Universidade estadual de campinas



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PADRONIZAÇÃO DE GÉIS 2D PARA AMOSTRAS DE SORO DE RATOS


Michelli Cristina de Andrade Gonçalves (Bolsista PIBIC/CNPq), Dra. Fernanda Lorenzi Lazarim (Co-orientadora) e Profa. Dra. Denise Vaz de Macedo (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A análise proteômica permite separar, quantificar e identificar o perfil protéico de tecidos e fluidos biológicos, possibilitando a visualização das alterações ao nível protéico em resposta a um estímulo estressor. O sangue reflete o estado fisiológico de todos os tecidos, permitindo a identificação de biomarcadores que no futuro podem ser monitorados por técnicas não invasivas, mais simples e baratas. Embora seja uma amostra de fácil acesso, o proteoma de soro apresenta muitos desafios, dentre eles a presença de proteínas extremamente abundantes como albumina e imunoglobulinas (IgG). O objetivo do presente trabalho foi padronizar a preparação de amostra de soro de ratos através do fracionamento do soro total, isolando as proteínas albumina e IgG. Para isso, 1 mL de soro foi submetido a cromatografia com proteína G para retirada de IgG. A fração sem IgG foi submetida a cromatografia com concanavalina A para retirada da albumina. Todas as frações foram dialisadas, liofilizadas e em seguidas submetidas à eletroforese bidimensional. Como resultado, obtivemos 4 géis com perfis protéicos distintos: soro total; amostra com IgG apenas; amostra sem IgG e sem albumina e amostra sem IgG e com albumina. Diversas proteínas antes não visualizadas na região da albumina e IgG puderam ser vistas após a retirada das mesmas. Essas frações permitem o estudo das alterações induzidas pelo exercício em diversas proteínas, mesmo naquelas de difícil visualização.

Soro sanguíneo - Preparação de amostra - Análise proteômica


B0241

ALTERAÇÕES CRÔNICAS DAS CONCENTRAÇÕES DE ALANINA/GLUTAMATO/GLUTAMINA PLASMÁTICA E GLICOGÊNIO MUSCULAR EM RATOS WISTAR INDUZIDOS AO OVERTRAINING


Rejane Cristina Lucco (Bolsista PIBIC/CNPq), Rodrigo Hohl (Co-Orientador) e Profa. Dra. Denise Vaz de Macedo (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Diversas hipóteses vêm sendo sugeridas para explicar os mecanismos envolvidos na queda de desempenho observada no estado de overreaching/overtraining. A dificuldade de se estabelecer modelos comparativos e reprodutíveis de indução desses estados parece ser a maior causa do conflito das informações. O presente estudo utilizou um protocolo de treinamento de indução de overreaching em ratos, estabelecido pelo aumento das sessões diárias de treino de 1 para 2, 3 e 4 vezes, com diminuição no tempo de recuperação entre elas (24, 4, 3 e 2 h), e diagnosticado através de um teste de desempenho. Ao final do treinamento foram selecionados três grupos: Treinado (T), Alto Desempenho (AD) e Baixo Desempenho (BD). Nosso objetivo foi analisar as diferenças adaptativas entre os ratos AD e BD em relação às concentrações plasmáticas dos aminoácidos alanina, glutamato e glutamina e do glicogênio do músculo gastrocnêmio vermelho. Os ratos foram analisados 60 h após o teste de exaustão, e 120 h após a última sessão de treino. As concentrações de glicogênio muscular apresentaram níveis similares nos grupos T, AD e BD, significativamente acima do grupo controle (CO). As concentrações plasmáticas de alanina não apresentaram variações significativas em nenhum dos grupos analisados. A razão glutamina/glutamato foi significantemente maior nos grupos T e AD em relação aos grupos CO e BD. Os resultados obtidos permitem-nos descartar a hipótese da queda na concentração do glicogênio muscular como causa da queda de desempenho. Por outro lado, os valores das concentrações plasmáticas de glutamina e glutamato reforçam dados da literatura observados em atletas overtreinados.

