Universidade estadual de campinas



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EXPOSIÇÃO VERTICAL AO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA NÃO AFETA A MATURAÇÃO DA ATIVIDADE DE CÉLULAS NATURAL KILLER DE SORORREVERSORES


Beatriz Mariana Abramczuk (Bolsista PIBIC/CNPq), Marcos T.N. da Silva , Simone C.B.S. Lima , Tatiane Q. Zorzeto e Profa. Dra. Maria Marluce dos Santos Vilela (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A exposição do feto a partículas solúveis do vírus da imunodeficiência humana (HIV) afeta a maturação do sistema imune. Destaca-se, neste estudo, se há interferência da exposição ao HIV na atividade citolítica de células natural killer (NK), cuja competência funcional é alcançada nos primeiros meses de vida. Avaliou-se a atividade de NK em 18 lactentes sororreversores (6,6-9,1 meses) e em 38 controles sem exposição vertical ao HIV (7,1-10,7 meses). Células mononucleares do sangue periférico, em três diferentes concentrações, foram incubadas a 37°C por 2 horas em 5% de CO2 com célula alvo K562. A porcentagem de lise celular foi adquirida em um citômetro de fluxo. A porcentagem de células CD3-CD16+CD56+ foi determinada para os sororreversores e para nove controles. Não houve diferença significativa de atividade de NK (teste de Mann-Whitney, p>0,05) nem de porcentagem de células CD3-CD16+CD56+ (teste t independente) entre os sororreversores e os controles. Esses dados sugerem que a exposição vertical ao HIV não afeta a maturação funcional de células NK.

Células natural killer - Atividade citolítica - Sororreversores


B0176

INVESTIGAÇÃO DA MORTALIDADE HOSPITALAR - O CASO DAS MORTES POR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO NO HOSPITAL ESTADUAL SUMARÉ


Maria Talita Bonini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Rita Donalisio Cordeiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A mortalidade hospitalar é um indicador de desempenho adequado para a avaliação dos serviços de saúde hospitalares e na identificação de óbitos evitáveis. O infarto agudo do miocárdio (IAM) é considerado um bom indicador por seu impacto na mortalidade e letalidade hospitalar. O objetivo deste estudo é analisar o perfil de mortalidade do Hospital Estadual Sumaré (HES) no ano 2005, em especial dos óbitos por IAM. Trata-se de estudo descritivo retrospectivo da totalidade dos óbitos (N=476) no HES em 2005, revistos previamente pelo Comitê de Óbitos do hospital. O banco de dados já organizado por esse comitê foi revisto, analisado quanto à consistência e corrigido. As variáveis investigadas foram: sexo, idade, data e horário do óbito, forma de encaminhamento, procedência do paciente, causa básica por grande grupo do CID 10ª revisão. A distribuição de óbitos por sexo e faixa etária mostra concentração acima dos 59 anos e maior freqüência em homens. Detectou-se 2 picos no horário de ocorrência, às 14h e às 22h. Quanto à distribuição mensal, não se observa nenhum padrão de sazonalidade. Predominam as causas cardiovasculares. A elaboração e análise do perfil epidemiológico dos óbitos de 2005 do HES contribuem para aperfeiçoar informações que possam ser utilizadas nas ações para melhorias da qualidade de assistência no hospital.

Mortalidade hospitalar - Infarto agudo do miocárdio - Indicador sentinela


B0177

HEPATOTOXICIDADE ASSOCIADA AO TRATAMENTO PARA TUBERCULOSE ENTRE PACIENTES DE UM HOSPITAL TERCIÁRIO


Letícia Pisoni Zanaga (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mariângela Ribeiro Resende (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O uso de fármacos hepatotóxicos torna o manejo clínico de pacientes com tuberculose (TB) e comorbidades complexo. Objetivos: avaliar a freqüência de hepatotoxicidade associada ao tratamento da TB em um hospital terciário. Pacientes e Métodos: estudo retrospectivo, com inclusão de pacientes > 14 anos com diagnóstico de TB, atendidos no HC-Unicamp, em 2006. Resultados: foram incluídos 72 pacientes com TB; forma pulmonar ocorreu em 68,1%, com TB cavitária em 48,6% dos casos pulmonares. Os sítios extra-pulmonares mais freqüentes foram: pleural (29,2% ) e ganglionar (20,8%). Entre os 72 pacientes estudados, 69,4% apresentavam comorbidades. A sorologia para HIV foi realizada em 61 (84,7%) casos antes ou durante o tratamento da TB. Destes, 16,4% eram infectados pelo HIV. De 29 pacientes que realizaram sorologias para hepatite C, 17,2% eram positivas e para hepatite B, 3,6% de 28 casos. Etilismo foi registrado no prontuário como presente em 51,8% de 56 pacientes. A troca do esquema por hepatotoxicidade ocorreu em 6 (8,3%) casos, nenhum destes casos evoluiu para óbito ou insuficiência hepática. Conclusão: a ocorrência de hepatotoxicidade foi semelhante à referida na literatura, apesar da elevada freqüência de comorbidades.

Hepatotoxicidade - Tuberculose - Tratamento


B0178

OPORTUNIDADES PERDIDAS PARA O TRATAMENTO DA TUBERCULOSE LATENTE EM PACIENTES COM INFECÇÃO PELO HIV ACOMPANHADOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO


Mayara Sanches Fonseca (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mariângela Ribeiro Resende (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O risco de tuberculose (TB) ativa em pacientes co-infectados pelo HIV e pelo M. tuberculosis varia de 3 a 10% por ano, razão pela qual a quimioprofilaxia baseada no teste tuberculínico (TT) é fortemente recomendada. Objetivos: identificar as oportunidades perdidas para o tratamento da TB latente em pacientes infectados pelo HIV acompanhados no HC-Unicamp; aprimorar a adesão às recomendações para a quimioprofilaxia. Desenho: prospectivo de intervenção. Pacientes e Métodos: casos de HIV-Aids diagnosticados no período de 2004 a 2006, com idade ≥14 anos, excluindo-se aqueles com TB ativa prévia. Foi considerado infecção latente TT ≥ 5mm de induração. Resultados: foram identificados 497 casos de HIV-Aids, excluídos 98 por TB ativa e incluídos 399. Dos 172 casos avaliados, em 147 (85,47%) houve registro de solicitação do teste tuberculínico (TT). Destes, 24 (16,33%) pacientes apresentaram TT ≥5mm, 86 (58,50%) TT <5mm e 37 (25,17%) não realizaram o teste ou a leitura. Em 66,67% dos casos com TT ≥5mm foi realizada a quimioprofilaxia para TB. Foi freqüente TT inferior a 5mm, associado possivelmente à imunossupressão. Conclusão: há a necessidade de diagnosticar a infecção tuberculosa latente numa fase mais precoce da evolução da infecção pelo HIV, além da viabilizar métodos mais simples, mais sensíveis e específicos que o TT.

HIV - Doenças oportunistas - Prevenção


B0179



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