pares de primers específicos. O produto da amplificação foi analisado segundo a técnica de Polimorfismo Conformacional de Cadeia Simples e comparados com o controle sadio, baseando-se na corrida eletroforética em gel de poliacrilamida 10% corado com SYBRGold. Em um dos pacientes, análise do exon 2 apresentou diferença no padrão de corrida de bandas, e a amostra seguiu para o seqüenciamento. Este método provou ser eficiente em pré-selecionar potenciais sítios de mutação. Estamos dando continuidade à procura de mutação nos pacientes.

Mutação - Cálcio - Alelo


B0141

FENÔMENO DE RAYNAUD E MIGRÂNEA NO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO


Angela de Souza Cassol (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lilian Tereza Lavras Costallat (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica do tecido conjuntivo cuja etiologia permanece não totalmente esclarecida. O fenômeno de Raynaud é um distúrbio trifásico deflagrado por frio ou estresse emocional que resulta de uma exagerada vasoconstrição e vasoespasmo de artérias e arteríolas digitais. Migrânea é uma condição crônica de recorrentes cefaléias de intensidade moderada a severa. Esta investigação pretende abordar a freqüência e as características do aparecimento do fenômeno de Raynaud e de migrânea em pacientes portadores de LES. Para tal, avaliar-se-ão 60 mulheres lúpicas, com presença, ou não, de fenômeno de Raynaud e, a partir disso, analisar-se-á a prevalência de migrânea, seguindo critérios da Classificação Internacional das Cefaléias segunda edição. O instrumento utilizado para tal avaliação será a aplicação de entrevistas e análise laboratorial de anticorpos antifosfolípides. As variáveis serão analisadas por sua freqüência, média e desvio padrão. As diferenças de freqüências nos dois grupos estudados serão analisadas pelo teste Qui- Quadrado. Espera-se encontrar uma associação entre fenômeno de Raynaud e migrânea em pacientes lúpicos, dada à presença de anticorpos antifosfolípides.

Migrânea - Fenômeno Raynaud - Lupus


B0142

AGREGAÇÃO FAMILIAL DO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO (LES), ARTRITE REUMATÓIDE E OUTRAS DOENÇAS AUTO-IMUNES EM UMA COORTE DE 620 PACIENTES COM LES. ESTUDO DE ATIVIDADE E DANOS PERMANENTES DA DOENÇA


Diogo Alexandre Pereira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Lilian Tereza Lavras Costallat (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Trata-se de um estudo retrospectivo das manifestações clínico-laboratoriais de pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), do ambulatório de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Unicamp. Compararam-se as variáveis clinicas, laboratoriais e de tratamento dos pacientes com familiares que apresentam doenças auto-imunes com as variáveis dos pacientes cujos familiares não apresentam doenças auto – imunes, sendo este o grupo controle. A Estudou-se a freqüência de doenças auto-imunes em familiares de pacientes lúpicos. Além de realizar um estudo aprofundado das manifestações clínicas da doença por meio do cálculo dos índices de dano e de atividade da doença nos pacientes com parentes com LES e outras doenças auto imunes. Em resumo, observamos que algumas manifestações clínicas, em especial as hematológicas e o anti-Sm ocorreram em frequencia maior no grupo de LES familiar do que o grupo controle, sugerindo um componente genético nestas manifestações. Também observamos atravavés do índice de atividade e índice de dano que pacientes com história familair de doenças auto-immunes tendem a ter uma doença mais ativa e ao longo da evolução apresentam maior dano permanente.

LES - Familial - SLEDAI


B0143



Compartilhe com seus amigos:
1   ...   17   18   19   20   21   22   23   24   ...   101


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal