Universidade estadual de campinas



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CONHECIMENTO E PRÁTICA DE ADOLESCENTES SOBRE CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA


Keila Katiane N. Maciel (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lúcia Helena Simões da Costa Paiva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A gravidez indesejada é um grande problema médico, social e de saúde pública. Devido à alta taxa de gravidez indesejada na adolescência, está sendo realizada essa pesquisa, que tem como objetivo avaliar o conhecimento das adolescentes de idade entre 12 e 19 anos da região de Campinas a respeito da contracepção de emergência. Para a realização da pesquisa está sendo feito um estudo do tipo CAP (conhecimento, atitude e prática) com adolescentes acompanhadas no Ambulatório de Ginecologia de Adolescentes do CAISM/UNICAMP. Está sendo aplicado um questionário de auto-preenchimento contendo perguntas sobre o assunto. Os dados parciais foram inseridos em programa Excel e serão melhor analisados através do programa SAS versão 8.0. A amostra obtida até agora foi de 38 questionários. Como resultados parciais temos que a maioria (28,9 %) das adolescentes tem 17 anos, 55,2% se consideram morenas ou pardas e 65,7% são solteiras. Quanto à atividade sexual, temos que 57,8% das garotas já iniciaram a vida sexual. Os métodos de contracepção mais conhecidos foram: pílula e camisinha masculina, sendo que 84,2% das adolescentes conhecem e saberiam usar esses métodos. O uso de contracepção de emergência foi de 15,7%, sendo que seu conhecimento foi considerado ruim em 52,6% dos casos, médio em 39,4% e bom em 7,8%. Concluímos, por enquanto, que o conhecimento é ruim.

Conhecimento - Adolescentes - Contracepção de emergência


B0125

DIAGNÓSTICO HISTEROSCÓPICO E HISTOLÓGICO DE PÓLIPOS ENDOMETRIAIS EM MULHERES NA PERI E PÓS-MENOPAUSA


Michael Arthuso Lima Moreira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lúcia Helena Simões da Costa Paiva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Os pólipos endometriais são freqüentes em mulheres na pós-menopausa, entretanto, seu potencial de malignidade está pouco esclarecido. Objetivo: Avaliar a prevalência de lesões pré-malignas e malignas endometriais e a associação com estado menopausal, uso de terapia hormonal e características clínicas em mulheres na pré e pós-menopausa submetidas à ressecção de pólipos endometriais. Metodologia: Realizou-se estudo de corte transversal através da identificação em base de dados das 475 mulheres com idade acima de quarenta anos submetidas à ressecção histeroscópica de pólipos endometriais no CAISM entre 1998 e 2005. Resultados: A média etária das mulheres foi 58,5 anos, 77,3% estavam na pós-menopausa, 78,5% apresentavam lesões endometriais benignas, 13,47%, pólipos com hiperplasia simples ou complexa, 1,05%, pólipos com hiperplasia associados a atipias e 2,74%, carcinoma endometrial no pólipo. Maior prevalência de lesões pré-malignas e malignas associou-se à idade acima de 60 anos e ao sangramento pós-menopausa. Conclusões: Os pólipos endometriais têm baixa prevalência de lesões pré-malignas e malignas. Mulheres com idade avançada e sangramento pós-menopausa apresentam maior risco de malignidade e devem ser submetidas à ressecção histeroscópica de pólipos endometriais.

Menopausa - Pólipo endometrial - Malignidade


B0126

DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE LDL-OXIDADA E DA ATIVIDADE DA PROTEÍNA DE TRANSFERÊNCIA DE COLESTEROL ÉSTER (CETP) EM PACIENTES DISLIPIDÊMICOS E INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS NORMOLIPIDÊMICOS


Larissa Sayuri Kato (Bolsista SAE/UNICAMP), Edilma M.V. Albuquerque, Miriam R. Danelon, Diego O. Pinto e Profa. Dra. Lucia Nassi Castilho (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A toxicidade da LDL oxidada (LDLox) pode levar a perda da integridade endotelial e, posteriormente, ao desenvolvimento da aterosclerose. Um dos possíveis mecanismos anti-aterogênicos é o transporte reverso do colesterol no qual a CETP desempenha um importante papel, transferindo colesterol éster de lipoproteínas (Lp) de alta densidade para Lp de baixa densidade. No presente trabalho foi comparada a concentração sérica da LDLox circulante e a atividade da CETP em pacientes adultos dislipidêmicos (n=29) e em indivíduos saudáveis normolipidêmicos (n=27), sem uso de medicamentos. As concentrações séricas do colesterol total e frações e dos triacilgliceróis foram determinadas por métodos enzimáticos-colorimétricos (Roche); a LDL-ox por enzima imunoensaio (Mercodia) e a atividade da CETP pelo método radiométrico exógeno. A concentração significativamente maior de LDLox detectada nos indivíduos dislipidêmicos (75,5±14,9 U/L, p<0,0001) em relação aos normolipidêmicos (46,4±14,2 U/L,) não deve ser devida a atividade da CETP uma vez que esta foi similar entre os grupos. Portanto o papel da CETP, neste contexto metabólico, parace ser antiaterogênico.

LDL oxidada - CETP - Dislipidemia


B0127

ESTUDO DE PACIENTES OPERADOS DE MEGAESÔFAGO (CHAGÁSICO OU IDIOPÁTICO) NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP


Gustavo Carvalho de Oliveira (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Luiz Roberto Lopes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Trata-se de um estudo retrospectivo dos pacientes operados de megaesôfago no Hospital de Clínicas da Unicamp, de 1989 a 2005. O megaesôfago é uma forma clínica do mal de Chagas, sendo esta a única etiologia comprovada. Porém, há casos idiopáticos. Ocorre dilatação do órgão, sendo graduada de 1 a 4. O sintoma usual é a disfagia, que leva o doente a procurar o médico. Surgem lesões no plexo nervoso intramural do esôfago, que reduz a peristalse necessária à deglutição. O método foi a análise detalhada dos prontuários dos paciente junto ao Arquivo do HC, organizada em questionário, com o objetivo de caracterizar o perfil desses doentes. Alguns resultados e conclusões, em 2 vertentes.a) epidemiológicas:Prevalência (n=390): Chagásicos (79%), idiopáticos (21%). A duração da disfagia é maior em chagásicos. (10,76 contra 4,45 anos).Observou-se maior idade em chagásicos (média de 49,4 contra 37,6 anos).Grau do mega:predomínio do gr 2(48%) em ambos os grupos. Gr 4 mais freqüente em chagásicos (11% contra 2%); b) resultados cirúrgicos: A modalidade cirúrgica é determinante, havendo complicações em cardiomiotomias (20%), mucosectomias (55%) e esofagectomias (86%). A resolução dos sintomas após cirurgia foi muito boa nas 3 modalidades. Um fator de pior prognóstico é a presença de outras doenças digestivas. Quanto à etiologia, chagásicos tiveram resultado pouco pior (18% de disfagia grave mantida contra 15%). Constatou-se bom resultado no tratamento do megaesôfago no HC/Unicamp,sabendo de dificuldades terapêuticas.

Megaesôfago - Gastrocirurgia - Chagas


B0128



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