Universidade estadual de campinas



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AVALIAÇÃO DO PERFIL CLÍNICO DE IDOSOS PORTADORES DE DOENÇA DE CHAGAS


Camila Mota Carrijo (Bolsista PIBIC/CNPq), Luís Alberto Magna e Profa. Dra. Maria Elena Guariento (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Procedeu-se a estudo transversal retrospectivo de 352 prontuários de idosos (≥ 60 anos) chagásicos matriculados no Ambulatório do GEDoCh do HC - Unicamp entre 1980 a 2005. No período de 1980 a 1994 foram matriculados 2292 pacientes, dos quais 214 (9%) eram idosos. No período de 1995 a 2005, foram matriculados 880, dos quais 138 (15%) tinham idade acima de 60 anos. Foram coletados: idade, forma clínica da doença de Chagas e doenças crônicas associadas (classificadas pelo CID 10) na data de matrícula. No primeiro período, dos 214 idosos matriculados, 74,8% apresentavam comorbidades, e no segundo período, dos 138 idosos, 81,2% tinham comorbidades. Em relação à forma clínica, a sua distribuição nos matriculados nos dois períodos analisados é: cardiopatia, mista, indeterminada e digestiva. Idosos com cardiopatia chagásica tiveram maior ocorrência de todas as classes de doenças do CID 10 quando comparados aos não cardiopatas. Quando se comparou a ocorrência de comorbidades ao longo do tempo, observou-se que as doenças cardiovasculares constituíram-se na única categoria de enfermidades que tiveram aumento significativo no segundo período avaliado (p=0,030).

Doença de Chagas - Envelhecimento - Co-morbidades


B0156

CARACTERIZAÇÃO DO STATUS FUNCIONAL, COGNITIVO E DAS MANIFESTAÇÕES DEPRESSIVAS EM IDOSOS ATENDIDOS EM AMBULATÓRIO DE SERVIÇO DE REFERÊNCIA


Ivan Maziviero de Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Elena Guariento (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O novo panorama social decorrente do envelhecimento da população no Brasil promete transformações bastante significativas, principalmente na esfera da atenção à saúde. A população idosa é a que mais demanda cuidados de saúde, pois apresenta maior associação com doenças crônico-degenerativas e incapacidades. É importante traçar o perfil do paciente idoso, para poder desenvolver estratégias terapêuticas e de prevenção eficientes, de forma a diminuir o risco de dependência funcional, cognitiva, ou relacionada a transtornos depressivos. Assim, foram coletados os dados de prontuários de 190 pacientes seguidos no Ambulatório de Geriatria do HC-UNICAMP entre 2005 a 2007. Para tal pesquisa, utilizaram-se instrumentos que avaliam as variáveis: capacidade funcional (AVD e AIVD), capacidade cognitiva (MEEM) e sintomas depressivos (GDS). Aproximadamente 45% e 71% da amostra, tinham pelo menos uma função comprometida, respectivamente em AVD e AIVD. O GDS evidenciou que 44% da amostra tinha pontuação igual ou maior que 6. Com relação ao MEEM, 57% dos alfabetizados tinha pontuação menor ou igual a 23; entre os analfabetos, 69% tinha pontuação menor ou igual a 19. Tendo constatado elevado grau de déficit cognitivo e funcional, e de transtornos depressivos em uma população de idosos mais vulneráveis por apresentarem enfermidades crônicas, propõe-se o rastreamento regular desses distúrbios em idosos seguidos em ambulatório para prevenir / tratar precocemente as complicações decorrentes dessas condições.

Idosos - Capacidade funcional/cognitiva - Sintomas depressivas


B0157

AVALIAÇÃO DO PERFIL DE IDOSOS PORTADORES DE DOENÇA DE CHAGAS COM ANTECEDENTE DE QUEDAS


Raquel Prado Thomaz (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Elena Guariento (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Com o envelhecimento populacional, o evento “quedas” torna-se cada vez mais freqüente. Isso ganha relevância entre os chagásicos tidos como uma população de idosos mais vulneráveis. Dessa forma, avaliou-se a ocorrência de quedas e fatores associados (forma clínica da doença de Chagas, gênero, escolaridade, renda e uso de medicamentos) a partir da entrevista de 43 idosos chagásicos atendidos no Ambulatório do Grupo de Estudos em Doença de Chagas do HC / UNICAMP. Desses pacientes, 48,8% eram mulheres, 95,3% tinham até 4 anos de escolaridade e 65,1% renda < 2 salários-mínimos. Nos homens predominou a forma clínica cardíaca (77,3%), seguida da mista (13,6%) e nas mulheres ocorreu o inverso (42,9%: mista e 33,3%: cardíaca); 22,7% dos homens e 42,9% das mulheres relataram ocorrência de quedas. A presença de 4 ou mais co-morbidades foi observada em 22,7% dos homens e 42,9% das mulheres; o uso de 4 ou mais medicamentos foi positivo em 31,8% dos homens e 39,5% das mulheres. Observou-se, portanto, diferença entre os gêneros nas variáveis estudadas, sendo que as mulheres apresentaram mais co-morbidades, polifarmácia e forma clínica mais grave da doença de Chagas, além de maior referência ao evento quedas; logo, demandam maior atenção dos serviços de saúde.

Idosos - Doença de Chagas - Quedas


B0158

LEITURA E ESCRITA NA DEFICIÊNCIA VISUAL: CONSIDERAÇÕES SOBRE O LETRAMENTO, A INCLUSÃO ESCOLAR E SOCIAL DE ESCOLAR COM BAIXA VISÃO


Mariana Letícia Pires (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Elisabete Rodrigues Freire Gasparetto (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A intervenção com escolar que apresenta baixa visão demonstrou a necessidade do desenvolvimento de programa de habilitação e/ou reabilitação visual para o uso eficiente da visão no letramento, favorecendo a inclusão escolar e social. O objetivo deste trabalho é apresentar estudo de caso desenvolvido com crianças com baixa visão em idade escolar, atendidas no CEPRE, visando propiciar o uso da visão residual e o acesso aos conteúdos escolares e culturais. O estudo foi realizado por meio dos princípios da pesquisa participativa, e a coleta de dados realizada durante os atendimentos realizados e também por meio da análise dos relatórios redigidos após os atendimentos com das crianças. Os resultados preliminares indicaram a dificuldade visual dos alunos para ler a lousa, ler tipos pequenos e com pouco contraste, comprometendo o acesso ao letramento. Como conclusão, cabe destacar a importância do uso da visão residual para o desenvolvimento do letramento, promoção da inclusão escolar e social.

Baixa visão - Letramento - Visão residual


B0159



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