Universidade estadual de campinas



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PROJETOS DA ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS




Centro Superior de Educação Tecnológica

H0591

A CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UMA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA PARA O FORTALECIMENTO DE CONCEITOS DE UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA: PERTENCIMENTO, ALTERIDADE E POTÊNCIA DE AÇÃO


Daniela Soliz Nakamura (Bolsista PIBIC/CNPq), Marcos Lourenço Chabes e Prof. Dr. Sandro Tonso (Orientador), Centro Superior de Educação Tecnológica - CESET, UNICAMP
Neste segundo ano de pesquisa-ação, este projeto propôs a construção coletiva de uma exposição fotográfica junto a dois povoados de pescadores, Cabeço e Saramém, localizados no município de Brejo Grande (SE), na região da foz do Rio São Francisco. Esta exposição foi apresentada nestes povoados e em outras localidades, como Campinas (SP) e Aracaju (SE), com o intuito de que, na escolha das fotografias a serem expostas, os participantes refletissem e discutissem sobre a sua realidade, história e identidade já que as imagens dos povoados seriam mostradas a públicos alheios a eles. O objetivo geral é que o processo de construção desta ação coletiva tenha contribuído para a prática da alteridade, para o fortalecimento do sentimento de pertencimento dos participantes aos coletivos formados bem como aos povoados de maneira geral, e para a potencialização de ações. Os pesquisadores, através do contato contínuo com os povoados envolvidos, puderam levantar indícios resultantes deste processo, com base numa investigação qualitativa. Como objetivos específicos tem-se a verificação dos indicadores e parâmetros de avaliação de atividades educacionais construídos no primeiro ano da pesquisa e a construção de novos, relacionados aos conceitos de alteridade, pertencimento e potência de ação.

Educação ambiental - Avaliação qualitativa - Potência de ação




Comissão dos Vestibulares da UNICAMP

H0592

EXPECTATIVAS DO ESTUDANTES INGRESSOS EM RELAÇÃO A UNIVERSIDADE


Leandro Ilek (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Mara F. Lazzaretti Bittencourt (Orientadora), Comissão dos Vestibulares da UNICAMP - COMVEST, UNICAMP
O presente estudo pretende contribuir para o debate sobre uma fase relevante da vida dos jovens que ingressam na universidade, a que diz respeito à “transição para o ensino superior”. Para isso, procuramos identificar, a partir de uma pesquisa qualitativa, quais são as expectativas dos estudantes recém ingressos na Unicamp em 2005 com relação a esta universidade. Um bom nível de ensino, de modo geral, e uma formação adequada para o ingresso no mercado de trabalho são os aspectos mais apontados pelos alunos. O amadurecimento pessoal, a partir das várias atividades acadêmicas, a socialização na universidade, assim como o contato com a pesquisa também são aspectos que merecem destaque. Os resultados obtidos permitem verificar o papel que os estudantes atribuem a sim mesmos, as suas prioridades e as principais perspectivas com relação a sua vida pessoal, acadêmica e profissional. Os resultados também permitem fazer conjecturas sobre a percepção que os estudantes têm sobre a função da universidade na sociedade.

Transição ao ensino superior - Unicamp - Universidade




Faculdade de Ciências Médicas

H0593

O GESTO NA AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM


Roberta Cristina Smith de Assunção (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adriana Lia Friszman de Laplane (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Nos processos interativos entre a criança e o adulto os gestos são utilizados como forma de comunicação e são considerados fundamentais, por diferentes teóricos, para o desenvolvimento e aquisição da linguagem. A presente pesquisa teve por finalidade estudar aspectos da compreensão e da produção de gestos e fala de crianças em processo de aquisição da linguagem. Para isso foi observada e registrada a interação verbal e gestual de crianças de 2 a 4 anos com queixas de atraso na aquisição da linguagem que participam do Grupo de Avaliação e Prevenção de Alteração de Linguagem no CEPRE/FCM/UNICAMP. Os dados foram coletados através das gravações e transcrições dos encontros do Grupo e também, por meio de registros escritos das observações realizadas. O estudo procurou estudar a emergência de gestos e fala na interação de crianças e adultos.

