Universidade estadual de campinas



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EFEITO DA ADMINISTRAÇÃO CRÔNICA DE LOSARTAN EM CAMUNDONGOS LDL-/- TRATADOS COM DIETA HIPERLIPÍDICA


Carolina Tognetta Minozzi (Bolsista PIBIC/CNPq), Amarylis Wanschel, Viviane Caceres, Profa. Dra. Marta Krieger (Co-orientadora) e Profa. Dra. Dora Maria Grassi-Kassisse (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Influência do Losartan (L; antagonista do receptor tipo I de AII, 120 mg/L) na hipertrofia cardíaca em camundongos machos LDLr-/- tratados com dieta hiperlipídica. Os grupos foram: WT+L: 4C57BL6 (Wild Type) - dieta padrão+ L; CT: LDLr-5/- dieta padrão; CT+L: LDLr-/- dieta padrão + L; HC: LDLr-/- dieta hiperlipídica e HC+L: LDLr-/- dieta hiperlipídica + L. Após 15 dias os índices ventriculares foram calculados [IV, ventrículo esquerdo (mg)/ coração (g)]. Estatística: ANOVA + Tukey (p<0,05). Os camundongos que ingeriram a dieta hiperlipídica consumiram significativamente menos ração [HC= 2,03+0,07g (5); HC+L= 2,07+0,09g (8)] que os camundongos com dieta padrão [CT= 3,21+0,03 g (5); CT+L= 3,88+0,07 g, (5)]. Os camundongos CT aumentaram 3% em peso e o L não alterou este ganho. Os camundongos do grupo HC perderam significativamente peso (-8,2%), a associação do L intensificou esta queda (HC+L, -17,2%). A dieta hiperlipídica induziu hipertrofia no ventrículo esquerdo nos camundongos LDLr-/- [IV: CT 3,74±0,06 (10) vs HC 3,94±0,05 (7)]. O L reduziu, não significativamente o IV dos camundongos HC [HC+L: 3,83±0,179 (14)]. Podemos sugerir que a AII está envolvida com a redução de peso em camundongos LDLr-/- com dieta hiperlipídica. Demonstramos que a AII parece não estar envolvida com hipertrofia cardíaca apresentada pelos camundongos LDLr-/- com dieta hiperlipídica.

Angiotensina - Dislipidemia - Camundongos LDL-/-


B0299

AVALIAÇÃO DO INDICE DE ESTRESSE EM SUJEITOS SUBMETIDOS AO YOGA


Janir Coutinho Batista (Bolsista PIBIC/CNPq), Heloísa Aparecida Ferreira, Marcia Carvalho Garcia, Regina Célia Spadari e Profa. Dra. Dora Maria Grassi-Kassisse (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Nosso objetivo neste trabalho foi o de avaliar o índice de estresse em indivíduos saudáveis antes e após um programa de Yoga, através de análise fisiológica (medida de cortisol salivar) e psicológica. Os voluntários foram: sete mulheres (22-56 a) e 5 homens (23-56 a). A concentração de cortisol salivar foi analisada por kit (DSL-10-67100 I) e são g/dL). O índice de estresse percebido (IEP) foiapresentadas em AUC ( quantificado através do instrumento de auto-avaliação, o Questionário de Estresse Percebido e estão expressos em médias ± EPM. Estatística: t de Student (P<0,05). Houve uma redução significativa nos valores de IEP na população toda (antes: 100,51+0,02 vs após: 0,39+0,03). Entretanto, quando os resultados foram separados por gênero as mulheres (IEP antes: 0,51+0,02 vs depois: 0,38+0,03, n=7) foram mais sensíveis ao programa que os homens (antes 0,51+0,05 vs 0,41+0,07 não significativo, n=5). Os resultados do cortisol salivar, analisado de duas voluntárias (A e B), demonstraram que houve um aumento na concentração de cortisol salivar (não significativa) após o programa de Yoga (Antes: A 10,56+1,04 e B 8,11+0,59 vs Após A 15,86+3,64 e B 10,98+1,06). Os resultados do IEP demonstram que as mulheres foram mais sensíveis aos efeitos da Yoga que os homens. Os resultados obtidos do cortisol salivar são preliminares e devem ser finalizados antes de qualquer conclusão.

