Universidade estadual de campinas



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Instituto de Física "Gleb Wataghin"

B0293

Quantificação de sinais espectroscópicos de ressonância magnética do cérebro humano in vivo utilizando o método QUEST


Carlos S. B. Dias e Profa. Dra. Gabriela Castellano (Orientadora), Instituto de Física “Gleb Wataghin” - IFGW, UNICAMP
A técnica de espectroscopia por ressonância magnética (MRS) permite o estudo da composição química de maneira não-invasiva e dessa forma, quantificar a concentração de metabólitos. Sendo assim a MRS tem sido utilizada no estudo do cérebro humano e suas patologias, já que várias desordens neurológicas apresentam variações nas concentrações de metabólitos específicos. Para determinar as concentrações utilizamos o software jMRUI (http://www.mrui.uab.es/), software destinado ao pré-processamento e quantificação de sinais de MRS in-vivo. Este software engloba o método NMR-SCOPE, que gerar uma simulação a cada metabólito e os parâmetros de aquisição. E o método QUEST que quantifica a concentração destes metabólitos.Neste trabalho construímos uma base de espectros dos principais metabólitos encontrados no cérebro humano: Lactato, N-acetil-aspartato, Creatina e Cholina; sobre os parâmetros do protocolo utilizado rotineiramente no HC da Unicamp para MRS (seqüência PRESS, TR=1500ms, TE=135ms, freqüência 8.1271MHz, campo 2T), e estimamos as concentrações destes metabólitosde para sujeitos controles e sujeitos portadores de tumores.

Espectroscopia - Ressonância magnética - JMRUI


B0294

ESTUDO SOBRE IMAGENS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA PONDERADAS PORDIFUSÃO APLICADAS AO DIAGNÓSTICO E CARACTERIZAÇÃO DE TUMORES CEREBRAIS


Edna Marina de Souza (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Gabriela Castellano (Orientadora), Instituto de Física “Gleb Wataghin” - IFGW, UNICAMP
Imagens de ressonância magnética (RM) ponderadas por difusão apresentam características de contraste que as diferenciam das imagens de RM convencionais. Com a ponderação por difusão o contraste é determinado pelo movimento randômico dos prótons de água. Em processos patológicos, a magnitude da organização estrutural dos tecidos é alterada pela destruição ou regeneração de elementos membranosos, bem como por alterações celulares referentes à osmolaridade, permeabilidade e transporte ativo. Tais alterações podem ser detectadas através da variação no número de moléculas de água entre os tecidos. Em imagens de RM, efeitos de difusão são detectados através da inserção de gradientes bipolares nas seqüências de pulso empregadas na aquisição das mesmas. Neste estudo correlacionam-se algumas das principais técnicas de imagens de RM ponderadas por difusão com as características histopatológicas e bioquímicas dos gliomas, com base em informações contidas na literatura. Dentre estes tumores, a técnica mostrou-se de extrema importância para a caracterização do glioblastoma multiforme, possibilitando a diferenciação entre tecidos e apresentando as vias de propagação das células tumorais, o que não é obtido através de outros métodos de imagem.

Ressonância magnética - Difusão - Gliomas




Instituto de Química

B0295

PURIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO FRAGMENTO C-TERMINAL DA CHAPERONE HSP90 HUMANA E DO MUTANTE M125V/K162R/L179P DE SUA CO-CHAPERONE HOP


Danieli C. Gonçalves (Bolsista PIBIC/CNPq), Thiago C. Cagliari, Lisandra M. Gava e Prof. Dr. Carlos Henrique Inácio Ramos (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
As chaperones são proteínas envolvidas em importantes processos celulares como degradação, transporte, enovelamento e desagregação protéica. A chaperone Hsp90, em conjunto com suas co-chaperones, exerce um importante papel para a viabilidade dos organismos. O objetivo deste estudo é a purificação e caracterização do fragmento C-terminal da chaperone Hsp90 humana e do mutante M125V/K162R/L179P de sua co-chaperone Hop. Para os ensaios de caracterização foram empregadas técnicas de eletroforese em gel de poliacrilamida, ultracentrifugação analítica, espectropolarimetria de dicroísmo circular (CD), fluorescência e espalhamento dinâmico de luz (DLS). As metodologias de purificação foram estabelecidas e os ensaios de caracterização estão em início para o fragmento C-terminal da Hsp90 e em andamento para o mutante da co-chaperone Hop. Segundo os resultados preliminares, o mutante é um monômero ao passo que estudos sugerem que a Hop em sua forma selvagem é um dímero. Quanto à estrutura secundária e terciária, tanto o mutante como o tipo selvagem, são ricos em alfa-hélice e possuem seu único triptofano parcialmente exposto ao solvente.

