Universidade federal do pará



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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

INSTITUTO DE TECNOLOGIA

FACULDADE DE ENGENHARIA DE TUCURUÍ



PLANO DE CONCURSO PÚBLICO, DE TÍTULOS E PROVAS, PARA PROVIMENTO DE CARGO DE DOCENTE DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR, PARA O CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DA FACULDADE DE ENGENHARIA DE TUCURUÍ DO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA.
MATÉRIA: Mecânica dos Solos
NÚMERO DE VAGAS: 1 (UMA)

De acordo com a resolução de No. 134 de 07 de dezembro de 1972 – CONSEPE/UFPA, a Comissão Examinadora nomeada estabelece os critérios que norteiam o presente plano de concurso, que consta dos seguintes Títulos e Artigos.



DO OBJETIVO

Art. 1o – O concurso tem por objetivo atender às necessidades de docentes do Instituto de Tecnologia, para o curso de Graduação de Engenharia Civil da UFPA, em Tucuruí, e será realizado no nível de professor Assistente.



DA INSCRIÇÃO

Art. 2o – Poderão inscrever-se para este concurso público os portadores de diplomas de graduação em Engenharia Civil, com diploma de Mestrado em Áreas afins com ênfase em Geotecnia, obtidos em cursos reconhecidos pelo MEC ou que tenha sido revalidado no Brasil, quando obtido em instituições estrangeiras. A inscrição será feita na secretaria do Instituto de Tecnologia, campus do Guamá, em Belém, anexando-se todos os documentos apresentados para a prova de títulos, e demais constantes do edital.



DAS PROVAS

Art. 3o – Serão realizadas 03 (três) provas, a saber:

1o – Prova de Títulos, com peso 1 (um)

2oProva Escrita, com leitura pública, com peso 1 (um)

3o – Prova Didática, com peso 1 (um)

Art. 4o – As provas escritas e didáticas serão realizadas em Belém-PA. O local, data e horário de realização das provas serão comunicados aos candidatos inscritos.


Art. 5o – A cada prova será atribuída, pela Comissão Examinadora, uma nota definida no intervalo de 0,0 (zero) a 10,0 (dez) pontos.
Art. 6o – A classificação geral dos candidatos aprovados será feita pela ordem decrescente das médias ponderada pelos fatores indicados no Art. 3o das notas de cada prova.
Art. 7o – O aproveitamento dos candidatos habilitados será feito obedecendo-se a ordem de classificação dos mesmos.
Art. 8o – Serão considerados habilitados os candidatos que obtiverem em cada prova uma nota igual ou superior a 5 (cinco) pontos.

DAS PROVAS DE TÍTULOS

Art. 9o – A Comissão Examinadora atribuirá pontos aos candidatos de acordo com a contagem prevista no anexo I deste plano de concurso, sendo ali indicada a pontuação máxima de cada item.



DA PROVA ESCRITA

Art. 10o – A prova escrita abrangerá os temas relacionados no anexo II.


Art. 11o – Em reunião com todos os candidatos, a se realizar em local e horário previamente divulgado aos mesmos, ocorrerá o sorteio do tema, a ser submetido a todos os candidatos, observando-se o Art. 10o, sendo a prova escrita iniciada logo em seguida, com duração máxima de três horas.

DA PROVA DIDÁTICA

Art. 12o – A prova didática abrangerá os temas relacionados no anexo II.


Art. 13o – Em reunião com todos os candidatos, a se realizar em local e horário previamente divulgado aos mesmos, ocorrerá o sorteio de um tema observando-se o Art. 12o, a ser submetido a todos os candidatos, bem como dos horários e da ordem da realização da prova didática, por cada candidato.
Art. 14o – Os horários estabelecidos para realização da prova didática pelos candidatos, terão um mínimo de 24 (vinte e quatro) horas e um máximo de 36 (trinta e seis) horas de prazo entre o sorteio e a sua efetiva realização.
Art. 15o – A prova didática constará de uma aula expositiva lecionada pelo candidato sobre o tema sorteado, com duração máxima de 50 (cinqüenta) minutos.
Art. 16o – Caberá ao candidato decidir pela forma de abordagem do tema sorteado, bem como pela apresentação. Ser-lhe-á facultado o uso de recursos audiovisuais auxiliares que necessitar e que estejam disponíveis.

