Universidade estadual de campinas



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Faculdade de Engenharia de Alimentos

B0224

INFLUÊNCIA DA CONCENTRAÇÃO DE LEUCINA NA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE RATOS WISTAR


Larissa Bertollo Gomes Pôrto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Celio Kenji Miyasaka (Orientador), Faculdade de Engenharia de Alimentos - FEA, UNICAMP
Introdução: A leucina vem ganhando destaque como aminoácido anti-catabólico e estimulador anabólico. Objetivo: ·Verificar a curva dose-resposta da suplementação com leucina no ganho de massa corporal de ratos Wistar. Metodologia: Foram utilizados 34 ratos machos jovens Wistar divididos em 5 grupos com as dietas experimentais AIN93 com modificações (*). Os grupos experimentais foram: a) n=7 AIN93-G com 12% proteína*; b) n=7 AIN93-G; c) n=7, AIN93G, proteína* 12,5% + 3% de leucina (30g/kg de dieta); d) n=7, AIN93G, 14% de proteína* + 4,5% adição de leucina (45g/kg de dieta); e) n=6, proteína* 11% + 6% de leucina (60 g/kg de dieta). Durante o experimento, foi feito o acompanhamento da ingestão alimentar e evolução ponderal. Resultados: A suplementação da dieta por 30 dias com leucina influenciou significativamente (p<0,05) o ganho de massa corporal de ratos Wistar. O ponto ótimo ocorreria com adição de 3,90% de leucina à dieta controle, segundo o modelo matemático (função polinomial de segunda ordem y = -0,0527x2 + 0,4115x + 0,6746). Conclusão: A curva dose-resposta indicou que a suplementação de leucina em 3.90% como ponto ótimo para o crescimento de ratos Wistar recém desmamados. A leucina é capaz de estimular o aumento do percentual de protéina corporal.

Leucina - Composição corporal - Ratos


B0225

MECANISMOS MOLECULARES E CARACTERÍSTICAS FENOTÍPICAS DO METABOLISMO ÓSSEO EM RATAS ADULTAS OVARIECTOMIZADAS TRATADAS COM INULINA E FRUTOOLIGOSSACARÍDEO


Nathalia Ono (Bolsista PIBIC/CNPq), Cláudia Cardoso Netto e Prof. Dr. Celio Kenji Miyasaka (Orientador), Faculdade de Engenharia de Alimentos - FEA, UNICAMP
A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica que induz a deterioração do tecido ósseo. Ingredientes funcionais têm sido sugeridos na sua prevenção ou tratamento, como por exemplo, inulina e fructooligossacarídeo.O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade óssea de ratas adultas ovariectomizadas tratadas com frutooligossacarídeo (FOS) e/ou inulina. Ratas adultas (60 dias de idade; ± 250g de peso corpóreo) foram castradas e após 30 dias deste procedimento receberam tratamento com FOS e/ ou inulina por 50 dias (Grupo 1: OVT sem tratamento; Grupo 2: OVT + FOS; Grupo 3: OVT + Inulina; Grupo 4: OVT + FOS + Inulina). A atividade da fosfatase alcalina sérica total (U/L) dos animais dos grupos G2 (63,8±4,2), G3 (64,6±6,2) e G4 (57,5±6,2) quando comparados aos animais do grupo G1 (41,3±3,2) apresentaram um aumento significativo e os animais do grupo G2 (94,5±0,9N) tiveram a força de ruptura da mandíbula significativamente maior que os demais grupos (G1=83,0±1,7N; G3=82,4±2,6N; G4=85,0±3,1N). Tais resultados quantitativos foram confirmados pela análise qualitativa da epífise do fêmur através de microscopia eletrônica de varredura. Os resultados obtidos sugerem que a suplementação dietética com prebióticos anulou os efeitos da castração e que esses nutrientes podem ser utilizados em protocolos de prevenção e/ou tratamento da osteopenia e osteoporose.

Osteoporose - Prebióticos - Ratas ovariectomizadas




Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

B0226

DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DO SISTEMA ELETRÔNICO DE FICHAS TÉCNICAS PARA A ÁREA DE PRODUTOS PARA A SAÚDE


Helder Schlickmann (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Vera Lúcia da Silveira Nantes Button (Orientadora), Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação - FEEC, UNICAMP
Visando agilizar o processo de cadastramento, registro, alteração e revalidação de produtos de saúde na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e tornar padrão e simples, para as empresas, o gerenciamento de tais registros, foi proposto um sistema eletrônico para substituir, ao menos em grande parte, o processo atual, que é baseado em folhas de papel impressas. O doutorando Eduardo Jorge Valadares Oliveira, aluno do DEB, propôs um Sistema Eletrônico de Fichas Técnicas para a Área de Produtos para a Saúde, o FITEPS. Neste trabalho de Iniciação Científica foram desenvolvidos os programas deste sistema eletrônico. Primeiramente foi feito um estudo do processo atual de cadastro de produtos e equipamentos na Anvisa, que apontou as necessidades de atualização dos métodos e materiais hoje empregados e os requisitos necessários do novo sistema. Foi desenvolvido em linguagem JAVA, o que permite que possa ser executado nas plataformas mais utilizadas no mercado, como Windows® e Linux®. Foi adotada a estratégia de prototipação rápida, o que ajudou na correção gradual de problemas relacionados à especificação inadequada de requisitos iniciais. Integrado ao sistema hoje existente, o FITEPS poderá se tornar um padrão para a criação e manutenção de processos de produtos e equipamentos na Anvisa.