Chaperones - Enovelamento protéico - Estrutura-função


B0296

CARACTERIZAÇÃO POR MÉTODOS ESPECTROSCÓPICOS DA LIGAÇÃO DO DNA A PROTEÍNA TELOMÉRICA LARPA-1 (Leishmania amazonensis Replication Protein A -1)


Karina E. Gui (Bolsista OMS - Organização Mundial de Saúde), Cristina B.B. Lira, Profa. Dra. Maria I. N. Cano (Co-orientadora) e Prof. Dr. Carlos Henrique Inácio Ramos (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
As proteínas teloméricas têm a função de proteger os terminais cromossômicos e regular a atividade da telomerase. A proteína LaRpa1 (L eishmania amazonensis Replication Protein A -1 foi encontrada interagindo com DNA telomérico de Leishmania in vitro e in vivo. O objetivo deste trabalho é identificar e caracterizar a ligação da proteína LaRpa-1 com o DNA telomérico. A proteína recombinante LaRpa-1 foi expressa em bactérias usando o sistema pET, apresentando-se na fração insolúvel. Metodologias para purificação, solubilização e re-enovelamento da proteína foram padronizadas. No presente estudo foram utilizados métodos espectroscópicos: dicroísmo circular e fluorescência estática. Análises por dicroísmo circular mostraram que LaRpa-1 é constituída parcialmente de folha- e -hélice. As alterações estruturais visíveis correspondem a ganho de estrutura secundária na presença do DNA, entretanto a estrutura terciária não sofre alteração. A ligação de DNA também causa um apagamento da emissão de fluorescência do Trp e estabiliza estruturas folha- formadas durante o processo de desenovelamento térmico.

Telômeros - Estrutura - LaRpa-1


B0297

CLINDAMICINA: ASSOCIAÇÃO COM NANOPARTÍCULAS DE PRATA


Ana Carolina Gonzaga, Profa. Dra. Roseli De Conti (Co-orientadora), Prof. Dr. Marcelo Brocchi (Co-orientador) e Prof. Dr. Nelson Eduardo Durán Caballero (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
A clindamicina é um antibiótico efetivo contra organismos aeróbicos e anaeróbicos Gram-positivos e Gram-negativos. Compostos baseados em nanopartículas de prata apresentam efeitos biocidas, e propriedades físico-químicas únicas, inclusive propriedades farmacológicas e terapêuticas. O objetivo deste trabalho é verificar o uso da clindamicina em sistemas de liberação controlada empregando-se nanopartículas de prata com a finalidade de melhorar as propriedades farmacológicas e terapêuticas do fármaco. Nanopartículas de prata foram obtidas através de uma reação de oxido-redução com nitrato de prata empregando-se o ácido ascórbico como agente oxidante. Os diâmetros médios efetivos das nanopartículas foram determinados através de MEV (175 a 385nm). O potencial zeta das nanopartículas mostrou partículas negativamente carregadas com carga -6,3 mV. As atividades biológicas do antibiótico clindamicina livre e associado com nanopartículas de prata mostraram um efeito sinergístico da atividade bactericida deste antibiótico quando associado à nanopartículas de prata em Escherichia coli. Os valores de MIC encontrados foram 160µg/mL prata livre ,10µg/mL clindamicina e 4µg/mL prata-clindamicina associadas.

Nanosilver - Bactericida - Clindamicina


B0298

SISTEMAS POLIMÉRIOCOS DE LIBERAÇÃO CONTROLADA ENCAPSULANDO VIOLACEÍNA: FUNCIONALIZAÇÃO COM DERIVADOS LIPOFÍLICOS DO ÁCIDO ASCÓRBICO E ATIVIDADES ANTITUMORAL


Dorival Martins Junior (Bolsista SAE/UNICAMP), Sérgio Teixeira e Prof. Dr. Nelson Eduardo Durán Caballero (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Sabe-se que células tumorais absorvem e armazenam mais ácido ascórbico que células normais. Vista essa diferença bioquímica, este trabalho visou obter sistemas poliméricos de liberação sustentada à base de poli-(lactídeo-co-caprolactona) encapsulando o composto antitumoral violaceína e funcionalizado com um derivado lipofílico do ácido ascórbico (ascorbil-éster). A intenção é direcionar esse sistema a atingir especificamente células tumorais. As partículas foram preparadas pelo método de emulsão seguida de evaporação do solvente com adição do ascorbil-éster à fase orgânica da preparação. Posteriormente, as partículas foram caracterizadas quanto à morfologia por microscopia eletrônica de varredura, total encapsulado de violaceína por espectroscopia de UV-vis a 575 nm, rendimento do polímero, presença de ascorbil-éster por cromatografia de camada delgada (TLC) e cinética de liberação in vitro. Foram obtidas micropartículas com morfologia esférica e lisa. O rendimento do polímero foi de 79% e a eficiência de encapsulamento foi de 80% (0,059 μg.mg-1 de partículas). A análise de TLC mostrou que o ascorbil-éster permaneceu na estrutura das micropartículas após a preparação. Apesar disso, não se conseguiu determinar se o ascorbil-éster permaneceu recobrindo a superfície externa das micropartículas ou se foi encapsulado no interior da matriz polimérica. Nos ensaios de cinética de liberação foi observada uma liberação abrupta de 20% da violaceína encapsulada nas micropartículas entre 0 e 18 horas de análise. Posteriormente, a violaceína foi liberada de maneira gradativa até 128 horas. Após 168 horas, 81% da violaceína encapsulada foi recuperada.

Funcionalização - Ascorbil-éster - Violaceína.










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