Universidade estadual de campinas



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Instituto de Geociências

E0350

GERAÇÃO DE PRODUTOS DERIVADOS DE DADOS AEROGEOFISICOS E DE SENSORES REMOTOS E SUA APLICAÇÃO NO MAPEAMENTO DOS DISTRITOS DIMANTÍFEROS NA REGIÃO DE DIAMANTINA, MG


Andréia Cristina Ruy (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Adalene Moreira Silva (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O presente trabalho aborda a análise integrada de dados aerogeofísicos, sensores remotos e geológicos integrados a informações sobre as ocorrências minerais já conhecidas dos depósitos diamantíferos da Bacia Espinhaço Meridional. O produto Mapa de Domínios Magnéticos foi gerado a partir de dados magnetométricos e sua fusão com dados do sensor Landsat 7/ETM+. Nele caracterizou-se o comportamento magnético das rochas e as feições estruturais. A análise dos dados gamaespectrométricos resultou na classificação de 14 respostas diferentes para a área de estudo apresentadas no Mapa Litogeofísico. Estes dados foram validados em etapa de campo e sua integração possibilitou um refinamento na cartografia geológica local. Caracterizou-se também o comportamento magnético diferenciado da Fm. Sopa-Brumadinho, rocha hospedeira, e a Fm. Galho do Miguel estratigraficamente acima dos depósitos. A Formação Galho do Miguel apresenta baixos valores de amplitude no Campo Magnético Anômalo e uma amplitude média na porção oeste da área, próxima ao contato com a Formação Sopa Brumadinho.

Integração de dados - Distritos diamantíferos - Mapeamento geológico


E0351

INTEGRAÇÃO DE DADOS GEOFÍSICOS E GEOLÓGICOS DO CORPO BATOLÍTICO SÃO TIAGO, PORÇÃO SUL DO CRÁTON SÃO FRANCISCO


Camila Andrade Passarella (Bolsista PIBIC/CNPq), Catarina L. Benfica Toledo (Co-orientadora) e Profa. Dra. Adalene Moreira Silva (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A região de São Tiago está inserida no limite entre o Cinturão Mineiro (CM) e um conjunto de rochas arqueanas deformadas (RAD) no paleoproterozóico, na qual observa-se um corpo granítico deformado que foi datado em 2,05 Ga (U-PB/Shrimp, Silva et al. 2002). Na primeira etapa do projeto foi elaborado um mapa litogeofísico na escala 1: 100.000 a partir de dados aerogeofísicos do Projeto Pitangui - Ipatinga - São João Del Rey, no intuito de caracterizar a natureza deste corpo. Assim, o principal objetivo deste trabalho foi a análise, interpretação e integração destes dados com os aspectos petrográficos da região em apreço e sua validação em trabalho de campo. Para tanto foram utilizados os dados aerogeofísicos do Projeto Pitangui – São João Del Rey - Ipatinga, realizado pela Secretaria de Minas e Energia (SEME), Estado de Minas Gerais, bem como os mapas gerados no projeto anterior; dados cartográficos da região (mapas geológicos e planialtimétricos); e dados interferométricos SRTM. A interpretação e análise de todos estes dados somados a uma etapa de campo e posterior análise de lâminas delgadas, permitiu caracterizar este corpo plutônico, mapeando as variações faciológicas e suas correlações com os dados gamaespectrométricos.

Geofísica - Petrografia - Cinturão mineiro


E0352

ANÁLISE INTEGRADA DE DADOS AEROGEOFÍSICOS E DE SENSORIAMENTO REMOTO NO MAPEAMENTO GEOLÓGICO DA REGIÃO DE ALVORADA DE MINAS, ESPINHAÇO MERIDIONAL, MG


Érico Natal Pedro Zacchi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adalene Moreira Silva (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A região compreendida entre os municípios de Serro, Alvorada de Minas e Conceição do Mato Dentro, na porção leste da Serra do Espinhaço Meridional, no estado de Minas Gerais, tem sido objeto de estudos e dissertações à décadas, com ênfase na sua elevada potencialidade mineral, especialmente cromo e ferro. Ainda não houve, porém, o amplo desenvolvimento da atividade mineradora nesta região, em parte devido à dificuldade para a realização de estudos mais detalhados, especificamente no que se relaciona ao mapeamento geológico básico, devido à vasta cobertura de solos e vegetação, que restringem a ocorrência de bons afloramentos para o mapeamento. A partir da análise qualitativa dos dados aerogeofísicos (gamaespectométricos e magnetométricos) e dos dados do sensor ETM+/Landsat-7 em ambiente Sistema de Informações Geográficas (SIG), foram gerados mapas de domínios magnéticos, litogeofísico e de alvos para ocorrência mineral, depois validado em trabalho de campo. O resultado final apresentado consiste em uma mapa geológico na escala 1:50.000 da região de estudo, contribuindo com novos dados para a melhor compreensão da evolução geológica da borda leste da Serra do Espinhaço.

Geofísica - Mapeamento geológico - SIG


E0353

ESTUDO DAS ELETROFÁCIES DO CAMPO DE NAMORADO


Fernanda Gusson Roscito (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Alexandre Campane Vidal (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Este projeto tem por base determinar as eletrofácies dos poços verticais e direcionais do Campo de Namorado, principal província petrolífera brasileira, situada na Região Sudeste do país, utilizando um conjunto de informações advindas da suíte de perfis dos poços, fornecidas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). Dessa forma, foram analisados os perfis Raios Gamma, Densidade, Neutrão e dados de testemunhos dos seguintes poços: 3NA01A, 3NA02, 3NA04, 7NA07, 7NA11A, 8NA22 e 4RJS42. Para análise integrada de perfis e dos testemunhos, foram considerados intervalos de interesse correspondentes às fácies 6, 8, 9 e 10, caracterizados como melhores reservatórios. Considerando que cada fácies gera uma resposta diferente no perfil geofísico, foram desenvolvidas rotinas de programação em linguagem VBA (Visual Basic for Applications) para a aquisição dos valores dos perfis no intervalo das fácies selecionadas, permitindo avaliar as variações dos valores para as fácies e indicar o intervalo apropriado para a identificação das mesmas em perfil, sem a necessidade de testemunho. A partir disso, foram gerados os números de ocorrências para cada valor das variáveis de perfil, permitindo inferir intervalos nas variáveis estudadas, características de cada fácies. Com isso, foram consideradas duas hipóteses de classificação para cada fácies: otimista e pessimista, para avaliar as diferentes espessuras de rocha reservatório, considerando os dois cenários.

