Universidade estadual de campinas



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PROJETOS DA ÁREA DE ARTES




Faculdade de Ciências Médicas

A0001

O LIVRO DE IMAGEM SEM TEXTO E A PERCEPÇÃO DE SENTIDOS VISUAIS


Cristina Mayumi I. Nakagawa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lucia Helena Reily (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Estudou-se nessa pesquisa o livro de imagem sem texto, a linguagem visual e os processos criativos de autores/ilustradores. Foram realizadas análises visuais das narrativas, focando-se nas estratégias dos autores/ ilustradores e sua influência na leitura dos livros. O gênero literário infantil dos livros de imagem sem texto ganha, cada vez mais, espaço na produção brasileira gerando um “boom” nas produções dessa natureza. Por ser um importante instrumento para desenvolver um leitor-intérprete competente e um fluente usuário criativo de imagens, o livro de imagem é de extrema importância na formação educacional da criança, exercendo um forte papel como mediador de aprendizagem e formador de linguagem. Seu processo de leitura proporciona o desenvolvimento de um rico vocabulário verbal, mais elaborado e composto por maior número de explanações, discursos indiretos, maior apreciação das ironias, maior uso de coloquialismos. Ao ler o livro sem texto, a criança descobre sua própria voz e desenvolve o senso do que é lógico e possível na história, transformando-se em uma narradora e desenvolvendo um processo de significação por meio da linguagem visual, gerando múltiplas interpretações e estimulando a imaginação. O livro de imagem possibilita crianças que ainda não sabem ler, pré-leitores de primeira infância e de segunda infância, bem como o leitor iniciante, a se envolverem com a leitura antes da alfabetização. Como mediadores desse processo encontramos a figura dos autores / ilustradores, responsáveis por todo processo de narrativa visual e fortes influências para os caminhos da leitura. Com processos qualificados de criação,ilustração e de elaboração de histórias, eles conseguem contar por meio de imagens o que nós nos acostumamos a saber apenas por meio das palavras.

Imagem - Livro - Linguagem


A0002

O DESENHO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E O ENSINO DE ARTES: UMA ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA DO SÉCULO XX


Gabriela Tiago Domingos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lucia Helena Reily (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A pesquisa visa fazer um levantamento e uma análise bibliográfica de estudos formulados no século XX que abordam como temática o desenho da criança e do adolescente. Esta análise descritiva considerou diversas abordagens teóricas e metodológicas sobre o desenho infantil, como as classificações por faixas etárias, a dimensão social, o processo gráfico, o produto final e os aspectos afetivos e formais da organização gráfica no espaço bidimencional. As diferentes concepções são importantes para refletir sobre o desenvolvimento da criança e as influências que acarretaram na metodologia de trabalho do educador. Assim, as contribuições para o ensino da Arte, no século XX, trouxeram importantes implicações pedagógicas. Abordam questões acerca da expressão pessoal, do desenvolvimento intelectual e da personalidade, da constituição e inserção cultural, da criatividade e destaca o papel que o educador desempenha ao valorizar a sensibilidade e percepção crítica da criança diante do mundo em que vive. Além disso, ressalta que o educador deve estar atento àquilo que a criança faz, fornecer a orientação necessária e levar em conta os interesses e o nível de desenvolvimento da criança.

Desenho - Desenvolvimento gráfico - Arte-educação




Faculdade de Educação

A0003

FATOS E FEITOS DAS RUAS NAS BIOTECNOLOGIAS: OLHARES ATRAVÉS DAS ARTES


Gustavo Henrique Torrezan (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Carlos Rodrigues de Amorim (Orientador), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP
Embora seja crescente a inserção das ciências e das tecnologias (C&Ts) na organização da sociedade desde há muito tempo, não tem sido significativa a participação do público na tomada de decisões, emissão de opiniões e possibilidade de análises e avaliação dos impactos da C&Ts. O projeto de pesquisa e de ação-intervenção Biotecnologias de rua (UNICAMP/CNPq) tem como finalidade investigar e realizar ações práticas que articulem, na divulgação da ciência, diferentes linguagens, espaços, abordagens temáticas e relações com o público. Este projeto, que é integrante do projeto temático Biotecnologias de rua, criar e analisar as possibilidades, os impactos e os reflexos da utilização da arte na percepção pública para construção de indicadores de C&T.

Indicadores de ciência e tecnologia - Intervenção urbana - Percepção pública


A0004

PROCESSO DE CRIAÇÃO COREOGRÁFICA A PARTIR DO MÉTODO KLAUSS VIANNA


Camila Soares de Barros (Bolsista FAPESP), e Profa. Dra. Marcia Maria Strazzacappa Hernandez (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP
Klauss Vianna (1928-1992) é um ícone da dança nacional. Desenvolveu uma pesquisa pioneira, resultando em um método de preparação corporal que visa a estruturação e exploração das possibilidades articulares e expressivas do corpo anatômico. Este projeto de pesquisa pretendeu abordar principalmente a Etapa de Composição Coreográfica a partir dos pressupostos apontados pelo método. Realizamos um estudo comparativo entre o processo criativo proposto por Klauss Vianna e aqueles propostos por coreógrafos brasileiros que utilizam elementos obtidos em vivências com o pesquisador em questão, no entanto, o resultado final da pesquisa trata também de questões acerca do modo como é visto o fazer artístico neste recorte escolhido. Para a realização do estudo, vivenciamos as etapas anteriores do Método (Etapa Lúdica e Etapa dos Vetores) por meio da participação das aulas de dança ministradas por Jussara Miller. Ao final do percurso, realizamos uma criação coreográfica baseada nos conhecimentos acumulados por meio desta pesquisa, intitulada “3 coisas”. Concluímos que o método “em aberto” propositalmente deixado por Klauss Vianna permite uma pluralidade de interpretações e usos da mesma, e que este fato justifica a conclusão de que o fazer artístico não depende de fórmulas.

Dança - Composição coreográfica - Klauss Vianna






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