Universidade estadual de campinas



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ESTUDO ANALÍTICO E INTERPRETATIVO SOBRE A PEÇA: “DIVERTIMENTO PARA PIANO E ORQUESTRA OPUS 14” COMPOSTA EM 1963 PELO COMPOSITOR BRASILEIRO MARLOS NOBRE


Mauro Pereira Amoroso Anastácio Junior (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Aci Taveira Meyer (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
O projeto se baseia em uma abrangente análise, e interpretação em público, da peça “Divertimento para piano e orquestra opus 14”, composta em 1963 pelo compositor pernambucano Marlos Nobre. Na peça, o compositor homenageia seu ídolo de juventude Ernesto Nazareth, o qual para ele, é o maior compositor de música popular brasileira até então. Pretendo com esse trabalho, aumentar, por parte dos instrumentistas, o interesse por interpretar a obra de compositores brasileiros contemporâneos, e divulgar a música brasileira ao público que muitas vezes não tem acesso à ela.

Marlos Nobre - Piano - Orquestra


A0006

ANÁLISE DA PRONÚNCIA DO ‘R’ NO CANTO ERUDITO BRASILEIRO


Ana Carolina Buzato Marchi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adriana Giarola Kayama (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
A fim de que haja uma padronização de regras de pronúncia para o canto erudito, o alfabeto fonético, IPA (International Phonetic Alphabet - Alfabeto Fonético Internacional) é utilizado como uma ferramenta para se representar os sons de determinado idioma. A Associação Brasileira de Canto, durante seu Congresso em São Paulo, em 2005, dedicou a totalidade das atividades para uma discussão, com a finalidade de se estabelecer diretrizes de pronúncia. A votação das opções de pronúncia do “r” (no início de palavras e em sua escrita dupla - “rr”) resultou em dois grandes grupos: os favoráveis ao “r” fricativo velar [ x ] e os favoráveis ao alveolar vibrante [ r ], “porém com suavidade”. O objetivo desta pesquisa foi buscar subsídios para contribuir nas discussões sobre a melhor forma de pronúncia do “r” do idioma português brasileiro, no canto erudito. Analisou-se a duração de tempo e intensidade da emissão da consoante “r”, observando gravações fonográficas de canções brasileiras compostas por compositores brasileiros em idioma português, interpretadas tanto por cantores brasileiros quanto por estrangeiros. Para a escolha das gravações, foram levados em conta a nacionalidade dos intérpretes e das escolas onde eles freqüentaram. Essa análise foi realizada através de software de edição de som “Sound Forge”.

Dicção - Canto erudito - IPA


A0007

PEÇAS CORAIS DE DENISE GARCIA: ANÁLISE INTERPRETATIVA


Rafael Keidi Kashima (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adriana Giarola Kayama (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
Neste projeto estudamos os aspetos poéticos (conteúdo e forma poética) e musicais (harmonia, ritmo, prosódia, textura, forma, estrutura melódica e estilo de acompanhamento) das seguintes obras corais: Duas Peças para Coro Misto, Terceira Peça para Coro, Lua só, Bizuza e Dos Salmos. Com isso buscamos subsídios para uma interpretação mais fundamentada das mesmas. Neste estudo também constou dados de instrumentação, gravações, extensão vocal e possíveis dificuldades de execução vocal. Este projeto possibilitou a oportunidade de enriquecer nossa interpretação, em particular da música contemporânea, bem como, contribuirmos para a divulgação da música contemporânea brasileira em geral e do repertório da compositora Denise Garcia em específico. As peças foram preparadas em concerto pelo grupo musical Paralax – grupo este que visa a pesquisa e a divulgação da música contemporânea brasileira – do qual fazemos parte.

Denise Garcia - Peças corais - Análise


A0008

A PALAVRA VIVA E INFLAMADA DOS MANIFESTOS TEATRAIS


Artur Sartori Kon (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Alice Kiyomi Yagyu (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
É fundamental para qualquer um que estude para ser ator uma reflexão que vá além dos meios técnicos de realização da linguagem cênica, em direção a uma poética, a um sentido da comunicação teatral. Tal é a preocupação primeira de textos classificados como manifestos teatrais, os quais usam de uma linguagem extremamente potente e imagética, uma linguagem híbrida entre teoria e poesia, para comunicar ao público de uma época propostas freqüentemente revolucionárias para modificação da realidade artística de seu contexto. Nosso projeto aborda essa retórica de vanguarda em duas frentes: uma teórica, a partir do estudo de seu panorama histórico (desde os movimentos modernistas como futurismo, dadaísmo e surrealismo até as estéticas pós-dramáticas de fins do século XX e início do XXI) e da leitura de diversos textos exemplares da linguagem do manifesto; e uma outra frente prática, consistindo na experimentação cênica de uma seleção de quatro desses textos, os quais formam um quadro bastante representativo e vivo das propostas de grandes artistas teatrais. Pretendemos assim reunir técnica e poética em um trabalho tão dinâmico e inflamado quanto a linguagem do qual ele parte.

Manifestos teatrais - Teatro contemporâneo - Teatralidade


A0009

SOM IMAGINÁRIO - O PROGRESSIVO NA MPB DOS ANOS 70


Maria Beatriz Cyrino Moreira (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Antônio Rafael Carvalho dos Santos (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
O Som Imaginário foi uma banda inserida no cenário musical da década de 70 que apresenta em seus trabalhos uma grande fusão de estilos e gêneros musicais. Foi formado por músicos de diversas influências como o Jazz, Samba, Rock e principalmente por músicos ligados à produção do “Clube da Esquina”. Neste trabalho foi possível verificar através de uma análise musical do LP “Matança do Porco” de 1973, seus procedimentos composicionais e técnicos musicais, seus arranjos e sua estrutura construtiva. O álbum Matança do Porco apresenta também características resultantes da influência de bandas anglo-americanas como os Beatles, e desta maneira, foi possível apontar elementos da música erudita, do rock n´roll e do jazz. Portanto, além de conectar a sonoridade do grupo com os gêneros que estavam em destaque na MPB dos anos 60-70 a pesquisa se propôs a questionar e avaliar estes elementos que poderiam justificar a classificação do grupo como pertencente ao gênero Rock Progressivo.

Música popular brasileira - MPB dos anos 70 - Som imaginário


A0010



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