Universidade estadual de campinas



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PREPARAÇÃO DE FRAGMENTOS QUIRAIS PARA SEREM UTILIZADOS NA SÍNTESE E DETERMINAÇÃO DA CONFIGURAÇÃO ABSOLUTA DO SIDEROFÓRO NOCARDIMICINA


Paula Cristina Huber (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fernando Antonio Santos Coelho (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
A virulência e a sobrevivência de microrganismos durante a infecção depende de sua habilidade em competir por nutrientes essenciais. Para as micobactérias, por exemplo, Mycobacterium tuberculosis, o ferro é fundamental para o seu crescimento e metabolismo. O microrganismo possui agentes quelantes específicos para o íon férrico, conhecidos como sideróforos, capazes de solubilizá-lo e transportá-lo para dentro da célula. Recentemente, Ikeda e colaboradores isolaram uma série de sideróforos de microrganismos do gênero Nocardia sp., obtidos de solo. Neste projeto foi realizada a síntese do fragmento quiral C, derivado de um aduto de Morita-Baylis-Hillman, que será utilizado, posteriormente, na síntese e determinação da configuração absoluta do sideróforo Nocardimicina A. Esta será preparada por meio de uma síntese convergente entre quatro fragmentos (A, B, C e D). O fragmento C suporta um dos centros estereogênicos da Nocardimicina A.

Morita-Baylis-Hillman - Norcardimicina - Tuberculose


E0532

PREPARAÇÃO DE 2-OXAZOLIDINONAS A PARTIR DE ADUTOS DE BAYLIS-HILLMAN


Paulo Henrique de Souza Paioti (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Fernando Antonio Santos Coelho (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Esse projeto de iniciação científica visa expandir o escopo de uma metodologia que foi desenvolvida recentemente em nosso laboratório de pesquisa. Essa metodologia permite a preparação de oxazolidinonas a partir de adutos de Morita-Baylis-Hillman (MBH) em poucas etapas, utilizando uma sequência sintética de razoável simplicidade experimental, visando a preparação de oito novas oxazolidinonas regioisoméricas a partir de quatro diferentes aldeídos aromáticos. Durante o desenvolvimento do projeto vamos estabelecer a estereoquímica relativa dos produtos obtidos após a etapa de hidroboração do enecarbamato. A determinação dessa estereoquímica permite esclarecer alguns aspectos na etapa de formação das oxazolidinonas. Além disso, elaborou-se uma nova proposta sintética para as mesmas oxazolidinonas a partir de uma reação de ozonólise da ligação dupla de adutos de MBH seguida de etapa de aminação redutiva.

Oxazolidinonas - Reação de Morita-Baylis-Hillma - Rearranjo de Curtius


E0533

PREPARAÇÃO DE ÓXIDO DE LÂNTANIO VIA PRECIPITAÇÃO HOMOGÊNEA: CONTROLE MORFOLÓGICO


Emille Martinazzo Rodrigues (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Fernando Aparecido Sígoli (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
O objetivo deste trabalho é o controle morfológico de óxido de lantânio, que é utilizado como matriz hospedeira de íons terras raras principalmente devido a alta solubilidade a estes íons e de sua baixa energia de vibração de rede que contribui para a diminuição da supressão de emissão dos íons terras raras. O óxido de lantânio pode ser obtido através da calcinação do hidroxicarbonato de lantânio, que por sua vez é obtido pela precipitação homogênea via termólise da uréia em uma mistura de água-alcoóis em diferentes porcentagens (20, 40, 67 % em volume), a fim de estudar a influência desses parâmetros experimentais no tamanho e na forma das partículas. Foram sintetizadas partículas de hidroxicarbonato de lantânio sem adição de alcoóis e com 20, 40 e 67 v% de etanol e de etilenoglicol, . Os espectros de infravermelho apresentam bandas características de carbonato bem como de ligações O-H e La-O indicando a obtenção do hidroxicarbonato de lantânio. Os difratogramas de raios X indicam que as amostras obtidas em água e na mistura água:etilenoglicol são cristalinas e aquelas obtidas nas misturas água:etanol apresentam padrões de difração (20 e 40 v% de etanol) e padrões de amostras não cristalinas (67 v% de etanol). As amostras de óxido de lantânio, produto da termodecomposição realizada a 800°, apresentam-se cristalinas – sistema cúbico com grupo espacial Ia-3.