Eletrofácies - Campo de Namorado - Análise multivariada


E0354

ANÁLISE DE INCERTEZAS DOS DADOS DE PETROFÍSICA DO CAMPO DE NAMORADO


Rafael Augusto Reginato (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Alexandre Campane Vidal (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
As incertezas associadas a análise petrofísica são importantes etapas na caracterização geológicas de reservatórios. Assim, métodos para o cálculo de propriedades da rocha constituinte, tais como porosidade e permeabilidade foram analisadas neste trabalho. Neste projeto de pesquisa utilizaram-se as informações de perfis geofísicos e testemunhos, da base de dados do Campo de Namorado - Bacia de Campos, para a caracterização de porosidade por meio da análise estatística. Para a avaliação com base em amostras de rocha, utilizaram-se lâminas delgadas da Formação Tietê - Bacia do Paraná. Os cálculos de porosidade em perfil, testemunho e lâmina delgada apresentaram significativa variabilidade, que gera dificuldade para obtenção de valores médios representativos para reservatórios. Por isso, a análise geológica de reservatório necessita de aplicação dessa incerteza, mostrando possíveis cenários, otimistas e pessimistas, para o campo. O uso dos métodos a serem apresentados visa o desenvolvimento da caracterização de reservatórios que, por meio da análise de incertezas possibilita a incorporação da análise de risco na caracterização geológica do reservatório.

Analise petrofísica - Reservatório - Incertezas geológicas


E0355

DETERMINAÇÃO DE RAZÕES ISOTÓPICAS U-PB EM NIST-610 PELA TÉCNICA DE LAFS-ICPMS


Felipe Garcia Domingues da Costa (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Alfonso Schrank (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Em 2006, um sistema de ablação a laser em fentosegundos acoplado a um ICPMS foi instalado no IG-Unicamp, permitindo a determinação de razões isotópicas a partir do material abladado, próximo à técnica de melhor precisão (ID-TIMS), com produtividade 100x maior e custos 10x menores. Para a implantação da técnica, o presente trabalho insere-se no acompanhamento do estabelecimento das calibrações e rotinas de análise, utilizando padrões certificados, com quantidades conhecidas dos elementos U, Pb e Th, por serem elementos fundamentais para a datação geocronológica absoluta. Diversas análises foram realizadas variando parâmetros do feixe laser como o tempo de incidência na amostra, o deslocamento do feixe, o tamanho da cratera produzida e parâmetros do ICPMS como o tempo de leitura de cada elemento e a quantidade de ciclos de leitura por análise. A reproducibilidade do experimento durante esses primeiros ensaios mostrou-se insatisfatória e o fracionamento de massa maior que o previsto. O 235U mostrou um comportamento distinto dos outros isótopos com detecção abaixo do esperado. O fracionamento de massa será alvo de detalhamento com estudos posteriores, assim como o uso de novas estratégias na determinação do 235U que é empobrecido no standard utilizado.

NIST-610 - LAfs-ICPMS - Isótopos de U-Pb


E0356

DETERMINAÇÕES ISOTÓPICAS U-Pb EM ZIRCÕES E MONAZITAS DETRÍTICOS APLICADO AO DISTRITO DE NOVA LIMA – MG UTILIZANDO RESULTADOS OBTIDOS POR SHRIMP


Michelsen Quintana da Silva Wurdig (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Alfonso Schrank (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Datações geocronológicas U-Pb obtidas em zircões e monazitas são relevantes, pois seus resultados permitem o refinamento dos modelos crono-estratigráficos, tectônicos e a prospecção de depósitos minerais. Neste projeto de pesquisa foram analisados os dados provenientes de determinações isotópicas, realizadas por meio de microssonda iônica SHRIMP II, em zircões detríticos pertencentes às rochas metassedimentares do nível 25 da chamada Mina Grande, na Mina de Morro Velho, Nova Lima – MG. Para posteriormente complementar este estudo foram preparados, por métodos tradicionais de concentração de minerais, zircões de uma rocha metassedimentar e de um meta-riodacito de áreas ao sul do Complexo de Minas do Faria, próximas a Rio Acima (MG). A análise dos resultados por SHRIMP permitiu verificar que existem cinco grupos bem definidos de idades que podem ser individualizados na amostra. Os zircões detríticos são provenientes de áreas que sofreram diferentes eventos tectono-metamórficos ou magmáticos, se estendendo desde 3,5 até 2,7 Ga.

Quadrilátero ferrífero - Mina de Morro Velho - Geocronologia U-Pb


E0357

ESTUDO DE CONCENTRAÇÃO DE MINERAIS DA SUÍTE GRANÍTICA DE ITÚ PARA DETERMINAÇÕES ISOTÓPICAS U-Pb POR LAfs-ICPMS


Stéfano Albino Zincone (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Alfonso Schrank (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O método de concentração de zircões para determinação de razões isotópica U-Pb foi primeiramente proposto por Silver & Deutsh (1963) e vem sendo usado atualmente, sem modificações substanciais. No entanto novas técnicas de determinações isotópicas permitem a análise direta de sólidos à razão de 120 determinações dia, contra 3 por semana, à época. Esse avanço permite um tratamento estatístico acurado de resultados, cobrindo grande número de grãos. Para isso foi preciso reavaliar os métodos de separação de grãos de zircões adaptando às determinações por LAfs-ICPMS em implantação no Lab. de Geoquímica Isotópica-IG-UNICAMP. Ao longo do último ano foi realizado o processamento de 320 Kg amostrados do complexo granítico Itu. Até o momento, foram concluídas as etapas de (i) trituração em britador (ii) moagem em pulverizador (iii) separação gravimétrica de frações de densidade acima de 2,5, em mesa Wilfley, (iv) peneiramento em oito diferentes separatos de granulometria entre > 600 e < 45 m, (v) retirada de frações magnéticas e (vi) filtragem em líquido denso para concentração gravimétrica de frações de densidade superior a 3,3. Do material coletado e processado cerca de 1,3% ( 4,172 Kg) possuía densidade superior a 2,5, dos quais 22% (913,7 g) são magnéticos. Dos 3258,3 g restantes, apenas 52,5 g possuem densidade superior a 3,3, ou seja, 0,016% do total inicial, que estão sub-divididos em 16 frações para separação isodinâmica e triagem em lupa binocular. Realizadas estas etapas será possível avaliar qual a distribuição dos grãos de zircão em cada uma das faixas granulométricas e suas qualidades nas determinações isotópicas U-Pb por LAfs-ICPMS.

