Universidade estadual de campinas



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Faculdade de Engenharia Química

T0995

SELEÇÃO DE PRÉ-TRATAMENTO PARA HIDRÓLISE ENZIMÁTICA DE BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR


Priscila Ribeiro Martins Alves (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Aline Carvalho da Costa (Orientadora), Faculdade de Engenharia Química - FEQ, UNICAMP
Conforme as fontes não renováveis de energia vão se escasseando, cresce o interesse por pesquisas sobre fontes renováveis. No Brasil, um substituto em potencial para o petróleo é a biomassa. A indústria da cana no Brasil mantém o maior sistema de produção de energia comercial de biomassa do mundo através do etanol e do uso quase total do bagaço como combustível através de sua queima. Neste trabalho, foram realizados pré-tratamentos do bagaço de cana-de-açúcar com peróxido de hidrogênio e hidróxido de cálcio, e uma posterior hidrólise enzimática para avaliar a liberação de açúcares fermentescíveis. Realizou-se a pesquisa utilizando bagaço de cana-de açúcar in-natura e as enzimas Celulase de Tricoderma reesei (Celluclast) e b-Glicosidade de Aspergillus niger. A atividade das enzimas celulase e b-Glicosidade foram calculadas. Para a quantificação da glicose utilizou-se o método enzimático Glicose GOD-PAP. Numa próxima etapa a liberação de glicose após hidrólise será analisada com o auxílio do software Statistica 7.0, através de um planejamento fatorial com três variáveis: tempo de contato (h), temperatura (ºC) para ambos tratamentos e, concentração de H2O2% (v/v) para H2O2 e massa de Ca(OH)2 (g/g biomassa seca) para Ca(OH)2. Sendo a conclusão, a determinação do melhor pré-tratamento hidrólise enzimática.

Biomassa - Bagaço-de-cana - Hidrólise enzimática


T0996

MEMBRANAS DE QUITOSANA E ALGINATO PRODUZIDAS POR COACERVAÇÃO: ESTUDOS DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS, DE HIDRATAÇÃO E DO DESEMPENHO NO DESENVOLVIMENTO


Alexandre Custódio Ceron (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Ana Paula Rodrigues (Co-orientadora) e Profa. Dra. Ângela Maria Moraes (Orientadora), Faculdade de Engenharia Química - FEQ, UNICAMP
Vários estudos vêm sendo realizados ao longo dos anos no intuito de desenvolver curativos para lesões de pele. Com este propósito, membranas à base de quitosana-alginato preparadas vêm sendo produzidas e estudadas. A quitosana é obtida a partir da desacetilação da quitina e o alginato é extraído de algas, sendo ambos biodegradáveis, biocompatíveis e atóxicos. Neste trabalho, realizou-se a produção de membranas de quitosana e alginato empregando metodologia passível de escalonamento, utilizando etanol como co-solvente, formado-as a diferentes taxas de agitação e de adição da solução de quitosana à solução de alginato. Avaliou-se as propriedades de resistência à tensão e à deformação, a cinética de hidratação do material, o comportamento quanto à citotoxicidade, a morfologia das membranas, a capacidade máxima de absorção e perda de massa em meios aquosos (solução salina 0,9% e soro fetal bovino). Durante a pesquisa realizada, membranas com capacidade de absorção de até 8,15 g de solução/g massa seca, perda de massa máxima de 23%, resistência à tração de 8,03 MPa a 52,48 MPa e alongamento na ruptura de 4,4% a 11,2% foram obtidas. Através desses resultados e com base na literatura pesquisada, pode-se afirmar que essas membranas possuem características apropriadas e têm bom potencial de uso como curativos.

Membranas - Quitosana - Alginato


T0997

AVALIAÇÃO DO EFEITO DA ADIÇÃO DE GLICEROL NAS PROPRIEDADES DE MEMBRANAS DE QUITOSANA E ALGINATO PROJETADAS PARA A TERAPIA DE QUEIMADURAS


Vivian de Feitas Pereira (Bolsista FAPESP), ME Ana Paula Rodrigues (Co-orientadora) e Profa. Dra. Ângela Maria Moraes (Orientadora), Faculdade de Engenharia Química - FEQ, UNICAMP
Dentre os polímeros que podem ser utilizados para a preparação de membranas que atuam na regeneração de tecidos danificados por queimaduras, destacam-se a quitosana (derivada da desacetilação da quitina) e o alginato (polissacarídeo natural encontrado em algas marrons). O presente trabalho visou avaliar os efeitos da adição de quatro concentrações do plastificante glicerol (proporções mássicas quitosana:glicerol:alginato de 1:1:1; 1:0,5:1; 1:0,25:1 e 1:0,1:1) em membranas obtidas pela coacervação de quitosana e alginato. As membranas produzidas foram devidamente tratadas, esterilizadas à óxido de etileno e caracterizadas quanto à espessura, às propriedades mecânicas e às capacidades de drenagem de água e de absorção e perda de massa em água deionizada e em soro fetal bovino. Os resultados indicaram que membranas com resistência mecânica relativamente baixas foram obtidas, e que o glicerol diminuiu a capacidade de absorção e aumentou a perda de massa das membranas quando em água, mas influenciou positivamente na capacidade de drenagem deste solvente, essencial para situações em que ferimentos com grandes quantidades de exsudato estão envolvidos.

Membranas - Queimaduras - Glicerol


T0998

Recuperação e Concentração de Biossurfactantes utilizando Coluna de Bolhas e Espumas


Renan Cavanha (Bolsista PIBIC/CNPq), Fábio Barros e Prof. Dr. César Costapinto Santana (Orientador), Faculdade de Engenharia Química - FEQ, UNICAMP
Os biossurfactantes podem ser produzidos através de métodos fermentativos, encontrando-se diluídos no meio de cultura em baixas concentrações, o que torna cara a sua purificação. Um processo viável para permitir o aproveitamento desse material biológico na sua forma concentrada é o método de separação baseado na adsorção em bolhas em uma coluna de bolhas e espumas. Para analisar as amostras obtidas da coluna de bolhas e espumas, realizaram-se diluições e em seguida a análise das respectivas tensões superficiais. Através de uma curva padrão de tensão superficial versus concentração de surfactina pura(≥98% pure, from FLUKA) obtiveram-se os respectivos valores de concentração das amostras. Dados obtidos de corridas experimentais mostraram que a concentração na espuma aumenta com o tempo e conforme é diminuída a vazão de gás. O fator de enriquecimento de surfactina encontrado em uma das corridas foi de 36,28 (definido como concentração de surfactante na espuma dividida pela concentração de surfactante remanescente no líquido). Os resultados obtidos indicaram o enriquecimento na concentração do tensoativo surfactina a partir de soluções diluídas e concentradas.

Biossurfactante - Surfactina - Coluna


T0999



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