Universidade estadual de campinas



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ACALÁSIA IDIOPÁTICA DO ESÔFAGO (AIE) – ESTUDO DA ETIOLOGIA E DO PERFIL DOS PACIENTES DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP


Gustavo Carvalho de Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Luiz Roberto Lopes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A acalásia idiopática do esôfago (AIE) é uma doença inflamatória sem etiologia conhecida, caracterizada por aperistalse do esôfago e falha no relaxamento da cárdia. A incidência relativamente elevada (cerca de 20% dos casos de megaesôfago operados no HC/Unicamp entre 1989 e 2005) motivou esse estudo aprofundado a respeito de sua possível etiologia e do perfil desses pacientes. Resultados advindos do trabalho podem auxiliar na suspeição diagnóstica, inferir informações prognósticas e agregar maior conhecimento a respeito da doença. O método engloba uma fase inicial em que os prontuários dos pacientes operados são levantados junto ao Arquivo Médico do Hospital de Clínicas e dados básicos são coletados. A seguir, os pacientes são convocados para entrevista, a fim de fornecer novos dados que possam ser relevantes na suspeita da etiologia da AIE. Os principais dados pesquisados foram: ocupações profissionais exercidas, contato com químicos e/ou tóxicos, alterações no sistema nervoso, história de doença auto-imune, antecedente familiar, consangüinidade, fator emocional e infecções prévias. Os resultados parciais mostraram um perfil epidemiológico de relação Homem/Mulher (45/34), média de idade de 37 anos, disfagia com duração média de 4,45 anos, quase sempre progressiva e procedência do estado de São Paulo.

Acalásia idiopática - Megaesôfago - Etiologia


B0148

ANÁLISE DA IMUNOEXPRESSÃO DE MUCINAS (MUC1, MUC2, MUC 5AC E MUC6), E-CADERINA E CDX2 CORRELACIONANDO COM ASPECTOS CLÍNICO-PATOLÓGICOS NO CARCINOMA GÁSTRICO PRECOCE


Lenamaris Mendes Rocha (Bolsista PIBIC/CNPq), Luciana Rodrigues Meirelles e Prof. Dr. Luiz Roberto Lopes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Carcinoma gástrico é o terceiro mais freqüente tumor maligno no mundo. Câncer gástrico precoce é aquele cuja profundidade de invasão é limitada à mucosa ou submucosa. O objetivo do estudo é levantar e atualizar a casuística do Gastrocentro/UNICAMP, e analisar expressão imunoistoquímica de Mucinas (MUC1, MUC2, MUC5AC e MUC6), E-caderina e CDX2 nos diagnosticados de 1.990 a 2006, correlacionando resultados com subtipo histológico, estadiamento patológico, evolução, sobrevida e características clínico-patológicas. Resultados: casuística de 98 pacientes, 32,7% mulheres e 67,3% homens. Diagnóstico feito ao redor dos 65 anos. Localização preferencial: antro gástrico. Metade dos casos com invasão limitada à mucosa. Tipos macroscópicos predominantes: tipo IIc+III e IIc. Gastrite crônica atrófica em 16,3%, metaplasia intestinal em 33,7% e H. pylori em 3,1% dos casos. Maioria no estadio I e 10,2% no estadio IIB. Estadiamento patológico: maioria pT1a N0 M0. Os casos diagnosticados em fase precoce raramente têm comprometimento linfático. Invasão angiolinfática em 16,3% e metástase hematogênica em 5,2%. O tipo de linfadectomia foi D2 em 56,1%. Tipo de cirurgia: GTSA+Y em 46,9% e GTSA+BI em 29,6%. Complicações pós operatórias raras. Concluímos que para melhorar os índices de sobrevida, o diagnóstico deve ser feito numa fase precoce.

Carcinoma gástrico precoce - Mucinas - Imunoistoquímica


B0149

EFEITOS DO TABAGISMO NA ARTRITE REUMATÓIDE: ANÁLISE DAS VARIÁVEIS CLÍNICAS E PSICOSSOCIAIS


Lucas Francisco Botequio Mélla (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Manoel Barros Bertolo (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A artrite reumatóide (AR) é uma doença inflamatória, crônica, sistêmica e com manifestação predominantemente articular caracterizada por poliartrite periférica simétrica. Mecanismos auto-imunes estão envolvidos na sua fisiopatologia, mas a etiologia da AR ainda é desconhecida. A interação entre fatores genéticos e influência do meio ambiente parece estar presente nos mecanismos patogênicos. Assim, os genes do HLA-DRB1 shared epitope (SE) e o tabagismo têm sido fortemente relacionados ao desenvolvimento da AR soropositiva. O objetivo deste trabalho consiste em analisar as variáveis psicossociais e clínicas dos portadores de AR em relação aos antecedentes de tabagismo. Em 67 pacientes com AR foram pesquisados dados psicossociais e clínicos, história tabágica, índice de incapacidade funcional e de atividade da AR. O tabagismo parece estar relacionado a maior atividade da doença e maior incapacidade funcional, mas uma análise estatística mais apurada será realizada para complementar o estudo.

Artrite reumatóide - Tabagismo - Fator reumatóide


B0150

FATORES DE RISCO PARA SEPSE EM RECÉM NASCIDOS EM UM SERVIÇO UNIVERSITÁRIO DE NEONATOLOGIA


Jackeline Aparecida Grando Della Torre (Bolsista PIBIC/CNPq), Roberta Nazario Aoki e Prof. Dr. Marcos Tadeu Nolasco da Silva (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Desde a vida intra-útero o bebê é bastante susceptível a infecções, sendo uma das mais graves a sepse, que corresponde a uma resposta inflamatória sistêmica a uma infecção. O principal agente etiológico da doença é o Streptococcus agalactiae (no trato geniturinário ou gastrintestinal materno). Há muitos fatores de risco relacionados à sepse neonatal, sendo que tais podem ser divididos em anteriores, simultâneos ou posteriores ao nascimento. Neste trabalho, a partir de dados coletados de prontuários de recém nascidos, são analisados os principais fatores de risco envolvidos na sepse neonatal, bem como a prevalência e as principais características dos casos de sepse em neonatos nascidos no período de julho do ano 1996 a julho do ano 2006 no Centro de Assistência Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da Unicamp. Os dados são coletados por meio de revisão do prontuário das mães e dos neonatos arquivados no Serviço de Arquivo Médico (SAME) usando-se um instrumento de coleta de dados elaborado com base nas fichas fornecidas pelo CAISM, e serão analisados utilizando algoritmo disponível no website do Laboratório de Epidemiologia e Estatística do Instituto Dante Pazzanese (http://www.lee.dante.br/pesquisa/amostragem/calculo_amostra.html).

Sepse - Recém-nascido - Criança


B0151



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