Universidade estadual de campinas



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ESTUDO DA FASE FARÍNGEA DA DEGLUTIÇÃO EM PACIENTES COM DOENÇA DE MACHADO JOSEPH


Deborah Garcia Machado (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lúcia Figueiredo Mourão (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Doença de Machado Joseph é uma ataxia espinocerebelar hereditária, causada pela repetição anormal do código “CAG” no cromossomo 14q. Dentre os sintomas presentes, podemos destacar a disfagia. Até o momento, há poucas pesquisas nessa área, ainda carente de abordagens terapêuticas específicas. O objetivo dessa pesquisa foi caracterizar a fase faríngea da deglutição em indivíduos com a DMJ, através da videoendoscopia da deglutição. Para a consistência líquida, no volume de 3ml (26,7% dos pacientes apresentaram estase, 20% escape, 6,7% aspiração e 6,7% penetração), 5 mL ( 20% dos pacientes apresentaram estases e 13,3% escape), 10 ml (13,3% apresentaram estase, 13,3% escape). No que se refere a consistência mel, em 3ml (33,3% apresentaram estase, 13,3% escape, 6,6% aspiração), 5 ml (26,6% apresentaram estase, 6,6% escape e 13,3% penetração) e 10 ml (33,3% dos pacientes apresentaram estase, 20% escape e 13,3% penetração). Para pudim, 53,3% dos pacientes apresentaram estase, 6,6% escape e 13,3% penetração. Para sólido, 53,3% apresentaram estase, 13,3% escape e 6,6 % penetração. Quanto ao grau de disfagia, 26,6% dos pacientes apresentaram grau 0, 33,3% grau 1, 33,3% grau 2 e 6,6% grau 3. Foi realizada uma análise de consistência e quantidade, para verificação de melhora com alteração de volume e consistência. Contudo, não foi observada diferença estatisticamente significante, pelo Teste Exato de Fisher. Foi possível concluir que os pacientes com DMJ apresentam alteração da fase faríngea da deglutição.

Disfagia - Avaliação videoendoscópica - Machado Joseph


B0144

CORRELAÇÃO ENTRE DIADOCOCINESIA LARÍNGEA E PROTEÇÃO DE VIA RESPIRATÓRIA, DURANTE A DEGLUTIÇÃO, EM SUJEITOS COM DOENÇA DE PARKINSON


Patricia Rocha Santos de Almeida (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lúcia Figueiredo Mourão (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa de grande prevalência na população idosa em geral. A evolução é progressiva, lenta e variável, sendo marcada pela tétrade de sintomas e sinais, basicamente motores: tremor em repouso, bradicinesia, rigidez muscular e alterações posturais. Estes sinais e sintomas e suas combinações são responsáveis por alterações na fala, na voz e deglutição. O presente trabalho teve como objetivo observar a correlação entre a velocidade dos movimentos de fala alternada (VMFA) da vogal /a/ (emissão da vogal /a/ repetidamente) com a manifestação de alterações nas fases oral e faríngea da deglutição de indivíduos com DP. Participaram deste estudo 10 sujeitos com DP, que foram submetidos a avaliação da VMFA da vogal /a/ e à videoendoscopia da deglutição (VED). A maioria dos indivíduos estudados apresentou alterações na deglutição, porém, nenhum apresentou grau severo de disfagia. As alterações da VMFA da vogal /a/ foram evidentes em nove dos 10 pacientes. Os dados observados não parecem demonstrar indícios de correlações com as alterações da deglutição. Ressalta-se a importância da ampliação das amostras como a observação de outros parâmetros da tarefa motora de fala alternada.

Doença de Parkinson - Diadococinesia - Disfagia


B0145

QUEDAS E FATORES INTRÍNSECOS À QUEDA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA COM E SEM OSTEOPOROSE


Mariana Mari Oshima (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Lúcia Helena Simões da Costa Paiva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Mulheres com osteoporose são mais propensas a sofrer fraturas ósseas, e este evento pode ser acelerado pela ocorrência de quedas. Objetivos: Avaliar a prevalência de quedas e os fatores musculoesqueléticas associados a ela em mulheres na pós-menopausa com e sem osteoporose. Sujeitos e métodos: Está sendo realizado um estudo de corte transversal analítico com 266 mulheres na pós-menopausa com e sem osteoporose, que freqüentam o Ambulatório de Menopausa do CAISM/UNICAMP. O estudo encontra-se na fase de coleta de dados, foram realizados os exames e aplicados questionários em 221 mulheres, sendo 98 do grupo de osteoporose e 123 sem osteoporose. Todas realizaram radiografia de coluna vertebral e densitometria óssea. Estão sendo realizadas avaliações da força muscular dos membros inferiores, da coluna lombar, da flexibilidade dos músculos extensores e flexores da coluna lombar e do equilíbrio postural.. Resultados parciais: Até o momento, das 98 mulheres com osteoporose, 65 ( xx %) sofreram 1 ou mais quedas no último ano. Entre as 123 mulheres sem osteoporose, 40 (xx %) sofreram uma ou mais quedas no mesmo período. Os dados coletados estão sendo inseridos em um banco de dados para posterior processamento e análise estatística.

Quedas - Fatores intrínsecos - Menopausa


B0146

VALIDAÇÃO DA VERSÃO PORTUGUESA DO QUALEFFO 41 E AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE MULHERES BRASILEIRAS COM FRATURA VERTEBRAL POR OSTEOPOROSE


Michael Arthuso Lima Moreira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lúcia Helena Simões da Costa Paiva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Objetivos: Avaliar a prevalência de fraturas vertebrais e a qualidade de vida em mulheres com osteoporose pós-menopausa. Sujeitos e métodos: Foi avaliado um total de 220 mulheres com idade entre 55 e 80 anos acompanhadas no Ambulatório de Menopausa do CAISM/UNICAMP sendo separadas em dois grupos, 110 mulheres com e 110 sem osteoporose. Todas responderam a um questionário sobre qualidade de vida específico para osteoporose, QUALEFFO 41, contendo cinco domínios e realizaram um raio-X simples de coluna torácica e lombar em ântero-posterior e lateral. Resultados: A media etária das mulheres foi 64 anos, a média de idade da menopausa foi 47,9 anos, 22,7% utilizavam terapia hormonal no grupo sem osteoporose e 4,5% no grupo com osteoporose (p<0,0001). A prevalência de fraturas foi de 26,7%. O escore médio de qualidade de vida foi 31,6 para mulheres com osteoporose e 16,1 para aquelas sem osteoporose, sendo esta diferença estatisticamente significativa (p<0,00001). Conclusões: A osteoporose é uma doença crônica que afeta negativamente a qualidade de vida das mulheres. Investir na prevenção diagnóstica precoce e ações educativas é prioritário para diminuir a prevalência e conseqüências da doença.

Osteoporose - Qualidade de vida - Fratura


B0147



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