Universidade estadual de campinas



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ANÁLISE FILOGENÉTICA DAS ENZIMAS GLICOLÍTICAS COLETADAS A PARTIR DE QUATRO BANCOS DE DADOS DE VIAS METABÓLICAS


Renato Milani () e Prof. Dr. Eduardo Galembeck (Orientador), , UNICAMP
A análise filogenética molecular de seqüências biológicas vem sendo utilizada para a abordagem de questões de extrema importância para a Biologia. A aplicação de tais técnicas para determinar como as seqüências das enzimas da via glicolítica e seus genes evoluíram é o propósito deste trabalho. Um banco de dados construído em MySQL contendo informações coletadas sobre 33 enzimas da glicólise de 72 organismos (EC numbers: 1.1.1.27, 1.1.1.28, 1.2.1.12, 1.2.1.13, 1.2.1.9, 2.7.1.1, 2.7.1.11, 2.7.1.146, 2.7.1.147, 2.7.1.2, 2.7.1.40, 2.7.1.41, 2.7.1.63, 2.7.1.69, 2.7.1.90, 2.7.2.-, 2.7.2.3, 2.7.9.1, 3.1.3.10, 3.1.3.13, 3.1.6.3, 3.2.1.86, 3.6.1.7, 4.1.2.13, 4.2.1.11, 4.6.1.-, 5.1.3.15, 5.1.3.3, 5.3.1.1, 5.3.1.9, 5.4.2.1, 5.4.2.2, 5.4.2.4) presentes em quatro bancos de vias metabólicas (KEGG, ExPASy, MetaCyc e PUMA2), serviu de base para alinhamentos entre as seqüências de nucleotídeos e aminoácidos, usando o algoritmo ClustalW com parâmetros padrão implementado no software BioEdit, tanto individualmente para cada enzima quanto de forma concatenada, alinhando a via glicolítica de cada organismo. Árvores filogenéticas foram construídas a partir dos alinhamentos, evidenciando a relação evolutiva entre o conjunto de enzimas. Os alinhamentos e árvores produzidos atestaram a validade do método utilizado e reforçaram algumas das últimas tendências filogenéticas na classificação de organismos.

Filogenia - Glicólise - Evolução


B0245

ANÁLISE FENOTÍPICA DO MÚSCULO ESTERNOMASTÓIDE DE CAMUNDONGOS DAS LINHAGENS MDX E C57BL/10


Anderson Neri Guido () e Profa. Dra. Elaine Minatel (Orientadora), , UNICAMP
Os músculos esqueléticos, em geral, são constituídos por vários tipos de fibras que expressam diferentes isoformas de miosina. Esta diversidade de fibras permite ao músculo ajustar-se às necessidades funcionais conferindo-lhe considerável plasticidade. Devido ao fato de que não há relatos da composição do tipo de fibras do músculo esternomastóide (STN) em camundongos, o objetivo do presente estudo foi verificar o fenótipo desse músculo em camundongos das linhagens mdx (modelo experimental da distrofia muscular de Duchenne) e C57BL/10 (heterozigotos para o gene que desencadeia a distrofia muscular e que deram origem à linhagem mdx). Cortes transversais de 12 micrometros do músculo STN das referidas linhagens foram submetidos à reação de mATPase após pré-incubações em pH ácidos (4.25 e 4.55) e alcalino (10.6). Os resultados mostraram que o músculo STN dos referidos camundongos possui duas porções distintas, uma vermelha e outra branca. Apresenta raras fibras do tipo I, sendo predominantemente composto por fibras do tipo II. Observou-se também a presença de fibras híbridas dos tipos IC, IIC, IIAD, IIDA, IIDB e IIBD. De acordo com os resultados obtidos conclui-se que o fenótipo do músculo STN, tanto na linhagem mdx como na C57BL/10, é de contração rápida.

Tipos de fibras - Músculo esternomastóide - Camundongo mdx


B0246

MOVIMENTO DO Ca2+ EM ILHOTAS PANCREÁTICAS DE CAMUNDONGOS SUPLEMENTADOS COM TAURINA


Juliano Carvalho Bento (Bolsista PIBIC/CNPq), Doutoranda Rosane A. Ribeiro (Co-orientadora/FAPESP) e Prof. Dr. Everardo Magalhães Carneiro (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Estudos tem demonstrado a importância da manutenção da concentração plasmática de taurina (TAU) e o não desenvolvimento do Diabetes. Neste trabalho avaliamos em ilhotas de Langerhans (LAN) de camundongos suplementados com 2% de TAU, o movimento dos íons Ca2+ estimulado por glicose. Camundongos Swiss de 60 dias foram divididos em 2 grupos experimentais: Controle (CON), e TAU. Eles foram tratados dos 60 aos 90 dias com 2% de TAU adicionado a água de beber. Durante a suplementação os animais ganharam peso de maneira uniforme e a adição do aminoácido TAU na dose de 2% na água de beber não alterou o ganho de peso corporal (CON=38,71±1,92; TAU=38,85±1,75g), ingesta hídrica (CON=8,3±0,5; 8,3±0,5 mLxdia-1) e ingesta de ração (16,7±0,1; 16,3±0,1 gxdia-1). A secreção de insulina de LAN isoladas pelo método da colagenase estimuladas com 11,1 mM de glicose foi de 2,1±0,18 para CON e de 2,6±0,07 para TAU. Os resultados foram analisados por teste t de Student, p<0,05. O movimento de cálcio foi maior nas ilhotas TAU quando comparada com as CON. Assim, o tratamento com TAU não altera o estado nutricional do animal, porem evidenciamos uma aumento na capacidade secretória de insulina das LAN possivelmente por uma maior mobilização dos íons cálcio nestas células.

Taurina - Insulina - Cálcio


B0247

MODELAGEM ESTATÍSTICA DO PERFIL DE SECREÇÃO DE INSULINA DE ILHOTAS DE RATOS SUBMETIDOS A RESTRIÇÃO PROTÉICA E SUPLEMENTAÇÃO COM LEUCINA


Rafael de Souza Lourenço (Bolsista PIBIC/CNPq), Pós-Doc. Eliane Filiputti (Co-orientadora) e Prof. Dr. Everardo Magalhães Carneiro (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Temos demonstrado que animais que sofreram um processo de restrição protéica têm modificado seu mecanismo de secreção de insulina frente à glicose. A suplementação nestes animais com leucina (SL) normaliza a resposta secretória de ilhotas Langerhans (RSIL). Neste trabalho, avaliamos a RSIL em ratos Wistar submetidos à dieta contendo 6% (D) e 17% (C) de proteína, com (DL e CL) e sem (DC e CC) suplementação de leucina, para a obtenção de um modelo de Regressão que relacione níveis de insulina, percentual de proteína na dieta e teor de leucina na água de beber. Através da análise de variância verificamos que somente a redução de proteína influi na massa corporal dos grupos estudados, peso final DC=319,6±38,5; DL=279±34,9; CC=362,0±15,7 e CL=396.2±48.2., porem o peso dos órgãos não obedeceu a mesma distribuição. A SL elevou a glicemia somente no grupo D. Quando avaliamos a RSIL as duas variáveis em estudo (D e SL) promoveram alterações: D induziu redução da secreção de insulina em DC e DL em relação ao grupo CC e CL, já SL restaurou a RSIL em DL, e elevou de maneira significativa no grupo CL O conjunto de dados até o presente momento permite concluir que RSIL é alterada pelos fatores D e SL de modo mensurável e descrito por um modelo baseado em análise de regressão.

Restrição-protéica - Insulina - Leucina


B0248



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