Universidade estadual de campinas



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DETERMINAÇÃO DA FARMACOCINÉTICA DE ANESTÉSICOS LOCAIS EM FORMULAÇÕES DE LIBERAÇÃO PROLONGADA COM USO DE ESPECTROMETRIA DE RAIOS-X


Cristiane Crisp Martins Ribeiro (Bolsista SAE/UNICAMP), Giovana Radomille Tófoli, Maria Isabel M.S. Bueno, Prof. Dr. Alexandre Martinez Antunes (Co-orientador), e Profa. Dra. Eneida de Paula (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Novas formas farmacêuticas de anestésicos locais encapsulados em lipossomas têm sido desenvolvidas em nosso laboratório, com benefícios como aumento da duração da anestesia e diminuição da toxicidade. O objetivo deste trabalho foi estudar o perfil farmacocinético da formulação lipossomal de prilocaína 3% (PLC3%LUV) comparando-a com o anestésico livre (PLC3%). Vinte e quatro ratos Wistar machos, divididos em dois grupos (n=12), receberam 0,1 mL de PLC3% e PLC3%LUV na região do fórnice do vestíbulo do 1° molar superior direito. Amostras de sangue foram coletadas nos tempos: 0 (baseline), 15, 30, 45, 60, 90, 120, 180, 240, 300 e 360 minutos após a injeção. As amostras (sem qualquer pré-tratamento) foram irradiadas em triplicata por 120 s, usando-se um equipamento convencional de raios X por dispersão de energia (EDX 700, Shimadzu). Para o tratamento matemático dos espectros foram utilizados os programas Pirouette 4.0 e Unscrambler 9.2. Na determinação da curva de calibração encontramos dificuldades relativas à presença de hemólise e, nos testes nos animais tratados relativas ao reduzido volume das amostras e baixas concentrações séricas de PLC, dificultando a quantificação. Resultados preliminares indicam que a técnica é sensível para quantificação de concentrações na ordem de mg/mL. Novos ensaios estão em andamento visando diminuir os erros em concentrações baixas e validar o método como alternativa para determinação da farmacocinética de anestésicos livres e encapsulados em lipossomas.

Anestésicos locais - Espectrometria de raios-X - Formulação lipossomal


B0303

AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE DOLOROSA Á INJEÇÃO DE DIFERENTES FORMAS FARMACÊUTICAS DO ANESTÉSICO LOCAL MEPIVACAÍNA, EM VOLUNTÁRIOS SADIOS


Michelle Dias Schneider (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Giovana Radomille Tófoli ( Co-orientador) e Profa. Dra. Eneida de Paula (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Anestésicos locais com vasoconstritores do tipo amina simpatomimética apresentam baixo pH, promovendo dor ou sensação de queimação durante a injeção. Formulações lipossomais de anestésicos locais apresentam vantagens como diminuição da toxicidade sistêmica e aumento da duração da anestesia, além de apresentar pH próximo ao fisiológico. Neste trabalho avaliamos a sensibilidade dolorosa de voluntários saudáveis, através da Escala Analógica Visual (EAV), provocada pela injeção de soluções comerciais de mepivacaína 2% com adrenalina 1:100.000 (MVC2%EPI) e mepivacaína 3% sem vasoconstritor (MVC3%), comparativamente à preparações de mepivacaína 2 e 3% encapsuladas em lipossomas (MVC2%LUV e MVC3%LUV). As medianas (min-max) da EAV (cm) obtidas foram: 3,15 (0,3–8,8); 1,65 (0,1–8,0); 1,90 (0–6,7); 1,60 (0–7,8), para MVC2%EPI, MVC3%, MVC2%LUV e MVC3%LUV, respectivamente. A análise estatística revelou diferenças significativas somente entre MVC3%LUV e MVC2%EPI (p<0,05), evidenciando que a encapsulação de mepivacaína em lipossomas reduziu o desconforto causado pela injeção da formulação com vasoconstritor. Amostras de sangue foram coletadas em diferentes tempos após injeção, com objetivo de quantificação plasmática da mepivacaína e comparação da farmacocinética das formulações.

