Universidade estadual de campinas



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CONDIÇÕES DE TRABALHO E ESTILO DE VIDA ENTRE FEIRANTES NA CIDADE DE CAMPINAS – SP


Simone Patrícia Mondin (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Inês Monteiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Com origem na Europa do século XXI, as feiras livres permanecem até a atualidade e, com as mudanças sofridas, caracterizam trabalho autônomo que dispõe de não muitas publicações. O presente projeto caracteriza um estudo transversal que objetiva identificar o perfil de feirantes que atuam em feira-livre na cidade de Campinas, em relação a sexo, idade, estado civil, escolaridade, ocupação, número de filhos, atividade física, atividades de lazer, aspectos de saúde e laborais, condições de trabalho e estilo de vida; e descrever o processo de trabalho em feira livre em Campinas. A amostra é de 50 feirantes e aplicado questionário com dados sociodemográficos, estilo de vida e trabalho. Os resultados obtidos até o momento permitem observar que em 23 dos entrevistados, 10 são mulheres e 13 homens; 10 tem idade ≥ 25 anos e < 45 anos, e 13 tem ≥ 45 e < 65 anos; 8 concluíram e 1 não concluiu o ensino médio, 3 concluíram ensino técnico e médio, 7 concluíram e 1 não concluiu o ensino fundamental, 2 concluíram e 1 não concluiu o ensino superior; 16 são casados, 4 solteiros e 3 vivem com companheiro(a). Relacionando-se a faixa-etária predominante (≥ 45 e < 65 anos) ao processo de trabalho, que inclui o levantar cedo e exposição a variações climáticas diversas, entre outros, pode-se pensar num risco potencial de eventos adversos à saúde desses indivíduos.

Saúde - Trabalho - Feira


B0172

CONDIÇÕES DE TRABALHO, SAÚDE, PERFIL E ESTILO DE VIDA ENTRE TRABALHADORES DE EMPRESA DE PLANTAÇÃO DE FLORES EM ANDRADAS - MG


Stenio Trevisan Manzoli (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Inês Monteiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Estudos demonstram que a agricultura é considerada um setor que apresenta elevados riscos a saúde de trabalhadores rurais. São escassas as publicações atuais com pesquisas sobre o perfil, estilo de vida e as condições de saúde dos trabalhadores na produção de flores. Esta pesquisa integra o Projeto de Pesquisa em Políticas Públicas da Fapesp. Este estudo tem por objetivo identificar o perfil de trabalhadores de empresas de flores e plantas ornamentais na cidade de Andradas - MG, em relação a sexo, idade, estado civil, escolaridade e outros aspectos relacionados ao estilo de vida. Trata-se de um estudo transversal realizado com amostra composta por 50 trabalhadores rurais de três diferentes empresas. Foi utilizado um questionário com dados sociodemográficos, estilo de vida, trabalho e aspectos de saúde, sendo aplicado a todos aqueles que estivessem de acordo com o termo de consentimento livre e esclarecido. A maioria dos participantes era do sexo masculino, com idade superior a 30 anos, possuíam ensino fundamental incompleto e eram casados ou tinham união estável. Estudos mais detalhados envolvendo trabalhadores rurais devem ser realizados, visando melhorar as condições de trabalho e vida, tendo em vista que o Brasil ainda é um país que tem se destacado no agronegócio em âmbito mundial.

Saúde do trabalhador - Trabalhadores rurais - Flores


B0173

ANÁLISE COMBINADA DAS ALTERAÇÕES MICROSCÓPICAS DE GLÂNDULAS SALIVARES MENORES E FÍGADO APÓS O TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE MEDULA ÓSSEA


Georgia Fontes Cintra (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Letícia Cintra (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A doença do enxerto versus hospedeiro crônica (cGVHD) é uma das mais graves complicações do transplante de medula óssea (TMO) alogênico e as glândulas salivares são alvos freqüentes. O objetivo deste trabalho foi avaliar os achados histopatológicos das glândulas salivares menores (GSM) dos pacientes afetados pela cGVHD pós TMO, correlacionando-os com a sobrevida. Foram avaliadas 65 biopsias de GSM de 65 pacientes com cGVHD por duas observadoras e os resultados de consenso foram estudados por métodos estatísticos. Os dados quantitativos (área total das glândulas, área dos ductos e número de ductos com migração de células inflamatórias) foram obtidos com o auxílio do programa Imagelab(R). O critério “infiltrado linfóide peri-ductal com exocitose” mostrou correlação significante com a sobrevida. Não foi observada correlação entre a área ductal relativa e os parâmetros clínicos. Independente do tamanho da amostra obtida da glândula, a porcentagem de ductos com exocitose era a mesma, o que, na prática, implica em abordagem diagnóstica menos invasiva nos pacientes tratados pelo TMO.

Patologia - Imunoistoquímica - Morfometria


B0174

FREQÜÊNCIA DAS DOENÇAS DERMATOLÓGICAS INVESTIGADAS POR BIOPSIA NOS INDIVÍDUOS DE COR BRANCA E NEGRA: ANÁLISE COMPARATIVA


Juliana Puggina (Bolsista FAPESP), Prof. Dr. Elemir Macedo de Souza (Co-orientador) e Profa. Dra. Maria Letícia Cintra (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Fundamentos: 80% da população mundial tem a pele pigmentada.(1) Há raros estudos com pessoas de pele de cor.(2,3) Pouco se conhece sobre as diferenças étnicas na estrutura, fisiologia e doenças da pele, especialmente em populações miscigenadas, como a brasileira.(4,5) Objetivos: estudar a freqüência comparativa das doenças dermatológicas de pacientes brancos e negros em material anátomo-patológico. Métodos: Recuperou-se as informações de biopsias de pele de indivíduos brancos e negros de 1993 a 2006. Aplicados os critérios de exclusão, os diagnósticos foram divididos em grupos para a análise de freqüências. Resultados: à análise de correspondência múltipla das principais variáveis do estudo, pôde-se concluir que as biopsias na pele negra são significantemente mais freqüentes na faixa etária de 15 a 50 anos, no sexo feminino, topografia de genitais e diagnóstico de “doenças infecciosas e inflamatórias”. Na pele branca predomina idade maior de 50 anos, no sexo masculino, topografia “cabeça e pescoço” e “distal dos membros superiores”. Conclusões: Na população de pele negra são coletadas mais biopsias de doenças inflamatórias e infecciosas, da genitália de mulheres jovens. Na pele branca predominam as neoplasias, nas áreas fotoexpostas de homens mais velhos. Pigmentação cutânea e fatores sociais estão mais provavelmente associados a estes achados.

Biópsia - Doenças de pele - Etnias


B0175



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