Universidade estadual de campinas



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MECANISMOS MOLECULARES DISPARADOS PELA ASSOCIAÇÃO RIBOFLAVINA/QUIMIOTERÁPICOS EM CÉLULAS DE CÂNCER DE PRÓSTATA


Marylia Marqui Boff (Bolsista PIBIC/CNPq), Willian Fernando Zambuzzi (Co-orientador) e Profa. Dra. Carmen Veríssima Ferreira (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A riboflavina (RF) atua em importantes processos fisiológicos, destacando-se sua atuação como precursora das coenzimas FAD e FMN. Neste trabalho foi avaliada a importância da RF para a ação antitumoral da mitoxantrona (MTX) utilizando-se células de câncer de próstata (PC3), como modelo experimental. Foram analisados os seguintes parâmetros: 1) análise da viabilidade celular (avaliação da função mitocondrial); 2) determinação da indução de morte celular (dosagem da atividade das caspases 3 e 9); 3) análise da expressão de proteínas (immunoblotting). As células foram tratadas com RF, MTX ou com a combinação RF/MTX por 24h. MTX não apresentou efeito citotóxico nas células até a concentração de 4µM, enquanto a combinação MTX (0,5µM):RF (30µM) causou uma diminuição de cerca de 80% da viabilidade celular. A dosagem da atividade das caspases 3 e 9, mostrou que não há envolvimento das mesmas no mecanismo de morte das células PC3 tratadas com RF/MTX. No entanto, a razão Bax/Bcl2 mostrou-se aumentada, sugerindo a participação da mitocôndria no processo de morte. Nossos resultados demonstraram que a RF pode agir como moduladora da ação antitumoral da MTX sobre as células de câncer de próstata.

Câncer de próstata - Riboflavina - Mitoxantrona


B0237

DISPONIBILIDADE DE N E MECANISMOS DE CONSERVAÇÃO DE N EM UMA ESPÉCIE DECÍDUA (ANACARDIUM OCIDENTALE L.), CARACTERÍSTICA DE SOLO ARENOSO E UMA PERENIFÓLIA (BIXA ORELANA BENTH.) DE SOLO FÉRTIL


Guilherme Nascimento Corte (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Cláudia Regina Baptista Haddad (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Quando se relaciona deciduidade foliar à conservação de nitrogênio (N), em geral, espécies perenifólias apresentam mecanismos mais eficientes de conservação deste mineral. A maior longevidade foliar é considerada per se um mecanismo de economia de nutrientes. Acredita-se que a maior eficiência dos mecanismos de economia de nutrientes nas perenifólias possibilite a colonização de ambientes menos férteis. Contudo, Bixa orelana Benth. é uma espécie perenifólia que ocorre em solos férteis e Anacardium ocidentale L. uma decídua encontrada em solo pouco fértil. O fato de uma espécie ser considerada decídua não significa, necessariamente, que suas folhas sejam menos longevas que as de perenifólias. O objetivo deste trabalho foi determinar a longevidade foliar nas duas espécies crescendo em solos com diferentes disponibilidades de N. As plantas foram cultivadas em: 1- terra e receberam solução nutritiva completa ou 2- em areia e receberam solução nutritiva sem N. A longevidade foi determinada com fitas datadas no pecíolo de folhas jovens. Embora A. ocidentale seja decídua, sob baixa disponibilidade de N ela apresentou folhas mais longevas, o que pode explicar sua ocorrência em ambientes menos férteis.

Mecanismos de conservação de nitrogênio - Longevidade foliar - Disponibilidade de nitrogênio


B0238

EFEITO DA GLICINA NO PERFIL INFLAMATÓRIO ASSOCIADO À DOENÇA PERIODONTAL EXPERIMENTAL


Érica Cecchini Madiutto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Dagmar Ruth Stach-Machado (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
As respostas inflamatória e imune aos patógenos periodontais causam a doença periodontal, que representa um grupo de lesões nos tecidos que suportam os dentes. Inúmeros trabalhos têm demonstrado uma função moduladora do aminoácido glicina na resposta inflamatória. Deste modo, este trabalho tem como objetivo avaliar o efeito da glicina na migração de neutrófilos, quantificar a expressão gênica e atividade enzimática das gelatinases MMP-2 e MMP-9 e a expressão gênica das MMPs 13 e 14 e do inibidor RECK no modelo de indução da doença experimental em ratos através da ligadura. Os resultados obtidos até o momento, mostram que a glicina diminui a migração de neutrófilos para o sítio inflamado, antecipa o pico de expressão gênica e de atividade enzimática de MMP2 e retarda a expressão gênica e a atividade enzimática de MMP-9, as quais estão envolvidas na degradação de proteínas estruturais da matriz extracelular como as fibras de colágenas tipo I. As análises de expressão gênica das MMPs 13 e 14 e do RECK estão em andamento.Nosso trabalho visa fortificar o modelo de doença periodontal em ratos, uma importante ferramenta para outros estudos, tentando entender os eventos moleculares associados com a patologia e promover o desenvolvimento de aplicações terapêuticas.

Doença periodontal - Glicina - Inflamação


B0239

COMPARAÇÃO DO EFEITO ERGOGÊNICO DO CALDO DE CANA E DA MALTODEXTRINA NA REPOSIÇÃO DAS RESERVAS DE GLICOGÊNIO MUSCULAR E HEPÁTICO NA RECUPERAÇÃO DE EXERCÍCIO EXAUSTIVO


Ana Carolina Rocha Normand (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Denise Vaz de Macedo (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
O glicogênio muscular é a principal fonte de energia tanto em exercícios prolongados quanto em exercícios intensos e de curta duração. A depleção dessa reserva pode levar a uma queda de rendimento do atleta. Já a reposição rápida dos estoques de glicogênio acelera o tempo de recuperação após os esforços, possibilitando a realização de um maior número de sessões de treinamento durante a semana. O objetivo do presente estudo foi analisar o efeito do caldo de cana em comparação com os da maltodextrina e frutose na reposição dos estoques de glicogênio muscular na recuperação de esforços intensos. Para isso, utilizamos um protocolo de exercício agudo precedido por 24h de jejum, que induz depleção significativa das reservas de glicogênio muscular e hepático. Em seguida os animais foram suplementados com diferentes soluções ricas em carboidratos (caldo de cana, maltodextrina e frutose), sendo quantificados as concentrações de glicogênio nesses tecidos após 1h de recuperação. Todas as suplementações provocaram aumento significativo nos estoques de glicogênio muscular, sendo que o caldo de cana foi o único suplemento que permitiu o inicio da reposição dos estoques de glicogênio no fígado. Esses resultados demonstram que o caldo de cana pode ser um repositor das reservas de glicogênio muscular e hepático tão eficiente quanto à maltodextrina e a frutose, apresentando-se como uma alternativa às soluções de carboidratos existentes no mercado para esse fim, por ser um produto de fácil obtenção, e principalmente de baixo custo, ideal para as condições sócio-econômicas dos atletas nacionais.

Caldo de cana - Glicogênio - Exercício exaustivo


B0240



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