Fiteps - Anvisa - Produtos




Faculdade de Educação Física

B0227

DESENVOLVIMENTO MOTOR E O NÍVEL DE CONHECIMENTO CORPORAL: UMA INTERVENÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA COM CRIANÇAS NO PERÍDO DA EDUCAÇÃO INFANTIL


Luciane Manzatto (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Ademir De Marco (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O principal objetivo deste estudo foi o de avaliar o desenvolvimento e o crescimento, de um grupo de crianças que freqüentam o Programa de Integração e Desenvolvimento da Criança e do Adolescente - Prodecad/Unicamp, realizando teste de correlação entre o nível de conhecimento corporal, níveis de desenvolvimento motor e os dados antropométricos de dois grupos de crianças, sendo um de período integral e outro com permanência parcial no ambiente escolar. Foram adotados recursos metodológicos para a coleta dos dados, visando a análise correlacional entre as três variáveis estudadas; desenvolvimento motor, conhecimento corporal e o crescimento. Os instrumentos utilizados foram, respectivamente, o Exame Neurológico Evolutivo – ENE – (LEFÈVRE, 1972), o Teste do Desenho da Figura Humana - TFH – (KOPPITZ, 1974) baseando-se ainda em outros autores que estudaram este tema, Melo (1997), Vayer (1984) e o protocolo para avaliação antropométrica (WOISKI, 1994). De acordo com os objetivos propostos, espera-se que os procedimentos metodológicos adotados possibilitem ao final da mensuração dos resultados e da análise correlacional, o estabelecimento de correlações entre estas três variáveis estudadas. A pesquisa encontra-se em fase de conclusão, o resultado final será apresentado por ocasião do XVI Congresso Interno de Iniciação Científica da Unicamp

Criança - Conhecimento corporal - Educação infantil


B0228

LIMIAR DE FADIGA ELETROMIOGRÁFICA DETERMINADO EM DIFERENTES MÚSCULOS EM CICLISTAS TREINADOS E NÃO CICLISTAS


Eduardo da Silva Ribeiro (Bolsista SAE/UNICAMP), Bruno de P. C Smirmaul, Jonas G. Giglio, José L. Dantas, Eduardo B. Fontes, Alexandre H. Okano, Ricardo O. Triana, Mara Patrícia T. Chacon–Mikhail, Luiz Eduardo B. Martins, Antonio Carlos de Moraes e Prof. Dr. Antonio Carlos de Moraes I (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O propósito do presente estudo foi identificar e comparar o Limiar de Fadiga Eletromiográfica (LFEMG) determinado nos músculos Vasto Lateral (VL), Reto Femoral (RF), Bíceps Femoral (BF), Semitendinoso (ST) e Tibial Anterior (TA) envolvidos durante a execução do ciclismo em ciclistas treinados e não ciclistas. Foram selecionados 20 voluntários do sexo masculino, com faixa etária entre 18 - 30 anos e divididos em dois grupos: 10 ciclistas de competição ativos e 10 indivíduos não ciclistas saudáveis e ativos fisicamente. Os sujeitos realizaram um teste de carga incremental máximo (TImax) do tipo degrau para determinar o limiar de fadiga eletromiográfica (LFEMG). O TImax iniciou-se com 0 W e foi aumentando 20 W por minuto até a exaustão voluntária, com cadência de 90 e 100 rotações por minuto (RPM). O LFEMG foi determinado nos músculos citados acima utilizando as respostas EMG (expressas em “root mean square” - RMS) de acordo com procedimentos propostos por Moritani et al. (1993). Durante os testes foram coletados sinais eletromiográficos utilizando um eletromiógrafo modelo MP150 através de eletrodos ativos modelo TSD-150B ambos da marca Biopac SystemÒ (USA). Os dados foram tratados por ANOVA two-way para medidas repetidas, seguido do teste post hoc de Tukey quando necessário e comprovado a existência de diferença nos limiares.