Desenvolvimento - Linguagem - Interação


H0594

HABILIDADES DE ALUNO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA NO ATENDIMENTO DE CRIANÇAS NÃO-COLABORADORAS


Camila Lima Nascimento (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Cecília Guarnieri Batista (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Dentre as questões relacionadas ao atendimento odontológico, destaca-se a necessidade de formação do odontopediatra, especialmente no que se refere aos momentos de não-colaboração da criança. No presente estudo, buscou-se avaliar, por meio de questionário, as habilidades de estudantes de Odontologia, para lidar com situações de não colaboração, durante atendimento em odontopediatria. O questionário, aplicado a 70 estudantes de Odontologia da FOP, era composto por 10 situações-problema, para as quais o respondente assinalava seu nível de autoconfiança em uma escala de sete pontos e depois descrevia como lidaria com as situações. Essas respostas foram categorizadas em um sistema construído a partir das mesmas. Observou-se variabilidade quanto ao nível de autoconfiança para diferentes questões, e a análise por categorias indicou maior freqüência para: tranqüilização, seguida por explicação e, com totais menores, por ameaça. Foram observadas diferenças na freqüência dessas categorias, para diferentes questões. Os resultados permitiram identificar situações que traziam maior dificuldade, bem como mapear as estratégias indicadas para obtenção de colaboração, trazendo subsídios para o planejamento do ensino, no que se refere ao atendimento odontopediátrico em situações de não colaboração.

Psicologia e odontologia - Pacientes especiais - Desenvolvimento humano


H0595

ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO DE PACIENTES ESPECIAIS: UM ESTUDO DAS INTERAÇÕES ENTRE ODONTOPEDIATRA E CRIANÇA SURDA


Michele Frederico (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Cecília Guarnieri Batista (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O atendimento odontológico envolve procedimentos técnicos e, também, o estabelecimento de uma boa relação, o que é especialmente relevante quando se trata de pacientes especiais, entre os quais se incluem crianças e pessoas com deficiência. Nesse sentido, o objetivo do presente estudo foi descrever modos de participação de uma criança surda, com histórico inicial de recusa de atendimento odontológico ao longo de seis sessões de atendimento, bem como observar a atuação do profissional de odontologia na obtenção de colaboração da paciente. As sessões foram filmadas e transcritas. A análise envolveu a identificação dos modos de colaboração e participação em cada segmento da sessão (por procedimento odontológico). Entre outros aspectos, observou-se que a odontopediatra se utilizava de estratégias que facilitavam a colaboração da criança durante o tratamento, como, por exemplo, a permissão para manuseio de diferentes partes do equipo, facilitando a descontração da criança na etapa inicial. Observou-se, também, a preocupação com a comunicação com a criança, em parte com gestos e fala pausada, em parte com a intermediação da mãe ou pai da criança. Observou-se com o presente estudo a importância da qualidade de interação de profissionais de saúde frente a um paciente com necessidades especiais, e sua influência na obtenção da colaboração no tratamento.

Psicologia e odontologia - Interação e pacientes especiai - Desenvolvimento humano


H0596

ANÁLISE QUALITATIVA DAS VERBALIZAÇÕES DE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA SOBRE INCLUSÃO SOCIAL


Thaís Melo Seksenian (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Cecília Guarnieri Batista (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O atendimento odontológico inclusivo de pacientes especiais sugere atenção à formação já em nível de graduação. Para melhor conhecer as atitudes desses estudantes, foi aplicado um questionário relativo à inclusão social de pessoas com deficiência. O objetivo do presente estudo foi realizar a análise qualitativa das respostas a esse questionário. A partir da análise prévia dos questionários, as respostas foram categorizadas e quantificadas. A análise qualitativa envolveu o estudo detalhado das respostas a cada questão, no que se refere às categorias mais freqüentes, e, também, às especificidades das respostas a diferentes questões. Um exemplo de análise envolveu as respostas à questão 1 (situação: pessoa cadeirante observada sozinha em um shopping). Dentre as respostas categorizadas como DC (disposição para contato), os modos de oferecer ajuda foram diversificados. Em muitos casos, a oferta de ajuda expressava a preocupação em não ser invasivo. Nas respostas categorizadas como PN (pena), foram utilizadas palavras com forte conotação afetiva (dó, tristeza, solidão). Outro resultado da análise foi a identificação, nas respostas após as aulas sobre pacientes especiais, de argumentos pró-inclusão utilizados nas aulas sobre o tema. O estudo trouxe contribuições para o planejamento de atividades de formação profissional.