DA COMISSÃO JULGADORA

Art. 17o – Será escolhida de acordo com o Artigo 231, Inciso I do Regimento Geral da UFPA, dentre os docentes do seu quadro permanente e de outras IES, indicados abaixo:


a) Docentes a serem escolhidos pelo conselho do Instituto de Tecnologia: Devem ser escolhidos 02 (dois) docentes de acordo com a alínea b, parágrafo 1o, do Art. do Regimento Geral da UFPA.
Gerson Jacques Miranda dos Anjos Prof. Adjunto Dr. DCC/ITEC/UFPA
Denílson José Ribeiro Sodré Prof. Adjunto Dr. DCC/ITEC/UFPA

Paulo Antonio Siso de Oliveira Prof. Adjunto M.Sc. DCC/ITEC/UFPA


b) Docentes a serem escolhidos pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão: Deve ser escolhido 01 (um) docentes de acordo com a alínea b, parágrafo 2o, do Art. 231 do Regimento Geral da UFPA.



Julio Augusto de Alencar Júnior Prof. Adjunto Dr. DCC/ITEC/UFPA

Salim Habib Fraiha Neto Prof. Adjunto Dr. DCC/ITEC/UFPA



DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 18o – O candidato aprovado deverá realizar as seguintes atividades na unidade em que for lotado:




  1. Ministrar disciplinas no curso de Graduação, Pós-Graduação e Extensão;

  2. Orientar estudantes de: Iniciação Cientifica, Trabalho de Conclusão de Curso, Especialização e Mestrado/Doutorado;

  3. Participar de Projetos de Pesquisa no âmbito da unidade;

  4. Integrar-se a todas as atividades acadêmicas e administrativas da Faculdade e do Instituto.

Art. 19o – Os membros da comissão julgadora atribuirão notas entre 0 e 10 para cada uma das provas de cada candidato, inclusive ao julgamento de títulos. A nota do candidato em cada prova será obtida pela média aritmética das notas atribuídas por cada membro da comissão julgadora.

Cada valor numérico atribuído correspondera a um conceito de acordo com a tabela a seguir




Notas

Conceitos

0 a 4,9

INSUFICIENTE

5,0 a 6,9

REGULAR

7,0 a 8,9

BOM

9,0 – 10,0

EXCELENTE

Os resultados parciais serão lançados em tabelas apropriadas contendo os valores numéricos e os conceitos correspondentes para fins de divulgação

Art. 20o – Será considerado aprovado em cada etapa o candidato que obtiver, no mínimo, o conceito Regular.
A nota final (NF) de cada candidato será obtida pela media aritmética simples das três avaliações (Titulo – T; Escrita – E; Didática – D).

A classificação geral dos candidatos será feita pela ordem decrescente de suas notas finais.


Art. 21o – Para o cálculo de todas as médias será considerada até a segunda casa decimal, arredondando-se para o maior valor se algarismo da terceira casa decimal for igual ou maior que cinco.
Art. 22o – Na classificação a que se refere o Art. 6o, em caso de empate será efetuado o desempate entre os candidatos com base no curriculum vitae apresentado, observando-se os critérios abaixo. Nesta pontuação, ao primeiro item é atribuído um maior valor (peso) havendo uma redução progressiva até o último item, de menor valor (peso), na ordem a seguir apresentada:


  • Candidato que apresentar maior titulação;

  • Candidato que apresentar maior número de trabalhos científicos publicados;

Art. 23o – A Comissão Examinadora elaborará um relatório circunstanciado e conclusivo do concurso público, que deverá ser encaminhado ao Instituto de Tecnologia com uma proposição para admissão dos candidatos aprovados.


Art. 24o – O Instituto de Tecnologia, através de sua Secretaria, divulgará o resultado final do concurso público.
Art. 25o – O julgamento da Comissão Examinadora é irrecorrível, salvo em casos de inobservância dos termos deste concurso público ou de disposições gerais regimentais, hipótese que caberá recurso ao Conselho Superior de Ensino e Pesquisa da UFPA.
Art. 26o – Os documentos que hajam instruído o pedido de inscrição serão devolvidos aos candidatos após o encerramento do concurso público.
Art. 27o – Na nomeação em regime de trabalho de Dedicação Exclusiva, o candidato ficará obrigado a prestar 40 horas semanais de trabalho, em TUCURUÍ, com impedimento do exercício de outra atividade remunerada, pública ou privada.
Art. 28o – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Examinadora nomeada com base na legislação pertinente.