Eletromiografia - Limiar de fadiga - Ciclismo


B0229

ATIVIDADE ELETROMIOGRÁFICA DOS MÚSCULOS ANTERIORES E POSTERIORES DE MEMBRO INFERIOR NO CICLO COMPLETO DA PEDALADA EM PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE CICLISMO


José Luiz Dantas (Bolsista SAE/UNICAMP), Leandro R. Altimari, Eduardo B. Fontes, Alexandre H. Okano, Bruno de P. C. Smirmaul e Prof. Dr. Antonio Carlos de Moraes I (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Na ótica do rendimento esportivo, aperfeiçoar qualquer variável possibilita grande influencia nos resultados. A técnica do ciclismo pode ser aperfeiçoada melhorando-se a eficiência de pedalada (EP) e o recrutamento muscular. Frente a este contexto, o propósito deste estudo foi avaliar o comportamento da atividade eletromiográfica (EMG) de cinco músculos do membro inferior, utilizando-se a eletromiografia de superfície e eletrodos ativos, conjuntamente com a EP e o tempo de exaustão (TE) em 10 ciclistas (CI) e 9 não-ciclistas (NCI). Para este fim, os voluntários realizaram 2 testes em ciclossimulador (CompuTrainer DYNAFITTM, RacerMate®), sendo um teste incremental – para se obter a carga no limiar de fadiga eletromiográfica (LFEMG) – e um teste de carga constante (Tconst) na intensidade do LFEMG. Na análise dos dados verifica-se que o LFEMG foi maior nos CI do que nos NCI (272±48W vs 196±42W), persistindo esta tendência para TE no Tconst, e de forma mais discreta na EP. Os dados da EMG estão em tratamento. Entretanto, na análise dos dados parciais dos Tconst encontramos um decréscimo da EMG dos músculos Vasto Lateral, Reto Femoral e Tibial Anterior, em contraste com o aumento da EMG nos músculos Bíceps Femoral e Semitendinoso, o que pode estar relacionada à tentativa de reorganização do recrutamento de unidades motoras frente à fadiga.

Eletromiografia - Ciclismo - Técnica da pedalada


B0230

ANÁLISE DO ESTRESSE PSÍQUICO EM ATLETAS INFANTO-JUVENIS DE VOLEIBOL FEMININO


Átila Alexandre Trapé (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Fernando Paulino (Co-orientador), Prof. Dr. Juan Antonio Moreno (Co-orientador) e Profa. Dra. Elaine Prodócimo (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
No voleibol competitivo, as atletas estão sujeitas, freqüentemente, a enfrentar situações estressantes. Tanto as atacantes, quanto as líberos e levantadoras, dependem, na maioria das situações da atuação das outras atletas para realizar as jogadas. Esta e outras condições (pressões internas e externas) podem predispor esta jogadora a manifestar uma reação negativa de estresse e prejudicar seu rendimento. Este estudo teve como objetivo principal, validar a Escala para Análise do Estresse Psíquico no Voleibol (AEP-V) e identificar o quanto determinadas situações podem ser geradoras de estresse para atletas de voleibol feminino Infanto-Juvenis, o comportamento destas atletas perante estas situações e a auto-análise subjetiva da eficiência do comportamento adotado. Colaboraram neste estudo 129 atletas de voleibol das equipes da Categoria Infanto-Juvenil (15-17 anos) que disputaram a Copa Regional de Voleibol em 2007. A coleta de dados foi realizada na Sociedade Hípica de Campinas, na ocasião dos jogos das equipes com a equipe do referido clube. Após a coleta, foi feita Análise Estatística dos dados, submetendo os itens primeiramente à Análise Fatorial Exploratória com Rotação Varimax, excluindo os itens com valor de correlação ≤ 0,40. A Análise de Consistência Interna se obteve calculando o coeficiente Alpha de Cronbach, obtendo o valor 0,779. Estes procedimentos e os valores apresentados possibilitaram a validação de nossa Escala. A Amostra apresentou uma média de idade de 15,61 ± 0,99 anos e a experiência em competição de 3,57 ± 1,69 anos. Na Análise Descritiva dos resultados, verificou-se para estas atletas que a situação “Minha equipe perde o ponto em um momento decisivo por um erro meu” foi considerada a mais estressante e independente da situação enfrentada o comportamento mais adotado pelas atletas foi o “tento me tranqüilizar”. E, para comprovar a validez da escala, realizou-se uma Análise Diferencial através do Teste de Comparação de Médias (ANOVA de um fator). Encontrou-se relação entre o tempo de experiência no voleibol e experiências em outras modalidades (informações levantadas pelos dados demográficos) e o nível de estresse (medido através da Escala AEP-V)

Estresse psíquico - Voleibol - Categoria infanto-juvenil


B0231

SISTEMATIZAÇÃO DO ENSINO DO ESPORTE COLETIVO


Norair Alves de Arruda Junior (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jocimar Daolio (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Apesar da crescente produção científica na área de Educação Física Escolar, é notável que muitos alunos ainda tenham contato com os Esportes por meio de atividades baseadas em métodos analíticos com grande influência do tecnicismo. Esta pesquisa teve por objetivo sistematizar um método de ensino do Esporte Coletivo dirigido a crianças de 8 a 10 anos de uma escola pública de Campinas, SP, a partir de referências teóricas de Bayer (1994), Garganta (1995) e Daolio (2002), com ênfase nas semelhanças estruturais que geram a categoria denominada Esporte Coletivo. A partir destes pontos comuns o aluno pode entender a dinâmica do jogo, praticando várias modalidades coletivas. Foi utilizada como estratégia de ensino a Forma Centrada nos Jogos Condicionados, idealizada por Júlio Garganta, na qual é destacada a importância do ensino da técnica (os modos de fazer) juntamente com o aprendizado tático (as razões do fazer). Foram trabalhados inicialmente os níveis de relação “eu-bola”, “eu-bola-alvo” e “eu-bola-adversário”, por meio de atividades lúdicas. Num segundo momento foram realizadas atividades que exigiram maior movimentação tática, com intuito de preparar os alunos para a etapa final do processo, em que predominaram atividades que culminaram com o jogo formal das modalidades esportivas.