Cortisol - Humanos - Yoga


B0300

ESTRUTURA E DINÂMICA POPULACIONAL DOS PEQUENOS MAMÍFEROS EM UM FRAGMENTO DE VEGETAÇÃO EM ÁREA URBANA, CAMPINAS, SP


Clara Mascarenhas Pasqual Piccinini (Bolsista PIBIC/CNPq), Maurício Neves Cantor Magnani, Michelle Viviane Sá dos Santos, Celso Eduardo de Souza e Profa. Dra. Eleonore Zulnara Freire Setz (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Parques urbanos mesmo contendo remanescentes vegetacionais apresentam fauna modificada tanto na riqueza de espécies como na sua composição. Na bacia do ribeirão das Anhumas, o Pq. Ecológico Hermógenes F. Leitão FO apresenta uma área não alagada de 1,24ha, em torno de uma represa. Um estudo mensal de marcação e recaptura de pequenos mamíferos durante 16 meses (n= 2868 armadilhas-noite) resultou na captura de quatro espécies: o gambá-de-orelha-branca Didelphis albiventris, o ratão-do-banhado Myocastor coypus, o Rattus rattus, e uma espécie não identificada - ENI. O indivíduo da ENI foi recapturado 7 vezes em 10 meses, com pouca variação de peso (285 a 350 g). Os jovens de ratão-do-banhado (ca. 540g) apareceram em agosto, sendo recapturados até fevereiro (3550g um macho, e 4450g uma fêmea grávida). As poucas capturas de roedores (82 capturas) fizeram com que o estudo fosse centrado em D. albiventris, com 226 capturas (158 recapturas). Jovens gambás foram capturados a partir de 100g, e adultos até 2000g. Os adultos não apresentaram dimorfismo sexual de massa corpórea (Z(U)= 0,90; p= 0,363). O tamanho populacional estimado por Jolly-Sebber resultou em uma densidade média de 16,6 ind./ha. Fêmeas lactantes apareceram em agosto 2006 e 2007, e novamente em novembro de 2007.

Pequenos mamíferos - Dinâmica populacional - Fragmento urbano


B0301

ESTUDOS CROMOSSÔMICOS EM ESPÉCIES ARBUSTIVO-ARBÓREAS DA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE CAMPIANAS, SP


Albert Raphael Bouskela (Bolsista IC CNPq) e Profa. Dra. Eliana Regina Forni Martins (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Neste estudo foram determinados números cromossômicos de espécies arbustivo-arbóreas ocorrentes no município de Campinas, objetivando subsidiar a futura análise citotaxonômica desses grupos. Foram coletados materiais-testemunho e sementes de 16 espécies, pertencentes a diferentes famílias. As sementes foram postas para germinar, coletando-se as raízes, que foram pré-tratadas, fixadas e utilizadas na preparação das lâminas com células em divisão mitótica, seguindo técnica de rotina em citogenética. Até o momento, sete espécies foram estudadas, sendo três da família Leguminosae: Parapiptadenia pterosperma (2n = 24, subfamília Mimosoidae), Centrolobium tomentosum (2n = 20) e Ateleia ovata (2n = ca.26, subfamília Papilonoidae). Observou-se 2n = 24 em Cyphomandra betacea (Solanaceae) e em Leea coccinea (Vitaceae). Em uma espécie de Malvaceae, ainda não identificada, coletada em área de cerrado, obteve-se 2n = ca.32. Em Bixa orellana (Bixaceae), ainda há dúvida na contagem, com 2n = 14 ou 16. As contagens cromossômicas para Ateleia ovata e para a espécie de Malvaceae são inéditas na literatura. À exceção de Cyphomandra betaceae, as espécies apresentam cromossomos pequenos, o que dificulta a caracterização de sua morfologia.

Cromossomos - Taxonomia - Campinas


B0302



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