Belém, 30 de agosto de 2007.


_________________________________


ANTÔNIO MALAQUIAS PEREIRA


Diretor da Faculdade de Engenharia de Tucuruí
Anexo I
Pontuação para prova de títulos
Os títulos apresentados pelos candidatos serão classificados para efeito de julgamento, avaliação e ponderação, em quatro grupos, conforme abaixo:
I. Títulos decorrentes de atividades didáticas PESO 2

II. Títulos decorrentes de atividades científicas PESO 3

III. Títulos decorrentes de atividades acadêmicas PESO 4

IV Títulos decorrentes de atividades profissionais PESO 1


I. Títulos decorrentes de atividades didáticas Pontuação
I.1. Exercício de cargo de professor em IES, na área do processo seletivo


  • Como professor titular 2500

  • Como professor adjunto 2000

  • Como professor assistente 1000

  • Como professor auxiliar 500

  • Como professor substituto, visitante, ou bolsista (RD, DCR)

de instituições de apoio (agências de pesquisa, fundações,

etc), com pontuação em função da classe correspondente à

titulação Até 2000

I.2. Experiência no ensino de magistério superior


I.2.1. Como docente (máx. 1000 pts)

  • Ensino em curso de graduação 100/turma

  • Ensino em curso de pós-graduação lato sensu 150/turma

  • Ensino em curso de pós-graduação stricto sensu 200/turma

I.2.2. Como assistente de ensino (aluno em monitoria, estágio docente, etc)



  • Ensino em curso de graduação 25/turma

  • Ensino em curso de pós-graduação 50/turma

I.3. Orientação ou Co-orientação de alunos


I.3.1. Graduação

  • Monitoria 15/aluno

  • Extensão 15/aluno

  • Pesquisa (iniciação científica) 30/aluno

  • Trabalho de conclusão de curso 20/trabalho

I.3.2. Pós-graduação



  • Monografia de curso de especialização (lato-sensu) 40/aluno

  • Dissertação de mestrado 100/aluno

  • Tese de doutorado 200/aluno

I.4. Participação em banca ou comissão examinadora

I.4.1. Banca de dissertação de mestrado, tese de doutorado ou

Livre Docência 60/banca

I.4.2. Banca de exame de qualificação de mestrado ou

doutorado 50/banca


I.4.3. Banca Examinadora de concurso para ingresso na carreira

do magistério superior:



  • Professor Titular 60/banca

  • Outros 30/banca

I.4.4. Banca de comissão para monitoria, trabalho de conclusão

de curso, seleção de alunos para pós-graduação, seleção

de bolsistas de iniciação cientifica 15/participação


I.5. Cargos ou funções administrativas, planejamento ou assessoramento universitário
I.5.1. A nível superior até 100

I.5.2. A nível intermediário até 50

I.5.3. A nível departamental ou de coordenação de cursos até 150
I.6. Participação em comissões, conselhos ou colegiados superiores de IES até 150
I.7. Direção de Laboratórios, coordenação de convênios, orientação

acadêmica, coordenação de grupos de atividades, assessoria

acadêmica (por ano para cada atividade) até 100
II. Títulos decorrentes de atividades científicas Pontuação
II.1. Autor ou co-autor de livro publicado 500/livro