Esporte - Pedagogia do esporte - Educação Física


B0232

VALIDAÇÃO DO TESTE TGMD EM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA MENTAL


Isabela Márcia Gibrim Dias (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Irineu Gorla (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O processo de desenvolvimento varia em termos de velocidade, ou seja, cada sujeito pode apresentar atrasos ou avanços, dependendo das restrições orgânicas do sujeito, restrições das tarefas e do ambiente, todas oriundas no modelo de NEWELL 1986 (HAYWOOD, 2004). Logo os atrasos ou avanços influem diretamente nas habilidades da vida diária, como por exemplo: caminhar, correr, saltar, vestir-se, etc.Todos os sujeitos podem apresentar avanços ou atrasos nos níveis de desenvolvimento. O mesmo se aplica às pessoas com deficiência mental. Este estudo teve por objetivo verificar o desempenho em tarefas de habilidade motora grossa através do Test of Gross Motor Development – Second Edition (TGMD-2), proposto por Ulrich (2000). Participaram do estudo crianças com deficiência mental de ambos os sexos entre seis e dez anos de idade matriculados na Apae de Campinas-SP. A partir dos resultados, concluímos que o desempenho das crianças de seis a dez anos em tarefas que envolviam habilidade motora grossa apresentaram um perfil abaixo da média esperada para sua idade, o que vem reforçar cada vez mais a importância de realização de testes específicos de coordenação motora em população especial.

Deficiência mental - Teste - Capacidade motora


B0233

ANÁLISE DA CAPACIDADE DE COORDENAÇÃO MOTORA EM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA MENTAL DO SEXO FEMININO


Maria Carolina Scopel (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Irineu Gorla (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
A autonomia do ser humano é dependente do domínio psicomotor que este possui para a realização de suas tarefas diárias. E é através da importância deste desenvolvimento, especialmente durante as fases de crescimento e maturação que estudos vem crescendo. O presente estudo teve como principal objetivo avaliar a capacidade coordenativa de pessoas com deficiência mental do sexo feminino. A amostra foi constituída por oito sujeitos, do sexo feminino, entre as idades de oito e 10 anos, da Apae de Campinas-SP. Foi aplicada uma bateria de testes de habilidades motoras composta por quatro testes da bateria KTK de KIPHARD E SCHILLING(1974), propondo medir a capacidade de coordenação corporal. O tratamento estatístico contemplou os cálculos da média, do desvio padrão e o teste “t” de Student, para verificar possíveis diferenças significativas entre o sexo e a idade e com o protocolo original de KIPHARD E SCHILLING (1974).Quanto às classificações, utilizando o protocolo original, nosso estudo revelou uma quantidade de 100 % das crianças com índices de insuficiência coordenativa para todas as idades.Através desses resultados, é possível estabelecer uma proposta de intervenção adequada para a melhoria dessas capacidades coordenativas nas crianças com deficiência mental.

Capacidade motora - Avaliação - Deficiencia mental


B0234

INFLUÊNCIA DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE TREINAMENTO FÍSICO SOBRE OS NÍVEIS DA PCR SÉRICA EM INDIVÍDUOS DE MEIA IDADE


Arthur Fernandes Gáspari (Bolsista SAE/UNICAMP), Sabrina Toffoli Leite, Cleiton Augusto Libardi, Aurea Maria Oliveira Silva, Giovana Vergínia de Souza, Bruno Geloneze Neto, José Rocha e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O Risco Cardiovascular é composto por uma série de fatores de risco que, em sua maioria, são influenciados pela idade, hábitos alimentares, consumo de álcool, tabagismo e nível de atividade física. Os estudos na área de cardiologia e bioquímica clínica têm mostrado uma relação direta entre fatores de risco e os níveis da Proteína C-Reativa (PCR) sérica. Este trabalho objetivou mensurar a variação da PCR em homens de meia idade clinicamente saudáveis, não-ativos que foram submetidos a diferentes protocolos de treinamento físico, sendo: Grupo treinamento Aeróbio (TA, n=11) e Grupo treinamento com Pesos (TP, n=4), ambos submetidos a 3 sessões semanais de treinamento com duração aproximada de 1 hora, por um período de 16 semanas. Foi realizada comparação com Wilcoxon (p<0,05). Os valores medianos (valores mínimos e máximos) da PCR (mg/dL) no pré e pós treino foram respectivamente: TA: 0,09 e 0,1 (min=0,02 e 0,02; max=0,46 e 0,52) e TP: 0,08 e 0,05 (min=0,02 e 0,02; max=0,35-0,34). Observamos que ambos os treinamentos propostos não foram capazes de modificar significativamente os níveis da PCR dos grupos estudados. Em análise individual foi possível observar uma tendência à redução dos níveis da PCR após o treino nos indivíduos que não alteraram negativamente o perfil lipídico e a massa gorda.