Concentração de minerais - Geocronologia U-Pb - Granito de Itu


E0358

ANÁLISE E PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS LANDSAT PARA CARACTERIZAÇÃO DE MINERAIS DE ALTERAÇÃO HIDROTERMAL NA PROVÍNCIA PEGMATÍTICA DA BORBOREMA SERIDÓ (PPBS), FAIXA SERIDÓ (RN/PB)


Carolina Penteado Natividade Moreto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Álvaro Penteado Crósta (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O projeto de pesquisa visou o mapeamento litológico, estudo e caracterização de zonas de alteração hidrotermal e supergênica associadas a pegmatitos e suas rochas encaixantes, na porção sul da Província Pegmatítica Borborema Seridó (PPBS). Foram utilizadas imagens de sensoriamento remoto orbital coletadas pelos sensores TM e ETM+ dos satélite Landsat- 5 e Landsat- 7, respectivamente, além de imagens coletadas pelo sensor ASTER a bordo do satélite Terra. O objetivo foi a discriminação litológica e identificação de padrões de assinatura espectral relacionados à presença de minerais de alteração hidrotermal e supergênica, em âmbito regional. Foram aplicadas técnicas de processamento digital e de análise de imagens, tais como composições coloridas, análise por principais componentes (APC), e técnicas desenvolvidas com base na APC, tais como: PC Seletiva (Seletive Principal Components Analysis) - Chavez & Kwarteng (1989); PC orientada por feição (Feature Orientated Principal Component Selection) - Crósta e Moore (1989); e Técnica Crósta - Loughlin (1991). As técnicas aplicadas, de um modo geral, realçaram de maneira satisfatória áreas com ocorrência de minerais de alteração hidrotermal.

Sensoriamento remoto - Alteração hidrotermal - Província pegmatítica


E0359

CRIAÇÃO DE UMA BASE DE DADOS GEOLÓGICOS E DE SENSORES REMOTOS DAS CRATERAS DE IMPACTO BRASILEIRAS EM SIG (SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEORREFERENCIADAS)


Fernanda Silva Lourenço (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Álvaro Penteado Crósta (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Apenas cinco estruturas comprovadamente formadas pelo impacto de corpos extra-terrestres (meteoritos, asteróides e cometas) são conhecidas atualmente no Brasil, ao mesmo tempo em que pelo menos outras oito estruturas têm sido apontadas como possivelmente formadas por esse tipo de fenômeno. Este projeto contempla a elaboração de uma base de dados em SIG, reunindo e sistematizando informações sobre crateras de impacto brasileiras. Essa base será composta por mapas geológicos e topográficos além de imagens de sensoriamento remoto (sensores Landsat/ETM+ e Terra/ASTER), imagens SAR do Radarsat-1, mosaicos de fotografias aéreas e modelos digitais de elevação (SRTM e ASTER). O objetivo é o de reunir e sistematizar dados e informações já existentes sobre as estruturas reconhecidas, tornando-os acessíveis à comunidade científica, na forma de uma base de dados geo-referenciada. Com isso espera-se fornecer subsídios ao estudo detalhado das crateras brasileiras, bem como fomentar pesquisas nessa área. Para tanto, foi necessário reunir as informações existentes, elaborar a base de dados com auxílio do software ArcGis, e processar as imagens através de softwares como Envi e ERMapper, adicionando os resultados à base. Dessa forma é possível visualizar todas as informações devidamente geo-referenciadas.

Crateras - SIG - Sensoriamento remoto


E0360

CLASSIFICAÇÃO TEXTURAL POR VARIOGRAMAS E MATRIZES DE CO-OCORRÊNCIA EM IMAGENS DE RADAR, REGIÃO DE ANAPU-TUERÊ (PA)


Luiz Fernando dos Santos (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Álvaro Penteado Crósta (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A geração de mapas de classificação textural automática, baseado em técnicas estatísticas a partir de imagens SAR, é de grande utilidade para exploração mineral e mapeamento geológico em regiões de difícil acesso e cobertas por vegetação, como na Amazônia. O estudo foi desenvolvido na região de Anapu-Tuerê localizada na parte central do estado do Pará. O objetivo é avaliar as técnicas de classificação textural baseada em imagens de radar do sensor R99-B do SIPAM para a (1) geração de mapas de classificação textural em duas áreas; (2) comparação entre as unidades de classificação textural e os mapas geológicos existentes em escala regional; e (3) elaboração de mapas fotogeológicos das duas áreas selecionadas em escala de 1:100.000. As técnicas estatísticas utilizadas baseiam-se na análise por semi-variogramas e matrizes de co-ocorrência dos níveis de cinza. Os resultados gerados pelas classificações foram integrados com mapas geológicos da CPRM na escala de 1:1.000.000 (Folhas Araguaia e Belém) de maneira a comparar os limites litológicos, feições estruturais e estabelecer vantagens e desvantagens das técnicas estatísticas empregadas na realização de mapas. Esta ferramenta é importante no auxílio ao estudo e elaboração da geologia local deste tipo de região, em conjunto com a base SIG gerada.

Radar de abertura sintética SAR - Classificação textural - Anapu-Tuerê, PA


E0361

MAPEAMENTO ESPECTRO-MINERALÓGICO DA SUPERFÍCIE DE MARTE UTILIZANDO DADOS HIPERESPECTRAIS DO SENSOR OMEGA A BORDO DO SATÉLITE MARS EXPRESS


André Luiz Silva Pestilho (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Carlos Roberto de Souza Filho (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Este projeto foi desenvolvido com base na aplicação de técnicas de análise de sensoriamento remoto de imagens hiperespectrais em dados adquiridos através do sensor OMEGA (Observatoire pour la Minéralogie, l'Eau, la Glace et l'Activité), o qual está a bordo da sonda orbital Mars Express, da Agência Espacial Européia (ESA), e que tem por finalidade a obtenção de imagens hiperespectrais da superfície de Marte, estas imagens abrangem a região do espectro eletromagnético entre 300 nm e 5100 nm, divididas em 352 canais espectrais, com a resolução especial destas imagens sendo da ordem de 300 m/pixel a 4 km/pixel. O objetivo deste projeto foi realizar estudos de caracterização mineralógica da superfície marciana, visando à caracterização de minerais que somente poderiam se formar em condições de meio aquoso. Devido às características geomorfológicas distintas (presença de canais e feições singulares de seus afloramentos), foi selecionada para estudo a região de Mawrth Vallis (latitude 26º Norte, longitude 340º Leste), onde algumas das fases minerais foram identificadas (nontronita e montemorilonita), sendo conclusivo o fato de já ter havido a presença de água líquida, em condições de temperatura análogas as da Terra, num terreno onde as idades das rochas são consideradas maiores que 3,7 bilhões de anos.