II.2. Autor ou co-autor de capítulo de livro publicado 100/capítulo

II.3. Artigo publicado em periódico científico especializado

internacional 300/artigo

II.4. Artigo publicado em periódico científico especializado

nacional 300/artigo

II.5. Artigo completo publicado em evento científico especializado

internacional 150/artigo

II.6. Artigo completo publicado em evento científico especializado

nacional 100/artigo

II.7. Resumo de trabalho publicado em evento cientifico

especializado 30/aluno

II.8. Artigo de divulgação científica ou tecnológica 50/artigo

II.9. Elaboração de relatório técnico-científicos 50/relatórios

II.10. Apresentação de palestras e seminários 30/palestra

II.11. Participação em eventos científicos especializados



  • Como coordenador do evento 240/evento

  • Como membro do comitê organizador do evento 120/evento

  • Como expositor 40/evento

  • Como congressista 20/evento

II.12. Desenvolvimento ou geração de trabalho com registro ou

Patente 30/trabalho

II.13. Participação em projetos de pesquisa e/ou extensão


  • Como coordenador ou pesquisador principal 200/projeto

  • Como pesquisador/consultor 50/projeto

  • Como auxiliar (aluno de graduação) 20/projeto

II.14. Prêmios científicos recebidos 200/prêmio

II.15. Cursos de idiomas estrangeiros



  • Certificação oficial (TOELF, Michigan, DAAD, etc.) 300/certificação

  • Certificação extra oficial até 150



III. Títulos decorrentes de atividades acadêmicas (cumulativa) Pontuação

III.1. Doutorado 3000

III.2. Mestrado 1500

III.3. Especialização (min. 360 Hs.) 500

III.4. Aperfeiçoamento (min. 180 Hs) 200

III.5. Atualização (min. 60 Hs) 50


IV. Títulos decorrentes de atividades profissionais Pontuação
IV.1. Cargos, funções e atividades profissionais, inclusive de

prestação de serviços, em instituições públicas ou privadas até 200

IV.2. Estágios de aperfeiçoamento profissional em instituições

públicas ou privadas até 100

IV.3. Participação em sociedade científica até 50

IV.4. Participação na execução de tarefas de natureza técnica



ou acadêmica até 100
Observações:
1o. Para pontuação integral referente aos títulos, estes deverão estar especificamente relacionados com a área de processo seletivo. Caso contrário, os pontos serão reduzidos de 30% se pertencerem a áreas afins. Não serão considerados para atividades pertencentes a outras áreas.
2o. Ao exercício de vice ou sub-chefia de cargos ou funções administrativas corresponderá a metade do número de pontos atribuídos ao titular.
3o. Em relação às atividades de ensino, orientação de alunos, participação em projetos, etc., a pontuação referente às atividades em andamento corresponderão à metade da pontuação das atividades concluídas.


No DE PONTOS

CONCEITO

VALOR NUMÉRICO

0 - 5999

INS

0 a 4,9

6000 – 16999

REG

5,0 a 6,9

17000 – 27999

BOM

7,0 a 8,9

ACIMA DE 28000

EXC

9,0 – 10,0



Anexo II
Tópicos para as Provas Escrita e Didática:


  1. Origem, formação e classificação dos Solos com base em sua formação e granulometria e quais os efeitos potenciais em obras de engenharia.

  2. Caracterização dos solos e índices físicos: granulometria, limites de atterberg, gráfico de Casagrande, limite de liquidez, índices de vazios, teor de umidade, entre outros.

  3. Conceito e cálculo de pressões efetivas, pressões totais e pressões neutras; Princípio das tensões efetivas.

  4. Calculo do estado de pressões “in situ” e induzidas: coeficientes de empuxo lateral, círculo de mohr, tensões devido a carregamentos.

  5. Compactação de solos: conceito de teor de umidade ótimo, grau de compactação, energia de compactação e suas influências no comportamento do material compactado; ensaios de verificação das características do material compactado.

  6. Fluxo através dos solos: conceitos de Permeabilidade, velocidade de fluxo, vazão, gradiente hidráulico, carga hidráulica total, de elevação e de velocidade. Ensaios para determinação do coeficiente de permeabilidade em laboratório e em campo

  7. Fluxo permanente unidimensional e bi dimensional. Ensaios para determinação do coeficiente de permeabilidade em laboratório e em campo

  8. Teoria da consolidação unidimensional de Terzaghi: Consolidação primária, consolidação secundária, comportamento de argila pré-adensadas e normalmente adensadas.

  9. Resistência ao cisalhamento dos solos: parâmetros de resistência, critério de ruptura de Mohr-Coulomb; resistência ao cisalhamento das areias e das argilas sob condições drenadas e não drenadas, não linearidade da envoltória de resistência.

  10. Relações constitutivas mais utilizadas no cálculo do comportamento dos solos: teoria da elasticidade linear elástica, modelos não linear elástico, teoria da plasticidade (modelos de Tresca, Von Mises, Mohr-Coulomb).

