Universidade estadual de campinas



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Hospital das Clínicas

B0228

ANÁLISE DA PREVALÊNCIA DA OBESIDADE EM CRIANÇAS DA ESCOLA PÚBLICA SÉRGIO PORTO NA UNICAMP


Juliana Pierobon Gomes  () e Profa Dra Cristina Alba Lalli (Orientadora), Hospital das Clínicas - HC, UNICAMP
A obesidade é considerada hoje uma pandemia tanto em adultos como em crianças. Objetivos: avaliar a prevalência de obesidade e sobrepeso em crianças de 6 a 14 anos e sua relação com renda média familiar, escolaridade dos pais e atividade física. Metodologia: aplicação de questionário e cálculo do IMC. Resultados: em uma amostra de 109 crianças foram encontradas: 26,08% de sobrepeso e 20,18% de obesidade; renda familiar mensal média mais freqüente nas faixas de 2,1 a 5 SM e 5,1 a 10,0 SM e nível de atividade física moderada. Conclusão: não houve correlação significativa entre o IMC e as variáveis citadas

Obesidade - Criança - Prevalência




Instituto Agronômico de Campinas

B0229

HIBRIDIZAÇÃO IN SITU FLUORESCENTE DE GENES ANÁLOGOS DE RESISTÊNCIA EM CROMOSSOMOS DE COFFEA RACEMOSA


Sarah Azoubel Lima (Bolsista PIBIC/CNPq-IAC), Profa. Dra. Mirian Perez Maluf e Profa. Dra. Cecília Alzira Ferreira Pinto Maglio (Orientadora), Instituto Agronômico de Campinas - IAC
Apenas duas variedades de café são cultivadas comercialmente: Coffea arabica e Coffea canephora. Sendo assim, as espécies silvestres são importantes fontes de recursos genéticos. Coffea racemosa possui resistência ao bicho mineiro, praga em cafezais brasileiros, e é utilizada no melhoramento das variedades comerciais. A resistência a pragas e doenças é controlada por genes da planta que codificam proteínas de resistência que interagem especificamente com proteínas de virulência do patógeno, acionando respostas de defesa. Analisando seus domínios conservados, genes análogos de resistência (RGAs) são identificados por similaridade de seqüências. A hibridização in situ fluorescente (FISH) possibilita a localização de RGAs nos cromossomos. Em C. racemosa, foi identificado o RGA BS2, originalmente descrito em Capsicum chacoense. Observam-se sinais desse gene tanto nos cromossomos mitóticos metafásicos quanto nos meióticos paquitênicos, que proporcionam maior resolução. FISH em paquíteno é inédito em café e o protocolo desenvolvido permitirá o mapeamento de outros genes. Um estudo comparativo dos RGAs nas variedades de café está em progresso, visando a determinação da quantidade e distribuição desses genes em variedades diferencialmente resistentes a pragas e doenças.

Café - FISH - Resistência




Instituto de Biologia

B0230

ATIVIDADE ANTIULCEROGÊNICA DA PLANTA ALOE VERA L. (LILIACAE)


Christiane Takayama (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Alba Regina Monteiro Souza Brito (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Plantas medicinais são utilizadas desde a antiguidade, sendo que a investigação fitoquímica e farmacológica aumentou nas últimas décadas, oferecendo avanços importantes no tratamento de várias doenças, como a úlcera gástrica. Cerca de 10% da população ocidental é vítima dessa patologia. Através de levantamentos etnofarmacológicos, foi selecionada a espécie Aloe vera L., popularmente conhecida como babosa, a qual possui gel mucilaginoso rico em glicoproteínas e polissacarídeos que conferem à planta grande capacidade de regenerar tecido. Considerando a quase inexistência de uso popular de plantas medicinais em nosso estado e a ausência de drogas antiulcerogênicas que produzam 100% de remissão da patologia, esse trabalho teve como objetivo estudar o potencial antiulcerogênico do gel liofilizado de Aloe vera L. (GLA) e determinar seus possíveis mecanismos de ação envolvidos. Foram utilizados ratos machos Wistar, provenientes do Centro de Bioterismo da Unicamp (CEMIB). A avaliação do potencial antiulcerogênico do GLA foi realizada através da indução de úlcera por administração oral de etanol. Sua atividade cicatrizante, assim como sua toxicidade foram avaliados por meio de indução de úlcera com ácido acético (30%), via injeção na subserosa do estômago. O GLA, na dose de 300 mg/Kg, possui atividade antiulcerogênica, não possui atividade cicatrizante nem toxicidade, segundo os parâmetros analisados. Há outros testes a serem feitos para melhor determinar sua ação antiulcerogênica.

Atividade antiulcerogênica - Aloe vera L - Gel


B0231

INFLUÊNCIA DA REATIVIDADE GLIAL SOBRE A ULTRAESTRUTURA SINÁPTICA EM MOTONEURÔNIOS MEDULARES DE RATOS NEONATOS APÓS AXOTOMIA PERIFÉRICA E TRATAMENTO COM INTERFERON BETA


Ana Carolina L. M. Payés (), Renata Zanon, Amauri Pierucci e Prof. Dr. Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira (Orientador), , UNICAMP
No presente estudo, investigamos, sob a perspectiva ultraestrutural, a influência da modulação da resposta glial sobre a deaferenciação de motoneurônios medulares, após transecção do nervo ciático e tratamento com interferon beta (IFN). Ratos Sprague Dawley com um dia de vida foram submetidos à axotomia do nervo ciático esquerdo, sendo divididos em dois grupos, um tratado com três doses de 10.000 unidades de IFN beta (uma dose a cada 24 horas, n=4) e o outro tratado com placebo (PB, n=4). Animais normais foram utilizados como controle (n=4). O sacrifício se deu no quarto dia de vida, sendo as medulas espinhais obtidas e processadas para microscopia eletrônica de transmissão. A análise da porcentagem de cobertura sináptica total revelou uma diminuição nos grupos IFN (12.12%±1.04) e PB (11.23%±0.88) em relação ao grupo controle (65.88%±4.23). A lesão periférica dos motoneurônios promoveu uma intensa plasticidade sináptica com uma significativa retração de terminais. Entretanto, não foi verificada uma retração diferencial entre os grupos IFN e PB quanto à porcentagem sináptica total. Assim, nossos resultados indicam que, no período neonatal, o impacto da axotomia periférica sobre os motoneurônios lesados, incluindo a diminuição do aporte de fatores neurotróficos do alvo e do microambiente medular, não pode ser revertido apenas com o aumento da astrogliose reativa.

Motoneurônio - Plasticidade sináptica - Interferon beta


B0232



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