Sensoriamento remoto - Geologia planetária -Geologia de Marte


E0362

CARACTERIZAÇÃO SÍSMICA DA ESTRUTURA DE IMPACTO DE PIRATININGA-SP


Rogério Amaro Machado (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Rodrigo de Souza Portugal (Co-orientador) e Prof. Dr. Carlos Roberto de Souza Filho (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Na década de 70, uma janela estratigráfica foi caracterizada ao sul da cidade de Bauru (próximo ao município de Piratininga), sendo denominada de estrutura de Piratininga. Com base em evidências morfológicas e petrográficas, preliminarmente, diversos autores postularam que esta estrutura trata-se de uma cratera de impacto de meteorito de idade cretácea, pós-magmatismo basáltico Serra Geral e pré-deposição do Grupo Bauru (135 a 95 milhões de anos). A estrutura tem cerca de 12 km de diâmetro e está centrada nas coordenadas 22º30'S e 49º10'W. O presente trabalho teve por objetivo a caracterização em subsuperfície da estrutura de Piratininga por meio do processamento e interpretação do perfil sísmico 2D (0225-0174 <=> 0225-0174 ; projeto 0225_PARANA_51) que corta a estrutura na direção E - W. Dos resultados obtidos, quatro características se destacam: i) uma feição marcada pelo contraste litológico formando uma cunha achatada; ii) falhas normais bem delimitadas na porção leste da estrutura, formando terraços, além de falhas menores no setor oeste, iii) interrupção das camadas litológicas da porção leste até o centro da estrutura e iv) verticalização das camadas próximo ao centro da estrutura. Tais feições observadas estão entre as principais características estruturais relacionadas a crateras de impacto em perfis sísmicos de reflexão.

Crateras de impacto - Sísmica - Piratininga


E0363

ESTUDO DAS ASSINATURAS TEXTURAIS E GEOFÍSICAS DAS MINERALIZAÇÕES DE EGP-CROMITA, Au-EGP, Cu-Au E FERRO NA REGIÃO DE SERRA LESTE, SERRA DE CARAJÁS


Thais Andressa Carrino (Bolsista PIBIC/CNPq e FAPESP), Dr. Emilson Pereira Leite (Co-orientador) e Prof. Dr. Carlos Roberto de Souza Filho (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O uso de geotecnologias vem despontando cada vez mais em investigações geológicas, sobretudo em áreas de difícil acesso, marcadas por densa cobertura vegetal e manto intempérico expressivo, como é o caso da região Amazônica. A área teste da pesquisa, Serra Leste, insere-se nestas condições naturais, mais especificadamente na Serra de Carajás (Pará), sendo constituída por terrenos arqueanos/proterozóicos. Foram selecionados dados de radar de abertura sintética (simulação do MAPSAR e RADARSAT-1) e aerogeofísicos de alta densidade a fim da geração de mapas texturais e de domínios magnéticos e gamaespectrométricos, como auxílio ao mapeamento geológico, além de prover a individualização dos depósitos de Luanga (EGP-cromita), Serra Pelada (Au-EGP), Serra Verde (Cu-Au) e Serra Leste (Fe). Mapas de favorabilidade das mineralizações citadas foram desenvolvidos por meio da Análise por Principais Componentes, e dos algoritmos SAM e MTMF. Os resultados mostraram como processamentos e interpretações de dados de sensoriamento remoto e aerogeofísicos são capazes de produzir aproximações robustas no discernimento geológico-estrutural de áreas marcadas por complexa evolução, caso de Carajás, além de potencializar pesquisas metalogenéticas à indústria mineral.

Aerogeofísica - Radar de abertura sintética (SAR) - Carajás


E0364

DOBRAS E ESTILOS DE DOBRAMENTOS EM ROCHAS CARBONÁTICAS NA MINA DE SALTO DE PIRAPORA DA CIA DE CIMENTOS VOTORANTIM, VOTORANTIM (SP)


Aline Ramos Bianchini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Celso Dal Ré Carneiro (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A Mina de calcário de Salto de Pirapora explora rochas carbonáticas pertencentes a um pacote de natureza diversificada, e que possuem complexa evolução geológica. Na mina encontram-se perfis repetidos de multicamadas dobradas segundo um padrão poli-harmônico. A pesquisa focalizou o estudo das dobras e estilos de dobramentos presentes a partir da revisão bibliográfica de alguns temas, como: geologia regional e sistemas de classificação morfológica de dobras, efetuando-se posteriormente a comparação entre estruturas observadas em campo com dados da literatura. Os resultados obtidos confirmam a existência de grande variação de tipos de dobras, resultante das deformações tectônicas que afetaram os pacotes rochosos do Grupo São Roque. No trabalho foram aplicadas técnicas de classificação baseadas em isógonas de mergulho, para identificar e comparar os tipos de dobras e estilos de dobramentos encontrados em campo, a partir de tipos e estilos anteriormente descritos. No atual estágio da pesquisa, ainda não foi possível correlacionar as dobras com eventos de deformação descritos na literatura, mas algumas conclusões relevantes obtidas nessa fase de estudo referem-se à classificação morfológica de dobras. O limitado acervo de dados disponível deverá ser ampliado na continuidade da investigação, a ser definida junto com outro bolsista.

Dobras - Padrões de dobramentos - Rochas carbonáticas


E0365

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE AUTOCAD PARA A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM GEOLOGIA ESTRUTURAL


Ancilla Maria Almeida de Carvalho (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Celso Dal Ré Carneiro (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
As estruturas presentes em corpos rochosos, quando estudadas pelas técnicas usuais de Geologia Estrutural, são convertidas em figuras geométricas espaciais que são, em síntese, arranjos geométricos tridimensionais. A resolução tradicional dos problemas práticos nesse campo da ciência e a respectiva análise baseiam-se em geometria descritiva e geralmente envolvem operações manuais. Diante da falta de publicações didáticas em Português para ensino-aprendizagem das técnicas usuais de representação tridimensional e de resolução de problemas práticos de Geologia Estrutural, o presente projeto teve como objetivo principal a utilização dos recursos do software AutoCad e sistemas modernos compatíveis para criar técnicas de representação 3D, assim como facilitar a representação de dados obtidos de formações rochosas. Foram aproveitados trabalhos disponíveis que oferecem conjuntos limitados de exemplos e exercícios de aplicação desse software e foram estudadas as técnicas de representação de figuras geométricas espaciais juntamente com a familiarização dos recursos de representação 3D proporcionados pelo programa. Os resultados obtidos incluem exercícios de representação gráfica de dados estruturais por meio de recursos de desenho 2D e 3D do software Autocad e textos explicativos na forma de apostila didática.