  11. Coleta de amostras indeformadas e método de determinação de parâmetros de resistência e compressibilidade em laboratório: Ensaio de cisalhamento direto, ensaio triaxial, ensaio de cone, ensaios de adensamento.

  12. Ensaios de campo para determinação de parâmetros de compressibilidade, resistência e estado de tensões “in situ”: Ensaios de placa, pressiométrico; ensaios de cone; ensaios de palheta (“vane test”)

  13. Cálculo de empuxo lateral: Teoria de Rankine, teoria de Coulomb, conceito de coeficientes de empuxo lateral.

  14. Cálculo da compressibilidade dos solos utilizando a teoria da elasticidade e os parâmetros baseados em ensaios de compressão unidimensional: conceito de recalque imediato, recalque por consolidação primária e consolidação secundária, cálculo da compressão unidimensional pela teoria da elasticidade linear e relação entre as duas propostas.

  15. Colapsibilidade dos solos: conceitos de colapsibilidade, causas de colapsibilidade solos tipicamente colapsíveis, ensaios e critérios para definição se o solo é ou não colapsível. Efeitos possíveis da colapsibilidade em obras de engenharia.

  16. Conceito de trajetória de tensões e seus efeitos na resistência ao cisalhamento das areias e argilas, sob condições drenadas e não drenadas.

  17. Efeito do grau de saturação no comportamento dos solos: cálculo da pressão efetiva em solos saturados, seco, e parcialmente saturados; efeito da parcela de sucção no comportamento dos solos parcialmente saturados. Métodos para medição de pressões neutras e de sucção em solos. Efeito da trajetória de saturação.

  18. Efeito da estrutura no comportamento dos solos: efeito da estrutura no comportamento das argilas e das areias na resistência ao cisalhamento e compressibilidade. Efeito da anisotropia na avaliação dos parâmetros de resistência e compressibilidade dos solos. Implicações no uso em casos reais de correlações obtidas a partir de ensaios que destroem a estrutura dos solos no que diz respeito a cálculo de recalques e capacidade de carga.

  19. Solos lateríticos: Origem, formação e composição dos solos lateríticos. Comportamento típico dos solos lateríticos quanto à compressibilidade e resistência.

  20. Grau de variabilidade dos parâmetros de comportamento. Dificuldades de amostragem indeformada desses solos e moldagem de corpos de prova.

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Bibliografia:


  1. Geologia Aplicada à Engenharia – Nivaldo José Chiossi - Grêmio Politécnico-1983

  2. Geologia Para Engenheiros Civis – José Carlos Rodrigues – McGrawe-Hill do Brasil – 1978

  3. Soil Mechanics – Lambe, T.W and Whitman,RE.W - John Wiley - New York, 1969

  4. Introdução à Mecânica dos Solos – Milton Varvas – McGraw-Hill, 1977.

  5. Elastic Solutions for Soil and Rock Mechanics – H.G. Poulos and E.H Davis – John Wiley and Sons – 1973

  6. Soil Mechanics in Engineering Practice – Terzaghi,K. and Peck,R. – John Wiley and Sons – 1967

  7. A geology for Engineers – F.G.H.Blyth and M.H. de Freitas – Elvesier, 1984

  8. Constitutive Laws for Engineering Materials with emphasios on Geologic Materials – C.S.Desai and H.J. Sdiriwardane - Prentice –Hall Inc. –1984

  9. Seepage, Drainage and Flow Nets – Harry R. Cedergren – John Wiley and Sons – 1977

  10. Mecânica dos Solos – V,F.B Mello e A.H.Teixeira - Serviços de Publicações da Escola de Engenharia de São Carlos da USP, 1962

  11. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos – J.ªR.Ortigão – Terratek-2007

  12. Ensaios de Campo e Suas aplicações à Engenharia de Fundações – Fernando Schnaid – Oficina de Textos-2000

  13. Fundamental of Soil Mechanics – D.W.Taylor – John Wiley and Sons- 1948

  14. Soil Testing for Engineers – T.W. Lambe - John Wiley and Sons, 1951

  15. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações – Homero Pinto Caputo – Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda., 1987.

  16. Fundações em Solos Colapsíveis – José Carlos Cintra - Gráfica da EESC/USP – 1998

  17. Curso Básico de Mecânica dos Solos – Carlos Souza Pinto – Oficina de Texto.


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