Universidade estadual de campinas



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ACOMPANHAMENTO DA AQUISIÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM EM LACTENTES DE RISCO PARA SURDEZ


Denise Maria Zaratini Fernandes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A perda auditiva prejudica a aquisição e o desenvolvimento normal da linguagem oral, uma vez que ao privar a criança do contato com os sons da fala, a impede de desenvolver experiências pré-lingüísticas iniciais. Desta forma, crianças que apresentam indicadores de risco para surdez e que permaneceram em UTI neonatal por mais de 48 horas, com exames auditivos normais, devem ser avaliadas periodicamente. Desta forma, o projeto avaliou neonatos de 4, 8 e 12 meses de idade, nascidos no Centro de Atenção Integral a Saúde da Mulher- CAISM/UNICAMP e no Hospital Estadual Sumaré, utilizando-se, da Escala ELM e do Protocolo de Observação do Sistema Sensório Motor Oral como ferramentas de pesquisa. Foi observado na Escala ELM, que aos 4 meses, um lactente apresentou atraso na função auditiva receptiva, aos 8 meses um lactente apresentou atraso na função auditiva expressiva. Aos 12 meses, 6 lactentes apresentaram atraso na função auditiva expressiva, e um lactente apresentou alteração na função visual. Quanto ao questionário do Sistema Sensório Motor Oral, 12 lactentes apresentaram alteração aos 4 meses, 18 aos 8 meses e 4 aos 12 meses, sendo a presença de refluxo a alteração de maior ocorrência entre as crianças avaliadas.

Escala de desenvolvimento - Perdas auditivas progressivas - Desenvolvimento da linguagem


B0152

ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA FUNÇÃO AUDITIVA E DE LINGUAGEM DE LACTENTES COM ALTERAÇÃO NO PEATE


Jacqueline Gomes Pereira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Há uma estreita relação entre audição e aquisição da linguagem. É de extrema importância que o bebê receba estimulação adequada durante os primeiros nos de vida para que sua linguagem oral desenvolva-se da melhor maneira. O objetivo deste projeto é acompanhar, de 4 em 4 meses, durante o primeiro ano de vida, o desenvolvimento da função auditiva e da linguagem em lactentes triados pelo exame PEATE automático como alterado. Foram excluídas do projeto as crianças com perda maior que 40 dB. Foi utilizada a Escala ELM como avaliação do desenvolvimento da linguagem e instrumentos sonoros. No período de agosto de 2007 a maio de 2008, foram avaliados 12 lactentes no total. Das 8 crianças avaliadas com 4 meses, 4 não responderam da maneira esperada, em relação à área auditiva receptiva. Dos 5 lactentes avaliados com 8 meses, 2 não responderam da maneira desejada, quanto à localização da voz e ausência de reflexo cocleopalpebral. Das duas crianças avaliadas com 12 meses, com alteração unilateral, ambas responderam de maneira esperada para a idade. Pode-se concluir que os lactentes que apresentaram alteração no PEATE, com indicativo de perda auditiva, apresentaram resultados parecidos com o esperado para as crianças sem alteração auditiva ao nascer.

Audição - Lactentes - Orientação familiar


B0153

COMPREENDENDO A VIVÊNCIA COTIDIANA DE IRMÃOS SURDOS – IRMÃOS OUVINTES


Gisele Lourenço (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria de Fátima de Campos Françozo (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Intervenções com familiares de surdos geralmente se dão com os pais, mas é importante considerar a relação do surdo com seus irmãos ouvintes, pois estes são peças de destaque na convivência diária e na dinâmica familiar. O modo como o irmão ouvinte se relaciona com o irmão surdo tem influência significativa para o desenvolvimento de ambos, podendo existir conseqüências positivas ou negativas para cada um deles, dependendo de como conseguem se comunicar, de como compreendem a surdez, de como se sentem em relação ao outro.Neste trabalho, através de pesquisa qualitativa, procura-se compreender a vivência de irmãos surdos -irmãos ouvintes. Entrevistas foram realizadas com irmãos ouvintes, com questões relativas às rotinas diárias (atividades, responsabilidades, tarefas), as formas de comunicação estabelecidas, bem como aos sentimentos entre os irmãos. Os resultados apontaram que a comunicação é um aspecto enfatizado pelos irmãos, sendo a Língua Brasileira de Sinais o meio de comunicação utilizado por todos os entrevistados. A mãe foi, na maioria dos casos, a responsável por ensinar a língua de sinais ao filho ouvinte. Outros aspectos relatados pelos irmãos referem-se a uma maior preocupação e cuidados com o irmão devido à surdez. No entanto, isto não impede situações de brigas, ciúmes ou disputas entre eles.

Surdez - Irmãos - Família


B0154

POLIMORFISMO DA HAPTOGLOBINA E COMPLICAÇÕES CARDIOVASCULARES NO DIABETES MELLITUS


Paula da Cunha Pinho (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria de Fátima Sonati (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A haptoglobina (Hp) é uma glicoproteína sérica cuja função é se ligar à hemoglobina livre no plasma, prevenindo os danos oxidativos resultantes de sua permanência nos vasos.A Hp é caracterizada por um polimorfismo genético com três fenótipos descritos: Hp1-1, Hp2-1 e Hp2-2.O presente projeto teve como objetivo investigar a existência de correlação entre os genótipos da Hp e a ocorrência de incidentes cardiovasculares isquêmicos em 120 pacientes brasileiros com Diabetes Mellitus tipo 2 atendidos no Hospital das Clínicas da UNICAMP, cujas amostras de DNA haviam sido coletadas e genotipadas para a Hp pela técnica de PCR em estudo anterior.Os resultados obtidos não permitiram sugerir a existência de associação entre os genótipos e a presença ou não de complicações cardiovasculares em pacientes brasileiros com DM tipo 2, tal como seria esperado considerando-se as diferenças nas propriedades funcionais de cada genótipo e segundo o encontrado por alguns outros autores.Ao analisarmos adicionalmente a correlação entre os diferentes genótipos da Hp e variáveis categóricas observamos uma correlação estatisticamente significativa (p=0,0104) entre os genótipos e o controle adequado da pressão arterial.Os indivíduos com genótipo Hp 2-1 apresentaram pressão arterial de difícil controle, mesmo com associação de medicações antihipertensivas.

Haptoglobina - Polimorfismo - Diabetes


B0155



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