Geologia estrutural - Representação tridimensional - Autocad


E0366

REPRESENTAÇÃO EM 3D DO AQÜÍFERO GUARANI NA BORDA DA BACIA DO PARANÁ


Henrieth Viviane Borgo de Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Celso Dal Ré Carneiro (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O projeto tem como objetivo elaborar representações tridimensionais do Aqüífero Guarani e feições associadas. Foi reunido e analisado um acervo de mapas geológicos, de isópacas e de contorno estrutural, e elaborado em Sistemas de Informações Georreferenciadas um mapa dos limites da área de ocorrência das unidades litoestratigráficas de interesse. O tema vem sendo tratado sob os pontos-de-vista geológico e social pois, ao se falar de Água e Reservas de Água Doce não basta oferecer dados adequados, é preciso melhorar a conscientização das pessoas em geral. Outro objetivo é a divulgação da pesquisa na web pela produção de material didático. O trabalho foi iniciado pela participação em reunião técnico-científica em Botucatu sobre o Aqüífero Guarani (I Jornada Estadual Aqüífero Guarani, agosto de 2006) e familiarização com softwares que serão utilizados na montagem de modelos tridimensionais. A pesquisa requereu estudo da distribuição em subsuperfície das unidades litoestratigráficas da Bacia do Paraná e das técnicas de representação de mapas geométricas tridimensionais proporcionados pelo programa ArcGIS. Os resultados obtidos incluem representação gráfica do arranjo espacial da seção estrutural mesozóica da bacia e textos explicativos.

Geologia estrutural - Representação tridimensional - Água doce


E0367

ATUALIZAÇÃO DE SOFTWARES DE PROJEÇÃO ESTEREOGRÁFICA PARA SISTEMA OPERACIONAL 32 BITS, A PARTIR DE ESTER 1.0 – DOS


Thiago Alduini Mizuno (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Celso Dal Ré Carneiro (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A projeção estereográfica é um modo de se representar feições geométricas espaciais em um plano secante a uma esfera de referência, com inúmeras aplicações: cartografia, cristalografia e geologia estrutural. A elaboração gráfica manual de tais projeções é demorada e trabalhosa, mas elas podem ser feitas rapidamente com auxílio de computadores pessoais simples, sendo indispensável o uso de software especifico. O objetivo principal do projeto é a criação de nova versão de ESTER, programa criado pelo IPT nos anos 1980. A pesquisa iniciou-se pelo estudo da produção manual desses diagramas e focalizou os métodos de criação de diagramas digitais de projeção estereográfica, tendo sido consultada a bibliografia pertinente. Como resultado do projeto temos a versão compatível com os sistemas mais modernos de Windows do programa com nova interface visual (XP/2000). A entrada de dados e a interface visual foram modificados para facilitar a inclusão de dados. Os formatos de saída foram atualizados quanto à exibição de gráficos, que agora podem ser salvos em arquivos de imagens. Em etapa posterior, pretende-se avaliar o programa, mediante resolução de exercícios de tratamento de dados estruturais e elaboração de textos explicativos, na forma de apostila didática.

Geologia estrutural - Projeção estereográfica - Estruturas


E0368

PETROGRAFIA E COMPOSIÇÃO MINERALÓGICA DO KIMBERLITO BRAÚNA, NORDESTINA, NÚCLEO SERRINHA (BA)


Maria Fernanda Pereira Grisolia (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Elson Paiva de Oliveira (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Neste projeto foram descritas algumas amostras de testemunhos de sondagem em kimberlitos intrusivos no Núcleo Serrinha, próximo à cidade de Nordestina. É a primeira vez que esses kimberlitos são perfurados com sondagens, obtendo-se amostras frescas. Foi constatada a ocorrência de xenólitos da crosta e do manto nas amostras dos furos. O objetivo é conhecer detalhadamente as características petrográficas dessas rochas, que ajudará na identificação dos xenólitos trazidos pelo magma kimberlítico e consequentemente no entendimento da natureza da litosfera subcontinental nesta região do Cráton do São Francisco. Nos trabalhos petrográficos, os minerais foram descritos e quantificados e a rocha foi classificada segundo critérios internacionais. As composições químicas dos minerais foram caracterizadas com o microscópio eletrônico de varredura e a microssonda Raman. Os dados foram processados no programa Origin. O kimberlito estudado foi classificado como de fácies hipabissal (profundo), maciço (com poucos xenólitos de peridotitos do manto e de rochas crustais), do tipo 2 (matriz flogopítica), alterado hidrotermalmente (fenocristais de olivina substituídos por serpentina).

Petrografia - Kimberlito Braúna - Composição química.


E0369

VEIOS E DIQUES FÉLSICOS POSSIVELMENTE RESULTANTES DA FUSÃO DE ANFIBOLITOS DA UNIDADE GENTILEZA, DOMÍNIO CANINDÉ DA FAIXA SERGIPANA, NORDESTE DO BRASIL


Patrícia Piaia (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Elson Paiva de Oliveira (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Anfibolitos da Unidade Gentileza, Domínio Canindé da Faixa Sergipana – Nordeste do Brasil - estão localmente cortados por diques e veios estreitos de natureza félsica. Experimentos de fusão com rochas anfibolíticas e basálticas mostram que a origem de rochas félsicas é geralmente atribuída à (1) cristalização fracionada de olivina, piroxênio e plagioclásio a partir de magma basáltico tholeiítico; (2) anatexia de gabros, basaltos ou anfibolitos saturados em H2O; (3) anatexia de (quartzo) eclogito; e (4) fusão por desidratação de anfibolitos. Esse trabalho objetivou comprovar, através de estudos petrográficos e geoquímicos combinados com experimentos e modelos existentes na literatura, a origem desses diques e veios a partir da fusão dos anfibolitos hospedeiros. Para tanto, os minerais foram descritos e quantificados e as rochas classificadas de acordo com a nomenclatura internacional. No intuito de obter os dados geoquímicos as amostras foram britadas e moídas e, com o pó obtido, foram preparadas pastilhas prensadas e discos de vidro que passaram por análise de fluorência de raio-x, onde foram analisados os elementos maiores e os traços. Os dados geoquímicos foram processados no Excel e programa MINPET. Foram realizados vários plotes que auxiliaram na comprovação da origem das rochas estudadas. A análise modal classificou as rochas em tonalito /trondhjemito e granodiorito, enquanto que o plote normativo em diagrama Anortita-Albita-Ortoclásio definiu uma série granítica a trondhjemítica.

