Universidade estadual de campinas



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Instituto de Biologia

B0286

ATIVIDADE ANTIULCEROGÊNICA E POTENCIAL ANTIOXIDANTE DA BABOSA (ALOE VERA L., ASPHODELACEAE)


Christiane Takayama (Bolsista PIBIC/CNPq), Ana Cristina A. de Almeida e Profa. Dra. Alba Regina Monteiro Souza Brito (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Plantas são utilizadas para o tratamento de várias doenças desde a antiguidade, sendo que a investigação fitoquímica e farmacológica aumentou nas últimas décadas, oferecendo avanços importantes no tratamento de várias doenças, como a úlcera gástrica. Cerca de 10% da população ocidental é vítima dessa doença, a qual está relacionada a fatores exógenos, como estresse, uso de antiinflamatórios não esteroidais, alccolismo e infecção por Helicobacter pylori. Durante a ulcerogênese é relatada a produção de espécies reativas do oxigênio (ERO’s), moléculas que oxidam proteínas, lipídeos, DNA, lesando tecidos biológicos. A espécie Aloe vera L., popularmente conhecida como babosa, possui gel mucilaginoso rico em glicoproteínas e polissacarídeos que conferem à planta atividades antiinflamatória, cicatrizante e bactericida. Considerando a quase inexistência de uso popular de plantas medicinais em nosso estado, a ausência de drogas antiulcerogênicas que evitem 100% de remissão da patologia, esse trabalho teve como objetivo estudar o potencial antioxidante envolvido na atividade antiulcerogênica do gel liofilizado de Aloe vera L. (GLA). Foram utilizados ratos machos Wistar, provenientes do CEMIB. Para avaliar a atividade antioxidante em úlceras foram feitas medições da atividade de enzimas antioxidantes e produtos da oxidação da mucosa gástrica, em correlação com índices de lesão ulcerativa, obtidos em modelo experimental de úlcera induzida por etanol. O GLA, na dose de 300 mg/Kg, possui atividade antiulcerogênica e inibe a atividade da enzima mieloperoxidase, indicando redução na infiltração de neutrófilos e, consequentemente, menor liberação de radicais livres e substâncias lesivas.

Antiulcerogênico - Antioxidante - Aloe vera


B0287

REGENERAÇÃO NERVOSA PERIFÉRICA APÓS ESMAGAMENTO DO NERVO CIÁTICO E TRATAMENTO COM INTERFERON BETA


Luciana Politti Cartarozzi (Bolsista IC CNPq), Renata Graciele Zanon e Prof. Dr. Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Estudos recentes demonstraram que a expressão de MHC classe I pelos neurônios e células da glia constitui um importante mecanismo regulador da estabilidade sináptica. Sua ausência, em camundongos nocaute, influencia negativamente na capacidade regenerativa após lesão nervosa. Considerando-se que o interferon beta (IFN beta), uma citocina pró-inflamatória, é capaz de induzir um aumento da expressão de MHC classe I, o presente trabalho investigou o impacto desse tratamento na regeneração nervosa periférica. Para isso, imunoistoquímica, morfometria, contagem de fibras e avaliação da função motora foram realizadas. Através da análise imunoistoquímica, foi possível comprovar que o tratamento com IFN beta induz aumento significativo da expressão do MHC classe I na medula espinhal. Subseqüentemente, a estrutura do nervo foi observada e comparada entre os grupos placebo e tratado com IFN beta. Contagem e parâmetros morfométricos mostraram um maior número de axônios não mielinizados, indicando um maior brotamento axonal dos neurônios de animais tratados. Tais resultados caracterizam uma aceleração do processo regenerativo, o qual foi confirmado pelos testes da função motora. Demonstramos, portanto, que o aumento da expressão do MHC classe I no microambiente do SNC após uma lesão periférica, através do tratamento com IFN beta, resulta numa aceleração da degeneração Walleriana bem como num maior sucesso regenerativo.

Sistema nervoso - Regeneração - Plasticidade sináptica


B0288

EFEITOS DA PERTURBAÇÃO ANTRÓPICA SOBRE COMUNIDADES DE ISÓPODOS TERRESTRES (ISOPODA, ONISCIDEA) EM FLORESTA ATLÂNTICA


Mariana Juventina Magrini (Bolsista PIBIC/CNPq), Marcio Uehara-Prado e Prof. Dr. André Victor Lucci Freitas (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Os efeitos de quatro tipos de perturbação antrópica sobre comunidades de isópodos terrestres (Isopoda, Oniscidea) foram estudados em quatro unidades de conservação que abrigam remanescentes de Floresta Atlântica, localizados junto a um contínuo de vegetação da Serra do Mar, no Estado de São Paulo, Brasil. Em cada uma das unidades de conservação foi testada a influência de um dos seguintes fatores: histórico de corte de vegetação, manejo de trilhas, plantação de Eucalyptus e efeito de borda sobre a abundância e razão sexual dos isópodes. O número total de indivíduos não diferiu entre as áreas com graus de perturbação contrastantes em nenhuma das unidades de conservação. Quando analisada individualmente, a espécie exótica Styloniscus spinosus apresentou maior abundância na área com histórico de corte e queima, em relação ao corte seletivo. Nos casos em que a razão sexual foi significativamente diferente de 1:1 foi detectado um excesso de fêmeas. As áreas sujeitas a diferentes tipos de manejo de trilhas apresentaram amostras de machos e fêmeas distintas para Atlantoscia sp., espécie dominante neste estudo. O predomínio de fêmeas nas amostras e as variações na abundância e na razão sexual observados são discutidos.

Conservação - Mata Atlântica - Isopoda


B0289

VARIABILIDADE GENÉTICA EM SEIS POPULAÇÕES DE HERMEUPTYCHIA HERMES (LEPIDOPTERA: NYMPHALIDAE)


Noemy Seraphim Pereira (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Karina Lucas da Silva Brandão (Co-orientadora) e Prof. Dr. André Victor Lucci Freitas (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Hermeuptychia hermes (Nymphalidae: Satyrinae) é uma espécie de borboleta bastante comum que habita regiões de borda de mata e campos abertos. Nesse projeto procurou-se caracterizar a estrutura genética de seis populações dessa espécie na região de Campinas, São Paulo (Mata Santa Genebra, Ribeirão Cachoeira, Monjolinho e Costa e Silva (IAC), Serra do Japi e mata ciliar do Rio das Pedras), utilizando-se a técnica de PCR-RFLP. A região amplificada inclui os genes COI e COII do DNAmit, e foi tratada com quatro endonucleases, AciI, AseI, MnlI e HaeIII. As comparações para as três primeiras populações resultaram em um Fst total de 0,0615 (p=0,01), valor que indica grande estruturação nas populações, especialmente considerando-se a pequena escala geográfica. Foram observados 11 diferentes haplótipos compostos, sendo que cada padrão novo foi seqüenciado. Foi encontrada uma divergência genética de 6,2% entre dois grupos de indivíduos nas seqüências do COI do DNAmit (região “barcode”). A diferenciação dentro de um mesmo grupo para a mesma região é inferior a 0,3%. Um único indivíduo não se agrupou com os demais, possuindo uma divergência genética de 2,9% e 5% com os outros dois grupos. Esses resultados são condizentes com a existência de um complexo de espécies, o que poderia explicar a grande estruturação encontrada.

Lepidoptera - Ecologia molecular - Hermeuptychia hermes


B0290



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