Educação especial - Odontologia e psicologia - Desenvolvimento humano


H0597

O DESENHO COMO MEDIADOR DA COMUNICAÇÃO E DA APRENDIZAGEM DO SURDO


Sabrina Borborema de Lima (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Ivani Rodrigues Silva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A pesquisa teve como finalidade, estudar as contribuições do desenho para a comunicação e para a aprendizagem do surdo em geral, particularmente da escrita e, ainda, as suas formas de aplicação no ensino e na terapia de sujeitos surdos. Sendo assim, o objetivo deste trabalho é pesquisar o uso do desenho como mediador da comunicação e da aprendizagem de crianças surdas. Também, foram metas deste trabalho, refletir sobre as implicações do uso do desenho na atuação da clínica fonoaudiológica e na facilitação para a aquisição da língua escrita, assim como descrever seus modos de utilização. O método utilizado para a observação e o registro das situações vivenciadas no grupo lançou mão de técnicas etnográficas.. Os sujeitos desta pesquisa eram crianças surdas, cuja faixa etária variava de oito a quatorze anos, matriculadas na rede regular de ensino. Foi possível perceber a importância que o desenho assume, em um ambiente de ensino, para a maximização da aprendizagem, ainda, que este recurso seja na maioria das vezes, procurado pelo surdo e mais raramente pelo interlocutor ouvinte.

Desenho - Escrita - Surdez


H0598

PREVALÊNCIA DA RETINOPATIA DIABÉTICA EM UM PROGRAMA DE REABILITAÇÃO


Ana Maria Ribeiro da Fonseca (Bolsista FUNDAP) e Profa. Dra. Zélia Zilda Lourenço de Camargo Bittencourt (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O presente estudo objetiva conhecer a prevalência de doenças desencadeadoras da perda visual em adultos, atendidos em um programa de reabilitação de deficientes visuais. No período de maio de 2004 a abril de 2008, foram realizados no CEPRE, 15 grupos de pacientes sendo 6 de cegos e 9 de baixa visão. O atendimento é realizado por equipe multidisciplinar composta por pedagogia, psicologia, terapeuta ocupacional, assistente social e A.V.D. Realizou-se coleta de dados nos prontuários dos usuários observando as variáveis: causa da deficiência, procedência, sexo, idade, escolaridade, estado civil, etc.. Dentre os 155 sujeitos atendidos pelo Programa de Reabilitação, observou-se alta prevalência de retinopatia diabética, apontada pela literatura como a maior causa de perda visual em adultos. Considerando que a retinopatia diabética adquirida é uma doença cuja prevenção passa pela observância de informações sobre a mesma, a debilidade educacional dos indivíduos representa um importante entrave à prevenção primária repercutindo diretamente na saúde ocular. A retinopatia diabética é um grave problema de saúde pública e quando abordada por equipe multidisciplinar sinaliza avanço para a prevenção do agravamento da doença e o conseqüente comprometimento da qualidade de vida.

Deficiência visual - Retinopatia diabética - Reabilitação


H0599

ANÁLISE DA TRAJETÓRIA DA LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS


Sabrina de Oliveira Maciel de Sousa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Zilda Maria Gesueli (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Em decorrência da Política de Educação Inclusiva temos o último documento, o decreto nº 5.626 de 2005, que legitima a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS daí a importância de revermos as leis que promovem a inserção dessa língua no ensino superior e na formação do professor. Dessa forma, inúmeras mudanças vêm ocorrendo na área da surdez no que se refere às questões educacionais. Nesse trabalho pretende-se realizar um levantamento bibliográfico sobre leis, decretos e portarias no período de 1994 a 2007, que dão visibilidade a Língua de Sinais com o objetivo de pesquisar a trajetória da educação de surdos e seus movimentos no Brasil, partindo da Declaração de Salamanca e finalizando no presente momento. E a partir desse levantamento bibliográfico analisar o conteúdo desses documentos e sua aplicabilidade no contexto educacional e no exercício da cidadania. A metodologia da pesquisa está centrada na análise de conteúdo de acordo com Bardin (1977). Este trabalho possibilita maior conhecimento sobre todo o percurso da Língua de Sinais na educação e sobre as constantes lutas da comunidade surda, assim como a concepção de surdez inserida nessa discussão até o momento.

Lingua de sinais - Surdez - Educação






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