Rochas félsicas - Fusão parcial – Faixa sergipana

E0370

ANÁLISE DE TOPOSSEQÜÊNCIA NA ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE JATAÍ, LUIS ANTÔNIO, SP: SUBSÍDIOS PARA A RELAÇÃO SOLO/RELEVO E DINÂMICA FLUVIAL


André Luiz de Souza Celarino (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Francisco Sergio Bernardes Ladeira (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Neste projeto foram pesquisadas as relações existentes entre a cobertura pedológica e o relevo em uma vertente da Estação Ecológica de Jataí, Luis Antônio – SP. Para isso, trabalhos de campo foram realizados com o objetivo de elaborar uma topossequência que fornecesse uma idéia da evolução lateral dos solos (BOULET, 1988) principalmente em função das mudanças no relevo, mas também levando em conta a grande complexidade dos materiais de origem da área, composta por basaltos da formação Serra Geral nas porções mais à montante, Arenitos da Formação Botucatu nos setores médios da vertente e uma sequência de depósitos aluviais associados ao Rio Mogi. Contatou-se uma clara relação entre o grau de desenvolvimento dos solos e a sua posição na vertente, os solos na porção superior (derivados da Formação Serra Geral) são mais desenvolvidos e fornecem materiais para os solos mais a jusante, Neossolos e Argissolos (Formação Botucatu). Nas posições inferiores (Sequência de Depósitos Aluviais), já na várzea, contatou-se a presença de Gleissolos associados a uma maior disponibilidade hídrica no perfil pedológico.

Pedologia - Relação solo-relevo, Topossequência


E0371

PALEOPALINOLOGIA DA MINA ARMANDO SIMÕES – MEMBRO TRIUNFO (PERMIANO INFERIOR), FORMAÇÃO RIO BONITO, FIGUEIRA, PARANÁ, BRASIL


Isabel Cortez Christiano de Souza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Frésia Ricardi-Branco (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O conteúdo paleopalinológico do Membro Triunfo, foi analisado a partir de amostras de carvão da mina Amando Simões, poços 01 e 06, Paraná, com o objetivo de estabelecer seu posicionamento bioestratigráfico na bacia do Paraná e obter subsídios para interpretações paleoambientais e tafonômicas. As assembléias analisadas mostraram diferenças com relação a sua composição - assim a do Poço 06 apresenta uma idade ligeiramente mais antiga que a do Poço 01. Na primeira é notavel a baixa freqüência de pólens, em contraste com a assembléia do Poço 01, que apresentou vários gêneros de pólens. Com relação ao paleoambiente, os resultados mostraram que ambas as camadas foram depositadas em ambientes costeiros, embora em facies diferentes, sendo a do Poço 06 mais influenciada pela vegetação local do que a do Poço 01, que registra também presença de elementos parautóctones.

Paleopalinologia - Formação Rio Bonito - Carvão


E0372

RECONSTITUIÇÃO PALEOAMBIENTAL DO QUATERNÁRIO TARDIO DA BAÍA SUESTE, FERNANDO DE NORONHA (PE) A PARTIR DE ANÁLISES SEDIMENTOLÓGICAS E DE FORAMINÍFEROS


Maria Fernanda Grotti Clemente, Frésia Ricardi Branco, Luís Carlos Pessenda, Profa. Dra. Wânia Duleba (Co-orientadora) e Profa. Dra. Frésia Ricardi-Branco (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O principal objetivo foi detectar variações ambientais a partir de 4200 anos AP. No estudo foram analisadas 34 amostras, provenientes de um 50 AP 60 - 710 +testemunho de 2,16m. Assim no intervalo entre 4240 + (214-156cm), são observados sedimentos arenosos, com baixos teores de C–Total e poucos foraminíferos. De 154-156cm, constata-se aumento significativo na quantidade de foraminíferos (cerca de 600 indivíduos.10-1 cc), concomitantemente a uma diminuição acentuada dos valores da razão C/N e ao enriquecimento de δ13C. Estas evidências permitem inferir forte influência marinha, provavelmente relacionada à fatores climáticos e/ou 50 anos A.P. - hoje),variações no nível relativo do mar. Em 154-32cm (710 + observa-se diminuição da quantidade de foraminíferos e dos teores de C–Total. No intervalo 32-18cm, o predomínio de Ammonia tepida, indicando aporte de água salobra. Uma explicação para presença de 50 anosespécies típicas de ambiente mixohalino seria que, a partir de 710 + AP, verifica-se na área uma tendência à regressão marinha.

Reconstituição paleombiental - Foraminíferos - Micropaleontologia


E0373

PALINOLOGIA DA MINA ARMANDO SIMÕES (POÇO 01) – MEMBRO TRIUNFO (PERMIANO INFERIOR), FORMAÇÃO RIO BONITO, REGIÃO DO MUNÍCIPIO DE FIGUERIA, PARANÁ


Pedro Lifter Rodrigues Prandi (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Alexandre Vidal e Profa. Dra. Frésia Ricardi-Branco (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A seção neopaleozoica da Bacia do Paraná apresenta um dos mais importantes registros sedimentares da porção ocidental do ocidental Gondwana. Ao longo do século XX as macropaleofloras e micropaleofloras, associados aos carvões pertencentes à Formação Rio Bonito foram intensamente estudadas, buscando realizar correlações bioestratigráficas e interpretações paleoambientais, paleoclimáticas e paleoecológicas desta bacia. Além destes objetivos, o presente trabalho buscou indicar correlação do Membro Triunfo com outras camadas de carvão, de outras localidades. Para isso foi utilizada a análise dos palinomorfos presentes nesta formação, de amostras retiradas da mina Armando Simões, na região do município de Figueira, Paraná. Dentre os resultados das analises, pode-se situar esta microflora do Carbonífero Tardio ao Permiano, entre o Stephaniano o Kunguriano.

Palinologia - Formação Rio Bonito - Permiano


E0374

ANÁLISE DE FÁCIES EM DEPÓSITOS GRAVITACIONAIS DE ÁGUA PROFUNDA: A UNIDADE DE APIÚNA (PRÉ-CAMBRIANO, SANTA CATARINA)


Juliana Andreotti de Barros (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Giorgio Basilici (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A unidade de Apiúna corresponde a uma sucessão de rochas siliciclásticas da Bacia do Itajaí (SC) formada em um sistema de rampa de água profunda do pré-Cambriano. Este tipo de depósitos são relativamente raros em afloramento no Brasil, e constituem um dos mais importantes análogos de reservatórios de hidrocarbonetos. O objetivo deste projeto consiste na descrição dos corpos geológicos formados em sistemas clásticos subaquáticos profundos, e na interpretação da própria evolução seqüencial, visando a construção de um modelo arquitetônico do complexo sedimentar que possa ser aplicado na exploração de petróleo. A sucessão da unidade de Apiúna foi escolhida para uma detalhada análise de fácies, onde foram definidos tipos de corpos sedimentares correspondentes a litofácies e “elementos arquitetônicos”. Em seguida, utilizaram-se métodos estatísticos (Cadeias de Markov) para verificar a distribuição vertical destes corpos geológicos. As análises visuais e estatísticas verificaram que, em sistemas deposicionais de águas profundas do tipo rampa, não existe uma organização cíclica ou seqüencial bem desenvolvida dos corpos geológicos, permanecendo certa organização estocástica. Este comportamento é típico de sistemas rampa subaquática, devido ao sistema possuir uma fonte multipontual e não constante de sedimentos. A análise da heterogeneidade interna, geometria e disposição de cada elemento arquitetônico permitiram usar a unidade de Apiúna como análogo de sistemas deposicionais profundos atuais reservatórios de hidrocarbonetos.

