Universidade estadual de campinas



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MONITORAMENTO AUDIOLÓGICO DE LACTENTES COM INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA PROGRESSIVA E/OU TARDIA


Carolina Verônica Lino (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A linguagem permite a comunicação e a interação social, e sua aquisição está associada a um sistema auditivo que funcione adequadamente. A triagem auditiva neonatal tem por objetivo a detecção precoce da perda auditiva e a intervenção médica e fonoaudiológica imediata. Neste trabalho, foi analisado o desenvolvimento auditivo no primeiro ano de vida de lactentes que obtiveram resultados normais na triagem neonatal, mas que possuíam indicadores de risco para perda auditiva de aparecimento tardio e/ou progressivo. A análise foi realizada por meio de uma avaliação audiológica, que se constituiu dos seguintes procedimentos: anamnese e observação das respostas comportamentais a estímulos sonoros e a estímulos verbais, além da audiometria com reforço visual e da avaliação das condições da orelha média, as quais foram realizadas por meio do Audiômetro Pediátrico PA-2 e do equipamento MT10, ambos da INTERACOUSTIC. O atraso encontrado em alguns lactentes, para as respostas obtidas tanto na audiometria com reforço visual como na avaliação comportamental para sons verbais e não verbais, pode estar relacionado à maturação deficitária das vias auditivas centrais e das estruturas corticais e subcorticais destes recém-nascidos, o que compromete a integridade de seu sistema auditivo.

Audição - Triagem auditiva - Desenvolvimento


B0164

AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA EM ESCOLARES DE 4 A 6 ANOS


Fernanda Yamamura Oshiro (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A audição constitui uma das principais habilidades humanas, sendo o principal meio de ligação do ser humano com o ambiente. A detecção precoce e a imediata intervenção em crianças com perda auditiva aumentam a probabilidade de otimização do potencial de linguagem receptiva e expressiva, de alfabetização, desempenho acadêmico e desenvolvimento emocional e social das crianças. O objetivo deste trabalho é analisar o resultado da avaliação audiológica completa de escolares do Programa de Desenvolvimento e Integração da Criança e do Adolescente (PRODECAD) que falharam na triagem auditiva, considerando-se os testes de imitância acústica; e promover grupos de estimulação para os escolares que falharam na triagem auditiva, considerando-se os testes de habilidades auditivas. Os procedimentos que compõem a avaliação audiológica básica são: anamnese, inspeção visual do meato acústico externo, audiometria tonal liminar, logoaudiometria e imitância acústica. As atividades de estimulação auditiva baseiam-se na interação com diferentes tipos de sons, bem como jogos que envolvam a memória para sons verbais e não verbais. Possíveis alterações na avaliação audiológica básica dos escolares são esperadas. Espera-se melhora no desempenho dos escolares na triagem das habilidade auditivas, após as atividades de estimulação auditiva.

Audição - Escolares - Triagem auditiva


B0165

IMITANCIOMETRIA EM LACTENTES COM TOM DE SONDA DE 226 E 1000 HERTZ


Suelen de Almeida Cazelatto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A triagem auditiva neonatal é a principal forma de detecção precoce da perda auditiva.Os testes recomendados são as Emissões Otoacústicas (EOA) ou o Potencial Evocado Auditivo de tronco Encefálico e caso haja falha num desses procedimentos, faz-se necessário à aplicação da imitânciometria. Na prática clínica, o tom de sonda mais utilizado é o de 226Hz;no entanto, estudos mostram a efetividade do tom de sonda de 1000Hz para neonatos.O objetivo foi analisar os resultados da timpanometria com tom de sonda de 226Hz e 1000Hz em lactentes, do CAISM/UNICAMP, nascidos a termo, sem indicadores de risco para a perda auditiva, que passaram no teste de EOA e verificar os resultados obtidos no reflexo acústico. Os procedimentos foram realizados no CEPRE/FCM/UNICAMP e constituíram-se por anamnese, otoscopia, timpanometria com tom de sonda de 226 e 1000Hz e pesquisa do reflexo acústico ipsilateral. Os resultados das médias dos valores do gradiente, com tom de sonda de 226Hz, foram de aproximadamente 0,24; os volumes equivalentes do meato acústico externo foram de 0,70ml; as pressões do pico timpanométrico foram de –42 daPa; os volumes equivalentes da orelha média foram de 0,77ml. Com a utilização do tom de sonda de 1000 Hz, as médias foram de aproximadamente 0,35ml para o Veq MAE;-5daPa para a PPT; 1ml para o Veq OM. Por fim, os reflexos acústicos mostram-se presentes em 83,33% das orelhas, o que demonstra integridade das vias auditivas.

Imitancia acustica - Lactentes - Tom de sonda


B0166

ADESÃO AO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO E QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES PORTADORES DE DIABETES MELLITUS ATENDIDOS EM SERVIÇO DE ATENÇÃO PRIMÁRIA


Priscila Peruzzo Apolinario (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Maria Cecília Bueno Jayme Gallani, Roberta Cunha Rodrigues Colombo e Profa. Dra. Maria Helena de Melo Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A falta de adesão ao tratamento medicamentoso tem um impacto significativo na morbidade, mortalidade e na Qualidade de Vida (QV) dos pacientes diabéticos, o que pode implicar no agravamento da doença, com conseqüente piora das condições clínicas. Objetivo: Verificar a correlação entre adesão ao tratamento medicamentoso e a QV em pacientes diabéticos, atendidos na atenção primária. Metodologia: estudo analítico transversal realizado com diabéticos, utilizando os instrumentos: Caracterização Sociodemográfica e Clínica; WHOQOL – breve; Avaliação da adesão ao tratamento medicamentoso (Versão brasileria do “Morisky”). Análise estatística: dos 100 (100%) a idade variou de 40 a 83 anos, predomínio do sexo feminino (80%), casado (59%); cor branca (43%), aposentados (40%).Tempo de diagnóstico entre 1 e 25 anos. Hemoglobina glicosilada entre 4.50 a 13.40%. Co-morbidades e as complicações crônicas associadas: HAS (82%), dislipidemia (53%), obesidade (43%) e doença vascular periférica (48%). Em relação à QV, 43% consideraram ter uma boa QV, e 10,5% a consideraram muito ruim ou ruim; 39% referem estar satisfeito com a própria saúde, contra 32% de insatisfeitos. A QV destes é afetada pela doença, pois os aspectos quanto à capacidade física, atividades diárias e auto-estima estão intimamente ligadas ao bem estar material, físico e emocional; aspectos considerados pelos participantes importantes para uma vida com QV.

Adesão ao tratamento - Qualidade de vida - Diabetes mellitus


B0167



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