Treinamento físico - Proteina c-reativa - Meia idade


B0235

EFEITOS DE DUAS OU TRÊS SESSÕES SEMANAIS DE TREINAMENTO COM PESOS SOBRE A FLEXIBILIDADE DE IDOSOS


Débora de Campos Vilas Bôas, Thiago Gaudensi Costa, Jonas Garcia Giglio, Diego C.R. Silva, Gustavo Lúcio Biscuola, Claudinei Ferreira dos Santos (Co-orientador) e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
INTRODUÇÃO: O envelhecimento tem sido objeto de estudos relacionados à prática de exercícios físicos. Um dos temas pesquisados refere-se à diminuição da flexibilidade que dificulta a execução das atividades diárias. OBJETIVO: analisar e comparar indicadores de flexibilidade após 16 semanas de treinamento com pesos (TP) realizado em duas ou três sessões semanais, em homens idosos (idade=64,33±3,48 anos), clinicamente saudáveis, sem uso de medicação. METODOLOGIA: Os voluntários foram subdivididos em grupo treinamento 1 (GT1, n=13) que executou 2 sessões de TP semanais e GT2 (n=19) que executou 3 sessões de TP por semana. Os indivíduos foram submetidos à avaliação da flexibilidade por meio de um flexímetro nos movimentos: flexão do tronco, quadris, joelhos e ombros, de acordo com as técnicas sugeridas por Achour Jr. (1997). A análise estatística aplicada foi ANOVA (p<0,05). RESULTADOS: não foi observada diferença significativa entre os grupos para nenhum dos movimentos avaliados, assim também como entre os momentos pré e pós TP na análise intragrupo. CONCLUSÃO: podemos concluir que o TP realizado em duas ou em três sessões semanais não foi suficiente para alterar os indicadores de flexibilidade utilizados nos grupos estudados.

Envelhecimento - Treinamento com pesos - Flexibilidade


B0236

TREINAMENTO COM PESOS: PREVENÇÃO E/OU REABILITAÇÃO DA SARCOPENIA NO ENVELHECIMENTO


Gustavo Lucio Biscuola (Bolsista PIBIC/CNPq), Thiago Gaudensi Costa, Débora de Campos Vilas Boas, Celso Darío Ramos, José Rocha, Claudinei Ferreira dos Santos (Co-orientador) e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
A sarcopenia é caracterizada pela redução da massa e força muscular esquelética no processo de envelhecimento. O objetivo deste estudo foi identificar o efeito do treinamento com pesos (TP) sobre o índice relativo de músculo esquelético (IRME) e indicadores de força muscular em idosos (força máxima - Fmax). Foram selecionados voluntários não-ativos, sem patologias limitantes ou uso de medicações (idade=63,31±3,51anos), subdivididos em grupos: Treinamento (GT, n=11) submetido a três sessões semanais de TP por 16 semanas e Controle (GC, n=8) que não realizou atividade física sistemática durante o estudo. O IRME foi determinado por Absortometria Radiológica de Dupla Energia (DEXA), utilizando a massa muscular apendicular (braços e pernas/estatura2). O teste de Fmax foi o de 1RM aplicado em três exercícios. O tratamento estatístico utilizado foi ANOVA (p<0,05). Aumentos significativos na Fmax foram observados para GT nos exercícios: supino máquina (42,67%), leg press horizontal (33,51%) e rosca direta (18,22 ± 09,59%). O IRME aumentou 3,11%(GT) e 0,53%(GC). Conclui-se que o TP aplicado aumentou significativamente a Fmax (provável adaptação neural inicial) independentemente da reduzida alteração do IRME, cujo aumento obtido no GT potencialmente indica prevenção e/ou redução processo de sarcopenia.

Treinamento com pesos - Sarcopenia - Envelhecimento


B0237

EFEITOS DO TREINAMENTO COM PESOS SOBRE A VARIABILIDADE DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA EM HOMENS NA MEIA-IDADE