Unidade de Apiúna - Depósitos de água profunda - Arquitetura deposicional


E0375

EVENTOS CLIMATOLÓGICOS EXTREMOS NA CIDADE DE CAMPINAS (SP) NO PERÍODO DE 1991 A 2000


Marina Sória Castellano (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Lucí Hidalgo Nunes (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Os eventos climáticos extremos, entendidos como aqueles que se distanciam das condições habituais de uma série histórica, geram interesse e preocupação na sociedade, tendo em vista o potencial que apresentam em desestruturar o ambiente físico e as atividades de determinado lugar, causando prejuízos às comunidades afetadas e ao poder público. A meta do trabalho foi avaliar a incidência, tipo e localização dos impactos climáticos advindos de episódios extremos no município de Campinas na década de 90, compondo um panorama das ocorrências mais comuns, áreas mais suscetíveis, grupos sociais mais vulneráveis e medidas corretivas e mitigadoras tomadas pelos órgãos públicos. A análise de eventos extremos de temperatura e precipitação foi feita com dados diários obtidos no IAC, DAEE e CEPAGRI, utilizando os das duas primeiras instituições, juntamente com pesquisa em jornais e no Centro de Memória da Unicamp. Para a temperatura, a delimitação dos eventos extremos foi estabelecida com o emprego da distribuição estatística normal padrão, que possibilitou observar a magnitude dos extremos. Para a pluviosidade utilizou-se um valor de montante diário definido como excepcional para a RMC por Vicente (2005), também usado por Candido (2006) de 50,0 mm/dia, volumes diários com potencial para deflagrar impactos no meio urbano. O padrão espacial de ocorrência de problemas ambientais evidencia que os episódios extremos de chuva tendem a afetar mais duramente setores menos favorecidos da população, em especial moradores de favelas e invasões, o que reflete os problemas e riscos advindos da ocupação irregular de Campinas.

Eventos atmosféricos extremos - Urbanização - Ação antrópica


E0376

ESTUDO DE SENSIBILIDADE DOS PARÂMETROS DA AQUISIÇÃO SÍSMICA POR MEIO DE MODELAGEM POR TRAÇAMENTO DE RAIOS


Evângela Patrícia Alves da Silva (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Rodrigo de Souza Portugal (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Neste projeto foram realizadas simulações de aquisição sísmica 2D por meio de modelagem de traçamento de raios, a partir de um modelo geológico sintético, no qual os parâmetros de aquisição foram testados e analisados após o processamento dos dados sísmicos. O objetivo principal desse projeto foi estudar a sensibilidade dos parâmetros da aquisição sísmica relacionados com a geometria de aquisição e seu impacto em indicadores da qualidade de aquisição. O software Seismic Unix (SU) foi utilizado para o modelamento sísmico e para a visualização e processamento dos dados sísmicos. As imagens sísmicas obtidas no final do processamento sísmico para cada conjunto de parâmetros utilizados na geometria de aquisição foram satisfatórias com o modelo geológico sintético. Entretanto, os parâmetros que possibilitaram maior área de cobertura pelas ondas sísmicas, tiveram maior influência na qualidade da aquisição. O estudo mostra que os parâmetros utilizados na aquisição influenciam diretamente na qualidade da mesma e sua escolha deve ser feita de acordo com o objetivo da aquisição.

Parâmetros da aquisição - Traçamento de raios - Qualidade da aquisição


E0377

ESTUDO DE AVERSÃO AO RISCO E ANÁLISE DE PORTFÓLIOS NA EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO


Hugo Tamoto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Saul B. Suslick (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Os níveis de risco existentes nos projetos de exploração e produção de Petróleo representam aspectos determinantes do processo decisório no contexto atual da indústria petrolífera. Para tanto é necessário desenvolver pesquisas e estudos com a finalidade de minimizar os riscos potenciais e maximizar o retorno financeiro. A proposta desse trabalho visa estudar o nível de aversão do risco das empresas na etapa de exploração de petróleo, utilizando diferentes modelos de utilidade. Além disso, pretende-se neste trabalho estender os resultados para uma análise integrada com as técnicas de portfólio recentemente incorporadas na indústria na seleção de oportunidades para exploração de petróleo. Será utilizado software MERAK® como ferramenta principal para a construção e análise dos Portifólios, e sendo também utilizados alguns algoritmos para o formato de macrosExcel®. O levantamento da literatura abrange as publicações da SPE, AAPG e as obras que abordam diversos modelos relacionados ao uso das técnicas de análise de portfólios em projetos de E&P de petróleo. Serão analisados também as contribuições de Walls (1995), Pinto e Suslick (2003) e Walls (2004), entre outros especialistas que utilizam diferentes abordagens para avaliação da aversão ao risco das empresas. Serão apresentados no congresso os resultados finais desse trabalho.

Risco - Portfólios - Exploração de petróleo


E0378

MODELAGEM GEOLÓGICA 3D DO CAMPO DE NAMORADO UTILIZANDO PERFILAGEM DE POÇOS VERTICAIS


Tatiana Sacco (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Alexandre C. Vidal (Co-orientador) e Prof. Dr. Saul B. Suslick (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Um dos maiores desafios na prospecção de petróleo é a redução das incertezas, que podem ser feita através de maior conhecimento das características dos condicionantes litológicos e estruturais do campo e, conseqüentemente, do reservatório. Este trabalho tem por objetivo o uso de técnicas avançadas de interpolação e integração de informações geológicas e de perfis de poços verticais buscando estabelecer a correlação entre os poços para a determinação das características espaciais e geológicas no campo. A área de estudo escolhida foi o Campo de Namorado, situado na Bacia de Campos (RJ), que possui dados de perfilagem de poços verticais, como perfil Raio-gama, perfil Sônico, perfil RhoB, perfil Porosidade Neutrônica e perfil Resistividade. A integração dessas informações foi realizada por intermédio do algoritmo Petrel® que permite o uso de técnicas de visualização, simulação, estimativas e correlação dessas propriedades. Algumas análises preliminares já permitem verificar uma tendência espacial para a locação dos reservatórios bem como a determinação de seus limites, através do uso da geoestatística com as técnicas de visualização é possível estimar estes valores com maior precisão, havendo uma considerável diminuição da margemde erro nas operações de perfuração.

