Universidade estadual de campinas



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Faculdade de Engenharia de Alimentos

T0743

COMPOSIÇÃO DE CAROTENÓIDES EM FRUTAS TROPICAIS


Cynthia Koch Lerner (Bolsista PIBIC/CNPq), Dra. Veridiana Vera de Rosso (Co-orientadora) e Profa. Dra. Adriana Zerlotti Mercadante (Orientadora), Faculdade de Engenharia de Alimentos - FEA, UNICAMP
Carotenóides são os pigmentos naturais mais difundidos na natureza, contribuindo com uma coloração que vai do amarelo ao vermelho. Associados a diversas ações fisiológicas, os carotenóides podem ser precursores da vitamina A, e estão implicados em mecanismos de proteção contra danos oxidativos nas células, doenças cardiovasculares, cataratas e degeneração macular, além de contribuir para o melhoramento do sistema imunológico. Diante destes fatos, foi determinada a composição de carotenóides nas frutas tropicais carambola, dovyalis, jaca, maná cubiu, physalis, serigüela, tucumã e pequi. Os carotenóides majoritários presentes foram separados e caracterizados por cromatografia líquida de alta eficiência-detector de arranjo de diodos (HPLC-PDA). O tucumã apresentou a maior concentração de carotenóides (41,9 μg/g), seguido do dovyalis (19,8 μg/g), physalis (16,7 μg/g), carambola (7,5 μg/g), pequi (5,5 μg/g), seriguela (5,1 μg/g), jaca (2,8 μg/g) e o menor teor foi encontrado em maná-cubiu (1,5 μg/g). Todas as frutas apresentaram all-trans-b-caroteno em diferentes proporções. Concluiu-se que as frutas tropicais analisadas podem ser uma fonte de carotenóides e conseqüentemente de seus benefícios, principalmente para a população de baixa renda das regiões produtoras.

Carotenóides - Frutas - HPLC-PDA


T0744

RECUPERAÇÃO DE ÁCIDO LINOLEICO DE SOLUÇÕES ALCOÓLICAS COM RESINA DE TROCA IÔNICA


Ana Carolina Morelli (Bolsista FAPESP), Érika Cren (Doutoranda) e Prof. Dr. Antonio José de Almeida Meirelles (Orientador), Faculdade de Engenharia de Alimentos - FEA, UNICAMP
No refino de óleos vegetais por extração líquido-líquido a corrente de extrato resultante pode ser processada para se recuperar o solvente alcoólico e os ácidos graxos extraídos do óleo bruto. Este projeto de pesquisa teve como objetivo estudar o comportamento de resinas de troca iônica e sua capacidade de remover ácido linoleico dissolvido nestas soluções de extrato. Os ensaios foram realizados utilizando-se células de equilíbrios mantidas a temperatura constante por cinco horas, nas quais permaneciam sob agitação resina em contato com a solução alcoólica com concentração inicial de ácido linoleico conhecida. Após o ensaio a concentração de ácido na solução final foi medida por titulação potenciométrica, tendo como resultados concentrações muito mais baixas quando comparadas às concentrações iniciais. Assim, soluções alcoólicas com 10% de ácido graxo tiveram sua concentração reduzida a valores próximos a 1,5 %. Os dados de equilíbrio foram determinados para diferentes teores iniciais de ácido graxo e diferentes concentrações de água no solvente alcoólico (de 0,5 a 15,3 % em massa de água). As curvas obtidas permitem ajustar modelos de isoterma de adsorção do tipo Langmuir. Conclui-se que a resina aniônica forte empregada neste trabalho possui uma alta capacidade de recuperar ácido linoleico a partir de soluções alcoólicas.

Resina de troca iônica - Ácidos graxos livres - Desacidificação


T0745

DENSIDADE E VISCOSIDADE DE ÓLEOS VEGETAIS: DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL E APLICAÇÃO DE METODOLOGIAS PREDITIVAS


Fernanda Regina Paiva (Bolsista FAPESP), Profa. Dra. Roberta Ceriani (Co-orientadora) e Prof. Dr. Antonio José de Almeida Meirelles (Orientador), Faculdade de Engenharia de Alimentos - FEA, UNICAMP
Este projeto de iniciação científica tem como objetivos principais determinar experimentalmente dados de densidade e viscosidade em diferentes temperaturas para óleos vegetais não-convencionais em termos de consumo humano, mas relevantes por sua composição química. Para este trabalho foram selecionados os óleos vegetais de Babaçu, Buriti, Castanha-do-Pará, Macadâmia e de Semente de Uva. De uma maneira geral, o fortalecimento do banco de dados de propriedades físicas é de grande utilidade prática no projeto e estudo de processos da indústria de alimentos e oleoquímica, em especial na crescente área do agronegócio. Com o intuito de expandir a aplicabilidade deste estudo, os dados experimentais foram ajustados a equações empíricas como função da temperatura, utilizando o toolbox curvefitting do MatLab. O cuidado na calibração do equipamento e no procedimento de medida possibilitou que as equações fossem ajustadas com R2 sempre superior a 0,999 para ambas as propriedades. Paralelamente, testou-se a viabilidade de aplicação de metodologias preditivas baseadas no conceito de contribuição de grupos, considerando cada óleo como um triacilglicerol equivalente. Para a densidade dos óleos vegetais, os desvios médios relativos entre os valores experimentais e os preditos variaram entre 0,99% e 1,41%, estando dentro da faixa de valores obtidas por outros trabalhos. Valores similares são esperados no caso da viscosidade.

Óleos vegetais - Densidade - Viscosidade


T0746

DESACIDIFICAÇÃO POR VIA FÍSICA DO ÓLEO DE SEMENTE DE GIRASSOL


Greyce Licre Garcia (Bolsista SAE/UNICAMP), Profa.Dra. Roberta Ceriani (Co-orientadora) e Prof. Dr. Antonio José de Almeida Meirelles (Orientador), Faculdade de Engenharia de Alimentos - FEA, UNICAMP
Este projeto de iniciação científica tem por objetivo investigar experimentalmente a desacidificação por via física de óleo de girassol comercial em equipamento em batelada de escala laboratorial. A acidez foi adicionada artificialmente utilizando ácidos oléico e linoléico comerciais, totalizando 5,0%. Neste processo, a grande diferença de volatilidade dos compostos indesejáveis, como os ácidos graxos livres (AGL), e do óleo neutro, nas condições de processamento (elevada temperatura e alto vácuo), permite uma separação eficiente. Com o objetivo de avaliar o efeito das variáveis independentes, temperatura (210°C a 270°C) e porcentagem de vapor de arraste (1% a 10%), na acidez final do óleo, os experimentos foram delineados seguindo um planejamento fatorial completo 22 + 2 x 2 pontos axiais + 3 repetições no ponto central. Em uma segunda etapa, seguindo metodologia desenvolvida em trabalhos anteriores, o processo de desacidificação por via física foi modelado e simulado computacionalmente utilizando informações das variáveis de processo obtidas durante os experimentos, para efeito de comparação. A utilização de um sistema modelo teve por objetivo facilitar a modelagem do sistema, aproximando-a do real, o que certamente aproxima os resultados das simulações e dos experimentos.

Óleos vegetais - Desacidificação por via física - Simulação computacional


T0747



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