Ludmila Ozana Benjamin (Bolsista PIBIC/CNPq), Giovana Verginia de Souza, Jose Rocha, Renata Maria O. Botelho, Sabrina Toffoli Leite (Co-orientadora) e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O envelhecimento leva a uma redução fisiológica da Variabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC), que está relacionada a incidência de doenças cardiovasculares. O treinamento aeróbio propicia melhoras na VFC, mas o treinamento com pesos (TP) ainda gera questionamentos. Foram estudados 5 homens saudáveis e não ativos de meia-idade (47,2±5,3 anos), que realizaram TP por 16 semanas. Os intervalos RR (iRR) – obtidos pelo eletrocardiograma (ECG digital Wincardio®, Micromed®) em supino e respiração espontânea, após 10 min de repouso, em um trecho de 20 min de estabilidade. O VO2máx foi avaliado em esteira rolante com análise direta dos gases expirados (CPX-Ultima®, MedGraphics®) até a exaustão. A força muscular foi mensurada pelo teste de 1RM. As comparações foram feitas pelo teste de Wilcoxon (p<0,05). As medianas obtidas foram no pré e pós TP, respectivamente: média iRR: 874,6ms (mín 700,0ms e máx 965,4ms) e 952,41ms (mín 680,0ms e máx 1039,75ms) (p<0,05). Os valores de VO2máx praticamente não se alteraram. No teste de 1RM: supino: 70kg (mín 58kg e máx 88kg) e 82,1kg (mín: 66kg e máx 122kg) (p<0,05), leg press: 179kg (mín 154kg e máx 225kg) e 241kg (mín 185kg e máx 315kg) (p<0,05), rosca direta: 40kg (mín 38kg e máx 48kg) e 48,6kg (mín 45kg e máx 59kg) (p<0,05). O TP aumentou as médias dos iRR e os níveis de força muscular. Um maior número de voluntários submetidos ao TP está sendo estudado atualmente.

Treinamento com pesos - Variabilidade da freqüência ca - Envelhecimento


B0238

EFEITOS DO TREINAMENTO AERÓBIO NA VARIABILIDADE DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA EM HOMENS DE MEIA IDADE


Melissa Antunes (Bolsista SAE/UNICAMP), Ludmila Ozana Benjamin, Renata Maria de Oliveira Botelho, Giovana Verginia de Souza, José Rocha, Sabrina Toffoli Leite (Co-orientadora) e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O envelhecimento está associado à perda das funções que levam à alteração no controle autonômico e na variabilidade de freqüência cardíaca (VFC). A prática de exercícios aeróbios regulares aprimora e/ou mantém a potência cardiorrespiratória (VO2máx). Objetivamos analisar os efeitos do treinamento físico aeróbio (TFA) sobre a VFC, considerada um importante marcador da saúde cardiovascular. Foram estudados 12 homens de meia-idade (46,8+4,61 anos), clinicamente saudáveis e não-ativos, que participaram do TFA por 16 semanas. Os intervalos batimento-a-batimento da freqüência cardíaca (iRR) foram gravados em cardiofrequencímetro (Polar®, modelo S810) na posição supina, com respiração espontânea, após 10 minutos de repouso, em um trecho de 20 minutos de estabilidade. O VO2máx foi avaliado em esteira rolante com análise direta dos gases expirados (CPX-Ultima®, MedGraphics®) até a exaustão. As comparações foram realizadas utilizando-se o teste de Wilcoxon (p<0,05). As medianas obtidas foram no pré e pós-treino, respectivamente: média dos iRR: 997,67ms (mín: 679,0ms e máx: 1156,0ms) vs Pós-TFA: 1010,04ms (mín: 750,67 e máx 1192,29ms) (p<0,05) e o VO2máx praticamente não se alterou. Assim, o TFA gerou aumentos na média dos iRR sinalizando para uma importante adaptação autonômica cardioprotetora.

Treinamento físico aeróbio - Variabilidade da freqüência ca - Envelhecimento


B0239

PROPOSTA DE ATIVIDADES FÍSICAS E EXPERIÊNCIAS CORPORAIS PARA PESSOAS COM ANOREXIA NERVOSA


Gisele Cerqueira Cumming (Bolsista SAE/UNICAMP), Ângela N. N. B. Campana, Celso Garcia Júnior e Profa. Dra. Maria da Consolação Gomes C. F. Tavares (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
A Anorexia Nervosa (A.N.), transtorno de origem antiga, tem sido foco de diversos estudos e discussões e sua contemporaneidade pode estar ligada ao ideal de beleza magra, voltado especialmente para o corpo feminino. Atividades Físicas (A.F.) e Transtornos Alimentares (T.A.) podem se relacionar, em geral, de 3 maneiras: controle do peso em pessoas com algum T.A.; atletas ou pessoas muito ativas; parte complementar do tratamento de T.A. Os objetivos deste estudo são: a construção e aplicação de um programa de atividades físicas, que contemple as necessidades especiais de pessoas com A.N., com base na literatura e nos dados encontrados na pesquisa anterior a esta, bem como verificar a adesão e percepções subjetivas dos sujeitos da pesquisa. Metodologia: estudo exploratório – descritivo, com uma abordagem quali – quantitativa. O programa tem sido avaliado a cada mês pelas próprias voluntárias através de questionário próprio. Até o presente momento as voluntárias têm relatado gostar do programa, e as atividades têm proporcionado um melhor conhecimento do próprio corpo. Espera-se que o programa de atividades físicas elaborado ao final do projeto possa ser incorporado na rotina de tratamento de pessoas com Anorexia Nervosa, auxiliando na melhora do quadro clínico, bem como na qualidade de vida dessas pessoas.

