Universidade estadual de campinas



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AVALIAÇÃO DOS PORTADORES DE MEGAESÔFAGO NÃO AVANÇADO SUBMETIDOS À CIRURGIA DE HELLER-PINOTTI POR VIDEOLAPAROSCOPIA E LAPAROTOMIA


Nathália da Silva Braga (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Luiz Roberto Lopes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O megaesôfago não-avançado, cujo principal sintoma é a disfagia, possui tratamento através da cirurgia de Heller-Pinotti, por laparotomia (LPO) ou videolaparoscopia (VLP). Visando indicar a via de acesso que proporcione evolução efetiva do paciente, foram revisados 67 prontuários de pacientes do HC-Unicamp, operados no período de 1994-2001, com seguimento ambulatorial de no mínimo 5 anos. A análise foi feita pelos programas Epi-Info 6.0 e SAS for Windows 8.02. Dos 67 pacientes, 44,78% eram do sexo feminino e 55,22%, do masculino, com 62,68% em idade superior a 40 anos. A disfagia esteve presente em 66 pacientes, sendo 50% com grau 1, 42,42% com grau 2 e 7,58%, grau 3. Após 5 anos, verificou-se que: 27 não possuíam disfagia, 8 apresentavam grau 4 e 14, grau 3. Observou-se que as duas vias de acesso proporcionam melhora no quadro de disfagia uniformemente, comparando-se pré e pós-operatório de 5 anos de ambas (p= 0,538 no pré e p= 0,562 no pós). Essa melhora manteve-se além dos 5 anos iniciais (com média= 8 anos e p= 0,309). Houve diferença significativa no tempo de internação (mediana de 2,00 na VLP e 3,00 na LPO, p< 0,001). Portanto, a cirurgia de Heller-Pinotti proporciona melhora evidente da disfagia, independente da via de acesso, mantendo-se por mais de 5 anos. A escolha da via dependerá de variáveis pré-operatórias e tempo de internação, mais vantajosos na VLP.

Megaesôfago - Videolaparoscopia - Heller-Pinotti


B0129

ANÁLISE DA DEPRESSÃO E DA ANSIEDADE EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE


Lucas F. B. Mella (Bolsista FAPESP), Prof. Dr. Paulo Dalgalarrondo (Co-orientador) e Prof. Dr. Manoel Barros Bertolo (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Estudos têm mostrado uma maior prevalência de depressão e ansiedade em pacientes com artrite reumatóide (AR), em comparação com a população geral e com doenças reumatológicas crônico-degenerativas. Objetivos: Estabelecer a prevalência de depressão e ansiedade na AR e comparar com a prevalência desses distúrbios na osteoartrite (OA). Métodos: Em 62 pacientes com AR e 49 pacientes com OA foi aplicada a Escala Hospitalar para Ansiedade e Depressão, foram colhidos dados sócio-demográficos e foi avaliada a incapacidade funcional pelo questionário HAQ-DI. Resultados: Encontramos uma maior prevalência de depressão na AR (53,23%) do que na OA (28,57%), enquanto que a prevalência de ansiedade foi semelhante em ambas (48,39% na AR e 48,98% na OA). Os grupos de pacientes com AR e OA não diferiram quanto às características sócio-demográficas e apresentaram níveis de incapacidade funcional muito parecidos (1,37 ± 0,83 na AR e 1,37 ± 0,64 na OA). Conclusões: Nossos dados revelam que a maior prevalência de depressão na AR pode estar mais associada à fisiopatologia inflamatória e auto-imune da doença (agindo de alguma forma no SNC e levando à depressão), do que à incapacidade funcional, cujos níveis foram similares em OA e AR. Essa hipótese parece não se aplicar à ansiedade.

Depressão - Artrite reumatóide - Osteoartrite


B0130

ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA FUNÇÃO AUDITIVA E DE LINGUAGEM EM CRIANÇAS


Aline Fontolan de Miranda (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A aquisição e o desenvolvimento normal da linguagem nas crianças dependem, além de outros fatores, da integridade da função auditiva. Dessa forma, as alterações auditivas precisam ser diagnosticadas precocemente, a fim de evitar déficits na linguagem oral e no desenvolvimento nas áreas cognitiva, intelectual e social da criança. Esse estudo teve como objetivo acompanhar o desenvolvimento da função auditiva e da linguagem de crianças de 12 a 24 meses de idade cronológica, com indicador de risco para surdez. Para a coleta de dados utilizou-se a Escala de Aquisições Iniciais de Linguagem (Escala ELM), o Protocolo de Observação da Motricidade Oral e o Roteiro de Avaliação da Função Cognitiva. As avaliações foram realizadas aos 12, 18 e 24 meses de idade. No período de Agosto a Dezembro de 2006, foram avaliadas 26 crianças, sendo 3 bebês aos 24 meses, 5 aos 18 meses e 18 aos 12 meses. Aos 24 meses, uma criança apresentou atraso na Escala ELM. Aos 18 meses, uma criança apresentou atraso na Escala ELM, uma na Avaliação de Motricidade Oral e 3 na Avaliação Cognitiva. Aos 12 meses, 3 crianças apresentaram alterações na Escala ELM, uma na avaliação da Motricidade Oral e 2 na Avaliação Cognitiva. Pode-se notar que 17 (65.4%) crianças avaliadas encontram-se com o desenvolvimento da função auditiva e da linguagem dentro do esperado para suas faixas etárias. Essas avaliações se mostram importantes por permitir uma intervenção o quanto antes em casos de alterações.

Escala de desenvolvimento - Perdas auditivas progressivas - Desenvolvimento da linguagem


B0131

ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM EM LACTENTES DE RISCO PARA SURDEZ


Denise Maria Zaratini Fernandes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A deficiência auditiva na infância acarreta déficits na aquisição da linguagem, no desenvolvimento cognitivo e também nas relações sociais de uma criança. A prevenção é uma forma de impedir que a criança sofra as conseqüências da falta de estimulação auditiva. Sabendo da importância do diagnóstico precoce da deficiência auditiva, há a necessidade da triagem auditiva neonatal. Crianças que apresentam indicadores de risco para surdez e que permaneceram em UTI neonatal por mais de 48 horas, mesmo apresentando exames auditivos normais, devem ser avaliadas constantemente até a idade de três anos, pois têm a possibilidade de desenvolver deficiência auditiva tardia. Desta forma, o projeto avaliou lactentes de 4, 8 e 12 meses de idade, utilizando a Escala de Aquisições Iniciais de Linguagem, analisando as funções Expressiva, Receptiva e Visual e um questionário sobre o Sistema Sensório Motor Oral. Foi observado que na escala de Aquisições de Iniciais de Linguagem, dos lactentes avaliados aos 4 e 8 meses nenhum apresentou atraso nas funções Auditivo Expressivo, Auditivo Receptivo e Visual e dos bebês avaliados aos 12 meses, 3 apresentaram atraso na função auditiva expressiva. Já no questionário sobre o Sistema Sensório Motor Oral aos 4 meses nenhum lactente apresentou alteração, aos 8 e 12 meses, um lactente teve alteração. Em casos de atraso, foram adotadas condutas terapêuticas eficientes para que os danos ao desenvolvimento geral da criança fossem amenizados.

Escala de desenvolvimento - Perdas auditivas progressivas - Desenvolvimento da linguagem


B0132



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