Modelagem 3D - Perfilagem de poços - Campo de Namorado


E0379

ESTUDO DA ESTIMATIVA DO POTENCIAL PETROLÍFERO POR INTERMÉDIO DE MODELOS ESTOCÁSTICOS: UMA APLICAÇÃO AO CAMPO DE NAMORADO, BACIA DE CAMPOS, RJ


Thiago André Manzini (Bolsista CEPETRO/DGRN) e Prof. Dr. Saul B. Suslick (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Um dos grandes desafios das empresas e organismos reguladores refere-se estimativa do potencial petrolífero. Essas estimativas possuem impactos significativos na estratégia exploratória das empresas, bem como no planejamento das atividades regulatórias no âmbito da exploração e produção de petróleo e gás natural. Um dos métodos que vem sendo utilizados para estimar os recursos petrolíferos não-descobertos (potencial petrolífero) são os métodos estocásticos que utilizam as técnicas de simulação de Monte Carlo das variáveis incertas tais como: porosidades, área de trapeamento, entre outras que participam na análise de plays e prospectos. Neste estudo o campo de Namorado será utilizado como teste da metodologia estocástica e as estimativas serão realizadas por intermédio do software Geo-X. O modelo gerado permite através de simulações dos atributos que compõem um sistema petrolífero, a obtenção de uma estimativa sobre o volume total de hidrocarbonetos analisados. As informações de poços do Campo de Namorado obtidas indicam um volume total de óleo in situ de 107,4 milhões de m3. Deve-se considerar que o fator de recuperação seja acrescido devido a instalação de novos poços injetores, um montante de 60,7 milhões de m3 estaria disponível para produção.Dados extraídos da literatura mostram que o volume de óleo já produzido no campo, desde a sua descoberta em 1976 pela Petrobras, foi de 42.8 milhões de m3. Isto indicaria um potencial de reservas não-descobertas, de aproximadamente 17,9 milhões de m3 para o Campo de Namorado.

Exploração - Incertezas geológicas - Reservas petrolíferas


E0380

ESTUDO GEOLÓGICO E HIDROGEOLÓGICO NO PARQUE ECOLÓGICO HERMÓGENES DE FREITAS LEITÃO FILHO


Renato Zázera Francioso (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Sueli Yoshinaga Pereira (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O trabalho consiste em avaliar as condições de ocorrência das águas subterrâneas e o contexto geológico em que se encontra a área. De acordo com a bibliografia científica existente a área do parque apresenta: associações faciológicas de diamictitos maciços, lamitos com grânulos estratificados ou com laminações, ritmitos areno-silto-arenosos ou silto-argilosos (idade Carbonífero-Permiano, Subgrupo Itararé), aluviões de idade Quaternária e diabásios cinza escuros a pretos, finos ou muito finos e maciços de idade Jurássico-Cretáceo. Os sistemas aqüíferos presentes são o sistema Cristalino e Tubarão. Primeiramente, foi executada uma avaliação das condições da lagoa, por meio dos resultados da batimetria realizada pela empresa TOPLAN TOPOGRAFIA S/C LTDA, onde se definiram as espessuras do lodo, lâmina da água e fundo do lago. Os resultados foram então dispostos em mapa de isoespessuras por meio de programa geoestatístico. Estão previstas as seguintes atividades: 1) o cálculo do volume do lodo e das relações com as áreas de descarga de drenagem urbana e da Unicamp no lago; 2) revisão das informações dos poços tubulares profundos próximos ao parque e a checagem final de campo para a caracterização geológica e hidrogeológica.

Parque Ecológico Hermógenes de Freitas Leitão Filho - Batimetria - Hidrogeologia


E0381

INTEGRAÇÃO DE DADOS E GERAÇÃO DE PRODUTOS, ATRAVÉS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS (SIG), DO DOMÍNIO CEARÁ CENTRAL - CE


Lenita de Souza Fioriti (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Ticiano José Saraiva dos Santos (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O domínio Ceará Central (DCC), na porção norte da Província Borborema, constitui um fragmento da colagem brasiliana decorrente da amalgamação dos crátons Amazônico, Oeste África-São Luis e São Francisco-Congo. Na borda leste do cráton oeste africano (COA) ocorrem rochas metabásicas que representam uma zona de sutura Neoproterozóica. É altamente sugestivo que estas seqüências de rochas tenham continuidade no NE do Brasil. Em ambos os continentes as metabásicas são representadas por granada piroxenitos, granada anfibolitos e metagabros. No DCC a área de estudo tem aproximadamente 1000 km². Em função da grande quantidade de dados geológicos (estruturais, geoquímicos, geocronológicos e de fotografias de campo e lâminas) elaborou-se um SIG constando todas essas informações. Posteriormente, fez-se um levantamento bibliográfico de todas as rochas básicas que bordejam o COA e que dispõem de dados químicos. Estas análises, com o uso do software MINPET©, possibilitaram a confecção de diagramas comparativos entre as rochas metabásicas do Brasil e da África, configurando para ambos a presença de crosta oceânica.

Sistema de informação geográfica - Província Borborema - Cráton oeste africano


E0382

Suscetibilidade magnética e geoquímica inorgânica como indicadores de contaminação antrópica na área estuarina de Santos-Cubatão (SP)


Rafael Rodrigues de Assis (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Ricardo I. F. Trindade (Co-Orientador) e Prof. Dr. Wanilson Luiz Silva (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Este projeto foi centrado na utilização de dados geofísicos como parâmetros de avaliação da contaminação antrópica inorgânica, com aplicação na área estuarina de Santos-Cubatão (SP) que tem sido impactada por atividades industriais desde os anos 1950 (pelo menos de forma mais intensa). O estudo, inédito, teve como objetivo principal caracterizar a suscetibilidade magnética e sua correlação com a concentração de elementos maiores (P e Fe) e traço (Hg) fortemente contaminantes do ambiente sedimentar. Na investigação foram utilizados testemunhos curtos (60 a 260 cm de profundidade) de sedimentos coletados nos rios Morrão, Cubatão, Casqueiro e Capivari que compõem o sistema estuarino. Os perfis avaliados continham sedimentos com elevados níveis de contaminação no topo, em contraste com concentrações menores na base, típicas de ambiente geogênico (background geoquímico). Os resultados da suscetibilidade magnética mostraram um padrão de correlação positiva com os dados geoquímicos e foram plenamente satisfatórios na delimitação dos níveis de contaminação sedimentar. O estudo revelou que suscetibilidade magnética é uma ferramenta potencialmente útil em estudos de geologia ambiental, pela rapidez e simplicidade das análises, além do baixo custo.

Suscetibilidade magnética - Contaminação antrópica - Estuário






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