Universidade estadual de campinas



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ABORDAGEM PEDAGÓGICA NA REABILITAÇÃO VISUAL DE PESSOAS COM BAIXA VISÃO


Marília Costa Camara Ferroni (Bolsista FUNDAP) e Profa. Dra. Maria Elisabete Rodrigues Freire Gasparetto (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Reabilitação visual são procedimentos oferecidos às pessoas com baixa visão, visando a utilização de recursos de tecnologia assistiva para obter o melhor uso da visão residual e a melhor adaptação às atividades cotidianas. O presente trabalho teve como objetivo verificar as percepções de pessoas com baixa visão sobre as dificuldades visuais e o uso de tecnologia assistiva nas atividades diárias e promover orientações pedagógicas para promover melhor qualidade de vida. Foi realizado estudo qualitativo por meio da pesquisa-ação, sendo que a coleta de dados realizou-se por meio de observações, leitura de prontuários e entrevistas. Os resultados preliminares apontaram que as principais dificuldades visuais para longe foram: discriminar pessoas, objetos, assistir televisão e para as atividades de perto: ler, escrever na linha, discriminar moedas. As orientações pedagógicas realizadas foram: aproximação das pessoas e dos objetos, direcionar o olhar com a área da retina que não está comprometida, seleção de textos ampliados e com contrastes, utilização de papel com pautas mais demarcadas, maior espaço entre as linhas e utilização de canetas de ponta porosa. Concluindo, destaca-se a importância das orientações pedagógicas para as pessoas com baixa visão de forma a transmitir conhecimentos e proporcionar a superação das dificuldades visuais.

Baixa visão - Reabilitação visual - Tecnologia assistiva


B0160

O USO DA VISÃO RESIDUAL POR ESCOLAR COM BAIXA VISÃO


Renata Ribeiro (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Elisabete Rodrigues Freire Gasparetto (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
As limitações que a ausência da visão impõe, são relativas ao controle do ambiente, ao domínio do corpo no espaço, à imitação das ações, às habilidades da interação social e da aprendizagem. É recente a concepção de que é possível desenvolver a eficiência visual e utilizá-la na escolarização. Este trabalho tem como objetivo relatar um estudo de caso de criança com baixa visão em idade escolar, atendida no CEPRE/FCM/UNICAMP, visando propiciar o uso da visão residual e o acesso aos conteúdos escolares por meio da visão. O estudo de caso aqui apresentado desenvolveu-se por meio dos princípios da pesquisa participativa, e a coleta de dados foi realizada por meio da consulta ao prontuário, dos atendimentos e dos relatórios elaborados. A criança do estudo possui a Síndrome de Bardet Biedl, doença que afeta partes do corpo incluindo a retina. Verificou-se que a aluna apresentava bom resíduo visual, mas, fazia uso do tato para identificar objetos. As atividades realizadas incentivaram o uso da visão residual da aluna, por meio de figuras, jogos, leituras, objetos do dia-a-dia, ampliando assim seu universo visual. Como resultados preliminares, podemos verificar o progresso da aluna na identificação de objetos, espaços, pessoas com muita eficiência.Concluindo cabe ressaltar que a intervenção com crianças com baixa visão, requer atenção ao uso da visão residual para que sejam supridas as dificuldades visuais, promoção da identidade pessoal de pessoa vidente e prevenção da cegueira.

Baixa visão - Prevenção da cegueira - Visão residual


B0161

IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS: ORGANIZAÇÃO TEMPORAL DAS ROTINAS E QUALIDADE DO SONO


Thalyta Cristina Mansano (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Filomena Ceolim (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Os desafios que acompanham o processo de envelhecimento colocam-nos como sujeitos e agentes da saúde para abrir espaços e vivenciar novas experiências. Nesta pesquisa o objetivo foi identificar a percepção de idosos institucionalizados quanto à organização temporal de suas rotinas e sua associação com a qualidade do sono. Tratou-se de uma pesquisa quantitativa, descritiva e exploratória sendo desenvolvida em uma ILPI, com 37 residentes com 60 anos completos ou mais, independentes para atividades de vida diária e com participação voluntária do estudo, assinando TCLE. Os instrumentos de coleta de dados foram elaborados pela pesquisadora e foram preenchidos pela mesma.Concluiu-se que os fatores que contribuem para os problemas de sono na velhice são: dor ou desconforto físico; fatores ambientais;desconforto emocional e alterações no padrão do sono. São freqüentes as queixas referentes ao tempo despendido na cama sem dormir, dificuldade para reiniciar o sono, menor duração do sono noturno, maior latência do sono, e despertar pela manhã mais cedo do que o desejado. Há também a sonolência e a fadiga diurna, com aumento de cochilos, o comprometimento cognitivo e do desempenho diurno sendo estes relacionados com a organização das rotinas destes idosos. Percebeu-se que quanto maior o empenho do idoso em atividades, melhor é a qualidade de seu sono e que horários de rotinas na ILPI interferem na totalidade de suas atividades.

Idoso - Sono - Enfermagem


B0162

MONITORAMENTO AUDIOLÓGICO NOS DOIS PRIMEIROS ANOS DE VIDA DE CRIANÇAS COM INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA PROGRESSIVA E/OU TARDIA


Ana Luíza Wuo Maia (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Durante os primeiros anos de vida ocorre o processo de maturação do sistema nervoso auditivo central, sendo a fase ótima da neuroplasticidade auditiva. O diagnóstico precoce de perda auditiva poderá evitar atrasos no desenvolvimento da linguagem na criança e dificuldades de aprendizagem. Assim, neste estudo, buscamos analisar o desenvolvimento auditivo no segundo ano de vida de crianças que apresentam indicadores de risco para perda auditiva de aparecimento tardio e/ou progressiva ou para alterações no processamento auditivo. Para tanto, foram avaliadas crianças aos 18 e 24 meses de idade que participaram do monitoramento audiológico durante o primeiro ano de vida. A avaliação audiológica constituiu-se de: anamnese, observação das respostas comportamentais a sons instrumentais e verbais, audiometria com reforço visual (PA2-Interacoustics) e avaliação das condições da orelha média (MT10-Interacoustics). A amostra foi composta em sua maioria de crianças pré-termo. Os resultados imitanciométricos alterados foram mais incidentes aos 24 meses do que aos 18 meses. Todavia, tanto na pesquisa de limiares auditivos quanto na observação de respostas comportamentais aos estímulos sonoros, as respostas auditivas dentro do esperado para cada faixa etária apresentaram maior prevalência aos 24 meses do que aos 18 meses. Portanto, não foram detectadas perdas auditivas, porém atraso no desenvolvimento auditivo.

Audição - Desenvolvimento - Testes auditivos


B0163



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