Universidade estadual de campinas



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Núcleo de Estudos da População

H0694

MOBILIDADE E RISCOS NO HABITAR METROPOLITANO: UM ESTUDO DA PORÇÃO NOROESTE DA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS


Adriana Lopes Rodrigues (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Daniel Joseph Hogan (Orientador), Núcleo de Estudos da População - NEPO, UNICAMP
Por ser fundamental na conexão frente às dispersões e fragmentações do tecido urbano, a mobilidade é um elemento central na compreensão do modo de vida metropolitano na contemporaneidade. Com o adensamento de centros urbanos e da malha rodoviária junto à tendência de especialização das áreas, a articulação entre lugares torna-se característica no habitar metropolitano. Envolve, portanto, o trajeto por caminhos mais extensos, demorados e conturbados. A escala de experiência urbana deixa de ser local (lugar) e passa a ser regional (espaço), desagregando recursos sociais, culturais e espaciais de proteção, potencializando riscos. Em vista disso, procuramos investigar as relações entre os riscos associados ao modo de vida metropolitano na porção noroeste da Região Metropolitana de Campinas. Esta é fortemente marcada pelos corredores viários (como a Via Anhanguera), que articulam o fluxo orgânico urbano e metropolitano, bastante intenso devido às migrações pendulares e à elevada população. Englobando as cidades de Santa Bárbara d' Oeste, Americana, Nova Odessa, Sumaré, Hortolândia e Campinas, se destaca enquanto porção de maior organicidade urbana da região. Partindo de um quadro da infra-estrutura e do sistema de transportes públicos e da interação desses municípios, utilizando para isso dados secundários (censo e pesquisa Origem-Destino) e primários (pesquisa de campo), procuramos caracterizar a acessibilidade e a mobilidade (espacialidade), apontando para os riscos e as vulnerabilidades potenciais que se configuram nos lugares e para os diferentes grupos sócio-demográficos.

Mobilidade - Vulnerabilidade - Habitar metropolitano


H0695

VULNERABILIDADE E IDENTIDADE TERRITORIAL: EVOLUÇÃO URBANA E MEMÓRIA NOS DICS, CAMPINAS


Fernanda Cristina de Paula (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Daniel Joseph Hogan (Orientador), Núcleo de Estudos da População - NEPO, UNICAMP
Bairros populares na fronteira urbano-rural enfrentam, no início de sua urbanização, várias precariedades e carências. Não raro sua população vive uma condição de vulnerabilidade generalizada, com riscos e perigos de várias ordens (social, ambiental, espacial). Ao longo do processo de consolidação urbana, no entanto, esta condição se transforma, refletindo-se na percepção da redução da vulnerabilidade pelos moradores. Além das melhorias de infra-estrutura urbana, que outros fatores contribuem para esta percepção? Trabalhando o binômio bairro-lugar, compreendemos que o estabelecimento de identidades territoriais e o conseqüente fortalecimento de laços comunitários promovem uma segurança existencial fundamental para o enfrentamento dos riscos e a diminuição da vulnerabilidade. Os DICs (Distritos Industriais de Campinas), conjunto de bairros construídos pela Cohab, possuem a imagem de periferia pobre em Campinas, permitindo a discussão e aprofundamento destas questões. Junto da discussão teórica da relação bairro-cidade, procuramos revelar, a partir da memória urbana dos moradores, os fatores que nortearam a consolidação dos DICs, acompanhando o desenvolvimento das condições materiais e da vulnerabilidade do bairro, procurando elucidar a importância da identidade territorial no movimento de enfrentar riscos e na diminuição da vulnerabilidade.

Memória urbana - Bairro - DICs


H0696

EXPANSÃO URBANA E GESTÃO DA ÁGUA: O CASO DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA


César Augusto Marques da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Roberto Luiz do Carmo (Orientador), Núcleo de Estudos de População - NEPO, UNICAMP
A pesquisa teve como objetivo estudar a relação entre as questões hídricas e demográficas na Região Metropolitana da Baixada Santista. A metodologia adotada para apreender a relação entre esses elementos foi a realização de uma pesquisa bibliográfica acerca da questão demográfica na região e a análise dos trabalhos publicados pelo Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista. Observou-se que, de forma mais marcante a partir da década de 1950, a região passou a receber um número crescente de imigrantes, em busca de empregos ou veraneio. A decorrente expansão urbana foi marcada por três processos principais e interrelacionados: a consolidação do pólo industrial de Cubatão; a ampliação dos serviços portuários em Santos e no Guarujá; e o turismo, que gera uma população flutuante na extensa orla marítima. O desenvolvimento dessas atividades exerceu uma grande pressão ambiental, especialmente sobre os recursos hídricos, em função do aumento do número de habitações e das necessidades de saneamento, que ainda não foram esquacionadas pelo poder público. Dessa forma, o grande desafio para a gestão das águas na Baixada Santista é propiciar o desenvolvimento de sua economia específica, buscando ao mesmo tempo garantir o uso múltiplo e sustentável dos recursos hídricos.

População - Ambiente - Recursos hídricos


H0697

SAÚDE E A VULNERABILIDADE SÓCIO-DEMOGRÁFICA DE CRIANÇAS NAS REGIÕES METROPOLITANAS DA BAIXADA SANTISTA E DE CAMPINAS


Maurílio José Barbosa Soares (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Tirza Aidar (Orientadora), Núcleo de Estudos da População - NEPO, UNICAMP
A literatura reconhece o coeficiente de mortalidade infantil como um dos indicadores fundamentais para se avaliar a qualidade de vida, uma vez que este se apresenta como a combinação de diversos fatores. Assim, considerando os diferencias regionais marcantes quanto às taxas de mortalidade infantil, e suas possíveis relações com as desigualdades nas condições socioeconômicas, condições habitacionais, alimentares, acesso aos equipamentos de saúde e condições maternas (acesso à educação, infecção por HIV, por exemplo), através de técnicas estatísticas este trabalho buscou entender como os índices de mortalidade infantil se relacionam as qualidades do ambiente que se vive principalmente nas condições de vida e moradia e condições econômicas. Técnicas de geoprocessamento também possibilitaram compreender melhor a caracterização dos espaços, ao reproduzir a configuração do território, identificando áreas cujas relações são mais evidentes. Fica evidenciado o diferencial regional para a análise do fenômeno, uma vez que os resultados variam quanto aos espaços estudados. Variáveis relacionadas à Infra-estrutura Urbana, Urbanização, Atendimento Médico e àquelas relacionadas à situação materna (tipo de parto, tempo de gestação, etc.) mostraram-se correlacionadas às taxas de mortalidade.

Desigualdades sociais - Mortalidade infantil - Vulnerabilidade social






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