Anestésico local - Mepivacaína - Lipossomas


B0304

TAURINA MODULA A HOMEOSTASE DA GLICOSE (GLI) NA OBESIDADE INDUZIDA POR DIETA HIPERLIPÍDICA(HL)


Alexandre Taboza de Oliveira (Bolsista IC CNPq), Rosane A. Ribeiro e Prof. Dr. Everardo Magalhães Carneiro (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Neste trabalho, avaliamos o peso corporal e homeostase glicêmica em camundongos fêmea submetidos à dieta HL (37% de gordura) e suplementados com 5% de Tau na água de beber. Os animais foram divididos em: HL, animais submetidos à dieta HL HTau, animais HL e tratados com Tau; controle (CON) e CTau. Ao final do período experimental, os camundongos foram submetidos ao teste de tolerância a Gli (ipGTT), e a glicemia e Insulinemia foram avaliadas. O grupo HL apresentou maior peso corporal (69,4±4) em relação aos CON (53±2,04g), a suplementação não alterou este parâmetro (HTau 66,3±3,7 e CTau. 51,1± 2,2g.). A glicemia de jejum foi 44% maior no grupo HL comparado ao CON. Animais HL e Htau apresentaram uma maior AUC da glicemia no ipGTT (72354±6212; 62763±4721 mg/dl.min-1, respectivamente) comparado aos CON (38626±4869). Entretanto, aos 180 min de teste a glicemia no grupo HTau (337,9±37,41) foi menor em relação ao HL (210,4±32,79) e semelhante aos controles (CON 136,1±18,9 e CTau 113,4±17 mg/dl). A glicemia no estado alimentado não foi alterada nos animais HL (136,8±5,5) em relação aos CON (116,3±7,3 mg/dl). Esta normoglicemia manteve-se por uma hiperinsulinemia no grupo HL (6,1±0,4), comparada ao grupo CON (2,5±0,5) e HTau (3,7±0,5 ng/ml). Os resultados sugerem que o tratamento com Tau previne alterações na homeostase glicêmica e hiperinsulinemia verificadas na obesidade induzida por HL.

Diabetes - Insulina - Taurina


B0305

ÁCIDO LINOLEICO CONJUGADO (CLA) REDUZ O TECIDO ADIPOSO, PORÉM ELEVA OS LÍPIDES HEPÁTICOS EM CAMUNDONGOS HIPERCOLESTEROLEMICOS


Mariana Costa Simões (Bolsista IC CNPq), Helena Fonseca Raposo, Helena Coutinho Oliveira e Prof. Dr. Everardo Magalhães Carneiro (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Resultados recentes do nosso grupo mostram que camundongos geneticamente deficientes do receptor de LDL (LDLr-/-) apresentam características de síndrome metabólica: aumento de secreção hepática de VLDL, intolerância à glicose e aumento de adiposidade visceral. O consumo de CLA tem sido indicado para redução de massa adiposa. O objetivo do trabalho foi estudar os efeitos da suplementação da dieta com CLA sobre glicemia, lipemia, adiposidade e crescimento neste modelo animal. LDLr-/- machos com 3 meses de idade receberam dieta AIN-93 contendo 1% de óleo de milho (controle calórico rico em ácido linoleico - LA) ou 1% de CLA durante 4 semanas. Concentrações de colesterol (COL) e triglicérides (TG) hepáticos e plasmáticos foram determinadas por kits enzimáticos, gordura hepática e fecal por extração pelo método de Folch, e teste de tolerância à glicose (GTT) por glicosímetro. Os resultados mostraram manutenção do peso corpóreo (g) no grupo CLA e ganho de peso significativo no LA (12%, p=0,0023, n=6) após o tratamento. O peso da gordura perigonadal (g) foi menor no grupo CLA comparado ao LA (17 vezes; p=0,003; n=7-6). Em contrapartida, o tratamento com CLA aumentou significativamente peso do fígado (39%; p=0,03, n=6-7), porcentagem de gordura hepática (75%; p=0,0014, n=6) e teor de COL e TG hepáticos (29%; p=0,0176; 136%; p<0,0001, respectivamente, n=6). Houve também elevação das concentrações plasmáticas de COL (71%; p=0,0257, n=6) e TG (175%; p=0107, n=6) no grupo CLA. A suplementação da dieta com CLA é um potente redutor do armazenamento lipídico no tecido adiposo. Porém, causa acúmulo de gordura no fígado, aumento dos lípides hepáticos e plasmáticos, agravando o perfil lipídico dos animais hipercolesterolêmicos.

Ácido linoleico conjugado - Adiposidade - Esteatose hepática


B0306



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