Universidade estadual de campinas



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INFLUÊNCIA DO L-NAME NA MODULAÇÃO DO COMPORTAMENTO DAS CÉLULAS DA INTERFACE MATERNO FETAL


Renata Miliani Martinez (Bolsista SAE/UNICAMP), Eliana M. O. Lippe e Prof. Dr. Aureo Tatsumi Yamada (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Durante a gravidez ocorre a migração e acúmulo de células uNK no ambiente uterino, onde atuam modulando a homeostasia da interface materno-fetal. Contudo, esta modulação pode ser afetada com a possível mobilização do estresse oxidativo decorrente da geração de excesso de óxido nítrico (NO) no útero gestante. O presente trabalho avaliou o efeito do L-NAME (L-nitro arginina metil-éster), um inbidor da enzima óxido nítrico sintase (NOS) na geração do NO em camundongos gestantes normais e submetidos á lesão cirúrgica do embrião (LCE) com e sem inoculação prévia do L-NAME. Amostras uterinas foram coletadas nos intervalos de 0,5 a 12 horas após os respectivos tratamentos e processadas para análises histológicas, citoquímica com a lectina Dolichos biflorus (DBA), imunocitoquímica para isoformas da óxido nítrico sintase e dosagem de NO. As células uNK expressam todas as isoformas da NOS e, a lesão embrionária induz uma hemorragia local coincidente com aumento da concentração de NO após 30min do LCE. O tratamento com L-NAME reduz em até 50% a geração de NO tanto no útero gestante normal, quanto após o LCE, com redução da hemorragia local, porém não atenua o efeito degenerativo observado nas células uNK e nos demais tecido uterinos que se acentua nos períodos prolongados após o LCE.

Imunologia da reprodução - uNK - Interface materno-fetal


B0295

MODULADORES ESTRATÉGICOS DA INVASIBILIDADE DE CÉLULAS DE CÂNCER DE PRÓSTATA: ABORDAGEM QUÍMICA E GÊNICA


Rodolpho Cammarosano de Lima (Bolsista PIBIC/CNPq), Willian F. Zambuzzi, Maikel P. Peppelenbosch e Profa. Dra. Carmen Veríssima Ferreira (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
O número de casos novos de câncer de próstata estimados para o Brasil, no ano de 2008, é de 49.530, sendo o mais freqüente em todas as regiões do Brasil (Estimativa INCA, 2008). Estes dados mostram a relevância de novas estratégias para prevenção e tratamento do câncer de próstata. O presente trabalho teve 2 objetivos, avaliação da ação antimetastática da riboflavina irradiada (RFI) e do papel da proteína tirosina fosfatase de baixo peso molecular (LMW PTP) para a sobrevivência, proliferação e agressividade do câncer de próstata. Através do ensaio de migração (“slit assay”) observou-se que a RFI 45 µM reduziu significativamente (50%) a velocidade de migração das células. Após o silenciamento da LMWPTP, através da utilização do siRNA, observamos diminuição da taxa de proliferação bem como migração das células tumorais. Considerando que o silenciamento foi realizado in vitro, obtivemos alta eficiência e tempo prolongado de ação do siRNA (~92h). Este trabalho demonstrou, de forma inédita, que a RFI apresenta características interessantes quanto à atividade inibitória da migração das células de câncer de próstata. Além disso, o silenciamento gênico da LMWPTP provocou uma diminuição da sobrevivência destas células. Portanto, nossos resultados mostram que a modulação química e gênica podem ser estratégias interessantes para combater a agressividade do câncer de próstata.

Riboflavina - Proteína Tirosina Fosfatase - Metástase


B0296

VALIDAÇÃO DE UMA NOVA PROPOSTA DE TESTE PARA AVALIAR A CAPACIDADE DE REALIZAR SPRINTS CONSECUTIVOS EM ATLETAS DE MODALIDADES INTERMITENTES


Rafael Alkmin Reis (Bolsista PIBIC/CNPq), Thiago Fernando Lourenço, Prof. Dr. René Brenzikofer (Co-orientador) e Profa. Dra. Denise Vaz de Macedo (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A capacidade de realizar esforços máximos repetidamente é importante para um bom desempenho em modalidades de caráter intermitente. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a reprodutibilidade de uma nova metodologia de avaliação da capacidade de realizar sprints consecutivos, denominada Labex-Test (LT), e investigar sua possível relação com parâmetros ventilatórios. O LT consiste na realização de “n” sprints de 30 m em intensidade máxima, intercalados por 20 segundos de pausa ativa. Todo o percurso é monitorado por um conjunto de fotocélulas posicionadas a cada 6 m. A avaliação é finalizada quando o atleta atinge um decréscimo de 10% em relação à sua velocidade inicial. Foram feitos um teste e dois re-testes para mensurar a reprodutibilidade das variáveis estudadas. O LT apresentou os seguintes valores de coeficiente médio de variação: 0,0199; 0,533; 0,2326 e 0,2967 para velocidade inicial, aceleração nos primeiros 6 m, coeficiente angular da velocidade em 30 m e número de sprints para 10% de queda de performance, respectivamente. Não foram observadas correlações significativas entre os parâmetros ventilatórios (L1, L2 e VO2max) e o número de sprints efetuados. O LT se mostrou uma ferramenta de avaliação específica para esportes intermitentes e de reprodutibilidade coerente para testes físicos realizados em condições ambiente.

Sprints repetitivos - Metabolismo anaeróbio - Fotocélulas


B0297

ALTERAÇÕES CRÔNICAS DAS CONCENTRAÇÕES DE ALANINA/GLUTAMATO/GLUTAMINA E GLICOGÊNIO MUSCULAR EM RATOS WISTAR INDUZIDOS A UM TREINAMENTO COM DIFERENTES INTERVALOS DE RECUPERAÇÃO


Rejane Cristina Lucco (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Rodrigo Hohl (Co-orientador) e Profa. Dra. Denise Vaz de Macedo (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A recuperação inadequada entre as sessões de treinamento físico pode causar redução no desempenho e distúrbios fisiológicos em um estado denominado de Overtraining (OT). Os mecanismos fisiológicos que geram o OT ainda precisam ser elucidados. A queda de desempenho e a razão glutamina/glutamato (Gm/Ga) plasmática vêm sendo destacadas como possíveis variáveis de diagnóstico. No presente estudo, utilizamos um protocolo de treinamento de indução ao OT em ratos Wistar onde as sessões diárias de treino foram gradualmente aumentadas de 1 (treinamento adaptativo) para 2 (T2x), 3 (T3X) e 4 (T4x) vezes, diminuindo o tempo de recuperação entre as sessões (24, 4, 3 e 2 h). Ao final do treinamento foram selecionados dois grupos: Treinado 2x (T2x) e Treinado 4x (T4x). A razão Gm/Ga foi significantemente maior no grupo Controle (2,38) e T2x (2,61) em relação ao grupo T4x (1,84). O estudo corrobora resultados encontrados em humanos destacando a razão Gm/Ga como possível marcador do estado de OT.

Glutamina - Glicogênio - Exercício físico


B0298



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