Anorexia nervosa - Programa de atividades físicas - Experiencias corporais


B0240

ANÁLISE CINEMÁTICA TRIDIMENSIONAL DO SALTO EM DISTÂNCIA DE ATLETAS DE ALTO NÍVEL


Caio Bruschi Sakalauskas (Bolsista PIBIC/CNPq), Luciano A. Mercadante, Jerusa P. Lara, Márcio Prudêncio, Sergio A. Cunha, Tiago G. Russomano e Prof. Dr. Ricardo Machado Leite de Barros (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O salto em distância vem sendo bastante estudado nos últimos anos, entretanto são poucas pesquisas que visam a análise cinemática tridimensional desta modalidade. Assim, este projeto tem como objetivo a comparação inter e intra-sujeitos (atletas de alto nível do salto em distância) utilizando a análise de variáveis cinemáticas tridimensionais. Foram analisados os dezessete melhores saltos validados no GP Rio de Atletismo 2007. Foram calculadas as seguintes variáveis discretas: comprimento do penúltimo e ultimo passo, velocidade do centro de massa nos instantes de chegada e saída da tábua (touch-down e take-off), ângulo de ataque formado entre a perna de impulsão e o chão no momento de touch-down, ângulo de saída no take-off, ângulo de flexão de joelho entre os instantes de touch-down e take-off. Foi utilizado o ambiente de programação MATLAB. Através de uma regressão multi-variada com as variáveis deste projeto, foi verificado que as variáveis da fase de take-off são as que possuem maior influência no resultado do salto em distância. Verificou-se que é necessário um conjunto de variáveis para que se possa ser feita uma comparação entre dois saltos diferentes.

Análise cinemática - Técnica - Salto em distância


B0241

AVALIAÇÃO DA INFLUÊNCIA DA VELOCIDADE DE EXECUÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS NA FORÇA MÁXIMA E NA HIPERTROFIA MUSCULAR


Hugo Cantos de Almeida (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Sergio Augusto Cunha (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Os programas de treinamento de força possuem variáveis que são manipuladas para gerar no organismo adaptações benéficas, como incrementos na força e hipertrofia das fibras musculares. A magnitude dessas adaptações depende do controle simultâneo de todas as variáveis do treinamento. A velocidade de execução dos movimentos é um parâmetro de controle importante. Entretanto, existe muita controvérsia a respeito de qual a melhor velocidade utilizar para aperfeiçoar as respostas adaptativas aos estímulos do treinamento. Na busca de ampliar os conhecimentos acerca dos fatores que geram a melhor performance, este estudo avalia a influência de diferentes velocidades de execução (30°/s e 180°/s) no treinamento resistido com pesos sobre os ganhos de força e hipertrofia muscular, verificando a melhora nas capacidades analisadas e em qual velocidade esta ocorre de forma mais pronunciada. Durante oito semanas, vinte voluntários homens, com idades entre 18 e 30 anos, foram submetidos a três sessões semanais de treinamento. O controle das velocidades foi realizado através de um sinal sonoro (bip). Os ganhos em força e hipertrofia foram avaliados, respectivamente por meio do teste de repetição máxima (1RM) para os exercícios propostos (rosca direta e agachamento) e medição das circunferências dos membros.

Treinamento resistido - Velocidade de contração - Hipertrofia muscular


B0242

BENEFÍCIOS DA DANÇA DE SALÃO PARA O CONDICIONAMENTO FÍSICO NA TERCEIRA IDADE


Carlos Eduardo Zunino (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Vera Aparecida Madruga (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Pesquisas mostram os benefícios gerais das danças na terceira idade, e com essa atividade é possível se desenvolver um convívio muitas vezes negado ao idoso. Dessa forma, nosso objetivo foi avaliar os benefícios que a dança de salão pode propiciar a pessoas idosas. Participaram 32 indivíduos de ambos os sexos, sendo: 18 mulheres e 14 homens, na faixa etária de 52 a 67 anos, que foram submetidos a 16 semanas de dança de salão, freqüência de 2 sessões/semanais e duração de 90min, ensinando quatro dos ritmos mais dançados na região de campinas (forró, bolero, soltinho e samba de gafieira). Os testes utilizados foram: sentar e levantar, caminhada 6min, RCQ, IMC e força de braço. Os resultados obtidos mostraram que não ocorreram mudanças significativas nas variáveis analisadas. Para um grupo de 12 voluntários a pratica da dança teve uma melhora significativa do condicionamento aeróbio, ou seja, o teste de caminhada de 6min apresentou um aumento em média de 12%. Os outros testes apresentaram alterações estatísticas que variaram em 3%. Concluímos que para se buscar melhores resultados temos que adotar uma abordagem mais especifica com único ritmo ou se faça o procedimento adotado em um grupo de já praticantes diminuindo com isso o tempo destinado ao ensino da prática que em geral ocupa mais da metade do tempo das aulas.