Glutamina - Glicogênio - Exercício físico


B0242

ANÁLISE MORFOLÓGICA DE ADIPÓCITOS ISOLADOS DE REGIÕES MESENTÉRICA, EPIDIDIMAL E PERI-RENAL DE RATOS SUBMETIDOS A ESTRESSE


Débora de Carvalho Pinheiro, Juliana de Almeida (Bolsista FAPESP), Elaine P. Francesconi (Doutoranda) e Profa. Dra. Dora Maria Grassi-Kassisse (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
No modelo de estresse por choque nas patas desenvolvido em nosso laboratório observamos que o animal apresenta hiperinsulinemia, hiperglicemia, lipólise aumentada associada à perda de peso entre as sessões de choque nas patas. Em função destes resultados, nosso objetivo foi verificar se havia alterações no peso de panículos adiposos de diferentes regiões de ratos estressados bem como avaliar o tamanho dos adipócitos destes depósitos. Foram avaliados os panículos adiposos das regiões: epididimal, peri-renal e mesentérica antes e após as três sessões de choques nas patas. Os animais foram submetidos a três sessões de estresse por choque nas patas como descrito em Farias-Silva et al. (2004). Os adipócitos foram isolados segundo método de Rodbell modificado (1964). Uma alíquota da suspensão celular final foi contada em câmara Mallassez para registro fotográfico e medida utilizando o software IMAGE PRO PLUS ANALYSER após captura de imagem através do microscópio Leica. Os resultados foram expressos em médias de 4 contagens. As análises foram realizadas utilizando o teste t de Student entre os grupos controle (CO) e estressado (ST). Nos ratos estressados houve uma redução significativa na área (CO: 1102+24,76 vs ST: 888,50+34,07 µm2) e no diâmetro (CO: 34,67+0,41 vs ST: 30,39+0,48 m) dos adipócitos isolados da região mesentérica em relação ao grupo controle, sem nenhuma alteração significativa nos adipócitos isolados das outras regiões. Não houve alteração no número de adipócitos entre os grupos. Esta diferença regional está provavelmente relacionada a diferença na quantidade de adrenoceptores β (lipolíticos) na região mesentérica.

Adipócitos - Estresse - Mesentérico


B0243

Análise da concentração de cortisol salivar em sujeitos submetidos ao Yoga


Janir Coutinho Batista (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Dora Maria Grassi-Kassisse (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Durante situações de estresse, é ativada a medula adrenal, liberando, principalmente adrenalina, que pode preservar a integridade do meio interno, por promover ajustes antecipatórios e compensatórios, que podem aumentar a probabilidade de sobrevivência. A participação dos glicocorticóides na reação de estresse inclui duas classes de ações: uma ação moduladora, que altera a resposta do organismo durante a reação de estresse; e outra ação preparatória, que prepara o organismo para enfrentar um subseqüente estressor ou adaptar-se ao estresse crônico. Atualmente o aumento no número de situações estressantes tem levado indivíduos a apresentarem inúmeras doenças. Para o tratamento das mesmas vem sendo recomendada a prática do Yoga. Os objetivos do presente projeto são: avaliar concentração salivar de cortisol em indivíduos saudáveis e com doenças antes e após programa de Yoga (Instituto Visão Futuro-Campinas). Todos os indivíduos serão convidados a participar do projeto (Termo de Consentimento Informado). As doenças serão identificadas pelos médicos de cada paciente a anexado junto a documentação com o CID de cada uma. O índice de estresse percebido será quantificado através de questionário: antes do início da prática do Yoga e depois de três meses de prática. Os resultados dos grupos serão expressos sobre a média da amostragem. Todos os resultados receberão tratamento estatístico (Programa EPI-INFO versão 6.5 ou Prisma Software). As diferenças entre os grupos serão consideradas estatisticamente significantes quando o valor de p < 0,05. O trabalho se iniciou em março e está em fase de coleta de dados.

Cortisol - Estresse - Yoga


B0244



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