Terras-raras - Morfologia - Óxidos


E0534

DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DE SULFETO DE ZINCO A ÓXIDO DE ZINCO: PROPRIEDADES ÓPTICAS


Gabriela Zanotto Bosshard (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Fernando Aparecido Sígoli (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
A transferência de energia de semicondutores II-VI para íons terras-raras tem sido alvo de muitas pesquisas, sendo que o óxido de zinco (ZnO) pode ser considerado um dos semicondutores mais promissores, uma vez que possui gap largo absorvendo no ultra-violeta, com possibilidade de transferência de energia aos íons terras-raras que emitem no visível. Entretanto, há grande dificuldade de dopagem desse semicondutor por íons terras-raras trivalentes, devido ao seu tamanho e carga. A expansão da rede do ZnO com calcogenetos, como o enxofre, pode ser um campo promissor na viabilização da dopagem deste semicondutor, visto que poderá agregar as propriedades físicas e químicas do ZnO à qualidade de emissão dos íons terras-raras. A decomposição térmica do sulfeto de zinco (ZnS), um semicondutor de gap largo leva a obtenção do ZnO, sendo que o controle da temperatura de decomposição pode levar a diferentes misturas entre estes semicondutores. O objetivo deste trabalho é estudar a decomposição térmica do ZnS a ZnO, sob diferentes temperaturas, sua influência no tamanho de cristalito (ehkl), calculado pela lei de Scherrer, nos parâmetros de rede, calculados através dos dados de difratometria de raios X, nos valores de band gap do semicondutor, assim como nos espectros de emissão e de excitação desses semicondutores.

Óxido de zinco - Sulfeto de zinco - Luminescência


E0535

PRECIPITAÇÃO HOMOGÊNEA DE NANOPARTÍCULAS DE ÓXIDO DE ÍTRIO DOPADAS COM EURÓPIO(III) NA MISTURA ÁGUA/ÁLCOOL


Tábita Cristina Belini (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Fernando Aparecido Sígoli (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Óxido de ítrio tem se mostrado uma interessante matriz hospedeira para íons terras-raras, devido a sua baixa energia de rede e solubilidade a tais íons, sendo bastante atrativo para aplicações que envolvam emissão de luz. Este trabalho apresenta uma rota alternativa para a preparação de nanopartículas de hidroxicarbonato e de óxido de ítrio dopados com európio(III) por precipitação homogênea via termólise da uréia, avaliando-se a variação de tamanho das partículas pela adição sucessiva de alcoóis como o etilenoglicol e o etanol, em diferentes proporções (20, 40 e 67 V%), no meio reacional. As dopagens realizadas com európio (III) são ditas substitucionais seguindo as porcentagens de 0,2; 0,5; 1,0; 2,5; 5,0 e 10 mol%. Como produto de síntese obteve-se o hidroxicarbonato de ítrio não cristalino, um precursor que pode ser facilmente convertido a óxido cristalino – sistema cúbico com grupo espacial Ia-3 – por decomposição térmica a 800°C. A análise feita por MEV mostra a obtenção de nanopartículas esféricas com médias de distribuição de tamanho variando de 200 a 45nm, em função da proporção água:álcool. As precipitações em presença de etanol resultaram em menores diâmetros. Os espectros de emissão apresentaram linhas finas atribuídas às transições 5D0 → 7F0,1,2,3,4. atribuídas ao íon Eu(III) Os valores de tempo de vida de emissão do estado 5D0 estão em torno de 1,7ms, para baixas concentrações de európio(III), apresentando diminuição significativa em função do aumento da concentração de íon dopante, sugerindo a existência de interações dipolo-dipolo entre estes íons.

Óxido de ítrio - Terras-raras - Nanopartículas


E0536



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