Envelhecimento - Dança de salão - Atividade física


B0243

QUALIDADE DE VIDA DE INDIVÍDUOS IDOSOS PARTICIPANTES DE UM PROGRAMA DE DANÇA DE SALÃO


Fabiana Mendonça Nigido Galletta (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Vera Aparecida Madruga (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
A partir do avanço tecnológico e da medicina houve um aumento na expectativa de vida da população. Fatores como a facilidade ao acesso das informações, projetos de prevenção a doenças, desenvolvimento do saneamento básico, melhores condições de trabalho e o consumo adequado dos alimentos auxiliaram paralelamente a essa mudança do perfil destes, proporcionando melhor na qualidade de vida as pessoas. Partindo por esse trajeto, nosso objetivo foi analisar a repercussão de um programa de dança de salão em um grupo de idosos. Participaram 22 indivíduos de ambos os sexos, sendo: 12 mulheres e 10 homens, na faixa etária de 52 a 67 anos. Aplicou-se um questionário formulado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o WHOQOL-breaf, composto por 26 questões as quais abordam os domínios: físico, psicológico, as relações sociais e o meio ambiente. A análise dos dados mostrou que houve um aumento percentual em relação aos quatro domínios, nos dois grupos estudados. Em relação ao domínio físico, as mulheres passaram de 75,89% para 83,93% e os homens 76,79% para 82,50%. Nas questões de abordagem psicológica, as mulheres tiveram um aumento de 3,81% e os homens 4,16%. Já nas relações sociais, as mulheres passaram de 69,44% para 76,39% e os homens de 75,83% para 80,83%. Já em relação ao domínio meio ambiente ocorreu um aumento de 73,18% para 78,13% nas mulheres e de 66,56% para 72,81% nos homens. Diante dos resultados apresentados, foi possível concluir que o programa de dança de salão trouxe benefícios em relação à qualidade de vida das pessoas com o perfil estudado.

Qualidade de vida - IDOSOS - Cança de salão


B0244

NÍVEL DE STRESS EM MULHERES CALOURAS DA UNICAMP, ANTES E APÓS PARTICIPAÇÃO EM UM PROGRAMA DE CONDICIONAMENTO FÍSICO


Luciana Cristina de Souza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Vera Aparecida Madruga (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O presente trabalho teve como objetivo estudar o nível de stress em jovens calouras que ingressaram nesta universidade em 2008. As voluntárias foram conscientizadas sobre a proposta da pesquisa e das avaliações, as quais seriam submetidas e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Participaram 35 voluntárias, com idades entre 18 e 25 anos, que foram submetidas a um programa de exercícios físicos: aeróbios e localizados, durante 16 semanas, com freqüência de três sessões/semanais e duração de 60min. Aplicamos o Inventário de Sintomas de Stress para avaliar o nível de stress, para a análise das alterações cardiorrespiratórias utilizamos o Step test e, para avaliar as alterações musculares utilizamos os testes de RML: abdominal, flexão de braços e sentar e levantar. Para a análise dos dados foi utilizado teste t de student para avaliar os efeitos entre os momentos pré e pós do treinamento. Os resultados estão em processo de avaliação, pois as voluntárias ainda encontram-se em treinamento, mas a literatura consultada tem mostrado que o exercício físico pode promover efeitos benéficos nas diferentes faixas etárias estudadas. Concluindo, podemos inferir a partir das respostas preliminares positivas que as voluntárias têm relatado, como também das melhoras nas respostas fisiológicas em relação ao desempenho físico no treinamento, que os resultados confirmarão o que a literatura tem apontado.

Stress - Mulheres jovens - Exercicios físicos


B0245

AUTOPERCEPÇÃO DA IMAGEM CORPORAL EM CALOURAS DA UNICAMP, ANTES E APÓS PARTICIPAÇÃO EM UM PROGRAMA DE CONDICIONAMENTO FÍSICO


Sabrina Pires Guimarães (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Vera Aparecida Madruga (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O objetivo desta pesquisa foi analisar a autopercepção da imagem corporal em calouras 2008 e os efeitos do exercício físico nesta, além de relacioná-los com as alterações morfofuncionais (composição corporal, resistência muscular localizada (RML) e capacidade cardiorrespiratória). Participaram 35 voluntárias, com idades entre 18 e 25 anos, que assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido e foram submetidas a um programa de exercícios físicos: aeróbios e localizados, durante 16 semanas, com freqüência de três sessões/semanais e duração de 60min. O Teste de Escala de Figuras de Silhueta adaptado de Gardner (1998) foi utilizado para avaliar a imagem corporal, para as alterações cardiorrespiratórias o Step test e para as alterações musculares os testes de RML. Os dados estão sendo analisados utilizando-se o teste t de student para verificar os efeitos do programa de treinamento físico nos momentos pré e pós. As respostas preliminares têm mostrado que o exercício físico pode promover efeitos benéficos a essa população segundo a literatura consultada. Dessa forma, podemos concluir a partir das respostas positivas que as voluntárias têm relatado e demonstrado, que as melhoras fisiológicas em relação ao desempenho físico, confirmarão o que a literatura tem apontado.

Imagem corporal - Mulheres jovens - Exercicios físicos






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